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  • A Verdadeira História de Jesus de E. P. SandersVerdadeira História de Jesus

    Verdadeira História de Jesus, A

    E. P. Sanders

    7,00 

    A Verdadeira História de Jesus de E. P. Sanders.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2004, 366 págs. B.

    Entre os seus ensinamentos estão valores como a salvação, a tolerância, e o amor ao próximo, embora em seu nome também tenham sido declaradas guerras ou justificadas torturas e mortes.

    Jesus esteve na génese da maior religião do mundo e os seus discípulos mesmo entre incongruências e dúvidas ajudaram a mudar o mundo. Um estudo com rigor histórico e independência da fé.

    As provas históricas e os feitos que deram origem à maior religião do mundo.

    Quem foi Jesus?
    Homem ou deus?
    Profeta ou herege?
    Utópico ou revolucionário?
    O que fez, o que ensinou e porque morreu?

    Este livro resulta de uma investigação histórica de referência e dá resposta às principais perguntas sobre a personalidade mais marcante da Humanidade.

    A Verdadeira História de Jesus é um estudo meticuloso e fascinante que expõe as provas da figura histórica de Jesus, apresentando uma reconstrução credível do contexto político, social e teológico do enigmático nazareno.

    Um relato abrangente e credível da vida e dos tempos de Jesus, distinguindo o certo do improvável, e os factos históricos das crenças religiosas.

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  • Memórias de Maurice Chevalier.

    Memórias

    Maurice Chevalier.

    6,00 

    Memórias de Maurice Chevalier.
    Livraria Bertrand. Amadora, s.d, 295 págs. B. Il.

    «Eis um livro espantoso: a última tournée de Maurice E Chevalier contada por ele próprio. Uma autobiografia é empresa árdua que exige muito tacto, especialmente quando a vida do autor não é senão uma longa série de éxitos excepcionais.
    Em minha opinião, o ilustre Maurice, sem querer, encontrou o tom justo. O seu livro é escrito livremente, com a maior simplicidade, como se escrevesse a um amigo.
    Evidentemente não diz mal de si próprio; enumera os seus triunfos mundiais a ponto de pensarmos que ele está demasiadamente satisfeito consigo, o que não é exacto. Tem orgulho, sim, no seu sucesso prodigioso, mas mostra-se também algo maravilhado talvez mesmo mais que nós-com tão grande e duradouro sucesso. Nunca deixou de ser, como ele diz, um gaiato encanecido que pergunta se é verdade o que lhe acontece e que conta as chamadas, as ovações, as salas esgotadas, para provar ao leitor, e também a si próprio, que não sonhou.» prefácio de Marcel Pagnol

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  • Homem de Villa Tevere, OHomem de Villa Tevere

    Homem de Villa Tevere, O

    Pilar Urbano

    10,00 

    O Homem de Villa Tevere: Os Anos Romanos de Josemaria Escrivá de Pilar Urbano.
    Quadrante. São Paulo, 1996, 501 págs. B. Il.

    Este livro é mais, muito mais, do que uma resposta satisfatória a essas e outras perguntas. Pilar Urbano jornalista de sangue e de instinto, dotada de uma curiosidade universal analisa a figura de Josemaría Escrivá, um personagem de ampla envergadura que, vinte anos depois da sua morte, continua a ser discutido. Urbano enfrenta esse trabalho com ousadia, com um bom conhecimento do terreno em que pisa e sem a intenção de agradar a gregos e troianos.

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  • Face Negada: Ter Vinte Anos em CabulFace Negada

    Face Negada: Ter Vinte Anos em Cabul

    Latifa

    6,00 

    Face Negada: Ter Vinte Anos em Cabul de Latifa.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2001, 190 págs. B.

    Este livro narra a experiência de uma mulher afegã de 20 anos vivendo sob o regime do Taliban em Cabul. A autora compartilha suas lutas, perdas e a luta pela liberdade em um contexto opressivo. É um relato poderoso sobre a resistência feminina e a busca pelo reconhecimento em uma sociedade que nega sua identidade.

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  • Eleanor Roosevelt, Vol. I: 1884-1933

    Eleanor Roosevelt, Vol. I: 1884-1933

    Blanche Wiesen Cook

    7,50 

    Eleanor Roosevelt, Vol. I: 1884-1933 de Blanche Wiesen Cook.
    Penguin Books. E.U.A., 1992, 585 págs. B. Il.

    Eleanor Roosevelt was born into the privileges and prejudices of American aristocracy and into a family ravaged by alcoholism. She overcame debilitating roots: in her public life, fighting against racism and injustice and advancing the rights of women; and in her private life, forming lasting intimate friendships with some of the great men and women of her times. This volume covers ER’s family and birth, her childhood, education, and marriage, and ends with FDR’s election to the Presidency–the years of ER’s youth and coming of age.

    Celebrated by feminists, historians, politicians, and reviewers everywhere, Cook’s trilogy is an unprecedented portrait of a brave, fierce, passionate political leader of our century.

