• Comentários Reais de Garcilaso De La Vega

    Comentários Reais

    Garcilaso De La Vega

    7,50 

    Comentários Reais de Garcilaso De La Vega
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    Comentários Reais é uma obra fundamental para compreender a história e a cultura do Império Inca. Garcilaso de la Vega, descendente de nobres incas e espanhóis, combina memória, tradição oral e relato histórico para descrever a organização, os costumes e a queda da civilização inca perante a conquista espanhola. Um testemunho único que cruza identidade, história e cultura, tornando-se uma referência incontornável da literatura histórica da América Latina.

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  • Comboio da Morte

    Comboio da Morte

    Christian Bernadac

    7,50 

    Comboio da Morte de Christian Bernadac
    Editorial Inova. Porto, s.d., 401 págs. B.
    Colecção: Ofício de Viver | 14

    Comboio da Morte, de Christian Bernadac, reconstrói um dos episódios mais chocantes da Segunda Guerra Mundial: o transporte de prisioneiros para os campos de concentração nazis. Com base em testemunhos e investigação rigorosa, a obra expõe as condições desumanas dessas viagens e o sofrimento extremo dos deportados, traçando um retrato duro e impactante da brutalidade do regime nazi.

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  • Claudio Monteverdi de Festival Gulbenkian de Música.

    Claudio Monteverdi

    Festival Gulbenkian de Música

    5,00 

    Claudio Monteverdi de Festival Gulbenkian de Música
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1967. B. Il.

    Exposição Comemorativa do 4º Centenário do Nascimento de Claudio Monteverdi no âmbito do XIº Festival Gulbenkian de Música que se realizou no Salão Nobre do Teatro Nacional de S. Carlos entre os dias 17 de Maio e 5 de Junho de 1967.

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  • Ciência no Grande Teatro do Mundo de António Manuel Baptista

    Ciência no Grande Teatro do Mundo

    António Manuel Baptista

    7,00 

    Ciência no Grande Teatro do Mundo de António Manuel Baptista
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1998, 224 págs. B.
    Colecção: Ciência Aberta | 58

    «Contra os que acreditam que a compreensão destrói o maravilhoso das coisas, acontece exactamente o contrário. A experiência da ‘verdade’ é exultante por si mesma.» Físico, cientista, professor, divulgador científico, António Manuel Baptista oferece neste livro uma breve história, informada e humanista, da passagem da filosofia natural para a filosofia experimental — ou seja, a ciência. Com a imaginação e a curiosidade irrefreável do cientista a unir-se à emoção do poeta e do filósofo, seguimos o autor por diálogos entre ciência e senso comum, filosofia e matemática, poesia e ficção científica. Se «a vida é sonho» de um deus que nos pôs no «grande teatro do mundo», como em Calderón de la Barca, resta-nos então acompanhar o desígnio que move esta obra: tornar a humanidade mais humana. «Escutá-lo sobre qualquer assunto era um gosto e uma aprendizagem, porque a sua cultura era vasta, mas despretensiosa, e a sua forma de expor era clara, mas nunca condescendente. É a António Manuel Baptista, cientista e poeta, que devo a minha vida na edição — que devo, afinal, boa parte da vida.»
    Maria Do Rosário Pedreira

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  • Cidade da Vitória de Salman Rushdie

    Cidade da Vitória

    Salman Rushdie

    10,00 

    Cidade da Vitória de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2023, 398 págs. B.

    Na sequência de uma batalha menor entre dois reinos do Sul da Índia do século XIV, há muito esquecidos, uma rapariga de nove anos tem um encontro divino que irá alterar o curso da história. Depois de assistir à morte da mãe, Pampa Kampana, torna-se o veículo de uma deusa, que começa a falar pela boca da rapariga. Concedendo-lhe poderes que estão para lá da compreensão de Pampa Kampana, a deusa diz-lhe que ela será determinante no surgimento de uma grande cidade chamada Bisnaga – a cidade da vitória -, a maravilha do mundo.

