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  • O Inferno de Bernardo Santareno

    Inferno, O

    Bernardo Santareno

    15,00 

    CHESTER, 6-5-66 — Ian Brady e Myra Hindley, os amantes diabólicos, foram condenados a prisão perpétua, findo o seu julgamento, iniciado a 19 de Abril, no tribunal de Chester. Acusados de terem assassinado Edward Evans, de 17 anos, Lesley Ann Downey, de 10 e John Kilbride, de 12, sempre negaram a sua culpabilidade. O júri reconheceu Brady culpado dos três crimes e Myra Hindley culpada dos dois primeiros e cúmplice do terceiro… O Juiz, ao ler a sentença, acentuou ter sido este um dos processos mais atrozes da história e que os dois acusados tinham sido reconhecidos como culpados das mortes cruéis executadas a sangue frio… Diário de Notícias 7-5-66 Foi com base nesta notícia de um dos mais terríveis casos de assassínios em série da história do Reino Unido que Bernardo Santareno criou um dos mais brilhantes e violentos textos da sua carreira. Passado integralmente numa sala de tribunal onde decorre o julgamento de um casal de assassinos, cujos actos assumem contornos diabólicos, que o autor transmuta em figuras da mitologia, esta é, porventura, a mais acutilante obra de Santareno, na qual tudo é posto em causa: ética, moral, justiça, a própria essência do bem e do mal… Publicado em 1967, O Inferno marcou a transição da produção literária de Santareno a caminho de um cada vez mais activo intervencionismo social.

  • Aliança do Sim ou Não

    Aliança do Sim ou Não

    Plínio Salgado

    7,50 

    Aliança do Sim ou Não de Plínio Salgado.
    Edições Ultramar. Lisboa, 1944, 183 págs. B.

    «A Voz», terminou o seu longo noticiário com estas palavras: «O final da conferência de Plínio Salgado, interrompida diversas vezes por entusiásticos aplausos, constituíu verdadeira apoteose: foi prece, apêlo, exortação, estímulo, consagração. O grande escritor-orador, culminou com uma eloqüente peroração em que apelou para a unidade de destino de Portugal e Brasil, no cumprimento da missão civilizadora que lhes foi outorgada pela Providência divina. A assistência inteira, de pé, aplaudiu entusiasmada a Plinio Salgado, erguendo vivas a Portugal e ao Brasil.»

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Água de Neve (Poema Pastoril)Água de Neve (Poema Pastoril) de Nuno de Montemor

    Água de Neve (Poema Pastoril)

    Nuno de Montemor

    10,00 

    Água de Neve (Poema Pastoril) de Nuno de Montemor.
    União Gráfica. Lisboa, 1933, 115 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida, nasceu em Quadrazais, Sabugal. Ordenado sacerdote, foi capelão e secretário do Exército, acompanhando militares na Primeira Guerra Mundial em França, onde conheceu intelectuais como Augusto Casimiro. Ligado à cidade por laços familiares e sociais, destacou-se pelo Lactário Dr. Proença, apoiando crianças pobres. Escritor prolífico, uniu Literatura e Cristianismo, com obras traduzidas e reconhecidas internacionalmente.

    📕 1ª Edição.
    👨🏻‍🎨Ilustrações de Raquel R. Gameiro Ottolini.

  • Virgem de Fátima

    Virgem de Fátima

    Santos Cravina

    10,00 

    Virgem de Fátima: Poema Comemorativo do Ano Santo de Santos Cravina.
    Tipografia Ideal. Lisboa, 1950, 189 págs. B.

    A Virgem Maria,
    Mãe da Graça intangivel
    – Eterno Padrão de Amor Materno –
    da virgindade maternal origem,
    dos Altos Céus desceu
    envolta em mundos de luz
    de celeste e fulminante raio
    a fulminar as almas na poesia
    da Mensagem Divina prescritível
    da Sabedoria do Padre Eterno…
    A Santíssima Virgem
    Rainha do Céu
    e Mãe de Jesus
    trouxe universos de alegria
    envoltos na luz dum bendito raio
    no Santo Dia
    13 de Maio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viagem à União Soviética e Outras Páginas

    Viagem à União Soviética e Outras Páginas

    Urbano Tavares Rodrigues

    10,00 

    Viagem à União Soviética e Outras Páginas de Urbano Tavares Rodrigues.
    Seara Nova. Lisboa, 1973, 210 págs. B.

