História da Arte de J. Pijoan Publicações Alfa. Lisboa, 1972, 10 vols. E. Il.
Publicação de grande divulgação na sua época preserva, ainda hoje, um grande manancial de informação veiculada de forma directa e pedagógica com recurso, não só a uma linguagem acessível mas, também, aos milhares de imagens ilustrativas dos diversos períodos que compões a história da arte mundial.
Hermenêutica Contemporânea de Josef Bleicher
Edições 70. Lisboa, 1992, 383 págs. B. Colecção: O Saber da Filosofia | 30
A presente obra visa, dar uma panorâmica das principais tendências do Pensamento Hermenêutico contemporâneo. Como tal, não se debruça basicamente sobre a relevância da Hermenêutica em qualquer campo de estudo particular – apesar de alguns destes aspectos serem abordados, sobretudo em relação à sociologia. Inclui uma série de textos de Emílio Betti, Jürgen Habermas, Hans-Georg Gadamer e Paul Ricoeur, a fim de dar ao leitor um conhecimento em primeira mão do conteúdo da hermenêutica e dos debates do seu seio, apresentando as três principais correntes da hermenêutica contemporânea – hermenêutica como exegese textual, hermenêutica filosófica e hermenêutica crítica.
Harry Potter e o Cálice de Fogo de J. K. Rowling Editorial Presença. Lisboa, 2000, 591 págs. B.
Harry Potter nem quer acreditar na sua sorte! Afinal não vai ter de aturar os Dursleys até ao início do seu quarto ano em Hogwarts. Graças à taça Mundial de Quidditch vai passar os últimos quinze dias de férias na companhia dos Weasleys e do seu amigo Ron. Mas a verdade é que nem tudo vai correr pelo melhor para o nosso herói. Quando Harry começa a sentir a sua cicatriz a doer terrivelmente, sabe que Lord Voldemort está de novo a rondá-lo e a ganhar poder. A marca da morte, que apareceu no céu, não pode significar outra coisa…Entretanto, este é um ano muito especial para Hogwarts, pois é lá que se irá realizar o célebre Torneio dos Três Feiticeiros, no qual Harry vai desempenhar um papel decisivo e que quase lhe irá custar a vida!! Pela segunda vez, Potter vê-se frente a frente com Voldemort, e ele sabe que o maior desejo do poderoso senhor das trevas é vê-lo morto…
Guerras no Tempo da Reconquista (1128-1249) de Maria Cristina Pimenta Quidnovi. Matosinhos, 2006, 125 págs. E. Colecção: Batalhas da História de Portugal | 1
A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.
Guerras Liberais: Vilafrancada, Abrilada e Cerco do Porto (1820-1834) de António Ventura Quidnovi. Matosinhos, 2006, 127 págs. E. Colecção: Batalhas da História de Portugal | 15
A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.
Guerras Fernandinas (1369-1371; 1372-1373; 1381-1382) de Armando Martins Quidnovi. Matosinhos, 2006, 125 págs. E. Colecção: Batalhas da História de Portugal | 3
A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.
Guerra das Laranjas: Campanha do Alentejo (1801) de António Ventura Quidnovi. Matosinhos, 2006, 127 págs. E. Colecção: Batalhas da História de Portugal | 12
A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.
Guerra de África: Guiné (1963-1974) de Fernando Policarpo Quidnovi. Matosinhos, 2006, 143 págs. E. Colecção: Batalhas da História de Portugal | 21
A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.
Grande Guerra: Angola, Moçambique e Flandres (1914-18) de Aniceto Afonso Quidnovi. Matosinhos, 2006, 125 págs. E. Colecção: Batalhas da História de Portugal | 18
A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.
Filhos e Amantes de D. H. Lawrence Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 364 págs. E.
Filhos e Amantes é considerado o primeiro retrato moderno de um fenómeno que, graças a Freud, passou a ser facilmente reconhecido como Complexo de Édipo. Nunca um filho tinha tido um amor tão absoluto e incondicional pela sua mãe, identificando-se totalmente com ela na forma de pensar, e ao mesmo tempo um ódio tão grande pelo seu pai como Paul Morel, o protagonista mais novo deste romance. Nunca excepto, talvez, o próprio Lawrence. Revestido de um carácter autobiográfico, e dotado de uma profundidade psicológica nunca antes vista, Filhos e Amantes reproduz as divergências, os conflitos e as crises conjugais por que passaram os pais de Lawrence – um mineiro e uma mulher de grandes ambições -, retratando uma família que sofre os efeitos de um casamento disfuncional, e as consequentes repercussões no crescimento e desenvolvimento dos filhos.
Filha do Barão de Célia Correia Loureiro.
Marcador. Barcarena, 2014, 575 págs. B.
Quando D. João tece a união da sua única filha, Mariana de Albuquerque, com o seu melhor amigo – um inglês que investiga o potencial comercial do vinho do Porto -, não prevê a espiral de desenganos e provações que causará a todos. Mariana tem catorze anos e Daniel Turner vive atormentado pela sua responsabilidade para com a amante. Como se não bastasse, o exército francês está ao virar da esquina, pronto a tomar o Porto e, a partir daí, todo o país.