    Ao longo dos 250 anos subsequentes, a vida de Pampa Kampana virá a estar profundamente interligada à de Bisnaga. Conferindo existência a Bisnaga e aos seus cidadãos por meio de sussurros, Pampa Kampana tenta levar a cabo a tarefa que a deusa lhe confiou: dar igual representação às mulheres num mundo patriarcal. Mas todas as histórias têm tendência para fugir ao seu criador, e Bisnaga não é exceção.

    À medida que os anos passam, que os governantes surgem e desaparecem, que as batalhas são perdidas e ganhas e as fidelidades mudam, o próprio tecido de Bisnaga torna-se uma tapeçaria cada vez mais complexa, com Pampa Kampana no centro.

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  • O Chão Que Ela Pisa de Salman Rushdie

    Chão Que Ela Pisa, O

    Salman Rushdie

    7,50 

    O Chão Que Ela Pisa de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999, 536 págs. B.

    Em O Chão Que Ela Pisa, Salman Rushdie reinventa o mito de Orfeu e Eurídice num contexto moderno, cruzando música rock, fama e cultura global. A história acompanha a ascensão de duas figuras icónicas da música, explorando temas como identidade, amor, perda e celebridade, numa narrativa rica, imaginativa e marcada pelo estilo único e exuberante do autor.

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  • O Cerco de Helen Dunmore

    Cerco, O

    Helen Dunmore

    7,50 

    O Cerco de Helen Dunmore
    Campo das Letras. Porto, 2007, 390 págs. B.

    No Inverno de 1941, os tanques alemães cercam Leninegrado. Isolada do mundo, a cidade definha, martirizada. Nas ruas, nos parques, nas casas, as pessoas vão morrendo de fome e de frio. Dia a dia, Anna e a família vão aprendendo a sobreviver, queimando livros para se aquecerem, fervendo um pedaço de couro para fazer sopa, ou cortando pedacinhos de pão para armazenar. Em”O Cerco”, Helen Dunmore contrapõe o amor e o ódio, a barbárie e a amizade, a vida e a morte, para construir uma obra impressionante, onde a guerra é vista no seu lado mais humano.

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  • A Casa Golden de Salman Rushdie

    Casa Golden, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Casa Golden de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2018, 425 págs. B.

    Quando o poderoso magnata Nero Golden imigra para os Estados Unidos em circunstâncias misteriosas, ele e os seus três filhos adultos assumem novas identidades e instalando-se numa grandiosa mansão do centro de Manhattan. Chegados pouco após a tomada de posse de Barack Obama, ele e os filhos ocupam rapidamente o seu lugar no topo da sociedade nova-iorquina.

    A história da família Golden é contada sob a perspetiva de um seu vizinho e confidente, René, que descreve o desmoronar da casa Golden: a vida faustosa, um litígio entre irmãos, uma metamorfose inesperada, o aparecimento de uma mulher bela, traição e assassínio, e bem longe, na pátria abandonada, um bom trabalho de informações.

    Partindo da nova ordem mundial de verdades alternativas, Rushdie tece a história do ambiente americano ao longo dos últimos oito anos, tocando todos os pontos: a ascensão do movimento Birther, do Tea Party, do Gamergate e da política de identidade; o efeito de ricochete do politicamente correto; e, evidentemente, a eclosão de um vilão ambicioso, desapiedado, narcisista e profundamente conhecedor da comunicação social, que usa maquilhagem e pinta o cabelo.

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  • Bocage Ele Mesmo! de Fernando Cardoso

    Bocage Ele Mesmo!

    Fernando Cardoso

    7,00 

    Bocage, Ele Mesmo! de Fernando Cardoso
    Portugalmundo. Lisboa, 1999, 125 págs. E. Il.