    No início dos anos 70 do século passado, Urbano Tavares Rodrigues visitou a União Soviética durante três semanas na companhia de outros escritores portugueses. Esteve em Moscovo e Leninegrado (actual São Petersburgo), no Cazaquistão e no Uzbequistão, no «novo mundo siberiano» e no fabuloso Oriente.

    Em cada paragem falou com pessoas, conheceu as suas casas, entrou em museus, palácios, igrejas, livrarias, até num hospital, devido a doença repentina, sem se coibir de fazer perguntas, por mais incómodas que fossem. Queria descobrir a «verdadeira sociedade colectivista» e os impactos da «grande revolução tecnocientífica».

    Foi uma viagem apaixonada, de um militante do Partido Comunista, mas também uma viagem de indagação, de verificação, de questionamento. De alguém que sabia que apenas poderia reter «informações forçosamente limitadas, impressões forçosamente subjectivas».

    O resultado é um livro que surpreende pela lucidez cristalina das suas observações, nunca obscurada pela sombra do entusiasmo propagandístico e ideológico.

    Numa prosa admirável, plena de ritmo e sugestivas descrições, Urbano Tavares Rodrigues revela a independência de espírito que sempre marcou a sua obra.

    Um documento para a história contemporânea portuguesa.

    📕 1ª Edição.

  • Tragédia da Rua das Flores de Eça de QueirozTragédia da Rua das Flores de Eça de Queiroz

    Tragédia da Rua das Flores

    Eça de Queiroz

    15,00 

    Primeira edição deste até então desconhecido romance de Eça, “rascunho centenário, porventura sem qualquer leitura posterior”; “Pronunciando-se sobre este romance que ficaria quase que eternamente esquecido na arca familiar, Eça dizia que era «o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje»”, segundo palavras de João Medina e Campos Matos no seu extenso e…

  • Pena Suspensa de Fernando Pinto do AmaralPena Suspensa de Fernando Pinto do Amaral

    Pena Suspensa

    Fernando Pinto do Amaral

    10,00 

    Fernando Pinto do Amaral (n. 1960), poeta, tradutor e crítico literário, começou a publicar a sua obra em 1990 (Acédia), reuniu essa obra dez anos depois (A Poesia Reunida, 2000) e regressa agora com este novo título, “Pena Suspensa”, um conjunto de poemas que falam de momentos da adolescência, episódios do quotidiano, um filme, o…

  • OferendaOferenda

    Oferenda

    Hipólito Raposo

    30,00 

    Hipólito Vaz Raposo, natural de S. Vicente da Beira, advogado, historiador e político, foi um dos mais destacados dirigentes do Integralismo Lusitano. Entre os numerosos capítulos de carácter histórico, destacamos alguns títulos mais sugestivos: Sintra, a real; Beja Cantadora; Alcobaça: Glória e Martírio; Transfiguração de Belém; Escrúpulo dos conjurados de 1640; O Rei de Penamacor;…

  • Noite de Vento de António Aurélio Gonçalves

    Noite de Vento

    António Aurélio Gonçalves

    10,00 

    Noite de Vento de António Aurélio Gonçalves.
    Instituto Caboverdeano do Livro. Mem Martins, 1985, 211 págs. B.

    Noite de Vento, o título que a Caminho agora edita, reúne algumas das melhores e mais bem conseguidas novelas do Autor. Possuidor de uma capacidade narrativa invulgar, os seus textos transformam o acto de ler num acto de participar. De participar do quotidiano das personagens (que é o mesmo que dizer do quotidiano cabo-verdiano), das suas alegrias, do seu sofrimento, das suas desilusões e frustrações, dos seus silêncios, das suas esperanças. É como se, lendo, ouvíssemos o vento, as vozes, víssemos o jogo fisionómico da cada interveniente, sentíssemos o receio das sombras e o calor do Sol, caminhássemos, ríssemos e chorássemos com cada um deles. Ler Noite de Vento é passar da condição de leitor à de actor do filme que António Aurélio Gonçalves magistralmente desenrola nas páginas que iremos, gostosamente, desvendar.

