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  • Rapariga do Tambor, A

    Rapariga do Tambor, A

    John Le Carré

    6,00 

    Rapariga do Tambor de John Le Carré.
    Editorial Presença. Lisboa, s.d., 371 págs. B.

    Charlie, uma jovem atriz inglesa, está habituada a desempenhar diversos papéis. Mas quando o misterioso Joseph, com as suas cicatrizes de batalha, a recruta para os serviços secretos israelitas, ela entra no perigoso teatro do real. Ao desempenhar o seu papel num intrincado plano de alto risco para prender e matar um terrorista palestino, este seu novo desempenho ameaça consumi-la.

     

    Situado na trágica arena do conflito do Médio Oriente, esta emocionante história de amor e lealdades traídas desenrola-se com uma guerra impossível de vencer em pano de fundo.

     

    Um emocionante romance de espionagem e traição ambientado no Médio Oriente, adaptado a série de televisão, com Florence Pugh, Alexander Skarsgård e Michael Shannon nos principais papéis.

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  • Princesa de Clèves

    Princesa de Clèves

    Madame Lafayette

    6,00 

    Princesa de Clèves de Madame Lafayette.
    Bico de Pena. Lisboa, 2009, 156 págs. B.

    Publicado anonimamente em 1678, A Princesa de Clèves tem como pano de fundo a vida na corte dos Valois, nos últimos anos de Henrique II, pelo que pode ser considerado também um romance histórico. Marca ainda a afirmação na literatura da relevância das mulheres na vida cultural do século XVII. A preocupação da verosimilhança psicológica e a construção rigorosa inscrevem A Princesa de Clèves na estética clássica da época e abrem caminho a uma forma de romance moderno centrado no estudo aprofundado das personagens.

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  • Perguntem a Sarah Gross de João Pinto Coelho

    Perguntem a Sarah Gross

    João Pinto Coelho

    7,50 

    Perguntem a Sarah Gross de João Pinto Coelho.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 447 págs. B.

    Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald’s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador.
    Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia; à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou.
    Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do prémio LeYa em 2014.

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  • Novelas Exemplares de Miguel de Cervantes

    Novelas Exemplares

    Miguel de Cervantes

    5,00 

    Novelas Exemplares de Miguel de Cervantes.
    Ediclube. Lisboa, 1991, 283 págs. E.

    As Novelas Exemplares foram escritas por Miguel de Cervantes na sequência do sucesso obtido com a publicação da primeira parte do seu romance D. Quixote de la Mancha. São doze novelas curtas que seguem o modelo italiano e que também cativaram Aquilino na sequência da tradução que também já tinha feito do D. Quixote

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  • Mundo de Estranhos de Nadine Gordimer

    Mundo de Estranhos, Um

    Nadine Gordimer

    6,00 

    Mundo de Estranhos de Nadine Gordimer
    DIFEL. Lisboa, 1992, 272 págs. B.

    Toby Hood, um jovem de classe média-alta inglês, rejeita a actividade política e as causas que os pais, liberais convictos, defendem apaixonadamente. Residindo em Joanesburgo, como representante da editora da família, Toby move-se com facilidade e descontracção, tanto nos aprazíveis subúrbios brancos como nas fervilhantes e vibrantes cidades negras.
    O seu círculo de amigos é composto por uma grande variedade de pessoas, desde directores de minas a jornalistas e músicos negros; e os fins-de-semana ao estilo colonial de Toby são muitas vezes intercalados com noites passadas nos bairros de lata negros.
    A amizade de Toby com Steven Sithole, um jovem africano desenvolto e amargurado, toca-o profundamente, de uma maneira que nunca teria julgado possível e, quando a ânsia de independência e a revolta de Steven contra as regras estabelecidas acabam em tragédia, a vida de Toby nunca mais será a mesma… Um Mundo de Estranhos é uma das mais representativas obras que abordam os primeiros anos do regime do Apartheid, tendo mesmo sido proibida a sua publicação na África do Sul, durante mais de doze anos.

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  • Montanha Mágica

    Montanha Mágica

    Thomas Mann

    10,00 

    Montanha Mágica de Thomas Mann.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1981, 628 págs. E.

    «Tal como em A Morte em Veneza, o protagonista de A Montanha Mágica empreende uma viagem que acaba por o levar para fora do espaço e do tempo da existência burguesa. Não por acaso, contrariando planos anteriores em que o romance abria com a explanação da biografia de Hans, depois remetida para o segundo capítulo, o primeiro capítulo centra-se na viagem e no primeiro momento de confronto com o mundo fechado do sanatório, o início do longo percurso de iniciação que irá constituir o fulcro da narrativa. O herói do romance, como surge repetidamente sublinhado, nada tem de excepcional, pelo contrário, a própria mediania da personagem constitui uma forma de acentuar de que modo ela representa paradigmaticamente a normalidade social. O fulcro do romance, está, justamente, no facto de essa normalidade ser totalmente posta à prova e problematizada nos seus fundamentos pelo confronto com o microcosmo do sanatório.»

