Molière
H. Durand
35,00 €Molière de H. Durand.
Societé Française d’Imprimerie et de Librarie. França, 1897, 237 págs. E.Il.
Obra biografica sobre Moliere.
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Grandes Figuras Portuguesas de Diário de Notícias.
Colecção Grandes Figuras Portuguesas
Diário de Notícias
Colecção Biografias (fascículos) e Colecção Medalhas + Etiqueta Explicatica
Todas as medalhas tem 27mm em prata de lei (925 mgf/g), contrastada pela casa da moeda Portuguesa.
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Todas as medalhas tem 27mm em prata de lei (925 mgf/g), contrastada pela casa da moeda Portuguesa.

Relembrar a vida e a imagem de D. Catarina de Bragança é o que se pretende nesta obra, a primeira biografia ilustrada editada sobre a soberana. Ao relatarmos a comovente história da vida de D. Catarina esperamos reavivar valores nobres que se associam ao seu carácter invulgar que muito poderão ser inspiradores para aqueles que encontram na vaidade e arrogância um meio de se evidenciarem no exercício da sua actividade pública ou comunitária. De facto, a simplicidade e a tolerância são hoje muitas vezes associadas a fraquez e vulnerabilidade. Contudo, foram justamente esta virtudes que fizeram de D. Catarina um verdadeira heroína da nossa História. Sobrevivente de uma das cortes mais tumultuosas da Europa do Século XVII, a rainha ultrapassou inúmeras crises graças à sua indulgência e bondade.



Teixeira de Pascoaes de Guido Battelli.
Coimbra Editora. Coimbra, 1953, 58 págs. B.
Passa hoje o primeiro aniversário da morte de Teixeira de Pascoaes. Da morte? Da sua ressurreição!
Neste breve mas lúcidò intervalo (o re morso é a bondade dos maus) vário se tem escrito acerca da sua personalidade literária, a mais autêntica, profunda e pura que brofou em Portugal.
Esta data não devia pois, sem mácula para a consciência e dignidade lusíadas, passar des percebida. Assim, é quanto basta para ora jus tificar a presença de Guido Battelli, antigo lei for de italiano na Universidade de Coimbra, um dos raros escritores italianos que se tem dedicado à literatura portuguesa contempo rânea.
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O Meu Eu e Outros Temas Importantes de Charles Handy.
Actual Editores. Lisboa, 2006, 261 págs. B.
Este é o mais recente livro daquele que é conhecido como o Filósofo da Gestão. Desta vez Charles Handy transporta-nos ao longo da sua vida pessoal, desde os tempos em que foi gestor da Shell no Sudeste Asiático, até quando se tornou escritor ou “guru da Gestão”. Conta-nos o que fez de bom, o que não devia ter feito e como viveu “várias vidas” para chegar onde chegou. Com um olhar desprendido e quase revolucionário em relação ao temas do dia-a-dia, Charles Handy deixa-nos ensinamentos e valiosas lições para conseguirmos ver a vida de uma nova perspectiva. Contadas ao longo de 18 capítulos, as suas variadas e divertidas experiências são memoráveis e muito educativas.
Quando levanta algumas importantes questões filosóficas como por exemplo: “O que valorizamos verdadeiramente, o dinheiro, o tempo, a família ou a comunidade?” ou “Qual é o papel do trabalho nas nossas vidas?”, até “Onde encontraremos a realização”, Charles Handy ajuda o leitor a fazer a sua própria reflexão sobre como vive a sua vida e o que considera determinante para a sua felicidade.
Uma obra escrita com um forte sentido de humildade, que nos ajuda a parar e reflectir sobre o mundo à nossa volta. Este livro foi publicado pela primeira vez no Reino Unido, em Maio de 2006
✍🏻 Edição autografada pelo autor.


O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.

Jesus-Christo Vida da Alma de Columba Marmion
União Gráfica. Lisboa, 1926, 446 págs. E.
As conferencias de que se compõe a presente obra são o fructo de muitos annos de reflexão e de oração. Foram feitas em cir cumstancias muito varias; o autor, porém, não tencionando publical-as, nunca as redigira por escrito. Alguns dos ouvintes, julgando que ellas poderiam fazer bem às almas, tinham tomado abundantes notas e pe diram ao autor licença para as imprimir. Taes quaes foram pronuncia das, com todas as imperfeições de uma improvisação feita numa lingua que não era a lingua materna do autor (1), não podiam ser entregues á publicidade.
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A Questão Nacional de Carlos de Amorim.
Ed Autor. Covilhã, 1927, 212 págs. B.
O titulo que dei a este volume-seleção de artigos cuja publicação me foi vivamente solicitada, desde os que junto de mim trabalham, até aos que na minha esteira seguem-consubs tancía toda uma ideia, toda uma multiplicidade de objectivos que eu quizera atingir, toda a aspiração duma alma que se concentra e, depois de feito um desapaixonado exame, é for çada a sintetisar o seu esforço, o seu raciocinio, em duas pala vras que digam, que traduzam e que fielmente interpretem o balanço dum trabalho que não é de hoje, nem de ontem, mas representa a consequente evolução de quem pretende atingir um único alvo:-A Verdade.
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Almeida Garrett de Mário Gonçalves Viana.
Educação Nacional. Porto, 1937, 142 págs. B.
Garrett revelou, literàriamente, Portugal aos portugueses. Foi tam grande -com todos os seus de feitos humanos- que dêle pôde dizer, com inteira justiça, o circunspecto Ramalho Ortigão: Garrett, pela glória do seu nome, pertence à humanidade.
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Auguste Renoir (1841-1919): Um Sonho de Harmonia de Peter H. Feist.
Benedikt Taschen. Alemanha, s.d., 95. B.
Pierre-Auguste Renoir foi um artista francês que foi um dos principais pintores no desenvolvimento do estilo impressionista. Como celebrante da beleza e especialmente da sensualidade feminina, já se disse que “Renoir é o representante final de uma tradição que vai diretamente de Rubens a Watteau”
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A Rainha Mal-Amada de Margarida Durães.
Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 376 págs. D.
Amélia de Orleães foi a última rainha de Portugal. Entre o seu nascimento e a morte no exílio viveu oitenta e seis anos repletos de momentos felizes, mas também de desilusões e traições. A sua vida foi uma luta contínua, espelhando um dos períodos mais críticos da história de Portugal e da Europa.
Elegante, amável e culta, D. Amélia parecia ser a esposa ideal do rei D. Carlos. Como mãe, foi uma educadora atenta e exigente, preparando os filhos para cargos que não exerceriam. Porém, o «ofício» de rainha consorte foi mais além. Graças à sua iniciativa modernizaram-se os setores da saúde pública e da assistência social em Portugal. No ramo das artes, devemos-lhe sobretudo a criação do Museu dos Coches (1905).
Em 1908 presenciou o assassinato do marido e do filho mais velho, e, no dia 5 de outubro de 1910, foi obrigada a partir de Portugal. Faleceu em outubro de 1951, em Versalhes. Os seus restos mortais foram trasladados para Portugal e repousam no Panteão dos Braganças, ao lado do marido e dos filhos.
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