    📕 1ª Edição.
    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Nas Nossas Ruas ao Anoitecer de Mário Claúdio

    Nas Nossas Ruas ao Anoitecer

    Mário Claúdio

    10,00 

    Nas Nossas Ruas ao Anoitecer de Mário Claúdio. Edições ASA. Porto, 2002, 54 págs. B.

    Antologia de Poesia sobre Lisboa com um pormenor de uma pintura de Carlos Botelho.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Castigo de D. João de Urbano Rodrigues

    Castigo de D. João

    Urbano Rodrigues

    15,00 

    Castigo de D. João de Urbano Rodrigues.
    Empresa Nacional da Publicidade. Lisboa, 1948, 326 págs. B.

    O D. João que se procura animar nestas páginas não é, vê-se logo, o D. João Tenório das bravias aventuras de amor celebradas em toda a espécie de obras literárias e musicais, desde as mais pobres às de maior altura, como são as de António Patricio e de Mozart. Não é o D. João de Maraña nem outro qualquer desses galanteadores de oficio, e perigosos espadachins, que espalharam o terror nas familias: é um D. João português, por isso mesmo sentimental em vez de libertino, valente mas não provocador, homem de coração sensível em lugar de cínico – por tudo, e em tudo, mais interessante.

    📕 1ª Edição

  • Eurotauromaquias

    Eurotauromaquias

    Álvaro Guerra

    7,50 

    Eurotauromaquias de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2001, 110 págs. B.

    «Regresso à tentação de comparar os riscos da escrita com os da tauromaquia. Mas não há comparação aceitável entre o perigo de vida e o perigo de morte. Por outro lado, é evidente que em nenhum ruedo ficará inscrita uma faena, ainda que seja a mais bela, contrariamente ao poema que a folha em branco acolherá. A memória compensará essa diferença essencial.

    📕 1ª Edição.

  • OLHOS DE ÁGUA DE ALVES REDOL

    Olhos de Água

    Alves Redol

    30,00 

    OLHOS DE ÁGUA DE ALVES REDOL
    Centro Bibliográfico. Lisboa, s.d. [1954]. 342 págs. B.

    🎨 Ilustrado por Lima de Freitas

    Olhos de Água, ilustrado por Lima de Freitas, retrata a vida múltipla de uma pequena vila ribeirinha, entre alegrias quotidianas e tragédias, numa prosa que alia ironia consciente a um lirismo comovente, elevando o retrato local a uma dimensão de universalidade dramática. Obra marcante do neo-realismo português.

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição.
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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  • Poesia e Metafísica

    Poesia e Metafísica

    Eduardo Lourenço

    15,00 

    Poesia e Metafísica: Camões, Antero e Pessoa de Eduardo Lourenço.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1983, 261 págs. B.

    O que não somos como filósofos sê-lo-emos como poetas? Se assim é, ninguém como Camões, Antero e Pessoa teria ilustrado tão bela e convincentemente esta fatalidade cultural que nos faz preferir Orfeu à musa mais severa de Parménides. Acrescentemos à tríade abordada nestas páginas de há vinte anos o nome de Pascoaes e o panorama ficará completo. Que os leitores o façam por sua conta e risco.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843)

    Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843)

    Vasco Graça Moura

    10,00 

    Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843) de Vasco Graça Moura.
    Campo das Letras. Porto, 1999, 32 págs. B.

    Livro de poesia publicado no seguimento do prefácio elaborado pelo autor a uma edição do Frei Luís de Sousa. Inclui fotografia a preto e branco de Ana Gaiaz.

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Prenúncio das Águas de Rosa Lobato Faria

    Prenúncio das Águas

    Rosa Lobato Faria

    7,00 

    Prenúncio das Águas de Rosa Lobato Faria.
    Edições ASA. Porto, 1999, 219 págs. E.

    “São raros os escritores que, como a autora de O Prenúncio das Águas, detêm uma extraordinária fluência discursiva aliada a uma poderosa imaginação criadora, “viciando” o leitor nos jogos da paixão, do ciúme e da vingança. Em fundo, um universo ficcional onde o fantástico e o real se entrelaçam. Como ponte entre ambos, a complexidade simbólica da água: fonte de vida, centro de amor, agente de morte. Canto do cisne de uma aldeia real e mítica, luz que brilhará para sempre no fundo das águas.” — Teresa Martins Marques, Mestre em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea, Docente e Investigadora Literária.”

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.