• Casos do Beco das Sardinheiras de Mário de Carvalho

    Casos do Beco das Sardinheiras

    Mário de Carvalho

    7,50 

    O Beco das Sardinheiras é um beco como outro qualquer, encafuado na parte velha de Lisboa. Uns dizem que é de Alfama, outros que é já da Mouraria e sustentam as suas opiniões com sólidos argumentos topográficos, abonados pela doutrina de olisiponenses egrégios. Eu, por mim, não me pronuncio. Tenho ideia de que ali é…

  • Big Easy, The

    Big Easy, The

    Clara Ferreira Alves

    7,50 

    The Big Easy de Clara Ferreira Alves de Clara Pinto Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 384 págs. B.

    THE BIG EASY:

    – Nome de gíria para New Orleans

    – Nome de um filme americano em que um jovem polícia de New Orleans alinhava em corrupções menores e era depois aliciado para corrupções cada vez maiores, sendo finalmente resgatado pela jovem polícia vinda de fora. mente popular nos alpendres americanos. Tem o seu expoente máximo nas marcas «Castro» e «Lay-Z-boy».

    – Definição perfeita para a América.

    – Título das crónicas de Clara Pinto Correia sobre os Estados Unidos da América, a que os americanos chamam simplesmente América.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Santa Isabel, Rainha de Portugal de J. L Brun

    Santa Isabel, Rainha de Portugal

    J. L Brun

    30,00 

    Ilustrado em extratexto nas folhas preliminares com reprodução de escultura, do túmulo primitivo e do túmulo de prata da Rainha Santa Isabel a preto e branco sobre papel couchê protegidas por folha de papel vegetal

  • Saias de Alfredo Cortez

    Saias

    Alfredo Cortez

    15,00 

    “Surgem em 1936 Tá-Mar, e, dois anos depois, Saias, ambas permitindo ao autor o alargamento do seu emblema linguístico-estilístico, que associa à linguagem directa gírias típicas de grupos sociais, como a dos pescadores da Nazaré em Tá-Mar, peça que lhe vale o prémio Gil Vicente atribuído pelo Secretariado da Propaganda Nacional, ou até dialectais, como…

  • Mulher Submissa de Sidónio Muralh

    Mulher Submissa

    Sidónio Muralha

    15,00 

    Mulher Submissa de Sidónio Muralha.
    Prelo Editora. Lisboa, 1975, 117 págs. B.

    Conjunto de ensaios, motivados pela polémica obra de Esther Villar, O Homem Subjugado

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cavalgada Cinzenta

    Cavalgada Cinzenta

    Fernando Namora

    10,00 

    Cavalgada Cinzenta de Fernando Namora.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1977, 296 págs. B.

    Para os apreciadores da boa literatura, eis mais uma obra de um dos maiores mestres das letras portuguesas desta século. Trata-se de Cavalgada Cinzenta, de Fernando Namora. Namora foi a Nova Iorque. O que nos conta neste livro singular são as marcas nele deixadas por outros homens e mulheres, outras verdades e mentiras, outras realidades e mitos: a América e a Inquietude.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Açafate de Canela de José Alberto Silva de Miranda Boavida

    Açafate de Canela

    José Alberto Silva de Miranda Boavida

    7,00 

    Açafate de Canela de José Alberto Silva de Miranda Boavida.
    Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento. Idanha-a-Nova, 1993, 58 págs. B.

    Em belas e encantadoras páginas da poesia portuguesa, Miranda Boavida espelha a nobreza dos seus sentimentos e o amor acrisolado que devota aos bens paisagísticos, culturais e espirituais da sua querida e inolvidável região raiana.
    ANTÓNIO SILVEIRA CATANA

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Vento e os Caminhos,, O

    Vento e os Caminhos,, O

    Domingos Monteiro

    10,00 

    O Vento e os Caminhos de Domingos Monteiro. Sociedade de Expansão Cultural. Braga, 1970, 173 págs. B.

