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  • Princesa Rainha de Isabel dos Guimães Sá

    Princesa Rainha

    Isabel dos Guimães Sá

    6,00 

    Princesa Rainha-Velha: Leonor de Lencastre de Isabel dos Guimães Sá
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 327 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | 8

    No seguimento da morte trágica do único filho, viria a ser opositora do marido, quando este pretendia legitimar o seu bastardo para o colocar no trono; em vez deste, conseguiu que o sucessor de D. João II fosse Manuel, duque de Beja, seu irmão mais novo. Culta e devota, Leonor deixou a sua memória viva nos séculos seguintes pelas obras que patrocinou, todas indissociáveis da sua religiosidade: o hospital das Caldas, o Convento da Madre de Deus, a criação da Misericórdia de Lisboa, a impressão de livros e a encomenda de obras de arte.

    Sempre atenta aos seus interesses, quer políticos quer económicos (era detentora de uma vasta fortuna, que foi aumentando com o tempo), a «rainha-velha» conservou a sua influência quase até ao final da vida, apesar de cronicamente doente e muitas vezes confinada a uma cama.

    ❗Sem sobrecapa.

  • As Primeiras Rainha de Maria Alegria Fernandes Marques

    Primeiras Rainha, As

    Maria Alegria Fernandes Marques

    7,50 

    As Primeiras Rainhas: Mafalda de Mouriana, Dulce de Barcelona e Aragão, Urraca de Castela, Mecia Lopes de Haro e Beatriz Afonso de Maria Alegria Fernandes Marques [et al.].
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 480 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | II

    “Mafalda de Mouriana veio de muito longe para ser a primeira rainha de Portugal. A sua escolha para mulher de D. Afonso Henriques reflete o lugar que este já havia alcançado entre os príncipes da cristandade, ainda antes de a Santa Sé o ter reconhecido por rei. A rainha morreu jovem, sem deixar lembranças expressivas. Atribuem-se-lhe algumas obras de proteção a instituições eclesiásticas e de assistência.

    Dulce de Barcelona e Aragão, filha de Raimundo Berenguer IV de Barcelona e de Petronila de Aragão, casou com D. Sancho I. Tal como a personagem de Saramago, que se motiva a indagar a existência de uma mulher ao encontrar o seu nome num verbete, movimentamo-nos em espaços escassamente iluminados. À semelhança do escritor, devemos nós também privilegiar a descrição dos grandes espaços do ciclo da vida para neles desvelar esta desconhecida rainha.

    Urraca de Castela, filha dos reis Afonso VIII e Leonor, casou-se em 1208 com Afonso II reinando entre 1211 (princípio do reinado) e 1220 (morte da rainha). Este casamento de um rei português em Castela, gerador de cisões na corte portuguesa, iniciou aquela que seria a principal tendência matrimonial dos reis portugueses até finais da primeira dinastia.

    Mecia Lopes de Haro, dama da rainha de Castela, D. Berengária, e mulher de D. Sancho II, é apresentada em crónicas e noutros textos como uma das causas diretas da deposição do rei. O clero português, que lhe era particularmente adverso, exacerbou nela a supremacia da intriga feminina, destacando-lhe eventuais capacidades sobrenaturais.

    Beatriz Afonso, filha de D. Afonso X, casa com D. Afonso III no quadro da solução do problema algarvio. Nesta biografia, que a acompanha desde a chegada a Portugal, sobressaem diferentes aspetos da sua importância política e da sua ação: o seu papel no relacionamento com Castela e no alargamento do território, a estreita ligação ao pai, a gestão do seu senhorio enquanto rainha viúva, entre outros.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • D. Fernando II de Maria Antónia Lopes

    D. Fernando II

    Maria Antónia Lopes

    7,50 

    D. Fernando II: um Rei avesso à política de Maria Antónia Lopes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 463 págs. E. Il.
    Colecção: Reis Consortes de Portugal

    “D. Fernando II tem sido estudado como artista ou mecenas ou o construtor do Palácio da Pena”, começa por dizer Maria Antónia Lopes, autora da biografia D. Fernando II, um Rei Avesso à Política. “A minha biografia tem outra abordagem, mais íntima”, continua. “A partir de documentação inédita, a que ninguém tocou, que está nos arquivos Saxe-Coburgo na Alemanha”. (…). “Valorizei aspetos da vida privada dele e o facto de se inserir numa rede familiar extraordinária”, diz a historiadora ao DN.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🟡 Sobrecapa ligeiramente picada.

