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  • Madrugada de Fernando Caldeira

    Madrugada, A

    Fernando Caldeira

    10,00 

    Advogado, governador civil de Aveiro, deputado em várias legislaturas, jornalista, pintor e músico amador, escreveu comédias de um suave lirismo, atento à poesia do quotidiano, em que ressoam os últimos ecos do romantismo e que beneficiaram da interpretação dos melhores comediantes do seu tempo, de Lucinda Simões e Rosa Damasceno a Brasão, Ferreiro da Silva, João e Augusto Rosa.

  • Madona de Natália Correia

    Madona

    Natália Correia

    20,00 

    “… A dialéctica da emancipação da mulher tem neste romance um dos seus mais vivos e vigorosos testemunhos. Natália Correia acompanha, passo a passo, a vida da mulher que, desenraizada da sua ancestralidade feudal, procura àvidamente o direito a uma existência própria, à possessão de um destino pessoal que lhe foi milenariamente sonegado…”

  • Anjo MudoAnjo Mudo

    Anjo Mudo

    Al Berto

    15,00 

    Anjo Mudo de Al Berto.
    Contexto Editora. Lisboa, 1993, 111 págs. Mole.

    O Anjo Mudo reúne quase todos os textos do autor publicados em revistas, catálogos de exposições de pintura e de fotografia, e ainda alguns inéditos – assim como uma boa parte dos textos que foram lidos em público e agora, pela primeira vez, se publicam.

    O arrumo dos textos não teve em conta nenhuma cronologia; e, nalguns casos, não surgem aqui no grupo a que inicialmente pertenciam.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Todos os Nomes de José Saramago

    Todos os Nomes

    José Saramago

    15,00 

    O protagonista é um homem de meia-idade, funcionário inferior do Arquivo do Registo Civil. Este funcionário cultiva a pequena mania de colecionar notícias de jornais e revistas sobre gente célebre. Um dia reconhece a falta, nas suas coleções, de informações exatas sobre o nascimento (data, naturalidade, nome dos pais, etc.) dessas pessoas. Dedica-se portanto a copiar os respetivos dados das fichas que se encontram no arquivo. Casualmente, a ficha de uma pessoa comum (uma mulher) mistura-se com outras que está copiando. O súbito contraste entre o que é conhecido e o que é desconhecido faz surgir nele a necessidade de conhecer a vida dessa mulher. Começa assim uma busca, a procura do outro.

  • ONDE A NOITE SE ACABA DE JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS

    Onde a Noite se Acaba

    José Rodrigues Miguéis

    15,00 

    ONDE A NOITE SE ACABA DE JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959. 279 págs. B.

    Colectânea de contos e novelas de José Rodrigues Miguéis, escritor de Lisboa expatriado nos Estados Unidos desde 1935, reunindo personagens de origens diversas, europeias, americanas e asiáticas, que se cruzam nos momentos em que forças opostas decidem o destino dos indivíduos, das famílias e dos povos. O conjunto retoma uma tradição da prosa portuguesa de representação da vida em vários pontos do mundo, desenvolvida numa escrita de grande densidade lírica e mordacidade social.

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição Portuguesa (2ª edição revista; 1ª edição: Rio de Janeiro, 1946)
    📝 Assinatura de posse.
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  • História de Portugal em Verso

    História de Portugal em Verso

    Jaime Lúcio

    10,00 

    História de Portugal em Verso de Jaime Lúcio.
    Oficina de «O Riomaiorense». Rio Mario, 1968, 184 págs. B.

    Jaime Lúcio é um poeta, cuja inspiração não cansa. O verso vive-lhe na alma, corre-lhe no sangue, e os livros dão-nos, com brilho, o testemunho dessa actividade.

    A trova popular, tão curiosa e difícil, lá está com seus conceitos, com sua ironia, com sua crítica de costumes e, em todas, o poeta se revela, nesta difícil modalidade.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Estudos da Edad Media: Philosophia da Litteratura de Theophilo Braga.Estudos de Edad Media 2.38 35295f22

    Estudos da Edad Media: Philosophia da Litteratura

    Theophilo Braga.

    30,00 

    Estudos da Edad Media: Philosophia da Litteratura de Theophilo Braga.
    Livraria Internacional. Porto, 1870, 329 págs. Dura.

