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  • Monet (1840-1926)

    Monet (1840-1926)

    João Kohl

    6,00 

    Monet (1840-1926) de João Kohl [Coord.]
    Globus. Madrid, 1994, 60 págs. E. Il.
    Colecção: A Era dos Impressionistas | 5

    Claude Monet (1840–1926) foi um pintor francês, líder do Impressionismo. Destacou-se por pintar ao ar livre, estudando a luz e a cor em diferentes momentos do dia e condições atmosféricas. Sua obra Impressão, nascer do sol deu nome ao movimento. Conhecido pelas séries de “pilhas de feno”, Catedral de Rouen e Nenúfares, revolucionou a percepção da paisagem e influenciou a pintura moderna.

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  • Monde de Picasso

    Monde de Picasso

    John Finlay

    7,50 

    Monde de Picasso de John Finlay.
    Larousse. France, 2011, 180 págs. E. Il.

    L’univers de Picasso décrit à travers sa vie et son oeuvre, et accompagné d’une vingtaine de fac-similés.

    Pablo Picasso est l’un des artistes les plus célèbres et les plus fascinants au monde, laissant à la postérité une quantité impressionnante de peintures, de dessins, de lithographies, de céramiques et de sculptures.
    Depuis ses fameuses guitares en papier collé, en corde et en bois jusqu’à l’incontournable Guernica, il fut toute sa vie un novateur, et un créateur infatigable.
    Fondateur reconnu du mouvement cubiste, Picasso s’est distingué dans de nombreux autres styles – réaliste, surréaliste et classique.
    Ses oeuvres, en marge de son temps, sont paradoxalement une illustration parfaite du XXe siècle ; son art n’a cessé de bousculer les conventions et d’interpeller le public.
    Cet ouvrage retrace la vie de Picasso à travers son oeuvre.
    Croquis, lettres et photographies dévoilent les événements, les personnes et les lieux qui ont façonné et influencé cet artiste d’exception.

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  • Manet (1832-1883) de João Kohl

    Manet (1832-1883)

    João Kohl

    6,00 

    Manet (1832-1883) de João Kohl [Coord.]
    Globus. Madrid, 1994, 48 págs. E. Il.
    Colecção: A Era dos Impressionistas | 2 

    Édouard Manet (1832–1883) foi um pintor francês decisivo na transição do realismo para a arte moderna e precursor do impressionismo. Retratou a vida contemporânea de Paris — cafés, cenas urbanas e nus — rompendo com temas clássicos. Obras como Le Déjeuner sur l’herbe e Olympia causaram polémica, mas tornaram-se marcos da modernidade.
    Influenciou profundamente gerações posteriores.

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  • Josepha na Ogiva de Manuel Rio Carvalho

    Josepha na Ogiva

    Manuel Rio Carvalho

    15,00 

    Josepha na Ogiva de Manuel Rio Carvalho.
    Galeria Ogiva. Óbidos, 1971, 120 págs. B. Il.

    Do texto introdutório de Manuel Rio Carvalho: “ óbidos-vanguarda pretendeu recuperar Josefa, a pintora local por excelência, com uma retrospectiva e uma homenagem-exposição “a mote” de alguns artistas actuais”. São eles: Armando Alves, Carlos Calvet. Espiga, Gustavo Bastos, Helena Almeida, João Machado, José Rodrigues, Jorge Pinheiro, Lourdes Castro, Nikias Skapinakis, Rogério Ribeiro, Vespeira, etc.
    Este catálogo conta, ainda, com dois importantes textos de Rocha de Sousa e de Areal..

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  • Ilustrações e Ilustradores na Obra

    Ilustrações e Ilustradores na Obra

    A. Campos Matos

    20,00 

    Ilustrações e Ilustradores na Obra de Eça de Queiroz de A. Campos Matos.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2001, 262 págs. E. Il.

    Belíssimo álbum, de esmerado apuro gráfico, impresso em papel de superior qualidade, profusamente ilustrado a negro e a cores com cerca de seiscentas gravuras que recriam personagens, episódios, diálogos, cenas e capas/frontispícios das obras de Eça. A recolha das ilustrações da obra de Eça de Queiroz aqui apresentada, abrange um período de 130 anos – entre 1871, data da capa de As Farpas, concebida por Manuel de Macedo, e Outubro de 2001, data do desenho de António inspirado pelos textos da polémica Eça-Pinheiro Chagas.

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  • HR Giger de Anne Gerlinger

    HR Giger

    Anne Gerlinger

    10,00 

    HR Giger de Anne Gerlinger [Coord.]
    Taschen. Alemanha, 2007, 239 págs. E. Il.

