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  • D. Filipe I de Fernando BouzaD. Filipe I de Fernando Bouza

    D. Filipe I

    Fernando Bouza

    7,50 

    Filipe de Habsburgo Áustria, conhecido como Filipe I de Portugal, nasceu em Valladolid em 1527 e morreu em São Lourenço do Escorial, perto de Madrid, em 1598. Era filho da princesa D. Isabel de Portugal, neta do rei D. Manuel, e de Carlos V, imperador do Sacro Império Romano-Germânico. Durante a sua vida, Filipe I…

  • D. Filipe III de António de OliveiraD. Filipe III de António de Oliveira

    D. Filipe III

    António de Oliveira

    7,50 

    Pessoa sensível, com apreço pelas artes e letras, não conseguiu sucesso nos projetos políticos que o governo lhe apresentou. Respeitava as decisões dos conselhos e praticava uma religiosidade profunda. A sua fé cristã levava-o a aceitar tanto as vitórias como as derrotas como desígnios de Deus. Quem o descreveu falou dele como “praia de resignação…

  • D. Fernando de Rita Costa Gomes

    D. Fernando

    Rita Costa Gomes

    7,50 

    Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre diferentes tempos históricos. Primeiramente, não se limita ao tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Em vez disso, descreve como esse período individual se conectava aos tempos colectivos…

  • Face Oculta de Kennedy de Seymour M. HershFace Oculta de Kennedy

    Face Oculta de Kennedy

    Seymour M. Hersh

    6,00 

    Este livro não pretende focar os momentos: brilhantes de John Kennedy nem as suas brilhantes políticas (…) Comecei a escrever este livro sabendo que ele acabaria inevitavelmente por entrar numa área sensível: quando se torna relevante falar da vida privada de um homem público? A conclusão central que emergiu de cinco anos de escrita e…

  • Vivo no Campo de Batalha, Ao

    Vivo no Campo de Batalha, Ao

    Peter Arnett

    6,00 

    Ao Vivo no Campo de Batalha de Peter Arnett.
    Nova Editorial Rocco. Lisboa, 1996, 483 págs. B.

    Peter Arnet é incontestavelmente o decano dos grandes repórteres de guerra. Em 1962, foi enviado para o Vietname, com um grupo de jovens correspondentes de guerra, onde se viriam a incluir nomes igualmente famosos, como Dan Rather, Ted Koppel e Peter Jennings. A sua controversa cobertura da guerra valeu-lhe a ira do presidente Johnson, mas também o Prémio Pulitzer.

    Após várias comissões, incluindo o Líbano e Chipre, entrou para a CNN, em 1981. A informação televisiva estava a mudar rapidamente, com cobertura «ao vivo» vinte e quatro horas por dia e Peter Arnett acompanhava essa revolução, desde El Salvador a Moscovo, do Iraque ao Afeganistão…

    As comunicações via satélite modificaram para sempre a nossa forma de ver a guerra. A reportagem de Arnett em directo de Bagdade teve um imediatismo e um suspense que nunca antes tínhamos experimentado.

    Neste livro, com o mesmo estilo vivo com que descreveu ao mundo a Guerra do Golfo, Arnett partilha com os leitores a sua vida de aventura e perigo – mais de trinta e cinco anos no interior das zonas de guerra de todo o mundo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Invasão da Índia de Francisco Calheiros Ortigão de Oliveira.

    Invasão da Índia

    Francisco Calheiros Ortigão de Oliveira

    20,00 

    «De facto, não nos podíamos esquecer que na altura da Invasão encontravam-se mobilizados na Índia Portuguesa, apenas cerca de 4.500 homens, muitos dos quais não tinham missões militares a cumprir.»