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  • Ministério da Felicidade Suprema

    Ministério da Felicidade Suprema

    Arundhati Roy

    7,50 

    Ministério da Felicidade Suprema de Arundhati Roy.
    Edições ASA. Alfragide, 2017, 458 págs. B.

    Num cemitério da cidade, Anjum desenrola um tapete persa puído entre duas campas. Num passeio de betão surge um bebé, como que do nada, num leito de lixo. Num vale coberto de neve, um pai escreve à filha de cinco anos, falando-lhe do número de pessoas que estiveram presentes no seu funeral.

    Num apartamento, sob o olhar atento de uma pequena coruja, uma mulher solitária alimenta uma osga até à morte. E, na Jannat Guest House, duas pessoas dormem abraçadas como se tivessem acabado de se conhecer.

    Uma viagem íntima pelo subcontinente indiano, desde os bairros superlotados da Velha Deli e os centros comerciais reluzentes da nova metrópole às montanhas e os vales de Caxemira, com um elenco glorioso de personagens inesquecíveis, apanhadas pela maré da História, todas elas em busca de um porto seguro. Contada num sussurro, num grito, com lágrimas e gargalhadas, é uma história de amor e ao mesmo tempo uma provocação. Os seus heróis, presentes e defuntos, humanos e animais, são almas que o mundo quebrou e que o amor curou. E, por este motivo, nunca se renderão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden

    Memórias de uma Gueixa

    Arthur Golden

    7,00 

    Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden.
    Editorial Presença. Barcarena, 2006, 487 págs. B.

    Quioto, anos 30. Sayuri tem olhos cor de espelho e é uma das mais famosas gueixas do Japão. Acompanha cidadãos japoneses abastados, enverga deslumbrantes quimonos de seda mas tem de pagar pela sua própria liberdade até conhecer um danna que a sustente e pague todas as suas despesas. Na sua vida, tal como na de todas as gueixas, não há lugar para o amor, mas Sayuri apaixona-se… Um romance ímpar e contagiante que demorou dez anos a escrever.

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  • Maravilhas do Conto Universal

    Maravilhas do Conto Universal

    Diaulas Riedel

    7,00 

    Maravilhas do Conto Universal de Diaulas Riedel.
    Editora Cultrix. São Paulo, s.d., 443 págs. B.

    Maravilhas do Conto Universal – 41 Países comparecem nesta antologia universal, apresentando maravilhosas histórias curtas, já há muito integradas na literatura de cada país, mesmo naquelas que são, ainda, praticamente desconhecidas por nós.

    Capa colada com fita-cola.

     

  • Ilha de Aldous Huxley

    Ilha, A

    Aldous Huxley

    6,00 

    Ilha de Aldous Huxley.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 358 págs. B.

    O derradeiro romance de Aldous Huxley, e contraponto utópico de Admirável Mundo Novo, apresenta-nos Pala, uma ilha onde uma sociedade ideal, regida por crenças assentes no budismo e no hinduísmo, floresce há cento e vinte anos, atraindo inevitavelmente a inveja do mundo circundante.

    Está em curso uma conspiração para invadir Pala, rica em petróleo, e os acontecimentos precipitam-se quando Will Farnaby, inicialmente um agente dos conspiradores, chega à ilha. É provavelmente o livro mais desencantado de Huxley, e inscreve-se nele a firme convicção de que, entre a ganância e a avidez dos homens, comunidades pacíficas como Pala estão condenadas.

    Publicada em 1962, A Ilha é um espelho que permite ao homem moderno ver tudo o que está podre na sociedade e em si próprio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Grande Artimanha

    Grande Artimanha

    Roald Dahl

    6,00 

    Grande Artimanha de Roald Dahl.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1987, 155 págs. B.

    Quatro estórias (originalmente publicadas na Playboy) centradas num dos elementos motores da vida humana -o sexo. Mas aqui, como em geral na obra de Roald Dahl, é o factor surpresa que comanda as operações, sempre acompanhado por um humor implacável. No estilo inconfundível do autor dos inesquecíveis Contos do Imprevisto.

    📝 Assinatura de posse.

  • Filhos da Droga de Christiane F

    Filhos da Droga

    Christiane F

    6,00 

    Filhos da Droga de Christiane F.
    Livros do Brasil. Lisboa, 1995, 339 págs. B.