    O nome HR Giger evoca inevitavelmente mais de 45 anos de arte fantástica. Giger nasceu em 1940 em Chur, na Suíça, e estudou arquitectura de interiores e design industrial. Começou por fazer furor na década de 70 do século xx com as suas paisagens em airbrush e desde então é célebre pelas suas paisagens de sonho surrealistas e pela criação dos seus biomecanóldes.

    Em 1980, o artista obteve um Óscar pela criação da figura principal e do cenário extraterrestre do filme Allen de Ridley Scott. O Óscar trouxe-lhe fama a nível mundial. Giger colaborou noutros projectos de filmes, por exemplo em Species, para o qual criou a bela e mortifera, semi-extraterrestre Sil e um comboio de pesadelo fantástico.

    As capas dos discos de Debble Harry assim como dos Emerson, Lake and Palmer foram nomeadas por jornalistas pop entre as melhores 100. Os móveis criados por Giger constam do inventário de um bar em Chur e em Gruyères, onde há uns anos foi também fundado o Museu HR Giger. Este livro foi projectado pelo próprio Giger e apresenta o enorme leque do seu trabalho artístico. O artista vive e trabalha com a sua mulher Carmen em Zurique.

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  • Grande Livro da Arte

    Grande Livro da Arte

    Geoffrey Hindley

    10,00 

    Grande Livro da Arte: Tesouros Artísticos do Mundo de Geoffrey Hindley.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1982, 318 págs. E. Il.

    A arte é a forma de expressão mais antiga do Homem. Da vitalidade primitiva de um touro esboçado nas paredes de uma caverna do Sul de França à delicada simplicidade de um desenho japonês, a tinta, num caule de bambu, da expressiva escultura mágica de uma máscara africana à sofisticação e elegância de um nu de Ticiano – tudo está contemplado no GRANDE LIVRO DA ARTE.

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  • Le Grand Louvre: du Donjuan a la Pyramide de Catherine Chaine

    Grand Louvre, Le

    Catherine Chaine

    7,00 

    Le Grand Louvre: du Donjuan a la Pyramide de Catherine Chaine.
    Hatier. Paris, 1997, 159 págs. B. Il.

    Ce sont d’abord les gens qui retiennent l’attention de Marc Riboud, photographe. Ses fréquents voyages en Chine l’amènent à faire la connaissance de leoh Ming Pei: l’homme, l’amitié l’introduisent à l’œuvre. Il aime accompagner Pei sur les chantiers, fixer l’image fugitive de l’œuvre en travail. Ses photographies de la nouvelle aile de la National Gallery à Washington, l’hôtel des Collines Parfumées près de Pékin et enfin la pyramide de verre apportent à cette architecture la dimension du photographe, la sensibilité de l’artiste.

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  • Gaugin (1848-1903) de João Kohl

    Gaugin (1848-1903)

    João Kohl

    6,00 

    Gaugin (1848-1903) de João Kohl.
    Globus. Madrid, 1994, 63 págs. E. Il.
    Colecção: A Era dos Impressionistas | 4

    Paul Gauguin (1848–1903) foi um pintor pós-impressionista francês que rejeitou o naturalismo e desenvolveu o “sintetismo”, marcado por cores intensas e formas simplificadas. Abandonou a carreira financeira para se dedicar à arte e criou as suas obras mais conhecidas na Bretanha e no Taiti, onde buscou inspiração espiritual e simbólica. Tornou-se uma das figuras mais influentes da arte moderna.

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  • Degas (1834-1917)

    Degas (1834-1917)

    João Kohl

    6,00 

    Degas (1834-1917) de João Kohl [Coord.]
    Globus. Madrid, 1994, 52 págs. E. Il.
    Colecção: A Era dos Impressionistas | 6

    Edgar Degas (1834–1917) foi um artista francês ligado ao impressionismo, embora se considerasse realista. Mestre do desenho e do movimento, retratou sobretudo bailarinas, cenas de teatro, corridas de cavalos e a vida moderna de Paris. Trabalhou pintura, pastel e escultura, tornando-se uma das figuras mais influentes da arte do século XIX.

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  • Courbet (1819-1877) de João Kohl

    Courbet (1819-1877)

    João Kohl

    6,00 

    Courbet (1819-1877) de João Kohl [Coord.]
    Globus. Madrid, 1994, 49 págs. E. Il.
    Colecção: A Era dos Impressionistas | 7

    Gustave Courbet (1819-1877) foi um pintor francês, pioneiro do realismo na pintura. Ele rejeitou o romantismo e o academismo, dedicando-se a retratar — com objetividade e sem idealizações — a vida real de camponeses, trabalhadores e cenas quotidianas. Obras como Os Quebradores de Pedras e Um Funeral em Ornans consolidaram-no como líder do realismo e provocaram polémica no seu tempo. Apesar das críticas, a sua abordagem influenciou movimentos posteriores, como o impressionismo.