    Quem lê Domingos Monteiro, entra em contacto com uma chama acesa que não mais se apagará na sua lembrança. As personagens que ele cria têm carne, sangue, nervos, e vivem ao nosso lado num clima de autenticidade, como se na realidade existissem. Tudo adquire calor humano ao hálito quente da sua pena privilegiada.

    Um extraordinário poder de observação, arte de narrar, expressão natural e comunicativa, concisão de um esboço rápido e exacto, e a capacidade de transitar de uma pauta fortemente dramática para uma suave entoação poética, são, em síntese, os traços característicos da sua personalidade de escritor, A. «Sec», ao apresentar o seu novo livro «O Vento e os Caminhos», transcreve o que, a propósito do anterior, diz João Gaspar Simões no Diário de Notícias em 10-9-970:

    Estamos diante de um dos melhores livros de Domingos Monteiro, florilégio de histórias realmente contadas com imprevisto e emoção, com toda essa gama de efeitos em que eram mestres os abencerragens da ficção mundial não hipotecada aos especuladores intelectuais.

    Quem estiver saudoso da arte de contar de um Camilo, de um Eça, de um Fialho, de uma Teixeira Gomes, de um Aquilino, lela A Vinha da Maldição». Na árida estepe da nossa ficção novíssimas esta ficção velhíssimas é como que uma miragem.»

    📝 Assinatura de posse.

  • Signo Sinal de Vergílio Ferreira

    Signo Sinal

    Vergílio Ferreira

    15,00 

    “E, com efeito, as obras recomeçaram. Outra vez os operários regressavam dos subsídios de desemprego e dos retroactivos salariais, o comércio reanimou, havia putas novas vindas de fora. E imediatamente pás, picaretas e escavadoras, os cilindros de terraplanagem, uma grande rede de trincheiras foi-se abrindo para os alicerces. Um homem desconhecido, vestido de bruto, botas…

  • 13 Contos de Sobressalto de Luísa Costa Gomes

    Treze Contos de Sobressalto

    Luísa Costa Gomes

    7,00 

    Ao dar à estampa este volume de treze contos cuidadosamente seleccionados, a Livraria Bertrand propõe atenção dos seus leitores um nome altamente prometedor no âmbito das coisas literarias. Poderiamos ir mais longe e dizer que, mais do que uma promessa, estamos perante uma realidade da literatura portuguesa. De facto, Luisa Costa Gomes é uma escritora…

  • Via Sinuosa, A

    Via Sinuosa, A

    Aquilino Ribeiro

    30,00 

    A Via Sinuosa de Aquilino Ribeiro.
    Livrarias Aillaud & Bertrand. Lisboa, s.d., 342 págs. E.

    Este é o primeiro romance de Aquilino Ribeiro, que nos introduz progressivamente na personagem de Libório Barradas, um alter ego do autor, aqui em plena adolescência, devidamente acompanhada pelas mudanças físicas, psicológicas e sociais próprias daqueles que se encontram nessa fase da sua vida.

    Um romance de crescimento marcado pela descoberta do amor e pelo despertar para a sexualidade de um Libório Barradas, que, pouco a pouco, vai soltando amarras para se aventurar na via sinuosa, que o mundo e a sua vontade própria, lhe propõem.

    📕 1ª Edição. [?]

  • Advinhas de Pedro e Inês

    Advinhas de Pedro e Inês

    Agustina Bessa Luís

    17,50 

    Advinhas de Pedro e Inês de Agustina Bessa Luís.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1983, 239 págs. B.