    Na philosophia da litteratura da Edade Media, predomina a seguinte lei historica: Entre as tradições classicas, propagadas com o uso exclusivo do latim das escholas, e a elaboração das linguas naciones para exprimirem as paixões e necessidades da vida moderna, deu-se uma lucta contínua, continuada até ao se-culo XIX entre as fórmas de arte das Academias e o sentimento do Romantismo. Eis a lei que investigamos n’este livro, estudando a origem da maior parte das lendas seculares da Europa.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dinossauro Excelentíssimo de José Cardoso PiresDinossauro Excelentíssimo de José Cardoso Pires (1)

    Dinossauro Excelentíssimo

    José Cardoso Pires

    40,00 

    Primeira das muitas edições que desta obra em poucos meses se publicaram. Trata-se de uma magnífica sátira à figura do Dr. Oliveira Salazar. As ilustrações de Abel Manta, a cores, são impressas em folhas à parte.
    Irónicamente, um dos livros que abertamente, versa sobre a censura e o regime, escapa à malha desta, devido a um episódio na Assembleia Nacional, onde numa discussão sobre a liberdade de imprensa, é dado como exemplo. Obviamente que a partir daí já não seria possível à censura retirar o livro das livrarias nem a PIDE poderia perseguir o seu autor.

  • Diabo em Casa, O

    Diabo em Casa, O

    Ramada Curto

    10,00 

    Diabo em Casa de Ramada Curto.
    J. Rodrigues & Cª Editores. Lisboa, 1931, 220 págs. B.

    Um salão mobilado com elegância e luxo ao gosto do encenador. Entradas á D. e E. nos dois planos. Todo o fundo envidraçado deita para o jardim, de grandes arvores. Scenario disposto com a maior perspectiva para poder ser iluminado a luzes diferentes. Detalhes essenciaes; a qualquer lado da scena um cacheirão de bric-a-brac peça de museu, com almofada de damasco por fundo Um piano a três quartos á D. alta, coberto com colxas antigas. Dois radiadores electricos.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Madrugada Suja de Miguel Sousa Tavares

    Madrugada Suja

    Miguel Sousa Tavares

    7,50 

    Madrugada Suja de Miguel Sousa Tavares.
    Clube do Autor. Lisboa, 2013, 351 págs. B.

    No princípio, há uma madrugada suja: uma noite de álcool de estudantes que acaba num pesadelo que persegue os seus protagonistas durante anos.
    Depois, há uma aldeia do interior alentejano que se vai despovoando aos poucos, até restar apenas um avô e um neto. Filipe, o neto, parte para o mundo sem esquecer a sua aldeia e tudo o que lá aprendeu.
    As circunstâncias do seu trabalho num pequeno município do litoral levam-no a tropeçar num caso de corrupção política, que vai da base até ao topo. Ele enreda-se na trama, ao mesmo tempo que esta se confunde com o seu passado esquecido, por força da intervenção de uma jovem magistrada de instrução criminal.
    Intercaladamente, e através de várias vozes narrativas, seguimos o destino dessa aldeia e, em simultâneo, o dos protagonistas daquela madrugada suja.
    Até que o final do dia e o raio verde venham pôr em ordem o caos aparente.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • El-Rei Sebastião

    El-Rei Sebastião

    José Régio

    25,00 

    El-Rei Sebastião de José Régio.
    Atlântida. Lisboa, 1949, 189 págs. B.

    A cena representa uma antecâmara nos paços onde habita El-Rei Sebastião. É noite; e só a luz fosca do luar entra por uma janela de balcão aberta ao fundo. Esta janela está escancarada para o céu. Não se vê a lua. No rectângulo da luz esbranquiçada, fria, que entra pela janela e dá na alcatifa do chão, dois vultos se recortam em silhueta: Estão um de cada lado da janela, quase voltando costas ao público, em atitude de quem ficou transido a ouvir. Toda a restante cena abafada em penumbra.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Rumo (Prosa e Poesia)

    Rumo (Prosa e Poesia)

    Dário Bastos

    7,50 

    Rumo (Prosa e Poesia) de Dário Bastos.
    Tipografia Imprensa Social. Porto, 1982, 102 págs. B.