    É uma obra extremamente importante quer pela fidelidade à verdadeira dimensão interior do poeta quer porque retrata a sociedade decadente da época quer ainda porque pode, quando se revele inviável uma representação completa ou parcial, ser objecto de leitura comentada a nível escolar.

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  • Bíblia Tenha Razão

    Bíblia Tenha Razão

    Werner Keller

    6,00 

    Bíblia Tenha Razão: a verdade histórica da bíblia demonstrada pela arqueologia de Werner Keller
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 428 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 10

    As escavações, os estudos arqueológicos e a erudição histórica foram, pouco a pouco, revelando e comprovando a veracidade dos textos bíblicos. Este livro excepcional, que em poucos dias deu a volta ao mundo com o maior aplauso de todos os credos, é a história viva e apaixonante do mais célebre recanto da Terra, através das páginas da Bíblia e das vicissitudes romanescas da confirmação delas pelas descobertas dos sábios.

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  • Ancien Regime de C. B. A. Behrens

    Ancien Regime

    C. B. A. Behrens

    6,00 

    Ancien Regime de C. B. A. Behrens
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 214 págs. E. Il.

    É arriscado apresentar este estudo como a primeira tentativa séria de análise ao carácter do Ancien Régime, desde o clássico de Tocqueville a 1856. O termo Ancien Régime foi usado a primeira vez por escritores dessa época para designar retrospectivamente a estrutura social e política da França, que viria a desaparecer com a Revolução. O presente livro demonstra que o termo pode bem ser aplicado a diferentes países e épocas por exemplo à Rússia de fins do século XIX. Está porém em causa a França de entre 1748 e 1789. E aqui se estuda uma sociedade complexa – economia, instituições, crenças e a sua erosão devida a alterações materiais e ideológicas.

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  • Análise e Interpretação da Obra Literária

    Análise e Interpretação da Obra Literária

    Wolfgang Kayser

    10,00 

    Análise e Interpretação da Obra Literária (Introdução à Ciência Literária) de Wolfgang Kayser
    Arménio Amado Editor. Coimbra, 1976, 505 págs. B.
    Colecção: Studium | Temas Filosóficos, Jurídicos e Sociais
    𓂃🖊  Tradução e Revisão por Paulo Quintela

    O presente livro é uma introdução aos métodos de trabalho com cujo auxílio se abre a compreensão de qualquer obra literária como obra de arte. A investigação das últimas décadas trabalhou predominantemente com outros objectivos. Punha a obra em relação com fenómenos extra-poéticos e julgava encontrar aí a verdadeira vida de que a obra então seria o reflexo. A personalidade de um poeta ou a sua concepção do mundo, um movimento literário ou uma geração, um grupo social ou uma paisagem, o espírito de uma época ou o carácter de um povo, em suma problemas e ideias-, tais eram as potências vitais a que se tentava chegar através da poesia. Por justificados que estes métodos de trabalho sejam ainda hoje e por grande que seja o seu resultado, põe-se todavia a questão de saber se com eles se não descura a essência da obra de arte literária e se se não descuida a tarefa principal da investigação literária.

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  • Açorianidade na Prosa de Vitorino Nemésio de  Heraldo Gregório da Silva

    Açorianidade na Prosa de Vitorino Nemésio

    Heraldo Gregório da Silva

    10,00 

    Açorianidade na Prosa de Vitorino Nemésio: Realidade, Poesia e Mito de  Heraldo Gregório da Silva.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1984, 359 págs. B.
    Colecção: Temas Portugueses

    Este ensaio, resultado de uma dissertação de doutoramento apresentada à Universidade da Califórnia em Los Angeles (1978), pretende traçar um perfil da realidade física e humana dos Açores dentro da cosmovisão nemesiana. Da geologia à mineralogia e à meteorologia, da fauna à flora, da pastorícia à pesca e à agricultura, da sociedade à família e à religião, não há faceta significativa da realidade açoriana que escape à observação pormenorizada e à magia do génio poético e mitificador de Nemésio.