  • Eu Maria Pia

    Eu Maria Pia

    Diana de Cadaval

    8,00 

    Eu Maria Pia de Diana de Cadaval.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2010, 206 págs. E. Il.

    Rainha aos catorze anos, a princesa italiana Maria Pia foi recebida em Portugal num clima de grande euforia, entre gritos e vivas.

    Era expulsa do país que tanto amava e a quem havia dedicado toda a sua vida 48 anos depois. Chamaram-lhe fútil e gastadora. As suas festas, os tecidos ricos e joias extravagantes eram comentados por todos. E, mesmo os seus gestos caridosos, eram olhados com repúdio e como atos de pura vaidade. Amada e odiada.

    Diana de Cadaval leva-nos pela história de Maria Pia, entre finais do século XIX e o princípio do século XX. Escrito na primeira pessoa, como um relato confessional e íntimo, neste romance acompanhamos os momentos faustosos e os instantes mais solitários e trágicos da rainha, até à chegada da sua morte, em que se vê apenas como uma pobre mulher a quem a vida lhe deu tudo e tudo lhe tirou. Uma mulher com um único desejo: que o seu corpo seja enterrado na direção de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus de Ana Maria de S. A. Rodrigues

    Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus

    Ana Maria de S. A. Rodrigues

    6,00 

    Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus: Maria Francisca Isabel de Saboia, Maria Sofia Isabel de Neuburg de Ana Maria de S. A. Rodrigues
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 424 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XIII

    D. Maria Francisca Isabel de Saboia (1646-1683) foi uma rainha para dois reis, ao casar-se em 1666 com D. Afonso VI e em 1668 com o regente D. Pedro, futuro D. Pedro II, após ter conseguido a anulação do primeiro matrimónio, supostamente nunca consumado. Depois de tempos iniciais muito turbulentos quer do ponto de vista político quer do ponto de vista emocional, encontrou a estabilidade familiar com o segundo marido, de quem teve uma única filha, D. Isabel Luísa Josefa. Ao longo dos dezassete anos que viveu em Portugal, a rainha manteve estreitas relações com a França de Luís XIV e preocupou-se sobretudo com a educação e o casamento da filha, a coroação do segundo marido (o que se articula diretamente com a posição de herdeira da Coroa por parte da filha do casal) e todos os atos típicos das consortes régias, tais como a obtenção de mercês para os seus apaniguados. D. Maria Francisca Isabel morreu aos 37 anos e foi rainha-consorte durante menos de dois, uma vez que após o segundo casamento passou a princesa, embora quase todos continuassem a dar-lhe a antiga dignidade. Tal situação só se inverteu com a morte de D. Afonso VI, três meses antes do seu próprio falecimento.
    D. Maria Sofia Isabel de Neuburg (1666-1699) foi rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro II, ocorrido em 1687. O enlace, que significou o fim da hegemonia francesa em Portugal,
    anunciando novas alianças, garantiu a continuidade dinástica e saldou-se pelo nascimento de sete filhos. Devota, esmoler, pouco amada pelo marido, sentiu-se defraudada em muitas das suas expetativas e não é impossível que se tenha refugiado em prazeres algo inesperados, como a bebida e o jogo. Em termos políticos, as suas prioridades foram a aliança de Portugal com o Sacro Império Romano-Germânico e a proteção à sua família de origem. Se não conseguiu tudo o que queria, logrou pelo menos assistir ao envio do primeiro embaixador português a Viena, que, aliás, foi em parte escolhido por influência sua. D. Maria Sofia Isabel morreu a poucos dias de completar 33 anos de idade, ao fim de pouco menos de doze anos de presença em Portugal.

    ❗Sem sobrecapa.

  • Dom Duarte e a Democracia de Mendo Castro Henriques

    Dom Duarte e a Democracia

    Mendo Castro Henriques

    20,00 

    Dom Duarte e a Democracia: uma biografia portuguesa de Mendo Castro Henriques.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2006, 470 págs. E. Il.

    Transcendendo o conceito de biografia, no sentido estreito do termo, este livro proporciona uma visão do homem e da figura institucional muito mais lata e humana, que permite ao seu leitor descobrir as facetas mais desconhecidas e não menos importantes desta personalidade, bem como revisitar as que têm merecido a habitual cobertura mediática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    ✍🏻 Edição autografada pelo biografado.
    🟡 Sobrecapa danificada.

  • Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    D. Dinis

    José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    7,50 

    Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 384 págs. B. Il.
    Colecção: Reis de Portugal

    Filho de D. Afonso III e de D. Beatriz de Castela, D. Dinis foi o sexto monarca português. Nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325.
    Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio.

    Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade.

    Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Condessa-Rainha de Luís Carlos Amaral

    Condessa-Rainha, A

    Luís Carlos Amaral

    7,50 

    A Condessa-Rainha: Teresa de Luís Carlos Amaral
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 424 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | I

    Filha do poderoso Afonso VI, rei de Leão e Castela, e de D. Ximena Moniz, e irmã da rainha D. Urraca, a infanta D. Teresa assistiu de muito perto e interveio, por vezes de forma enérgica, nas sucessivas e complexas conjunturas que moldaram o processo histórico peninsular, entre o derradeiro quartel do século XI e as primeiras décadas da centúria seguinte.

    Tendo ficado viúva de D. Henrique de Borgonha em 1112, D. Teresa logo assumiu as tarefas governativas do condado, procurando dar continuidade ao essencial das políticas de seu marido. Neste contexto, não deixou também de cultivar ambições régias, muito provavelmente relacionadas com uma eventual restauração do antigo reino da Galiza.

    A história posterior, em razão sobretudo da fundação da monarquia portuguesa, levou a que o seu governo fosse tradicionalmente interpretado como uma espécie de período intermédio entre dois tempos grandes, o de D. Henrique e, muito em particular, o de seu filho, D. Afonso Henriques.

    Esta biografia revela-nos D. Teresa, a condessa-rainha, como uma personagem política fascinante, dotada de características singulares, que viveu e influenciou os momentos mais decisivos da formação do reino de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Schoppenhauer de Wolfgag Leo Maar

    Schoppenhauer

    Wolfgag Leo Maar

    6,00 

    Schoppenhauer de Wolfgag Leo Maar [Trad.]
    Nova Cultura. Brasil, 1991, 235 págs. B.
    Pensadores

    Nesta série estão as idéias fundamentais que, nos últimos 25 séculos, ajudaram a construir a civilização. A escolha de autores procura refletir a pluralidade de temas e de interpretações que compõem o pensamento filosófico. A seleção de textos busca, nas fontes originais, uma visão abrangente e equilibrada da Filosofia e de sua contribuição ao conhecimento do homem e do universo.

    Neste volume:
    O Mundo como Vontade e Representação é a obra fundamental de Schopenhauer. Nela o filósofo afirma a Vontade como a instância básica responsável por toda e qualquer atividade humana, que não é senão expressão do querer em diferentes graus e modalidades.

    Crítica da Filosofia Kantiana, apêndice à obra anterior, é um tex-to em que Schopenhauer procura apresentar seus pontos de discor-dância em relação a Kant, embora reconhecendo a influência da filosofia crítica na sua doutrina.

    Parerga e Paralipomena são pequenos escritos que abordam os te-mas que, a partir da doutrina schopenhauriana, podem configurar algo como uma “sabedoria”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Irmãos Lumière de Carla Poesio

    Irmãos Lumière, Os

    Carla Poesio

    6,00 

    Os Irmãos Lumière de Carla Poesio.
    Didáctica Editora. Lisboa, s.d., 67 págs. E. Il.

    Em 1894 o primeiro automóvel percorre a etapa Paris-Ruão, à velocidade de vinte e um quilómetros por hora. Franceses, Alemães e Americanos afirmam, alternadamente, serem os pais da invenção. A quem pertence o mérito? Difícil de afirmar,

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • In Memoriam de Agostinho da Silva

    In Memoriam de Agostinho da Silva

    Renato Epifânio

    10,00 

    In Memoriam de Agostinho da Silva de Renato Epifânio [et al.].
    Zéfiro. Corroios, 2016, 468 págs. B.

    «No âmbito das Comemorações do Centenário de Nascimento de Agostinho da Silva, um dos projectos que primeiro emergiu foi o da elaboração de um In Memoriam, isto é, de um volume de homenagem que coligisse testemunhos de pessoas que conheceram Agostinho da Silva, ou que, não o tendo conhecido pessoalmente, quisessem recordar a sua singular vida e obra. Para o efeito, fizeram-se, principalmente em Portugal e no Brasil, mais de uma centena de convites, na maior parte dos casos desde logo aceites. Outras contribuições foram, entretanto, surgindo, de pessoas […] que também haviam interagido com George Agostinho. Muitas. Pessoas que genuinamente queriam partilhar o quanto tinham sido marcadas por ele. Na maior parte dos casos, bastante. Por vezes, tendo mesmo sido levadas a mudarem por inteiro o trajecto das suas vidas.»
    Renato Epifânio, Romana Valente Pinho e Amon Pinho Davi in Introdução.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Macedo de António Mega Ferreira

    Macedo

    António Mega Ferreira

    7,50 

    Macedo: uma biografia da infâmia de António Mega Ferreira.
    Sextante Editora. Lisboa, 2011, 366 págs. B.