    Dario Bastos, que se estreou com a colectânea de poemas Musa Itinerante e, mais tarde, publicou Humildade e Presunção, em prosa, apresenta agora um novo livro: Realidades e Fantasias. Trata-se de um conjunto de contos leves, inspirados em observações do quotidiano, recolhidas ao longo das suas viagens pelo país enquanto caixeiro-viajante. Essa experiência permitiu-lhe captar, com olhar atento, aspectos reais da sociedade portuguesa.

    As histórias reunidas em Realidades e Fantasias têm por base acontecimentos autênticos. Com simplicidade e clareza, o autor retrata o dia-a-dia de quem luta pelo sustento e denuncia a dura realidade de muitos trabalhadores, vítimas do egoísmo humano.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Feira de Cantigas

    Feira de Cantigas

    Denis de Riba-Douro

    15,00 

    Feira de Cantigas de Denis de Riba-Douro.
    Tipografia da Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1932[?]., 121 págs. B.

    Livro de estreia dado à imprensa sob o pseudónimo Denis de Riba-Douro, com prefácio de Júlio Dantas: “[…] Em quasi todas as composições desta pequena colectânea há originalidade de conceito, expontaneidade de sentimento, graça simples de expressão, por vezes imprevista, e êsse apurado gôsto, êsse delicado toque, êsse sentido da miniatura, que revelam a mão de uma mulher. Ou eu me engano muito, ou Denís de Rida-Douro será «alguém» na poesia portuguesa.” Denis de Riba-Douro é o pseudónimo literário da poetisa portuense Ilda d’Arriaga Correia Leite. Poemas datados na Aguda [Figueiró dos Vinhos], Ventozelo [Mogadouro] e Portelo [Montalegre] entre 1928 e 1930.

    📝 Assinatura de posse a lápis.
    Obra impressa ao contrário.

  • Benilde ou a Virgem-Mãe de José Régio

    Benilde ou a Virgem-Mãe

    José Régio

    20,00 

    Benilde ou a Virgem Mãe é uma das obras nucleares na produção dramatúrgica de José Régio.

    Esta peça de teatro causou grande escândalo na altura da sua primeira encenação, tendo gerando paixões entre os que a criticavam e a aplaudiam.

    A crítica, por sua vez, recebeu calorosamente esta obra, tendo mesmo Jorge de Sena considerado que neste tipo de literatura estava o que de melhor José Régio fazia.

  • Invocação ao Meu Corpo

    Invocação ao Meu Corpo

    Vergílio Ferreira

    20,00 

    Invocação ao Meu Corpo de Vergílio Ferreira.
    Portugália Editora. Lisboa, 1969, 406 págs. B.

    “É enorme a distância do interrogar-me sobre o que me envolve – as estrelas que me fitam, a terra que adormece e em que me firmo – à luz que irrompe de mim, fulgurante, absoluta. (…) Mas que a esse facho o voltes contra ti, que o teu olhar se oriente não para onde se orienta a tua luz e sim para a própria luz que jorra de ti – e o teu espanto raiará à loucura.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    “Mesmo o fulgor do que acontece no tempo e salta para além dele, uma música de outrora, mistério das coisas simples, vêm ter comigo e é na dimensão última de mim que tudo isso se revela e tem razão.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    “É o fim da vida e do mundo, meu corpo, é a hora de e recolher a ti, à tua divina humildade, é a hora de te agradecer. Torrente de alegrias, de sofrimentos, de espantos – meus olhos, minhas mãos… Vi a terra e a luz, os bichos e as flores, tive nas mãos as pedras, a lama, o suave corpo da mulher. E como Deus, após a criação, vi que tudo era bom.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Contra-Corrente 3 (1980-1981)

    Contra-Corrente 3 (1980-1981)

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Contra-Corrente 3 (1980-1981) de Vergílio Ferreira.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1983, 452 págs. B

    Os diários de Conta-Corrente constituem um dos documentos mais impressionantes da vida cultural dos anos setenta e oitenta (cobrindo os anos de 1969 a 1992), com especial destaque para os anos da resistência e os da revolução. A importância documental e literária deve-se quer à qualidade dos textos do autor, quer à natureza das suas confissões, reflexões e revelações — sendo uma extraordinária fonte de dados para o conhecimento da vida e história portuguesas desses anos.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.