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  • Bertrand Russell: Vida e ObraBertrand Rusell

    Bertrand Russell: Vida e Obra

    Herbert Gottschalk

    6,00 

    Bertrand Russell: Vida e Obra de Herbert Gottschalk.
    Brasília Editora. Porto, 1967, 159 págs. B.

    O interesse, que Russell desperta em qualquer parte do mundo, é devido em grande parte ao seu talento e eloquência, e ao seu relevante dom de apresentar problemas difíceis de uma maneira agradável e compreensivel.

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  • Vida de CharlotVida de Charlot de Georges Sadoul

    Vida de Charlot

    Georges Sadoul

    6,00 

    Vida de Charlot de Georges Sadoul
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 278 págs. B. Il.

    A glória universal de Charles Spencer Chaplin proporcionou a este livro uma grande difusão; desde o seu aparecimento em Outubro de 1952, durante a estreia de Luzes da Ribalta em Paris pelo seu produtor.

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  • Juan CarlosJuan Carlos de Paul Preston

    Juan Carlos

    Paul Preston

    7,50 

    Juan Carlos de Paul Preston.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2004, 494 págs. B. Il.

    Há dois mistérios fundamentais na vida de Juan Carlos: um pessoal, outro político. Como explicar a aparente serenidade com que Juan Carlos aceitou que o pai, por assim dizer, o entregasse atado de pés e mãos ao regime franquista? Numa família normal, um acto destes teria sido considerado uma espécie de crueldade ou, no mínimo, uma irresponsabilidade. Mas uma família real não é “normal”, e a decisão de enviar Juan Carlos para Espanha respondia a uma lógica dinástica “superior”. Apesar disso, a tensão entre as necessidades humanas e as dinásticas repercute no fundo da distância que separa Juanito de Bourbon, a criança alegre, e o príncipe Juan Carlos, de olhar perpetuamente triste. O segundo mistério assenta no facto de compreender como um príncipe oriundo de tradições autoritárias, forçado a agira no quadro das “normas” franquistas e educado para ser a pedra angular de um complexo plano que visava a continuidade da ditadura se comprometeu deliberadamente com a instauração e defesa da democracia.

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  • Um Herói Português de Vasco Pulido Valente

    Herói Português, Um

    Vasco Pulido Valente

    7,00 

    Um Herói Português: Henrique de Paiva Couceiro (1861-1944) de Vasco Pulido Valente.
    Aletheia Editores. Lisboa, 2006, 162 págs. B.Il.

    Este livro é o retrato da vida de um D. Quixote, de um Santo Condestável, um homem de aventuras e tragédias que comandou expedições por terras desconhecidas em Angola, combateu em Moçambique e voltou a Portugal para fazer política e desafiar a República em incursões românticas que iriam restaurar a monarquia.
    Anglófilo, monárquico, inimigo de Salazar e por ele exilado em Granadilha, nas Canárias, Henrique Paiva Couceiro é um herói português que, no dia em que entrou para o quadro de oficiais do exército, foi preso por dar cinco tiros num civil desarmado para vingar um insulto habitual dirigido a sua mãe em pleno Chiado…

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  • Fernando Pessa - Cem Anos de Comunicação de Luís GuimarãesFernando Pessa Cem Anos de Comunicação

    Fernando Pessa – Cem Anos de Comunicação

    Luís Guimarães

    6,00 

    Fernando Pessa – Cem Anos de Comunicação de Luís Guimarães.
    Garrido Editores. Alpiarça, 2002, 89 págs. B. Il.

    «Foi a sua voz que, em 1945, encheu o éter com o anúncio do final da guerra, foi a sua voz que descreveu a parada da vitória no The Mall, foi ainda a sua voz que ilustrou os documentários noticiosos da United Newsreel que passavam nas salas de cinema em Portugal antes dos filmes de Humphrey Bogart, Lauren Bacall e Greta Garbo.
    Para a minha geração, Fernando Pessa confunde-se com a história da televisão. À sua voz característica e ao seu estilo inconfundível veio acrescentar-se o seu rosto afável, a sua figura distinta, o seu porte de gentleman. Porque é de um gentleman, na velha e nobre acepção da palavra, que estamos a falar. Um gentleman que personifica o século XX português.
    So long, Fernando, old chap.

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  • Roberto Bolano Últimas Entrevistas de Mónica Valdes

    Roberto Bolano Últimas Entrevistas

    Mónica Valdes

    7,50 

    Roberto Bolano Últimas Entrevistas de Mónica Valdes.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2011, 122 págs. E.

    Em Julho de 2003 Roberto Bolaño deu a sua última entrevista. Morreria nesse mesmo mês. A conversa que teve com Monica Maristain (precedida de outras com os jornalistas Héctor Soto e Matías Bravo, Carmen Boullosa e Eliseo Álvarez) revelam o homem por detrás da obra – uma das mais audaciosas dos nossos tempos –, o homem perto da morte. Nela fala-nos sobre os seus autores de eleição, os filhos, a poesia, os amigos, a literatura a literatura latino-americana, a liberdade, os inimigos, a consagração, o amor, o sexo, a vida em Blanes, a passagem do tempo, a doença, a morte, o Chile, o México, e o que gostaria de ter sido se não tivesse sido escritor.

