Sino da Montanha: Cadernos de um Escritor de Fernando Namora. Publicações Europa-América. Mem Martins, 1968, 297 págs. E.
Uma nova faceta do grande escritor é-nos revelada nesta obra. Aqui, Namora assume a personalidade literária do autor que se confessa, que discute consigo próprio e com os outros, enquanto nos vai retratando gentes e terras com a independência, a honestidade e a mestria que caracterizam toda a sua obra. Um livro que lhe permitirá saborear momentos únicos da melhor literatura portuguesa.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Podem Charmar-me Euridice de Orlando da Costa. Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 232 págs. Dura.
PODEM CHAMAR-ME EURIDICE é uma história de amor, que se desenrola num melo universitário de Lisboa, anos atrás (O. da C. tem 35 anos e formou-se aos 24), num tempo de juventude, que tem subjacente como que a vocação imperiosa para o cumprimento de ideais de solidariedade humana e de lutas generosas. No entanto, o que neste livro nos absorve e nos transporta, é o drama de Cândida, essa moderna Eurídice subjugada à sua grande e trágica paixão amorosa, que nos é revelada pelo autor num pungente reverso do mito de Orfeu.
📕 1ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Paternidade de Domingos Monteiro.
Edição Inquérito. Lisboa, s.d., 117 págs. B.
Domingos Monteiro (1903-1980), natural de Barqueiros, estudou em Vila Real e licenciou-se em Direito em Lisboa. Foi advogado, defensor de opositores ao regime, fundador do Partido da Renovação Democrática e do Diário Liberal. Contudo, destacou-se como escritor, jornalista e editor. Autor de poesia, ensaio, crítica, teatro e sobretudo novela, publicou mais de quinze títulos. Reconhecido e premiado, foi traduzido em várias línguas e eleito para academias literárias.
📕 1ª Edição. 👨🏻🎨 Ilustrações de Júlio Gil ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
PEDAÇOS DE VIDA DE DÁRIO BASTOS Imprensa Social. Porto, 1980. 172 págs. B.
Colectânea de Dário Bastos (1903-2001), poeta e contista nascido na Póvoa de Lanhoso que publicou desde 1960 uma obra extensa e contínua. “Pedaços de Vida” insere-se no conjunto de títulos com que o autor foi documentando, ao longo das décadas, uma visão poética e humana do quotidiano.
────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 295g
──────────────────
Um Sino na Montanha: Cadernos de um Escritor de Fernando Namora. Publicações Europa-América. Mem Martins, 1968, 297 págs. B.
Uma nova faceta do grande escritor é-nos revelada nesta obra. Aqui, Namora assume a personalidade literária do autor que se confessa, que discute consigo próprio e com os outros, enquanto nos vai retratando gentes e terras com a independência, a honestidade e a mestria que caracterizam toda a sua obra. Um livro que lhe permitirá saborear momentos únicos da melhor literatura portuguesa.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Um Interminável Movimento de Ruy Santos.
Saturno. Santarém, 1963, 57 págs. B.
“Uma expressão de revolta, entenda-se, não compreende, nem poderia certamente compreender, uma subordinação quase total a imposições formais totalmente ultrapassadas e insusceptíveis, portanto, de ganharem uma dimensão compatível com as exigências contemporâneas”
“Inconformista, extremamente sincero, com a bem fecunda solidez de uma posição anti-convencionalista. Ruy Santos é ideològicamente um poeta moderno”
📕 1ª Edição. ✍🏻 Edição autografada pelo autor. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Consciência de Ramada Curto. Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1939, 221 págs. B.
O titulo desta peça «Consciência é cheio de responsabilidades. Trata-se duma palavra grave – e grave no sentido psicológico, não apenas no gramatical. «Consciências é, além disso, um belo título de cartaz. Os homens têm a vaidade de se supor os únicos seres da Criação possuidores da capacidade de julgar os seus actos próprios e os dos outros, segundo critérios normativos de bem e de mal, de justo e de injusto. Não sei se serão os homens os únicos seres dotados dessa faculdade, porque nunca fui outra coisa cá neste mundo senão homem e não tenho conseguido trocar impressões que valham para resolver o problema senão com seres da minha espécie.
A Chave de Salomão de José Rodrigues dos Santos.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2014, 622 págs. B.
O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.
The Key: Tomás Noronha
A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.
Ou morrer a tentar.
Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.
Será que a alma existe?
O que acontece quando morremos?
O que é a realidade?
Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Tempo nas Palavras: Chronicas e Outros Escriptos de Circunstância de António Alçada Baptista
Moraes Editores. Lisboa, 1973, 234 págs. B.
Desde 1970 que António Alçada Baptista escreve crónicas com uma certa regularidade. Anteriormente escrevia artigos em que tentava aproximar-se de coisas profundas, como era típico da adolescência do seu tempo, e que estavam de acordo com aquilo que, então, era considerado “cultura”. Mas a verdade é que não era fácil sentir a leveza do mundo num país sem liberdade e numa cabeça cheia de inquietações. Foi através das crónicas que Alçada Baptista encontrou o seu estilo, que hoje achamos tão característico da sua pessoa: a crónica representou a maneira mais natural de se comunicar com o resto do mundo, desdramatizada, simples e eficaz. O autor conseguiu aliar uma visão muito suis generis do mundo com a maneira de comunicar mais funcional para o exprimir. O resultado são mais de trinta anos de crónicas em texto fluído, natural e dotado de uma ironia muito peculiar, e de romances que não representam excepção à regra. Este livro resulta numa colectânea, que podemos considerar como uma breve amostragem do cronista, das crónicas escritas para o jornal A Capital desde 14 de Março de 1972 até 23 de Abril de1974, dois dias antes da Revolução dos Cravos. Anteriormente publicada pela Morais, O Tempo nas Palavras e Outras Crónicas hoje com a chancela da Presença, encontra-se numa edição revista e aumentada, de modo a que revele o seu verdadeiro espírito de testemunho crítico de uma época conturbada e de falsa liberdade, ainda tão recente na História do nosso país.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Gente Feliz com Lágrimas de João de Melo. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1988, 486 págs. B.
Uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas. Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Che de Manuel Alegre.
Editorial Caminho. Lisboa, 1997, 42 págs. B. Il.
Poema de Che. Talvez um dia ele volte o general dos pobres / talvez um dia ele volte a Ñancahuazú / pouco importa se bem ou mal escolhido mas um lugar do espírito / outro lado da alma e a busca de um sentido / rumor de escrita / à luz de uma fogueira onde cintilam armas / […]
Eterno Efémero de Urbano Tavares Rodrigues. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2005, 140 págs. B.
Visitação de uma vida escondida, que existe na tranquila, burguesa cidade de Lisboa, um inquérito à volta de um crime, romance psicológico e romance policial, com mistérios por esclarecer e com janelas abertas para o mundo da pobreza e da violência, de ocultas e expostas dores em que vivemos, O Eterno Efémero é um dos livros mais envolventes de Urbano Tavares Rodrigues, em que se misturam o conhecimento dos abismos humanos, um erotismo aberto ou dissimulado, o amor que se procura, se recusa ou se desdenha. Tudo isto na escrita plástica, rica, sensual e por vezes poética de Urbano Tavares Rodrigues.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Fogo Preso de Miguel Torga. Coimbra Editora. Coimbra, 1976, 131 págs. B.
Páginas de circunstância, realmente, datadas como nenhumas outras no tempo e na motivação. Redigidas no ardor da refrega, sem premeditação e sem vagar, à queima-roupa, pergunto a mim mesmo que frémito poderão guardar ainda dessas horas de protesto. Em que medida serão capazes de mostrar convincentemente à curiosidade vindoira a experiência trágica que as motivou. A via dolorosa de um povo inteiro, sucessivamente traído com o mais cínico desprezo ou o mais demagógico impudor, a que só alguns, de longe em longe, por especial benevolência ou táctica do opressor — e debaixo do seu olhar vigilante — davam expressão indignada e dorida, multiplicada a medo pelo arrebatamento catártico ou mimético dos restantes”. Capítulos importantes para a história da Revolução do 25 de Abril, para a bibliografia transmontana, Eça de Queirós e Teixeira de Pascoaes.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Príncipes de Portugal: suas grandezas e misérias de Aquilino Ribeiro.
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 208 págs. B.
“(…) Sempre contra o salazarismo, Aquilino Ribeiro percorreu o calvário que pesou sobre os intelectuais e outros adversários do regime. A sua colaboração regular nos jornais O Século, Jornal do Comércio, República e, por vezes, Diário de Lisboa foi sujeita a cortes e interdições da censura. Teve livros proibidos, foi atacado e insultado de forma ignóbil — sem poder defender-se — na então chamada Assembleia Nacional quando publicou Príncipes de Portugal – Suas Grandezas e Misérias (1953). Mas de todos os casos, o de maior gravidade e repercussão decorreu com o romance Quando os Lobos Uivam (1958), desmontagem da prepotência e arbítrio dos Tribunais Plenários, nos quais os magistrados de duas mães colaboravam, directamente, com uma PIDE (…) ”. – Aquilino e Salazar , por António Valdemar, em Público .
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 👨🏻🎨 Ilustrações de Lima de Freitas
Fogo e as Cinzas de Manuel da Fonseca.
Gleba. Lisboa, s.d., 161 págs. B.
O Fogo e as Cinzas, publicado em 1951, é um dos mais significativos livros de contos da moderna literatura portuguesa, onde a arte de Manuel da Fonseca atinge a perfeita maturidade, revelando-se então um escritor de tendência regionalista e de funda preocupação humana, que retrata a vida pobre dos trabalhadores rurais das planícies alentejanas, dando especial realce à sua luta contra a injustiça. Os contos são acerca de um Alentejo dos anos 40 e 50, rústico e em decomposição. Eles nos falam das gentes de uma terra maravilhosa mas pobre: esse Alentejo de há muitas décadas, que assistia aos primeiros passos de um progresso lento.
Para proporcionarmos a melhor experiência possível, utilizamos tecnologias como cookies para armazenar e aceder a informações do dispositivo. O consentimento permite-nos processar dados como o comportamento de navegação ou identificadores únicos neste sítio. Não consentir, ou retirar o consentimento, pode afectar negativamente certas funcionalidades.
Funcional
Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o fim legítimo de permitir a utilização de um serviço expressamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para o fim exclusivo de efectuar a transmissão de uma comunicação numa rede de comunicações electrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenamento de preferências não solicitadas pelo assinante ou utilizador.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico utilizado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, sem a colaboração voluntária do seu fornecedor de serviços de Internet, ou sem registos adicionais de terceiros, a informação armazenada ou recuperada apenas para este fim não permite, em geral, identificá-lo.O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte do seu Fornecedor de Serviços de Internet ou registos adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico necessário para criar perfis de utilizador, enviar publicidade ou rastrear o utilizador num ou em vários sítios para fins de marketing.