A mostrar 97–112 de 409 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Depoimento de Marcello Caetano

    Depoimento

    Marcello Caetano

    7,50 

    Depoimento de Marcello Caetano.
    Record. Brasil, 1974, 248 págs. B.

    Logo que, sob prisão, cheguei ao Funchal em 26 de Abril, resolvi aproveitar as horas de ócio forçado para ir redigindo o meu depoimento sobre os sacrificados cinco anos e meio em que tive sobre os ombros o encargo do governo português. […] Trata-se de um depoimento e que, por isso, não pode deixar de ser prestado na primeira pessoa. Mas ao qual procurei imprimir a objectividade possível do testemunho de quem apenas tivesse presenciado os factos. Com ele não pretendo criar dissensões, agravar pessoas, açular ódios, mas unicamente esclarecer propósitos, justificar orientações, retificar versões de fatos, em legítima defesa própria e dos meus colaboradores, e nada mais.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cardeal Cerejeira de Joaquim Vieira

    Cardeal Cerejeira

    Joaquim Vieira

    7,50 

    Cardeal Cerejeira de Joaquim Vieira [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

     Fotobiografia do Cardeal Cerejeira, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo. A pesquisa iconográfica é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

    📖 Exemplar por abrir

  • António Silva de Joaquim Vieira

    António Silva

    Joaquim Vieira

    7,50 

    António Silva de Joaquim Vieira [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

    Fotobiografia de António Silva – um dos importantes actores da era de ouro cinema português – numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo. A pesquisa iconográfica é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • António Oliveira Salazar de Joaquim VieiraWhatsApp Image 2026 02 12 at 13.03.34

    António Oliveira Salazar

    Joaquim Vieira

    7,50 

    António Oliveira Salazar de Joaquim Vieira [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

     Fotobiografia de António Oliveira Salazar, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo. A pesquisa iconográfica  é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

    📖 Exemplar por abrir

  • Alfredo da Silva de Joaquim Vieira

    Alfredo da Silva

    Joaquim Vieira

    7,50 

    Alfredo da Silva de Joaquim Vieira [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

    Fotobiografia de Alfredo da Silva, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo. A pesquisa iconográfica  é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

    Colecção dirigida por Joaquim Vieira.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora? de Antónia de Sousa

    Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora?

    Antónia de Sousa

    7,50 

    Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora? de Antónia de Sousa.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 237 págs. B.

    Nos anos de 1986 e 87, a jornalista Antónia de Sousa gravou uma série de conversas com o pensador Agostinho da Silva, “pautadas de reflexões mas também de muitos risos”. São estas conversas, que até hoje permaneceram inéditas, que compõem o volume agora dado à estampa. Um livro indispensável, uma “leitura fascinante” de Portugal e dos portugueses, dos mitos fundadores da nacionalidade e da identidade nacional, às figuras e às obras de gente como o Pe. António Vieira ou o poeta Fernando Pessoa, que ajudaram a definir o país que somos e que sonhámos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Processo Barbie de Ladislas de Hoyos

    Processo Barbie

    Ladislas de Hoyos

    6,00 

    Processo Barbie de Ladislas de Hoyos.
    Livros do Brasil. Lisboa, 1987, 391 págs. B.

    Klaus Barbie, o Carniceiro de Lyon, responsável por centenas de deportações para campos de concentração e por inúmeras atrocidades, conseguiu sobreviver quarenta anos, quer como conselheiro de ditadores, quer como industrial bem sucedido.
    Ladislas de Hoyos conta-nos neste livro de incisivo recorte jornalístico, o que foi o deslindar desta meada até á extradição deste criminoso de guerra, cujo processo judicial agitou a França e o Mundo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Testemunho de Esperança de George WeigelTestemunho de Esperança de George Weigel

    Testemunho de Esperança

    George Weigel

    15,00 

    Testemunho de Esperança: A Biografia do Papa João Paulo II de George Weigel.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2000, 797 págs. E. Il.

    A biografia exaustiva de João Paulo II, uma das personagens mais importantes do século XX, escrita com a colaboração do Papa por um especialista em temas de religião.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias do Chefe da Polícia Pereira dos Santos por Manuel Nunes

    Memórias do Chefe da Polícia Pereira dos Santos, As

    Manuel Nunes

    15,00 

    As Memórias do Chefe da Polícia Pereira dos Santos por Manuel Nunes.
    Editora Marítimo-Colonial. Lisboa, s.d., 291 págs. B.