No seu retiro nos socalcos do Douro, Mariana recomeça uma vida de alegrias e liberdade até que um soldado francês, um jovem arrastado para um conflito que desdenha, lhe bate à porta em busca de asilo. Daniel está longe, a combater os franceses, e Gustave está logo ali, com os seus ideais de igualdade e o seu afecto inabalável, disposto a mostrar-lhe que a vida é bem mais do que um leque de obrigações.
Farmacêutico de Auschwitz: uma História Secreta do Holocausto de Patricia Posner Alma Livros. Lisboa, 2017, 236 págs. B.
O Farmacêutico de Auschwitz relata a história pouco conhecida de Victor Capesius, um vendedor de produtos farmacêuticos que, em 1943, entrou para a SS e rapidamente se tornou o farmacêutico-chefe de Auschwitz, o maior campo da morte da Alemanha nazi. Baseando-se em arquivos secretos e documentos até agora confidenciais, Patricia Posner revela o reinado de terror de Capesius naquele campo, a sua fuga à justiça – em parte alimentada pelo ouro que ele tinha roubado das bocas de cadáveres – e também como um punhado de corajosos sobreviventes e um destemido promotor público, finalmente, o levaram a julgamento por assassínio vinte anos depois do fim da guerra.
O Farmacêutico de Auschwitz apresenta-nos um vislumbre fascinante do pacto do Diabo feito entre os nazis e o maior grupo empresarial da Alemanha, a I. G. Farben. Esta é uma história de homicídio e de ganância com as suas raízes no coração do Holocausto. É relatada por meio de figuras de proa nazis e industriais transformados em criminosos de guerra, agentes secretos e promotores zelosos, intrépidos sobreviventes dos campos de concentração e caçadores de nazis.
Num cenário que abarca a guerra lançada por Hitler para conquistar a Europa, a Solução Final e os esforços da Alemanha do pós-guerra para encarar o seu passado sombrio, Patricia Posner mostra-nos as terríveis profundezas às quais homens banais são capazes de submergir, quando desconhecem limites impostos pela consciência e pela mais vaga noção de mora
Eu na Rússia e na China de Curzio Malaparte Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 211 págs. E.
Um testemunho singular sobre as experiências de Malaparte na Rússia e na China, retratando realidades políticas e sociais de duas culturas distintas durante um período de grandes transformações. A obra oferece uma visão crítica sobre a vida sob regimes totalitários e a busca pela identidade.
Elogio da Filosofia de Maurice Merleau-Ponty Guimarães Editores. Lisboa, 1979, 88 págs. B.
Lição inaugural no Colégio de França, este ensaio é considerado uma súmula da sua obra. Em tradução de António Braz Teixeira. Merleau-Ponty, o pensador e companheiro de Sartre e de Simone de Beauvoir, apresenta-nos neste seu ensaio, pelo estilo e pela temática que versa, como que uma súmula da sua obra, de um modo especial da que se desenvolve desde 1953 até à sua morte prematura em 1960. Na verdade, os temas aqui sugeridos ou enunciados — a natureza ambígua da filosofia e as suas relações com a verdade, a religião, a história e a política, a meditação de Bergson, a consideração crítica da dialéctica de Hegel e Marx, a fenomenologia do sinal e da linguagem — foram retomados quer em Aventuras da Dialéctica (1955), quer nos vários escritos filosóficos e políticos reunidos sob o título geral de Sinais (1960). Da natureza do seu filosofar, talvez seja lícito descobrir marcas da lição cartesiana e da tradição moralista francesa, também pela sua perplexidade perante Bergson, perplexidade de quem pensa numa língua que, identificando o mesmo verbo ser e estar, levou a uma filosofia substancialista e estática, em face do pensamento de Bergson, o filósofo da evolução criadora, e do movimento no tempo e no espaço.
Elementos para a História da 1ª República Economia e a Acção de José Relvas Câmara Municipal de Alpiarça. Alpiarça, 1986, 269 págs. B. 𓂃🖊 Introdução e Notas: Carlos Consiglieri, Marília Abel, Horácio Reigado
A colectânea que se publica sob o título Elementos para a História da 1ª República é constituída por textos de José Relvas ou em que a sua participação directa é reconhecida, atestada pelo próprio, através de notas e de compilações que deixou organizadas e, ainda, por documentos que seleccionámos mos do seu volumoso espólio.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 🟠 Contracapa com falha.
Doença como Metáfora de Susan Sontag Quetzal Editores. Lisboa, 2010, 188 págs. B.
Em 1978, quando convalescia de cancro, Susan Sontag escreveu A Doença como Metáfora, um notável ensaio sobre a utilização alegórica, e frequentemente culpabilizante, da doença na nossa cultura. Tornou-se num clássico que a revista Newsweek considerou “Um dos livros mais libertadores do seu tempo”. O objectivo da autora consiste em retirar ao cancro o estigma alegórico que sobre ele pesa e mostrar que é apenas uma doença. Neste livro, Susan Sontag defende que a maneira mais autêntica de enfrentar a doença – e a maneira mais saudável de estar doente – é resistir a esse pensamento metafórico.
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