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  • Gestão Financeira com Exercícios

    Gestão Financeira com Exercícios

    Josette Peyrard

    6,00 

    Gestão Financeira com Exercícios de Josette Peyrard.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 360 págs. B.

    A função financeira na empresa; apresentação do balanço contabilístico; as necessidades de fundo maneio; a tesouraria; os saldos intermédios de gestão; o cash flow; a capacidade de autofinanciamento; análise de ratios; o quadro de financiamento; gestão financeira a curto prazo; a gestão de stocks; o método “just in time”; a política de crédito da empresa; a estimativa das vendas; vantagens e limites do endividamento; juro simples e composto…

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  • Diário do Farol

    Diário do Farol

    João Ubaldo Ribeiro

    7,00 

    Diário do Farol de João Ubaldo Ribeiro.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 188 págs. B.

    “Diário do Farol” é certamente o mais importante romance da literatura brasileira dedicado inteiramente à descrição e contemplação do mal: o mal que nos rodeia e nos atinge, mas preferimos ignorar. Contado na primeira pessoa, este livro é o relato da vida de um psicopata absolutamente amoral e destituído de qualquer escrúpulo que não os ditados pela sua astúcia e, mais do que isso, é o retrato de uma sociedade onde o mal encontra terreno fértil para medrar. João Ubaldo Ribeiro rompe barreiras, preconceitos e noções confortáveis, para nos confrontar com verdades incontornáveis. Um romance surpreendente e controverso que levará o leitor a pensar sobre a sua própria condição, a sociedade em que vive, a humanidade a que pertence.

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  • Imperativo Humano, O

    Imperativo Humano, O

    Alexander Alland

    5,00 

    Imperativo Humano de Alexander Alland.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1982, 152 págs. B.

    Nos últimos anos, diversas teorias mais ou menos científicas têm pretendido demonstrar que as características do comportamento social humano são, ainda que em grau variável, geneticamente predeterminadas (ver, por exemplo, Uma Introdução à Sociobiologia, de Yves Christen, livro publicado nesta mesma colecção).

    Em O Imperativo Humano, pelo contrário, o antropólogo americano Alexander Alland Jr. assinala os limites de tais teorias e, respondendo a autores como Lorenz, Ardrey e Desmond Morris, afirma a supremacia do Homem e da Cultura face a um estrito determinismo biológico.

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  • Competitividade e Recursos Humanos

    Competitividade e Recursos Humanos

    Maria João Rodrigues

    7,00 

    Competitividade e Recursos Humanos de Maria João Rodrigues.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 168 págs. B.

    Está hoje a ganhar peso a convicção de que os recursos humanos são um factor básico de competitividade, já que deles depende a potencialização dos demais: equipamento, informação, organização, infra-estruturas, recursos naturais, etc. Ora, este principio introduz uma ruptura de fundo nas culturas de gestão dominantes em Portugal e tem implicações múltiplas, não só sobre a vida interna e as estratégias das empresas, mas também sobre a politica industrial, regional, educativa e de emprego, e ainda sobre os percursos individuais de cada um de nós, uma vez que a forma de reforçar a competitividade pode abrir vias para novos modos de desenvolvimento.

    Competitividade e Recursos Humanos visa, justamente, tornar mais claras todas estas implicações, esclarecendo nomeadamente como um movimento de renovação de competências pode sustentar a melhoria do padrão de especialização produtiva e dos factores de competitividade da economia portuguesa. E aqui se joga, em grande medida, o papel que esta poderá desempenhar no processo de construção europeia. Escrito a pensar principalmente em todos aqueles que se confrontam com estes problemas no terreno da prática – sejam eles membros da classe politica, autarcas, gestores públicos e privados, empresários, sindicalistas, técnicos, professores ou estudantes – presente volume não é tanto uma obra de foro académico quanto um ensaio visando a vulgarização e a adaptação de problemáticas que se afiguram como pertinentes na encruzilhada estratégica em que Portugal se encontra.