    Aqui reside o encanto do seu estilo em geral, e a perspectiva em que muitos dos seus escritos se deverão ler. Baseando-se nos dados concretos e rigorosos da realidade observada, o autor tenta captar e relatar cada coisa no seu lugar ambiencial, dando-lhe o nome rigorosamente adequado, vincando-lhe o traço mais saliente e vital, o pitoresco mais expressivo, mas depois aureolando quase tudo à luz duma focagem imagística, sensorial e metaforizante, que acaba transformando e mitificando o mundo observado. A preferência estilística antinómica, fazendo conviver o concreto e o abstracto, o particular histórico e o universal poético, a razão e a imaginação, é consequência da cosmovisão estrutural do autor que transita do regional ao universal, da síntese à análise, da perspectivação geral do meio à descrição do detalhe significativo. Ao estilo e à estrutura de orientação contrastante. adiciona-se assim uma rica sensibilidade sensorial, emotiva, vitalizadora e dramática.

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  • Acerca de Florbela de Rui Guedes

    Acerca de Florbela

    Rui Guedes

    7,50 

    Acerca de Florbela de Rui Guedes
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1986, 237 págs. B.

    Publicados que estão, destas OBRAS COMPLETAS DE FLORBELA ESPANCA, os volumes que encerram toda a sua obra (poesia, contos, diário e cartas), e ainda a sua Fotobiografia, impunha-se, para completo conhecimento da Poetisa, que se publicasse também o relato do que foi a sua vida, bem como o levantamento da sua bibliografia, discografia e o índice remissivo geral.

     

    Assim fica, com este volume, encerrado o ciclo das OBRAS COMPLETAS DE FLORBELA ESPANCA, ciclo que considero básico e sustentáculo a futuros trabalhos de especialistas que a ela se dediquem, desenvolvendo e aprofundando o que até agora se deixa publicado, como merece a grande Poetisa alentejana.

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  • Constança Telles da Gama de Maria João da Câmara

    Constança Telles da Gama

    Maria João da Câmara

    8,00 

    Constança Telles da Gama: Fio-de-prumo de Maria João da Câmara
    Oficina do Livro. Alfragide, 2024, 511 págs. B.

    Nascida em 1877 no seio de uma família tradicional portuguesa, Constança Telles da Gama teve uma vida tão intensa e rica como agitada e surpreendente. Mulher enérgica e de espírito firme, foi o fio-de-prumo da sua família em tempo de grande agitação política em Portugal e no mundo. E foi uma protagonista inesperada na sociedade portuguesa nos anos seguintes à implantação da República – que a levou à prisão, mas também a conhecer o amor da sua vida.

    Após ter escrito Vera Lagoa – Um Diabo de Saias, a historiadora Maria João da Câmara regressa com a biografia desta mulher notável que foi Constança Telles da Gama. Escrita em forma de memórias imaginadas e tendo por base um importante acervo documental até agora desconhecido, a história desta mulher interpela o leitor pelo seu lado profundamente humano e tocante, dando também a conhecer o país na viragem do século XX, afinal menos conhecido do que julgamos.

    INFORMAÇÕES SOBRE O EXEMPLAR

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  • Manuscritos do Mar Morto

    Manuscritos do Mar Morto

    Geza Vermes

    30,00 

    Manuscritos do Mar Morto de Geza Vermes
    Ésquilo. Lisboa, 2006, 637 págs. B.

    A descoberta dos Manuscritos do Mar Morto no deserto da Judeia, entre 1947 e 1956, foi um dos maiores achados arqueológicos de todos os tempos. Estes extraordinários manuscritos transformaram a forma como entendíamos a Bíblia hebraica, o Judaísmo no seu período inicial e as origens do Cristianismo.
    Esta é a primeira publicação destes textos em Portugal, realizada a partir da edição muito recentemente actualizada de Geza Vermes, o investigador académico de topo a nível mundial em matéria de Manuscritos do Mar Morto.

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