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  • A Rainha Colecionadora: Catarina de Áustria de Annemarie JordanA Rainha Colecionadora: Catarina de Áustria de Annemarie Jordan

    Rainha Colecionadora, A

    Annemarie Jordan

    7,50 
  • A Rainha Inglesa de Manuela Santos SilvaA Rainha Inglesa de Manuela Santos Silva

    Rainha Inglesa, A

    Manuela Santos Silva

    7,50 
  • URSS: Um Pouco do Muito Que Vi

    URSS: Um Pouco do Muito Que Vi

    A. Sebastião Gonçalves

    6,00 
  • Os Fazedores de Dinheiro de David Lomax

    Fazedores de Dinheiro

    David Lomax

    5,00 
  • Cézanne de Frank Elgar

    Cézanne

    Frank Elgar

    6,00 
  • Renoir de François FoscaWhatsApp Image 2026 02 05 at 12.15.40

    Renoir

    François Fosca

    6,00 

    Renoir de François Fosca.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1984, 294 págs. B.

    Pintor francês, Renoir nasceu a 25 de fevereiro de 1841, em Limoges, e morreu em 1919, em Cagnes. Em 1862 conseguiu entrar na Escola de Belas-Artes de Paris, desenvolvendo a admiração por Boucher, Fragonard e Watteau. Talvez por isso o público sempre tenha considerado o seu estilo mais “aceitável” do que o dos restantes companheiros impressionistas. Em 1867, o trabalho Lise resulta da análise da luz e da cor, realizada inteiramente ao ar livre, segundo as conceções impressionistas. Tanto se debruçava sobre paisagens campestres como sobre temas citadinos.

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  • Piaget

    Piaget

    Guy Cellerier

    5,00 

    Piaget de Guy Cellerier.
    Edições 70.
    Lisboa, 1980, 111 págs. B.
    Biblioteca Básica de Filosofia, 3

    Filósofo ou cientista? A problemática de Piaget iniciada com a epistemologia genética, levou-o ao campo da filosofia no sentido de tentar encontrar as relações entre a norma e o facto. Em conse- quência, o destaque que concede à epistemologia, face à filosofia com o fim de a tornar uma disciplina propriamente cientifica.

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  • Bordallo: face a um mundo em turbilhãoBordallo face a um mundo em turbilhão (1)

    Bordallo: face a um mundo em turbilhão

    Ângela Guimarães

    30,00 

    Queira o leitor seguir este percurso de 30 anos pela mão dos Bordallos – Rafael, o Grnade, e o seu dedicado filho Manuel Gustavo que para o fim da vida o apoia, e por fim, o substitui. Poderá rir ou chorar, corforme a alma lho pedir.

  • Meu Amigo Eça, O

    Meu Amigo Eça, O

    António dos Reis Ribeiro

    10,00 

    O Meu Amigo Eça de António dos Reis Ribeiro.
    Editorial Enciclopédia. Lisboa, s.d., 184 págs. B.

    “O título dado a êste volume necessita destas breves palavras explicativas. Com efeito, na própria frase do autor, quando Eça de Queirós estava na plena maturidade dos seus dons de genial romancista andava António dos Reis Ribeiro ‘de bibe e babeiro, o que exclui, evidentemente, a intenção de dar a amizade confessada no título com o genial artista como tendo sentido literal (…)”

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  • Outra Face da Guerra, A

    Outra Face da Guerra, A

    Anne Nivat

    5,00 

    “Este livro é o relato das minhas diferentes estadas na Chechénia em guerra, entre Setembro de 1999 e meados de Fevereiro de 2000. A guerra tal como a vi: trata-se pois de um simples testemunho. Actuei na qualidade de jornalista free-lance, correspondente de dois jornais franceses, Libération e Ouest -France. Aquando do início do conflito, eu havia pedido uma autorização ad hoc do lado checheno. Este confronto que continua em aberto e a fazer estragos em ambas as partes, ainda não terminou e provavelmente não terminará nunca. Por isso é necessário continuar a estar no terreno para relatar o que nele acontece. A mim, que só tinha conhecimento da guerra através dos livros de História, deu-me a oportunidade de poder avaliar o que ela significa em crueldade, desespero e morte. Ao leitor, só espero que estas páginas lhe permitam entender melhor o encadeamento trágico dos acontecimentos, compreender melhor este povo, estes homens e mulheres chechenos com que partilhei o que não é partilhável.”

  • Mozart de André Tubeuf

    Mozart

    André Tubeuf

    40,00 

    Mozart de André Tubeuf.
    Inapa. 1991, 207 págs. Dura.

    Um livro sobre Mozart? Porquê? Não basta a música dele? Sim: Dois séculos após a morte, a sua música fala à nossa sensibilidade com a mesma imediatidade, a mesma transparência. Para o nosso ouvido, ela é suficiente. Mas Mozart é também um mundo e este é o livro das imagens desse mundo.