    Na transição do século XVIII para o século XIX, Macedo é o sintoma de uma doença, talvez a chaga mais visivelmente purulenta de um mal que roía o corpo social do país, entre o estertor de um regime antigo e as dores de parto de qualquer coisa de novo. É porque foi, ou quis ser, poeta, pregador, panfletário, político – e porque o foi, por vezes, com prolixidade e brilhantismo estonteantes – que Macedo se tornou a efígie do desconcerto de uma época que contém em si duas ou três vidas da história de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sidónio Pais de Joaquim Vieira

    Sidónio Pais

    Joaquim Vieira

    7,50 

    Sidónio Pais de Joaquim Vieira [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

    Fotobiografia de Sidónio Pais, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo.  A pesquisa iconográfica  é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

    📖 Exemplar por abrir

  • Sari VermelhoWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.39.49

    Sari Vermelho

    Javier Moro

    10,00 

    O Sari Vermelho: quando a vida é o preço do poder de Javier Moro.
    Planeta Editora. Lisboa, 2009, 549 págs. B. Il.

    Em 1965, Sonia Maino, uma estudante italiana de dezanove anos, conhece em Cambridge um jovem indiano chamado Rajiv Gandhi. Ela é filha de uma família humilde dos arredores de Turim; ele pertence à estirpe mais poderosa da Índia. É o princípio de uma história de amor que nem sequer a morte será capaz de quebrar. Aos 20 anos, Sonia abandona o seu mundo e o seu passado para se fundir com o novo país, a Índia prodigiosa que adora vinte milhões de divindades, que fala oitocentos dialectos e que vota em quinhentos partidos políticos.

    Através do seu olhar, o leitor atravessará a História da India independente, no seio da família Nehru-Gandhi. Mulher de um homem que não ambicionava o poder mas que se viu obrigado a assumi-lo, nora de Indira, a primeira mulher que governou a India, Sonia assistiu às manobras de bastidores, às traições políticas e às grandes tragédias.

    Desde sempre hostil à vida política, que lhe roubaria a tranquilidade e a família, Sonia Gandhi tornou-se uma das grandes figuras da política indiana. Chamada pela História, depois de perder a sogra e o marido em episódios violentos, a italiana que abandonou a Europa sem nenhuma pretensão política, tomou a vanguarda da vida política do país que abraçou por amor. Herdeira de um destino que não escolheu e dificilmente imaginou, esta é a vida da mulher que encarnou as esperanças de mil e duzentos milhões de pessoas no país do Mahatma Gandhi.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Século XX – Portugueses Célebres de Leonel de Oliveira

    Portugal Século XX – Portugueses Célebres

    Leonel de Oliveira

    7,50 

    Portugal Século XX – Portugueses Célebres de Leonel de Oliveira [Coord.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2003, 315 págs. E. Il.

    “Este volume inclui biografias sumárias de 2350 portugueses que viveram em pleno século XX. E foi nosso propósito apresentar uma selecção consensual, embora admitamos como plausível a discordância quanto à inclusão ou omissão de certos nomes, especialmente dos nossos contemporâneos, porque mais susceptíveis de impressionar a nossa preferência. O critério de selecção não foi só o da grandeza, mas também o da notoriedade ou projecção que tiveram no seu tempo. (…)”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Nossa Casa de Egas Moniz

    Nossa Casa, A

    Egas Moniz

    10,00 

    A Nossa Casa de Egas Moniz.
    Câmara Municipal de Estarreja. Estarrega, 1987, 403 págs. B. Il.

    “Este livro é a história de uma família provinciana a que o autor pertenceu. É ele o seu último representante. Relato simples e verdadeiro em que as crises dolorosas, são cautelosamente amparadas por descritivos ligeiros e despretensiosos. É também a auto-biografia da infância e adolescência do autor, com pormenores que podem considerar-se inúteis, mas em que houve o propósito de pôr em equação as forças hereditárias e elementos educativos que entraram na formação da sua individualidade. (…)”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.