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  • Vida de M. Elisabete M. Almeida

    Vida

    M. Elisabete M. Almeida

    6,00 

    Vida: Um “Retrato” de Época… no Dealbar do Século XXI de M. Elisabete M. Almeida.
    Medialand. Lisboa, 2013, 95 págs. E.

    A Vida, tal como Elisabete Almeida a apresenta, é um percurso neste planeta Terra numa Época específica, a do viver no “dealbar do século XXI”, numa Sociedade em constante mutação. É situada na decorrência das Estações da Natureza que desabrocha, floresce, frutifica, amadurece, envelhece e morre, tal como vivemos nós, os Seres Humanos. Vidas semelhantes e diferentes nas nossas Estações, consequentes dos acasos diversos, da sorte e do querer, entre nascer e morrer.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mons. Pereira dos Reis

    Mons. Pereira dos Reis

    Fernando Cristóvão

    6,00 

    Mons. Pereira dos Reis de Fernando Cristóvão [et al.]
    Comissão Diocesana das Comemorações Centenárias de Mon. Pereira dos Reis. Lisboa, s.d., 296 págs. B.

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  • Ofício de Espião de Allen Dulles

    Ofício de Espião

    Allen Dulles

    6,00 

    Ofício de Espião de Allen Dulles.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 378 págs. B.

    «Ofício de Espião é um livro notável porque saiu da pena de um dos mais poderosos cérebros da informação mundial: Allen Dulles -que, desde Eisenhower a Kennedy, foi o director da Central Intelligence Agency, a omnipotente C. I. A., o centro dos serviços de espiona-gem e informação política dos Estados Unidos da América do Norte.

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  • Cesário Verde

    Cesário Verde

    Joel Serrão

    15,00 

    Cesário Verde de Joel Serrão.
    Delfos. Lisboa, 1961, 266 págs. B.

    A honestidade do processo analítico, a cultura do autor, a calorosa simpatia pelo poeta Cesário Verde dão a esta obra um nobre a alto valor. – in Diário de Notícias de 28 de Fevereiro de 1957

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Grande Jogo de Espionagem, OGrande Jogo de Espionagem

    Grande Jogo de Espionagem, O

    Leopold Trepper

    6,00 

    Grande Jogo de Espionagem de Leopold Trepper.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 369 págs. B.

    Finalmente, Leopold Trepper fala… Poucos testemunhos têm sido aguardados, durante anos, com interesse tão apaixonado.

    Para a História, Leopold Trepper é o chefe da Orquestra Vermelha, uma das redes de informação mais importantes da Segunda Guerra Mundial, que contribuiu para a vitória dos Aliados de forma a que o próprio adversário reconheceu o mérito. Foi na Polónia da sua juventude que Leopold Trepper descobriu, no contacto com o proletariado da cidade industrial Dombrova, com quem partilha as lutas, a amplitude da exploração contra a qual se insurge a Revolução de Outubro. Adepto de um movimento comunista em que vê o único meio de resolver o problema das minorias judaicas nacionais, parte para a Palestina como militante. Aí confronta-se com uma nova forma de exploração: o colonialismo. Preso, expulso pelas autoridades inglesas, chega a França. No meio dos judeus imigrados, perseguidos pelos «pogroms» tzaristas e nazistas, ei-lo de novo em luta. Trepper é designado pelo Partido Comunista francês para ir completar em Moscovo a sua formação doutrinal. Passando pela Alemanha, descobre brutalmente a realidade hitleriana. Compreendendo o perigo que o ameaça, ingressa nos serviços de informação do Exército Vermelho e junta-se aos combatentes clandestinos, antes de organizar, na Bélgica e em França, uma importante rede de espionagem à máquina de guerra alemã. Em Berlim, os seus agentes trabalham em pleno coração do «Reich». É a grande aventura da Orquestra Vermelha… A Abwehr, depois o Comando especial das camadas de topo alemãs, desferem-lhe os primeiros golpes. Preso, o chefe da Orquestra Vermelha enceta com os seus adversários um «jogo de xadrez» extraordinário e consegue mistificá-los em condições que as suas Memórias, pela primeira vez, revelam o segredo.

    Leopold Trepper, como a maioria dos seus camaradas de combate, pagará depois da guerra um pesado tributo às purgas stalinistas. Os seus encontros com diversas personalidades, durante os anos que passa nas prisões do regime, são recordações do maior interesse para a História, Libertado e oficialmente reabilitado, conhecerá na Polónia as perseguições de um novo governo que não lhe perdoou ter-se junto à comunidade judaica salva dos campos da morte. Foi preciso aguardar um vasto movimento de protestos para que o antigo chefe da Orquestra Vermelha, deixando a Polónia de seus pais, recupere a liberdade.

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