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  • Adolfo Luxúria Canibal: Pirata Petulante de Daniel Catarino Lobo2025/12/1000081330.jpg

    Adolfo Luxúria Canibal: Pirata Petulante

    Daniel Catarino Lobo

    7,50 

    Adolfo Luxúria Canibal: Pirata Petulante de Daniel Catarino Lobo.
    Ed. Autor. S.L. 2013, 136 págs. B.

    O livro em causa, parte de uma entrevista realizada ao porta voz da banda Mão Morta, Adolfo Luxúria Canibal, que foi transcrita e que incidiu na sua essencialidade, num repassar da discografia deste colectivo. São focadas as influências e conexões artísticas e literárias presentes em cada álbum, bem como opiniões e pontos de vista pessoais do vocalista sobre as mais diversas questões.”

    A ideia surgiu no final de um concerto dos Mão Morta. quando o escritor e um amigo se questionaram sobre como poderiam “prestar um contributo a esta grande banda do panorama musical nacional” e rápido chegaram à conclusão que, embora houvesse vários testemunhos e artigos espalhados pela internet e por jornais antigos, estes nunca haviam sido compilados. Da necessidade de recolher um depoimento mais amplo sobre a história dos Mão Morta nasceu uma entrevista que vai desde 1978, ano em que Luxúria Canibal se mudou para Lisboa, até 2012, altura em que foi realizada..

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  • Juiz Passa a Depor

    Juiz Passa a Depor

    Jacques Batigne

    7,00 

    Juiz Passa a Depor de Jacques Batigne.
    Editorial Futura. Lisboa, 1972, 539 págs. B.

    É com franqueza e clareza que o ex-Presidente do Tribunal de Paris, Juiz Batignes, relata as suas memórias. Denuncia falhas e vícios da máquina judicial, reflete sobre a pena de morte, critica violências policiais e expõe a psicologia do crime. Defende a independência da magistratura e aborda questões que inquietam a opinião pública. As suas histórias, por vezes anedóticas, evocam os dias da F.L.N., da O.A.S. e a sua experiência no combate ao tráfico de droga.

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  • Inês de Castro

    Inês de Castro

    María Pilar Queralt del Hierro

    6,00 

    Inês de Castro de María Pilar Queralt del Hierro.
    Editorial Presença. Lisboa, 2005, 147 págs. B.

    Inês, com apenas dez anos contempla o cenário onde terá início o primeiro acto de uma tragédia que ficará para a história como uma das mais belas histórias de amor de sempre. A sua ama, pronuncia as palavras que o destino se encarregará de cumprir – «um príncipe amar-te-á pelo teu colo de garça e pelos teus cabelos loiros e as tuas fontes virão a ser cingidas por uma coroa real». No castelo de Peñafiel, Inês e Constança tornar-se-ão irmãs de alma, unidas pelo mesmo amor – D. Pedro. E se um dia mais tarde o príncipe português casar-se-á com Constança respeitando-a pela sua serenidade é a Inês que amará perdidamente – «Inês era a força da cascata, o rumor do mar enraivecido, o roçar do vento quando o cavalo se lança a galope». A morte de D. Constança afasta momentaneamente os dois amantes, mas será então que Pedro e Inês irão viver, na idílica Quinta das Lágrimas, as horas mais felizes do seu infortunado amor. Mas o destino lança nos corações de alguma nobreza as facas da ambição que irão atraiçoar e manchar de sangue o esbelto pescoço de Inês. A beleza lendária de Inês de Castro foi captada na perfeição por esta autora, numa obra que ficará certamente na memória do leitor.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Santa Teresa de Ávila: a Dama Errante de Deus de Marcelle Auclair

    Santa Teresa de Ávila

    Marcelle Auclair

    7,00 

    Santa Teresa de Ávila: a Dama Errante de Deus de Marcelle Auclair.
    Livraria A. I. Braga, 1990, 476 págs. B.

    Este livro coloca-nos perante a vida empolgante duma das mais extraordinárias mulheres da Igreja: SANTA TERESA DE ÁVILA, a andarilha de Deus, a dama errante, que se lança à empresa difícil da reforma da Ordem Carmelita e da fundação de vários Carmelos em Espanha.

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  • Madame Curie de Eva Curie

    Madame Curie

    Eva Curie

    6,00 

    Madame Curie de Eva Curie.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 278 págs. B.
    Colecção Dois Mundos | 4

    Marie Sklodowska-Curie (1867–1934) foi a primeira cientista mulher a receber aclamação internacional e foi, de facto, um dos nomes cimeiros da investigação científica do século xx. Escrita por Ève Curie, sua filha e reconhecida ativista, esta biografia descreve as suas conquistas na ciência, os seus trabalhos pioneiros em torno da radioatividade e o modo como lhe valeram dois prémios Nobel, da Física em 1903 e da Química em 1911. Mas não se fica por aqui. Narrado de forma apaixonada, neste testemunho estão também as memórias da infância na Polónia, do casamento em Paris com Pierre Curie, seu companheiro de vida e de laboratório, e das polémicas que marcaram os seus últimos anos, antes de morrer vítima do elemento a que havia consagrado toda a vida. Uma história notável e inspiradora.