    Este testemunho impressionante tem tido um impacto imenso por todo o mundo desde que foi publicado pela primeira vez. O relato desta adolescente sensível e inteligente, que menos de dois anos após ter fumado o seu primeiro «charro» se prostitui depois das aulas para pagar a sua dose diária de heroína, e o pungente testemunho da sua mãe fazem de Os Filhos da Droga um livro sem paralelo. Estas páginas ensinam-nos muito, não apenas sobre a droga e o desespero, mas também sobre a deterioração do mundo de hoje.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Férias de Natal

    Férias de Natal

    Somerset Maugham

    5,00 

    Férias de Natal de Somerset Maugham.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 301 págs. B.

    Um dos maiores êxitos da carreira literária de Somerset Maugham. Livro profundo, palpitante de interesse e dessa humanidade tão característica das obras do grande romancista inglês, conta-nos uma história onde palpitam, por momentos, o amor e o crime, o luxo e a miséria não em duros contrastes, mas, naturalmente, ao cego embate da onda eterna, na infinita maré da vida. Férias de Natal inclui-se entre as obras de maior valor do imortal escritor britânico, que soube encarar a vida com a tranquila bonomia de um céptico e exprimi-la num estilo fluente e incisivo que escraviza a atenção do leitores a domina.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Febre

    Febre

    Nick Louth

    7,00 

    Febre de Nick Louth.
    Jacarandá. Lisboa, 2015, 374 págs. B.

    Amanhã devia ser o maior dia da vida de Erica Stroud-Jones. Daqui a 24 horas, esta brilhante jovem cientista irá apresentar o seu trabalho secreto numa conferência em Amesterdão – os resultados de uma investigação que promete revolucionar a luta contra uma doença tropical mortífera. Milhões de vidas poderão ser salvas; o Prémio Nobel adivinha-se.
    À espera de a ver estão céticos e rivais, admiradores e inimigos. A atenção de Erica estará voltada para o escultor Max Carver, o seu novo namorado, a quem irá dedicar o seu êxito.
    Mas o amanhã não chega a acontecer.
    Erica desaparece durante a noite. Max, desesperado e assustado, começa a procurá-la, entrando num submundo repleto de crueldade e enganos. Mas até ele fica chocado com o terror que encontra no coração da mulher que tenta salvar.

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  • Fausto de Goethe

    Fausto

    Goethe

    7,00 

    Fausto de Goethe.
    Ediclube. Lisboa, 1991, 317 págs. E.

    «A partir de Marlowe dá-se realmente a transformação das histórias de cordel do Doutor Fausto na história trágica do homem, ainda explicitamente historizado, do Renascimento, frente às limitações que quer e vai superar. O preço da “vontade de poder” desse primeiro Fausto literário é ainda o Inferno; mas a importância de Marlowe vem-lhe do facto de ele ter realizado uma obra de rotura. Com Goethe, dois séculos mais tarde, é a grande obra de síntese que surge: a história tradicional sofre uma inflexão e uma elaboração que a faz ascender ao lugar de “tragédia” do género humano (e com isso lhe retira desde logo a possibilidade de ser uma tragédia de carácter, como mandam as leis do género na sua forma moderna). Em Goethe, Fausto assume um recorte universal, alargam-se imenso as suas potencialidades significativas e ele passa a ter, na consciência colectiva ocidental (metonímica, e talvez abusivamente, tomada por universal), a dimensão simbólica própria dos mitos.»

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  • Era uma Vez um Rapaz

    Era uma Vez um Rapaz

    Nich Hornby

    6,00 

    Era uma Vez um Rapaz de Nich Hornby.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2009, 293 págs. B.

    Will Freeman, de 36 anos de idade, não quer ter filhos e não percebe porque é que toda a gente lhos recomenda com tanto entusiasmo. Vive num confortável e moderno apartamento, livre de Legos e cheio de CD’s, em Islington. Will tem todo o seu tempo livre, graças aos royalties que recebe, anualmente, por uma pirosa canção de Natal que o seu pai escreveu em 1938. O nosso herói compreende, porém, o ponto de vista das mães sozinhas, especialmente quando elas se parecem com Julie Christie. Assim, acaba por se envolver com um grupo de pais sozinhos e inventar um filho de dois anos, cujas ausências requerem constantes explicações.
    Entra em cena Marcus, cujos pais se separaram; as lágrimas da sua mãe sobre os flocos do pequeno-almoço começam a tornar-se assutadoras. Os progressos de Marcus, na sua nova escola de Londres, são ameaçados pelas suas roupas desapropriadas, pelo seu horrível corte de cabelo e pela sua preferência herdada pela música de Joni Mitchell. Uma vez que as circunstâncias puseram Will no seu caminho e uma vez que este sabe, pelo menos, como é que os miúdos se devem vestir e que o Kurt Cobain não jogava no Manchester United, porque é que Marcus não há-de servir-se dele, tanto quanto possível?

    Neste segundo romance, Nick Hornby explora as relações que as pessoas estabelecem entre si, neste mundo em que o chamado modelo ideal de família pura e simplesmente já não se aplica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.