    A história de Pedro e Inês recebe aqui um tratamento a situá-la na sua figura própria, que é o carácter da pessoa. A verdade é um estado de fé. Descobrir nos arquivos os sinais dos acontecimentos é menos importante do que descobrir a maturidade do tempo em que os acontecimentos se deram e, por conseguinte, a verdade.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • A Terceira Rosa de Manuel Alegre

    Terceira Rosa, A

    Manuel Alegre

    7,50 

    «Sabia que aquela fraternidade não iria durar sem- pre, a comunhão entre todos iria em breve dar lugar às naturais divisões ideológicas e políticas, à festa sucederiam as tensões, os confrontos, talvez a inevitável frustração»

  • Quatro Paredes Nuas de Augusto Abelaira

    Quatro Paredes Nuas

    Augusto Abelaira

    10,00 

    Quatro Paredes Nuas de Augusto Abelaira.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1972, 202 págs. B.

    Único livro de contos de Augusto Abelaira, Quatro Paredes Nuas, ilustra a reiterada afirmação de Abelaira segundo a qual um autor escreve sempre o mesmo romance.

     

    As sete narrativas aqui reunidas fazem eco dos seus livros anteriores, não só pela repetição do nome de personagens e de alguns motivos, como por terem com eles uma clara afinidade temática e de estilo de escrita.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    As sete narrativas aqui reunidas fazem eco dos seus livros anteriores, não só pela repetição do nome de personagens e de alguns motivos, como por terem com eles uma clara afinidade temática e de estilo de escrita.

  • Morrer Devagar de José Martins Garcia

    Morrer Devagar

    José Martins Garcia

    7,00 

    Morrer Devagar de José Martins Garcia.
    Editora Arcádia. Lisboa, 1979, 142 págs. B.

    «Morrer Devagar é um livro de bolinha vermelha para pessoas mais sensíveis ou rabugentas e que já tenham perdido a memória ou para quem não aprecie a ironia, o eufemismo e o sarcasmo. E pecado mortal para beatas de sacristia pequena. Há alguma crueldade na visão da realidade que enforma este livro, há, naturalmente, um fundo real que dá motivo a cada conto, algumas pessoas da ilha ainda poderão fazer leituras de aproximação à matéria narrada, mas a universalidade do viver isolado e ignorante, a valorização do sofrimento sem grande expectativa de se viver dignamente, a ganância e o estratagema, nem que seja com almas do outro mundo, e a penúria, o escárnio e o maldizer a que as pessoas são sujeitas e sujeitam as outras, as crendices e os fanatismos vários, a emigração de sempre, o amor, as infidelidades, a vida airada e os esquentamentos, as cenas de pancadaria com que acabavam todas as festas, o aproveitamento das fraquezas alheias, tirando a já extinta guerra colonial, tudo é picaroto, açoriano, português, universal, actual e as personagens as representantes escolhidas da humanidade que se manifestava na época a que a narrativa se reporta.

    É a condição humana observada pela acutilante crítica de JMG levada ao extremo de um e em um lugar pequeno, uma freguesia rural semi-analfabeta de muitas visões e perspectivas, marcada por certa decadência e de um espírito retrógrado, tanto religioso como social, em que os valores se medem ao ritmo dos desatinos das personagens.»

    Manuel Tomás (José Martins Garcia, O Mito e a Realidade, primeiras palavras para a presente edição de Morrer Devagar).

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Lobo Guerrilheiro

    Lobo Guerrilheiro

    Bento da Cruz

    7,50 

    Lobo Guerrilheiro de Bento da Cruz.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1992, 338 págs. B.

    Entre amores desenfreados, intrigas familiares, contrabandistas e guerrilheiros, paisagens quase virgens e um minucioso enquadramento político-social, decorre a vida de André Lobo, nascido no Barroso e filho de lavradores.

    Se o acaso, de uma primeira paixão, o levou a ingressar na Guarda Fiscal, também o acaso, de uma segunda paixão, o deixou espantado com o inesperado fim. É ainda o acaso que o leva a apaixonar-se perdidamente por Consuelo, uma belíssima guerrilheira antifranquista, que alterou o rumo de sua vida.

    Ao mesmo tempo que somos confrontados com a realidade barrosã, com os problemas da Guerra Civil de Espanha e seus reflexos, somos levados a mergulhar numa intensa paixão, que dá ao amor a característica de um estado de leveza.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.