    📝 Assinatura de posse.

  • História de Mulheres de Rosa Montero

    História de Mulheres

    Rosa Montero

    6,00 

    História de Mulheres de Rosa Montero
    Edições ASA. Porto, 2000, 207 págs. B. Il.

    O presente livro reúne, numa versão ampliada, um conjunto de biografias de mulheres que Rosa Montero começou por publicar no suplemento dominical do prestigiado jornal espanhol El País. Não são biografias académicas, nem simples artigos jornalísticos – frutos de uma visão muito pessoal e de um grande esforço de documentação, revelam sobretudo do campo da paixão, face a percursos extraordinários em que todavia cada um de nós se pode reconhecer.
    De Agatha Christie a Simone de Beauvoir, de Alma Mahler a George Sand, de Isabelle Eberhardt a Frida Kahlo, de Camille Claudel às irmãs Bronte, é uma notável galeria de mulheres que Rosa Montero nos desvenda neste seu livro, que constituiu em Espanha um dos grandes êxitos editoriais dos últimos anos.

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  • Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder

    Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder

    Maria João Avillez

    7,50 

    Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder de Maria João Avillez.
    Cognitio. S.L., S.D., 206 págs. B.

    O grande mérito do livro de Maria João Avillez é dar-nos a perspectiva do adversário político pelo ângulo que mais nos enfraquece: o do homem. Mérito para o livro, claro, risco para nós, que ficamos na hesitação entre compreender e recusar. O adversário é sempre alguém que não tem dúvidas: aqui, Sá Carneiro avança no desconhecido, quase ao sabor de acasos (que não teriam inflectido a sua linha de actuação fundamental, mas teriam alterado o modo de por em prática). O adversário é sempre alguém que nos parece imortal: e aqui o destino de Sá Carneiro recorta-se sobre um horizonte continuadamente rendilhado de morte. Por isso mesmo, um livro com que vale a pena confrontarmo-nos.

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  • Eu e os Políticos

    Eu e os Políticos

    José António Saraiva

    6,00 

    Eu e os Políticos de José António Saraiva.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2016, 263 págs. B.

    Este livro de José António Saraiva traz à luz do dia um conjunto de episódios polémicos, vividos na primeira pessoa, com diversos políticos e personalidades que ocupam as páginas da história recente do nosso país: Alberto João Jardim, Álvaro Cunhal, Ângelo Correia, Aníbal Cavaco Silva, António Costa, António Guterres, António Horta-Osório, António Ramalho Eanes, Daniel Proença de Carvalho, Diogo Freitas do Amaral, Domingos Duarte Lima, Ernâni Lopes, Fernando Nogueira, Francisco Pinto Balsemão, Hélder Bataglia, Henrique Medina Carreira, João Soares, Jorge Braga de Macedo, Jorge Jardim Gonçalves, Jorge Sampaio, José Luís Arnaut, José Manuel Durão Barroso, José Pacheco Pereira, José Sócrates, Leonor Beleza, Luís Filipe Menezes, Luís Marques Mendes, Luís Valente de Oliveira, Manuela Ferreira Leite, Manuel Dias Loureiro, Manuel Maria Carrilho, Manuel Monteiro, Marcelo Rebelo de Sousa, Margarida Marante, Mário Soares, Miguel Portas, Nuno Morais Sarmento, Paulo Portas, Pedro Passos Coelho, Pedro Santana Lopes, Rui Machete, Vítor Constâncio.

    Ao longo de mais de 40 anos como comentador e jornalista — 23 dos quais como director do Expresso e nove como director do Sol —, o autor conheceu pessoalmente quase todos os políticos de primeira linha. No momento em que deixa profissionalmente o jornalismo — embora não a colaboração na imprensa — José António Saraiva considera ter chegado o momento de divulgar aquilo que não pôde (ou não quis) escrever até hoje.

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  • Confissão na Engrenagem do Processo de Praga, A

    Confissão na Engrenagem do Processo de Praga, A

    Artur London

    7,00 

    A Confissão na Engrenagem do Processo de Praga de Artur London.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 540 págs. B.