  • Martinho de Mendonça e a sua Obra Pedagógica2023/10/1000030801.jpg

    Martinho de Mendonça e a sua Obra Pedagógica

    Joaquim Ferreira Gomes

    20,00 

    Dissertação de Doutoramento em Filosofia apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. O autor reconstitui com base em documentos inéditos a biografia e as origens familiares de Martinho de Mendonça; estuda as suas ideias do ponto de vista filosófico e estuda-as do ponto de vista pedagógico, o mais importante, abordando alguns dos temas permanentes da pedagogia de todos os tempos. A obra pedagógica de Martinho de Mendonça é contextualizada no ambiente cultural do seu tempo, pelo estudo e comparação das fontes, (John Locke, Fénelon, Rollin, Vernei e Ribeiro Sanches) e com o inventário de 55 obras sobre a educação de príncipes, em português, castelhano e latim. Valioso trabalho que deu o relevo merecido à figura de Martinho de Mendonça e reuniu um numeroso conjunto de documentos para a história da educação em Portugal.

  • Encontros de Fernando Namora

    Encontros

    Fernando Namora

    6,00 

    Encontros de Fernando Namora.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1981. 273 págs. B.

    “Uma antologia de entrevistas concedidas a várias publicações. Pelas suas páginas perpassam as linhas mestras de um dos escritores cuja personalidade mais marcou as ultimas décadas da nossa literatura.” Diário de Notícias

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Afonso de Albuquerque: Esboço Biográfico

    Afonso de Albuquerque: Esboço Biográfico

    César Pegado

    10,00 

    Afonso de Albuquerque: Esboço Biográfico de César Pegado.
    Ed. Autor. Coimbra, 1956. 39 págs. B.

    Por generosa sugestão do Sr. Doutor AFONSO RODRIGUES QUEIRÓ, mestre eminente desta velha e gloriosa Universidade, onde formei o meu espírito e à qual muito devo do pouco que sei, foi a minha pessoa indicada para proferir uma palestra na abertura das actividades culturais do Centro de Estudos Ultramarinos, no corrente ano lectivo.

    Quero crer que essa deferência se deve exclusivamente à amizade com que S. Ex.” me distingue vai para alguns anos. Por isso, e não encontrando outra explicação para o facto, não quero nem posso deixar de lhe expressar pública e sinceramente os meus agradecimentos e de lhe render as minhas homenagens.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • René Descartes em 90 Minutos de Paul Strathen

    René Descartes em 90 Minutos

    Paul Strathen

    2,50 

    «Esta colecção coloca ao alcance ce todos, em textos críticos mas informativos e claros, a vida e a obra dos mais notáveis aventureiros do conhecimento de todos os tempos»

  • Salazar

    Salazar

    Filipe Ribeiro de Meneses

    12,00 

    “Salazar – Biografia Política” é a primeira biografia académica escrita sobre Salazar. O autor, Filipe Ribeiro de Meneses, é um investigador português a leccionar actualmente na University of Ireland, na Irlanda: «…as consequências das decisões de Salazar eram sentidas por povos na Europa, África e Ásia. Salazar reconfigurou a política portuguesa, embora não tivesse partidários…

  • Autobiografia Política

    Autobiografia Política

    Aníbal Cavaco Silva

    7,50 

    Autobiografia Política de Aníbal Cavaco Silva.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002. 351 págs. E.

    «Este livro não é uma história ou um trabalho sobre a actividade dos Governos a que presidi. É apenas a minha autobiografia política. Em relação ao meu tempo de primeiro-ministro, falo sobre o que se passou comigo, a minha própria acção, episódios em que participei, as minhas convicções e atitudes, como vi os problemas, quais os sentimentos que me atravessaram…»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • D. Carlos I: Um Grande Rei de Eurico Carlos Esteves Lage CardosoImagem WhatsApp 2025 03 27 às 15.22.40 71c0a430

    D. Carlos I: Um Grande Rei

    Eurico Carlos Esteves Lage Cardoso

    10,00 

    D. Carlos I: Um Grande Rei: Evocação da sua vida no Centenário da sua morte de Eurico Carlos Esteves Lage Cardoso.
    Ed. Autor. Lisboa, 2007, 209 págs. B.

