• Camilo Castelo Branco: Cardiologia Sentimental de António Costa Gil de Sousa Prates

    Camilo Castelo Branco: Cardiologista Sentimental

    António Costa Gil de Sousa Prates

    7,00 

    Camilo Castelo Branco: Cardiologista Sentimental de António Costa Gil de Sousa Prates.
    Tipografia Central. Vila Nova de Famalicão, 2007, 93 págs. B.

    De entre todos os órgãos do corpo humano foi certamente o coração aquele que, desde a mais remota antiguidade, maior riqueza de significados simbólicos à linguagem literária ofereceu na expressão dos sentimentos reais ou fictícios do homem. Para não falar dos Egípcios e das culturas hindus, basta recordar que na Bíblia, tanto no Antigo como no Novo Testamento, o coração surge como sede da vida intelectual, afectiva e moral. Para os Gregos, Platão, no século V a.C., nele localiza a inteligência, enquanto, no século seguinte, com Erasístrato, o coração converte-se no órgão do amor.

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  • Julgamento Sumário

    Julgamento Sumário

    Francisco Alves da Costa

    7,50 

    Julgamento Sumário de Francisco Alves da Costa.
    Editorial Minerva. Coimbra, 1956, 60 págs. B.

    «É noite. Eu vou, sòzinho, olhando o firmamento E prestando atenção às ondas agitadas, Enquanto o vendaval, que sopra nas ramadas, Passa com rapidez e morre num lamento.»

    📕 1ª Edição.
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  • Placeholder

    Deuses Voltaram

    Joaquim Leitão

    15,00 

    Escritor académico, contista, historiógrafo e jornalista monárquico, estreou-se em 1895 com um livrinho em prosa e verso: Treno da Miséria. Publicou uma vasta obra em que, além de numerosas monografias, se incluem os livros de contos Cabeça a Prémio (1917), Corpos e Almas (1923), O Amor na Renascença (1940), Os Deuses Voltaram (1943); as novelas…

  • D. Francisco Manuel

    D. Francisco Manuel

    Rui Chianca

    10,00 

    D. Francisco Manuel de Rui Chianca
    Livraria Clássica. Lisboa, 1914, 184 págs. E.

    Ainda que muito até hoje se haja escripto – n’estes últimos tempos – sobre a longa cadeia de martyrios que foi a vida de D. Francisco Manuel, não me parece desarrazoado lembra-la n’um rápido esboço para que a saibam como devem todos aquelles portuguezes quea não conheçam e a recordem como merce os que já n’ella encontraram a tranquila tristeza que nos vem da leitura de velhas máguas alheias.

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  • Actualidade das Missões

    Actualidade das Missões

    Adriano Moreira

    5,00 

    Actualidade das Missões de Adriano Moreira.
    Bertrand. Lisboa, 1961, 23 págs. B.

    Discurso proferido pelo Prof. Adriano Moreira, Subsecretario de Estado da Administração Ultramarina, no dia 22 de Outubro de 1960, na Sessão de Encerramento dos “Dias de Estudos Missionários”

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  • Histórias Castelhanas

    Histórias Castelhanas

    Domingos Monteiro

    10,00 

    História Castelhanas de Domingos Monteiro.
    Sociedade de Expansão Cultural. Lisboa, 1955, 179 págs. B.

    O dom natural de contar histórias, a noção do ritmo, a sábia preparação do clímax, a possibilidade de criar um espaço imaginário em que o real se apresenta, simultaneamente, mo mais patente e no mais simbólico, são porventura, as características que definem, imediatamente a arte de Domingos Monteiro. António Quadros As Histórias Castelhanas constituem uma obra ímpar na história literária do seu autor e, também, na história da novelística portuguesa

    📕 1ª Edição.
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  • Fragmentos de Silêncios de António Alves SearaFragmentos de Silêncios de António Alves Seara

    Fragmentos de Silêncios

    António Alves Seara

    5,00 

    “Com raizes profundadas, teluricamente, num cerro alcandorado do Alentejo alto, este Fragmentos de Silêncios, quais voos planados de altaneiro gavião, ao sabor de um soão escaldante de inspiração, como que se transformam, por força de algum milagre, em voos descansados de gaivota, ao sabor da travessia da que, na planície penicheira, ensaia bailados de algas…