    Do índice:  Quem é Pereira dos Santos? O segredo de Brito Camacho. Pereira dos Santos, moço de fretes. O primeiro polícia da República. Como se assaltavam as “batotas”. Afonso Costa e João Franco. Um drama em Estói. O chefe Pereira dos Santos condenado. A campainha do Marquês de Pombal. É preciso prender um. Noblesse oblige! Uma greve operária. A expulsão de Homem Cristo. Um episódio do 14 de Maio. Pereira dos Santos passador de notas falsas. Os amigos são para as ocasiões. Um atentado ao “Sud”. Um cão descobre um crime. A “hidra” no tempo de Liberato Pinto. Atentado frustrado. Uma ordem secreta de Sidónio Pais. As madrugadas do Sr. Bernardino Machado. “Todos ficamos servidos”. O que anda aqui a fazer? “Condessas” a dez contos. O mistério de um crime. Um homem misterioso. Segredo trágico. A arte ao serviço do crime. Madame Brouillard. Policia ou carteirista? O amor não é uma bola. Cuidado com as assinaturas. Os “órfãos” inconsoláveis”. A carteira de Maeterlinck. O bébé Lindberg não foi raptado? O falso Dr. Jacinto Simões. A quadrilha do presidiário. Três incêndios misteriosos. Lisboa por dentro. A sorte grande no Limoeiro. Coisas que sucedem. Matei o professor Gueifão! Amor a quanto obrigas. A polícia também teu coração. O roubo do Ministério das Subsistências. Um automóvel esquerdista. Como se fazem notas. A estreia de Pereira dos Santos. As botas do padeiro. Alexandre Braga ataca Pereira dos Santos. Um falso denunciante. A arte de enganar o próximo. Quem matou? Romance de uma rapariga pobre. A luta contra os falsários. Um caso de “chantage”. As libras do inglês. Uma aventura amorosa. Nota final.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fernão de Magalhães Não TraíuFernão Magalhães Não Traiu de Metzner Leone

    Fernão de Magalhães Não Traíu

    Metzner Leone

    6,00 

    Fernão de Magalhães Não Traíu de Metzner Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1971, 314 págs. E. Il.

     O principal objectivo deste livro – demonstrar que Fernão de Magalhães não foi um traidor – deveria ser perfeitamente desnecessário. Há muito que nenhum português poderia aceitar que Fernão de Magalhães fosse considerado um traidor à Pátria. Que os autores seus contemporâneos assim o tivessem apresentado, pela necessidade de defenderem a indefensável conduta de D. Manuel em todos, os acontecimentos que culminaram com a partida de Magalhães para Castela, entende-se perfeitamente; mas que, depois, se tenham deixado correr os séculos sem que a verdade histórica tenha sido claramente servida, é que já se compreende com muita dificuldade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Escravas do Sexo, As

    Escravas do Sexo, As

    Louise Brown

    6,00 

    As Escravas do Sexo: O Tráfico de Mulher na Ásia de Louise Brown.
    Edições ASA. Porto, 2002, 223 págs. B.
    Documentos

    Louise Brown viveu e trabalhou na Ásia durante muitos anos. Com o objectivo de comprovar a teoria tão amplamente difundida de que a indústria do sexo asiática se desenvolveu devido à corrupção moral dos turistas sexuais ocidentais, ela iniciou a sua própria investigação no terreno e chegou a uma conclusão tão surpreendente quanto controversa: embora os turista sexuais do Ocidente tenham desempenhado um papel certamente fundamental no crescimento da indústria, os principais clientes das profissionais do sexo – mulheres e crianças – são, na sua esmagadora maioria homens asiáticos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cabeça de Xi, Na

    Cabeça de Xi, Na

    François Bougnon

    8,00 

    Na Cabeça de Xi de François Bougnon.
    Livros Zigurate. Lisboa, 2022, 189 págs. B.

    Xi Jinping está prestes a ser re-entronizado, já sem limitação de mandatos, à frente do país mais populoso do mundo. Concentra hoje mais poder do que qualquer um dos seus antecessores recentes. Num país oficialmente marxista – onde, paradoxalmente, impera um capitalismo desenfreado – o exemplo do descalabro do império soviético está bem presente. Xi Jinping, a quem chegaram a chamar o ‘Gorbachov chinês’, é afinal o ‘anti-Gorbachov’. Conjugando maoísmo, nacionalismo e confucionismo, é agora – com mão de ferro – o novo imperador de uma dinastia milenar

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa

    Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa

    Miguel Real

    15,00 

    Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa de Miguel Real.
    Quidnovi. Matosinhos, 2008, 415 págs. B.