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  • Caillebotte (1848-1894) de João Kohl

    Caillebotte (1848-1894)

    João Kohl

    6,00 

    Caillebotte (1848-1894) de João Kohl [Coord.]
    Globus. Madrid, 1994, 45 págs. E. Il.
    Colecção: A Era dos Impressionistas | 9 

    Gustave Caillebotte (1848-1894) foi um pintor, colecionador e mecenas francês ligado ao movimento do Impressionismo. Descendente de família abastada, estudou Direito e posteriormente Belas Artes, mas dedicou-se à pintura. Participou nas exposições impressionistas desde 1876 e ajudou a financiar e divulgar obras de artistas como Claude Monet e Auguste Renoir.

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  • Anos Vinte em Portugal

    Anos Vinte em Portugal

    José-Augusto França

    25,00 

    Anos Vinte em Portugal: Estudo de Factos Sócio-Culturais de José-Augusto França.
    Editorial Presença. Lisboa, 1992, 493 págs. B. Il.

    “Este livro é, como o que o autor publicou há vinte e cinco anos sobre «O Romantismo em Portugal», um estudo de factos sócio-culturais, de informação e de reflexão sobre um período da história nacional – arredado e ainda perto de nós. A primeira data que nele nos aparece é, ao fim da guerra, o assassinato de Sidónio Pais, e a última, a instalação de Salazar no poder, a meio de 1932, ao termo de um lento processo de seis anos.» Vinte capítulos sucedem-se nas três partes da obra: entre 1919 e 1926, «Sidónio, Presidente-Rei», «A República de António José de Almeida», «A derradeira epopeia», «Lisboa dia e noite», «Autores e leituras», «Em redor d’A Brasileira», «Teixeira Gomes, Presidente “in partibus”», e «A “Era Alves dos Reis”», entre 1926 e 1932, «Ditador, precisa-se», «Bosques e selvas», Em redor da “Presença”», «Em redor dos “Independentes”», «Columbano e Malhoa», «Cinema e cinéfilos», «António Sérgio ou da Educação» e «O Tempo do Desprezo»; e, entre estas duas partes, uma de «Referências»: «Ricos e Pobres», «A Cidade Possível», «O Páis “a saque”» e «Ad Majorem Dei Gloriam».

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  • Amália Coração Independente

    Amália Coração Independente

    Clara Távora Vilar

    20,00 

    Amália Coração Independente de Clara Távora Vilar.
    Museu Berardo. Lisboa, 2009, 351 págs. B. Il.

    Livro publicado por ocasião da exposição Amália. Coração Independente no Museu Coleção Berardo, que reúne um conjunto de textos e um vasto número de imagens que permitem reavaliar a vida e a obra de Amália. Os ensaios de António Guerreiro, António Rodrigues, Bernadette Caille, Emília Tavares, Jean-François Chougnet, João Pinharanda, José Manuel dos Santos, Rui Afonso Santos, Rui Vieira Nery e Vítor Pavão dos Santos, focam diferentes vertentes da sua vida artística de Amália e dos contextos em que foi desenvolvida e permitem-nos ir para além do habitual registo biográfico.

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  • Amadeo de Souza-Cardoso de Joaquim Vieira

    Amadeo de Souza-Cardoso

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Amadeo de Souza-Cardoso de Joaquim Vieira.
    Temas e Debates. Lisboa, 2009, 200 págs. E. Il.

    Apesar da sua breve existência, Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918) é a referência suprema da pintura do início do século XX em Portugal. Melhor dizendo, da modernidade da pintura do século XX em Portugal. A ele se deve, com efeito, a maior rotura operada em toda a história das artes plásticas nacionais. Trouxe a modernidade para Portugal com a naturalidade de quem vinha de Paris, a cidade que escolheu não para aprender com os verdadeiros grandes mestres mas para apreender o que de mais extraordinário estava a acontecer no mundo das artes.

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  • Almada Negreiros de Joaquim Vieira01

    Almada Negreiros

    Joaquim Vieira

    7,50 

    Almada Negreiros de Joaquim Vieira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 205 págs. E. Il.

    Pintor, desenhador, poeta, romancista, dramaturgo, caricaturista, humorista, actor, conferencista, panfletário, polemista, bailarino, coreógrafo, cenógrafo, figurinista, vitralista, ilustrador, gráfico, ensaísta, filósofo – a intervenção de Almada Negreiros no domínio das artes, das letras e, de forma genérica, da vida cultural portuguesa no século XX desdobrou-se, de forma prodigiosa, pelos mais variados ramos de actividade. (…) Enquanto outros , por força de uma intervenção mais pontual, tentaram trazer a modernidade para Portugal, de Almada se pode dizer que quis levar Portugal inteiro para a modernidade.

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