    Não obstante os inimigos do Regime Monárquico e do próprio Rei tudo terem feito para denegrir a imagem do soberano e apontar de modo inquisitorial os seus defeitos (que os tinha como qualquer ser humano), o certo é que os portugueses, dignos desse nome, independentemente do seu credo político (governantes inclui- dos), têm vindo, ao longo dos anos, a reparar os ataques soezes que foram desferidos a D. Carlos de Bragança desde os primórdios da República.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Calouste Gulbenkian, Colecionador de José de Azeredo Perdigão

    Calouste Gulbenkian, Colecionador

    José de Azeredo Perdigão

    15,00 

    Calouste Gulbenkian, Colecionador de José de Azeredo Perdigão.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2006, 249 págs. E.

    Obra profusamente ilustrada com fotografias de obras de arte realizadas por Mário Novais, Abreu Nunes, Mário de Oliveira, Salomão Eurico Pontes e pertencentes ao arquivo do Museu Calouste Gulbenkian.

    Obra com desenho e orientação gráfica de Sebastião Rodrigues, que homenageia Calouste Gulbenkian, na sua faceta de coleccionador de arte.

    Contém, um depoimento de Kevork Essayan, em francês, uma introdução de Azeredo Perdição, que escreve e organiza também em quatorze capítulos, as suas recordações do homenageado, os seus diversos interesses como coleccionador, as suas viagens, a descrição das suas aquisições, os diversos locais onde estiveram instaladas as colecções, a decisão de se instalar em Portugal e os procedimentos que foram realizados para concretizar essa decisão.

    Calouste Sarkis Gulbenkian (Scutari, Istambul 1869 – Lisboa 1955) foi um notável homem de negócios de origem arménia, que reuniu uma valiosa colecção de obras de arte. Com a preocupação de preservar as suas colecções decidiu criar uma fundação com o seu nome e tendo como recursos os rendimentos da exploração petrolífera, com sede em Lisboa, cidade onde se instalou em Abril de 1942, que o fascinou pela sua beleza, vida quotidiana pacífica e estabilidade política.

    📘 Plastificado de origem

  • Amália Rodrigues, Retratos Fotográficos de Silva Nogueira

    Amália Rodrigues, Retratos Fotográficos

    Silva Nogueira

    25,00 

    Amália Rodrigues, Retratos Fotográficos de Silva Nogueira.
    Instituto Português dos Museus. Lisboa, 1999. B.

    “Silva Nogueira que, nas palavras de Vítor Pavão dos Santos, “era o fotógrafo preferido dos actores”, legou-nos um espantoso conjunto de imagens de Amália, através de fotografias realizadas entre 1942 e 1954. Nelas se dá a ver a transfiguração de que acima falei, conduzindo a cantadeira que se chama Amália, ainda sem pose de corpo, à fadista trágica que impõe à sua volta o silêncio contido da grande arte, através da figura que se adelgaça, num vigor delicado de gestos e comovente interioridade. Nelas se dá a ver também que Amália se construiu, adquirindo uma mágica coincidência com o desenrolar da carreira conquistada. Há avanços e recuos nessa elaboração, linhas perdidas e desejos de fuga que não perturbam, antes enriquecem, a fondura do compromisso da sua “estranha forma de vida”. E a estranheza é aqui um dos mais intensos adquiridos da cultura portuguesa do nosso século.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Alberto Abecassis Manzanares e a Engenharia Hidráulica em Portugal de António de Carvalho Quintela

    Alberto Abecassis Manzanares e a Engenharia Hidráulica em Portugal

    António de Carvalho Quintela

    25,00 

    Alberto Abecassis Manzanares e a Engenharia Hidráulica em Portugal de António de Carvalho Quintela [Ed.].
    Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura. Lisboa, 2004, 212 págs. E.

    Uma homenagem prestada a Alberto Abecasis Manzanares pelos seus colegas e ex-alunos destacando a sua carreira multifacetada – académica, técnica, científica e empresarial.

    ✍🏻 Edição autografada pelo editores.