    Artur London, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Checoslováquia a partir de 1949, foi preso em Janeiro de 1951 juntamente com o ministro Clementis e julgado no processo do chamado «Centro de Conspiração contra o Estado dirigido por Slansky».
    Condenado a trabalhos forçados perpétuos, viria a ser reabilitado em 1956.
    Artur London, uma vítima paradigmática do estalinismo ,descreve em A Confissão o impiedoso mecanismo que triturou muitos dos melhores militantes do movimento revolucionário na engrenagem da auto-acusação.
    Estamos perante um documento histórico que denuncia um sistema e retrata uma época que não podem nem devem esquecer-se, e um documento profundamente humano onde palpita a tragédia de um homem e de uma família presos nas malhas de ferro de um processo kafkiano que foi realidade.

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  • Mário Moniz Pereira - A História de uma Vida de Sandra Guimarães

    Mário Moniz Pereira – A História de uma Vida

    Sandra Guimarães

    15,00 

    Mário Moniz Pereira – A História de uma Vida de Sandra Guimarães.
    Âncora Editores. Lisboa, 2010, 135 págs. B. Il.

    Mário Moniz Pereira foi um grande desportista, mas também um extraordinário treinador de grandes campeões de várias modalidades como, por exemplo, o maratonista Carlos Lopes. É, ainda, uma pessoa humana de grande qualidade moral. Autor de vários livros sobre Desporto, pedagogo de desportistas, é também poeta, nas suas horas livres, tendo feito letras para inúmeras canções e composto outras, de que há DVDs publicados…” Mário Soares

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  • D. Carlos: Lisboa 1908

    D. Carlos: Lisboa 1908

    Marina Tavares Dias

    15,00 

    D. Carlos: Lisboa 1908 de Marina Tavares Dias.
    Quimera. Lisboa, 2007, 175 págs. E. Il.

    Dia 1 de Fevereiro de 2008 assinalam-se 100 anos sobre a data em que, no regresso de Vila Viçosa, D. Carlos foi assassinado em pleno Terreiro do Paço. Com a qualidade e rigor a que Marina Tavares Dias habituou os seus leitores, este livro apresenta uma visão apaixonada e apaixonante sobre a vida e a época daquele que foi o primeiro chefe de Estado português do século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • D. Carlos: Fotobiografia do Século XX de Joaquim Vieira

    D. Carlos: Fotobiografia do Século XX

    Joaquim Vieira

    10,00 

    D. Carlos: Fotobiografia do Século XX de Joaquim Vieira.
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 199 págs. E. Il.

    Fotobiografia do Rei D. Carlos, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo.  A pesquisa iconográfica  é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

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  • Amália Rodrigues de Joaquim Vieira

    Amália Rodrigues

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Amália Rodrigues de Joaquim Vieira [Dir.]
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 200 págs. E. Il.

    Reunindo uma equipa de especialistas, Joaquim Vieira, reputado jornalista e investigador, dirige uma inédita coleção de fotobiografias. A intensa pesquisa de iconografia, e bibliográfica, levaram-no a diversos arquivos, públicos e privados, a entrevistas e conversas com os que de alguma forma contactaram com os biografados.

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  • Amadeo de Souza-Cardoso de Joaquim Vieira

    Amadeo de Souza-Cardoso

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Amadeo de Souza-Cardoso de Joaquim Vieira.
    Temas e Debates. Lisboa, 2009, 200 págs. E. Il.

    Apesar da sua breve existência, Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918) é a referência suprema da pintura do início do século XX em Portugal. Melhor dizendo, da modernidade da pintura do século XX em Portugal. A ele se deve, com efeito, a maior rotura operada em toda a história das artes plásticas nacionais. Trouxe a modernidade para Portugal com a naturalidade de quem vinha de Paris, a cidade que escolheu não para aprender com os verdadeiros grandes mestres mas para apreender o que de mais extraordinário estava a acontecer no mundo das artes.

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  • Almada Negreiros de Joaquim Vieira01

    Almada Negreiros

    Joaquim Vieira

    7,50 

    Almada Negreiros de Joaquim Vieira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 205 págs. E. Il.

    Pintor, desenhador, poeta, romancista, dramaturgo, caricaturista, humorista, actor, conferencista, panfletário, polemista, bailarino, coreógrafo, cenógrafo, figurinista, vitralista, ilustrador, gráfico, ensaísta, filósofo – a intervenção de Almada Negreiros no domínio das artes, das letras e, de forma genérica, da vida cultural portuguesa no século XX desdobrou-se, de forma prodigiosa, pelos mais variados ramos de actividade. (…) Enquanto outros , por força de uma intervenção mais pontual, tentaram trazer a modernidade para Portugal, de Almada se pode dizer que quis levar Portugal inteiro para a modernidade.

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  • Afonso Costa: Fotobiografias do Século XX de Joaquim Vieira

    Afonso Costa: Fotobiografias do Século XX

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Afonso Costa: Fotobiografias do Século XX de Joaquim Vieira [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 200 págs. E. Il.

    Fotobiografia de Afonso Costa, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo.  A pesquisa iconográfica é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.