Oriente e Ocidente nos Interiores em Portugal

Título: Oriente e Ocidente nos Interiores em Portugal
Autor: Helder Carita
Edição: Civlização
Ano: s.d.
Páginas: 287
Encadernação: Dura
Obs.: Com dedicatória de oferta de vários alunos a uma professora. Exemplar numerado: 8304

SOBRE
“(…) Durante séculos manifesta-se na arquitectura uma ausencia de relação necessária entre forma e estrutura, como uma ausência de transposição lógica entre interior e composição de fachada, o que confundiu sempre os viajantes e estrangeiros. Do Manuelino ao Barroco o interior mantém-se velado por uma arquitectura que se define sobretudo pelo tratamento simbólico dos seus elementos funcionais. (…) Só com uma visão englobando Oriente e Ocidente podem ser compreendidos os interiores portugueses, onde o azulejo vinha envolver esses espaços de uma película de preciosos brilhos, num clima estático e abandonado, sem qualquer relação lógica estrutural (…) Na charneira de vários mundos, nem Oriente nem Ocidente, a história e arte portuguesas não podem ser entendidas sob uma perspectiva exclusivamente europeia: os eu pensamento, o seu temperamento, as suas concepções de espaço e tempo, a sua maneira de ser, são uma visão particular desses vários mundos.”


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“(…) Durante séculos manifesta-se na arquitectura uma ausencia de relação necessária entre forma e estrutura, como uma ausência de transposição lógica entre interior e composição de fachada, o que confundiu sempre os viajantes e estrangeiros. Do Manuelino ao Barroco o interior mantém-se velado por uma arquitectura que se define sobretudo pelo tratamento simbólico dos seus elementos funcionais. (…) Só com uma visão englobando Oriente e Ocidente podem ser compreendidos os interiores portugueses, onde o azulejo vinha envolver esses espaços de uma película de preciosos brilhos, num clima estático e abandonado, sem qualquer relação lógica estrutural (…) Na charneira de vários mundos, nem Oriente nem Ocidente, a história e arte portuguesas não podem ser entendidas sob uma perspectiva exclusivamente europeia: os eu pensamento, o seu temperamento, as suas concepções de espaço e tempo, a sua maneira de ser, são uma visão particular desses vários mundos.”


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