    Com a publicação de Labirinto da Saudade, 1978 constitui-se como o ano de absoluto triunfo da visão cultural heterodoxa desencadeada em 1949 por Eduardo Lourenço, então com 26 anos. O autor tem agora 55 anos, exilou-se voluntariamente de Portugal, ensinou na Alemanha, no Brasil, em várias cidades de França e escreveu cerca de meia centena de artigos avulsos, coligidos em vários livros.
    De proposta considerada fracassada pelo próprio em 1960, a visão heterodoxa, lançada inicialmente contra o domínio omnipotente das ortodoxias católica e comunista, demorou trinta persistentes e solitários anos a afirmar-se e a consolidar-se por via da criação de 1. – uma nova teoria da crítica literária, superando as metodologias biografistas de fundo psicológico, social ou estilístico; 2. – um novo desenho historiográfico das relações entre as duas mais importantes revistas culturais portuguesas da primeira metade do século XX, Orpheu e Presença; 3. – uma nova visão da poesia e do romance portugueses; 4. – uma nova definição do ser português marcado por um «irrealismo prodigioso» e uma «hipertrofia da identidade nacional»; 5. – uma crítica ferocíssima ao predomínio da razão clássica na filosofia em Portugal por via da influência de António Sérgio e da entronização cultural da «Filosofia Portuguesa» por Álvaro Ribeiro; 6. – uma nova teoria da representação, erigindo a «ausência de sentido» do ser, o «nada», e o «sentimento trágico» como motores do pensamento europeu contemporâneo.
    Finalmente, em 1978, todas estas teorias pessoais avulsas se cruzam para dar origem a Labirinto da Saudade, um dos mais importantes livros sobre cultura portuguesa publicados no último quartel do século XX.
    Dividido em quatro partes, «Questão Cultural», «Questão Estética», «Questão Filosófica» e «Questão Política», Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa evidencia o imenso rasgão cultural produzido pela visão heterodoxa no seio da cultura portuguesa entre 1949 e 2000.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📌 Carimbo: Oferta do Editor.

  • Correspondência com Jorge de Sena

    Correspondência com Jorge de Sena

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Correspondência com Jorge de Sena de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2003, 206 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço
    Organização e Notas de Mécia de Sena

    «O que não hesito chamar amizade, ainda que apenas epistolar, destes dois camaradas de letras iniciou-se, creio, com o envio, por Jorge de Sena, do inquérito sobre André Gide que se destinava e foi publicado em Unicórnio, em Maio de 1951. Quando ou como se conheceram pessoalmente não sei exactamente, mas sei que se dedicaram amizade, respeito e admiração mútua por cerca de 28 anos. Para mim, Eduardo Lourenço começou por ser o ‘Faria’, ainda meu contemporâneo na Faculdade de Letras de Coimbra, finalista quando eu, tardiamente ‘caloira’, começava a minha via-sacra de aluna ‘voluntária’, enquanto ele se desenhava já como diferente dos demais.»
    Mécia de Sena, «Acerca desta correspondência»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nostradamus Historiador e Profeta de Jean Charles de Fontbrune

    Nostradamus Historiador e Profeta

    Jean Charles de Fontbrune

    6,00 

    Nostradamus Historiador e Profeta de Jean Charles de Fontbrune.
    Editorial Presença. Lisboa, 1981, 461 págs. B.

    Livro sobre as profecias de Nostradamus, onde o autor interpreta e decifra as profecias do século XVI, estendendo-se até ao início do século XXI. A obra enfatiza a visão profética de Nostradamus, que, segundo Fontbrune, tem sido verificada em acontecimentos-chave da história humana. Fontbrune busca, através do texto, informar e alertar sobre o futuro da humanidade, de 1995 a 2025, e a importância da tomada de decisões para estabelecer a paz ou continuar no ciclo de destruição.


    Característica do Exemplar
    💌Dedicatória manuscrita
  • Vasco Vill’Alva (1913-1975)

    Vasco Vill’Alva (1913-1975)

    Maria Elvira Vieira Marques

    20,00 

    Vasco Vill’Alva (1913-1975): Uma presença no Alentejo de Maria Elvira Vieira Marques [Coord.]
    Instituto de Cultura Vasco Vill’Alva. S.L., 1998, 205 págs. E. Il.

    Biografia de Vasco Vilalva (1913–1975), filantropo e mecenas que marcou profundamente o Alentejo. O livro aborda a sua visão humanista, a criação da Fundação Eugénio de Almeida em 1963 e o papel decisivo da fundação na preservação do património cultural e social, incluindo a gestão da Adega Cartuxa, hoje uma das vinícolas mais prestigiadas de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.