• Pena Suspensa de Fernando Pinto do AmaralPena Suspensa de Fernando Pinto do Amaral

    Pena Suspensa

    Fernando Pinto do Amaral

    10,00 

    Fernando Pinto do Amaral (n. 1960), poeta, tradutor e crítico literário, começou a publicar a sua obra em 1990 (Acédia), reuniu essa obra dez anos depois (A Poesia Reunida, 2000) e regressa agora com este novo título, “Pena Suspensa”, um conjunto de poemas que falam de momentos da adolescência, episódios do quotidiano, um filme, o…

  • Oferenda

    Oferenda

    Hipólito Raposo

    30,00 

    Hipólito Vaz Raposo, natural de S. Vicente da Beira, advogado, historiador e político, foi um dos mais destacados dirigentes do Integralismo Lusitano. Entre os numerosos capítulos de carácter histórico, destacamos alguns títulos mais sugestivos: Sintra, a real; Beja Cantadora; Alcobaça: Glória e Martírio; Transfiguração de Belém; Escrúpulo dos conjurados de 1640; O Rei de Penamacor;…

  • Noite de Vento

    Noite de Vento

    António Aurélio Gonçalves

    10,00 

    Noite de Vento de António Aurélio Gonçalves.
    Instituto Caboverdeano do Livro. Mem Martins, 1985, 211 págs. B.

    Noite de Vento, o título que a Caminho agora edita, reúne algumas das melhores e mais bem conseguidas novelas do Autor. Possuidor de uma capacidade narrativa invulgar, os seus textos transformam o acto de ler num acto de participar. De participar do quotidiano das personagens (que é o mesmo que dizer do quotidiano cabo-verdiano), das suas alegrias, do seu sofrimento, das suas desilusões e frustrações, dos seus silêncios, das suas esperanças. É como se, lendo, ouvíssemos o vento, as vozes, víssemos o jogo fisionómico da cada interveniente, sentíssemos o receio das sombras e o calor do Sol, caminhássemos, ríssemos e chorássemos com cada um deles. Ler Noite de Vento é passar da condição de leitor à de actor do filme que António Aurélio Gonçalves magistralmente desenrola nas páginas que iremos, gostosamente, desvendar.

    📕 1ª Edição.
    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Nas Nossas Ruas ao Anoitecer de Mário Claúdio

    Nas Nossas Ruas ao Anoitecer

    Mário Claúdio

    10,00 

    Nas Nossas Ruas ao Anoitecer de Mário Claúdio. Edições ASA. Porto, 2002, 54 págs. B.

    Antologia de Poesia sobre Lisboa com um pormenor de uma pintura de Carlos Botelho.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Castigo de D. João de Urbano Rodrigues

    Castigo de D. João

    Urbano Rodrigues

    15,00 

    Castigo de D. João de Urbano Rodrigues.
    Empresa Nacional da Publicidade. Lisboa, 1948, 326 págs. B.

    O D. João que se procura animar nestas páginas não é, vê-se logo, o D. João Tenório das bravias aventuras de amor celebradas em toda a espécie de obras literárias e musicais, desde as mais pobres às de maior altura, como são as de António Patricio e de Mozart. Não é o D. João de Maraña nem outro qualquer desses galanteadores de oficio, e perigosos espadachins, que espalharam o terror nas familias: é um D. João português, por isso mesmo sentimental em vez de libertino, valente mas não provocador, homem de coração sensível em lugar de cínico – por tudo, e em tudo, mais interessante.

    📕 1ª Edição

  • Eurotauromaquias de Álvaro Guerra

    Eurotauromaquias

    Álvaro Guerra

    7,50 

    Eurotauromaquias de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2001, 110 págs. B.

    «Regresso à tentação de comparar os riscos da escrita com os da tauromaquia. Mas não há comparação aceitável entre o perigo de vida e o perigo de morte. Por outro lado, é evidente que em nenhum ruedo ficará inscrita uma faena, ainda que seja a mais bela, contrariamente ao poema que a folha em branco acolherá. A memória compensará essa diferença essencial.

    📕 1ª Edição.

  • Olhos de Água de Alves Redol

    Olhos de Água

    Alves Redol

    30,00 

    Olhos de Água de Alves Redol.
    Centro Bibliográfico. Lisboa, s.d., 342 págs. B.

    «Olhos de Água» é o retrato duma pequena vila ribeirinha, múltipla nos seus aspectos, nas suas alegrias e nas suas tragédias, desenrolando-se diante de nós, numa pintura viva, salpicada duma ironia consciente, mas sempre real e humana, onde paira muitas vezes, o sopro duma sensibilidade de comovente lirismo que agiganta essa vilória a um plano de dramática universalidade”. Primeira edição.

    📕 1ª Edição.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Lima de Freitas

  • Poesia e Metafísica

    Poesia e Metafísica

    Eduardo Lourenço

    15,00 

    Poesia e Metafísica: Camões, Antero e Pessoa de Eduardo Lourenço.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1983, 261 págs. B.