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  • Marcelo Rebelo de Sousa

    Marcelo Rebelo de Sousa

    Vítor Matos

    10,00 

    Marcelo Rebelo de Sousa de Vítor Matos.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2012, 710 págs. B.

    Marcelo Rebelo de Sousa define-se como um professor universitário, realizado em pleno com a vida académica, que chegou a catedrático de Direito como ambicionava desde adolescente. Mas, o Professor Marcelo, como é conhecido por todos os portugueses, é muito mais do que isso. Figura presente na política nacional dos últimos 40 anos, a sua passagem real pelos cargos políticos nunca se fez de glória. Foi líder do PSD durante 1091 dias mas, nunca chegou a primeiro-ministro. Hoje, não exerce cargos políticos, não lidera, mas tem mais poder que muitos ministros e deputados da nação. Ele condiciona, influencia e manobra, tem poder efetivo e gosta de o exercer. Tudo porque há 12 anos invade a casa dos portugueses com o seu comentário televisivo – conspiração e manipulação acusam os adversários – de onde salta, com facilidade surpreendente, leveza para os críticos, da política ou da economia para temas como o futebol. Marcelo é um «entertainer». Numa viagem ao longo de 64 anos, o autor conta-nos a história da família, da sua infância, desde que Marcello Caetano conduziu a sua mãe à maternidade. Marcelo viajou pelo país salazarista com o pai Baltazar, subsecretário de Estado, governador-geral de Moçambique e futuro ministro. Esteve na fundação do Expresso com Francisco Pinto Balsemão. Foi um dos primeiros militantes do PPD. Hoje tem o número três no cartão do partido. Mas esta obra original traz-nos também a visão do homem profundamente católico, divertido e excêntrico, que alimenta a pequena intriga e a grande conspiração, sobre o qual se construíram algumas lendas, algumas delas verdadeiras como a que dorme o mínimo, faz diretas a corrigir exames, dita dois textos em simultâneo, ou que escreve com as duas mãos ao mesmo tempo… A sua mãe, Maria das Neves, com quem tinha uma relação profunda, criou-o para altos desígnios. Em Janeiro de 2016 há eleições presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa, um racionalista puro, calculista e com aversão ao risco espera um sinal da Providência divina para se decidir a avançar…

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  • Por Favor, Preocupem-se!Por Favor Preocupem se

    Por Favor, Preocupem-se!

    António de Almeida Santos

    7,50 
  • Neruda por Skármeta

    Neruda por Skármeta

    Antonio Skármeta

    5,00 

    Neruda por Skármeta de António Skármeta.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2004, 205 págs. B.

    Neruda por Skármeta é uma privilegiada viagem de ida e volta ao coração da vida e da obra de um homem excepcional, um poeta de dimensão ilimitada, pela mão de uma testemunha íntima e privilegiada. Ricas em episódios, afecto e sentido de humor, estas páginas são também a homenagem pessoal do autor ao Prémio Nobel de Literatura.


    Características do Exemplar
    Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
  • D. Pedro II

    D. Pedro II

    Luís Chaves

    6,00 

    D. Pedro II de Luís Chaves.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1969, 177 págs. B.

    A «COLECÇÃO HISTÓRIA DE PORTUGAL» representa uma iniciativa editorial de notável alcance patriótico: dar a conhecer, através de pequenos volumes, as épocas de maior esplendor material e espiritual do nosso Pais.

    O Infante D. Pedro a caminho do Trono (1667);
    O Príncipe D. Pedro na Regência do Reino (1667-1683);
    O Rei D. Pedro II no Trono (1683-1706);
    Sucessão do Trono (1698); A Diplomacia de D. Pedro (1701-1706);
    A Cultura: o Seiscentismo; Academias; Letras e Artes; Aspecto Geral do Período de D. Pedro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    O Infante D. Pedro a caminho do Trono (1667);
    O Príncipe D. Pedro na Regência do Reino (1667-1683);
    O Rei D. Pedro II no Trono (1683-1706);
    Sucessão do Trono (1698); A Diplomacia de D. Pedro (1701-1706);
    A Cultura: o Seiscentismo; Academias; Letras e Artes; Aspecto Geral do Período de D. Pedro.

  • Homenagem a João Guedes de Maria Luísa Garcia Fernandes

    Homenagem a João Guedes

    Maria Luísa Garcia Fernandes

    5,00 

    Hoje, a Câmara Municipal de Matosinhos inicia um acto público há muito sentido na privacidade. O reconhecimento de uma personalidade, com raízes em Matosinhos, que estendeu a sua criatividade pela arte do espectáculo sempre com o valor da liberdade como cenário.