    O que não somos como filósofos sê-lo-emos como poetas? Se assim é, ninguém como Camões, Antero e Pessoa teria ilustrado tão bela e convincentemente esta fatalidade cultural que nos faz preferir Orfeu à musa mais severa de Parménides. Acrescentemos à tríade abordada nestas páginas de há vinte anos o nome de Pascoaes e o panorama ficará completo. Que os leitores o façam por sua conta e risco.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843) de Vasco Graça Moura

    Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843)

    Vasco Graça Moura

    10,00 

    Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843) de Vasco Graça Moura.
    Campo das Letras. Porto, 1999, 32 págs. B.

    Livro de poesia publicado no seguimento do prefácio elaborado pelo autor a uma edição do Frei Luís de Sousa. Inclui fotografia a preto e branco de Ana Gaiaz.

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Prenúncio das Águas de Rosa Lobato Faria

    Prenúncio das Águas

    Rosa Lobato Faria

    7,00 

    Prenúncio das Águas de Rosa Lobato Faria.
    Edições ASA. Porto, 1999, 219 págs. E.

    “São raros os escritores que, como a autora de O Prenúncio das Águas, detêm uma extraordinária fluência discursiva aliada a uma poderosa imaginação criadora, “viciando” o leitor nos jogos da paixão, do ciúme e da vingança. Em fundo, um universo ficcional onde o fantástico e o real se entrelaçam. Como ponte entre ambos, a complexidade simbólica da água: fonte de vida, centro de amor, agente de morte. Canto do cisne de uma aldeia real e mítica, luz que brilhará para sempre no fundo das águas.” — Teresa Martins Marques, Mestre em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea, Docente e Investigadora Literária.”

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Colina de Cristal

    Colina de Cristal

    Baptista-Bastos

    7,50 

    Colina de Cristal de Baptista-Bastos.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1987, 212 págs. B.

    “Antigamente” – diz ele. Mas não o diz como se convocasse uma provisão de sentidos ou fizesse emergir uma submersa reserva de memória e de mitos. Diz: “Antigamente”, em voz suave, como se do ouvinte apenas solicitasse a recíproca tolerância

    📕 1ª Edição.

  • Sebastião José de Agustina Bessa-Luís

    Sebastião José

    Agustina Bessa-Luís

    20,00 

    “Alguém, não recordo o nome, disse-me que para escrever uma biografia se tinha rodeado de retratos daquela pessoa que ia chamar. Chamar, é o termo. É usado nas sessões espíritas para evocar a presença dos mortos. Quando queremos conhecer esse que já não é deste mundo e que deixou uma lenda na sua passagem, ou…

  • Viúvas de Vivos

    Viúvas de Vivos

    Joaquim Lagoeiro

    15,00 

    Viúvas de Vivos de Joaquim Lagoeiro.
    Guimarães & Cª Editores. Lisboa,  1947, 276 págs. B.

    Joaquim Henriques Pereira, de seu verdadeiro nome, nasceu e cresceu em terras de emigrantes e foi educado num seminário, factos que lhe influenciaram, naturalmente, a obra literária.

     

    Com Viúvas de Vivos, Madre Antiga e Milagre em São Bartolomeu, construiu o chamado «tríptico de Terra» sobre a emigração; com Os Fraldas, Corda Bamba, Almas Danadas e Santos Pecadores, contou a vida dos que a sociedade considera sub-homens; com Mosca na Vidraça, Manto Diáfano e As Castigadas, retrata a estada numa grande capital.

     

    Para Urbano Tavares Rodrigues, «em Madre Antiga mostra-nos o seu domínio da linguagem rural, a sua familiaridade com provérbios e sentenças, a sua capacidade para colorir a frase e confeccionar um diálogo vivo, lesto, com rompantes de violência, assomos picarescos e estos de sensibilidade.»

    📕 1ª Edição.

  • Últimos Versos de Eugénio de Castro

    Últimos Versos

    Eugénio de Castro

    20,00 

    Últimos Versos de Eugénio de Castro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1938, 87 págs. E.

    Primeira edição deste livro consagrado à memória de dois entes queridos, como o autor nos elucida na abertura: “No dia 29 de Junho de 1930, morreu minha adorada neta Zèzinha, e onze dias depois, a 10 de Julho do mesmo ano, morria a mãi dela, que era a minha também adorada filha Violante, Viscondessa das Mercês, pelo seu casamento. à puríssima memória de ambas consagro estes versos, que escrevi regando-os com as mais amargas lágrimas da minha vida”.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiroz

    Tragédia da Rua das Flores

    Eça de Queiroz

    15,00 

    Primeira edição deste até então desconhecido romance de Eça, de Queiroz. “Pronunciando-se sobre este romance que ficaria quase que eternamente esquecido na arca familiar, Eça dizia que era ‘o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje’ “, segundo palavras de João Medina no seu extenso e importante prefácio.

  • Toda a Terra de Ruy Belo

    Toda a Terra

    Ruy Belo

    30,00 

    Toda a Terra (1976) pode ser lido como uma síntese magistral do percurso de Ruy Belo na poesia portuguesa: aqui, estão manifestos os seus motivos recorrentes – o sentimento de exílio, o mar, a experiência religiosa – impressos em poemas longos, de grande fôlego, que percorrem uma biografia entre as geografias que organizam tematicamente o…