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  • Percursos de Fim de Semana de Fernando António Almeida

    Percursos de Fim-de-Semana

    Fernando António Almeida

    6,00 

    Percursos de Fim-de-Semana de Fernando António Almeida. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 259 págs. E. Il

    Guia e roteiro de pendor cultural e geográfico que propõe itinerários para viagens de curta duração por Portugal Continental. O autor estrutura o conteúdo através de circuitos regionais, combinando dados sobre a rede rodoviária e acessos com informações de carácter histórico, arquitetónico, patrimonial e gastronómico de cada localidade. A obra é acompanhada por um aparato visual composto por mapas de apoio e reproduções fotográficas intercaladas no texto.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 530g
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  • Batalha de Toulouse

    Batalha de Toulouse

    José Cabanis

    4,00 

    Batalha de Toulouse de José Cabanis.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1967, 154 págs. B.

    Colecção Romances Exemplares, 7

    “Você não escreve o que quer. O narrador reflete sobre essa batalha pouco conhecida entre Soult e Wellington, em 1814, e sonha em torná-la o ponto de partida de um longo ciclo de romances. Tem tempo de sobra, porque acaba de afastar uma mulher que o ocupava duramente. Acha que pode escrever agora, em paz, o que quiser. Mas Gabrielle, ausente, está mais presente do que quando lá esteve. Ele nunca deixa de tentar entendê-lo e de se perguntar o que poderia separá-los. É, aliás, ela que o conduz impercetivelmente aos segredos da sua própria vida, ao próprio coração da sua longínqua infância. Sabe então o que deve escrever e escreve-o com júbilo. Este romance deve, portanto, desenvolver-se a três níveis, constantemente misturados: um esboço da vida provincial há mais de um século, o retrato de uma mulher infeliz e partilhada e a descoberta do que pode dar sentido a uma vida. Tentei compor uma variação sobre felicidade, amor e solidão.” José Cabanis.

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  • Contos e Diário

    Contos e Diário

    Florbela Espanca

    6,00 

    Contos e Diário de Florbela Espanca.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 157 págs. B.

    Apesar de Florbela Espanca ser conhecida como poetisa, ao longo da sua vida tentou várias vezes o conto. Neles, encontramos frases de grande beleza e energia, expressões de desejo, carregadas de erotismo, que exprimem as suas contradições na transição para a libertação da mulher.

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  • Crónica de uma Travessia

    Crónica de uma Travessia

    Luís Cardoso

    6,00 

    Crónica de uma Travessia: A Época do Ai-Dik-Funam de Luís Cardoso. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 140 págs. B.

    Livro de viagem, autobiografia e romance, Crónica de Uma Travessia transmite o encanto exótico de um lugar remoto e desconhecido, um pedaço da Ásia que teimosamente quer preservar as características essenciais da cultura europeia com a qual esteve em contacto, apesar da enorme distância e do massacre que dura desde a invasão indonésia de 1975.

    Com uma escrita lírica, fluida, rica em imagens poéticas, capaz de transmitir sensações, cores e situações melhor do que qualquer reportagem de viagens, Crónica de Uma Travessia é uma leitura inesquecível.

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  • Criação do Mundo de Miguel Torga

    Criação do Mundo

    Miguel Torga

    8,00 

    Criação do Mundo de Miguel Torga.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999, 593 págs. B.

    Um romance autobiográfico na obra de Torga que é um clássico da literatura portuguesa contemporânea.
    «Querido leitor: vais ler de uma assentada, se a maciez do texto te não desanimar, os seis dias desta «Criação do Mundo», que foram aparecendo nas montras separadamente, à medida que iam decorrendo. Livro temerariamente concebido na mocidade, imprevisível na trama e no rumo, só o tempo lhe podia dar corpo e remate, traçando-lhe o enredo e marcando-lhe a duração.»
    Neste livro, Torga, primeiro escritor a receber o prémio Camões, narra as principais lembranças de sua vida, como a infância em Trás-os-Montes, as paisagens do campo, sua primeira viagem pela Europa dominada pelo fascismo, o encontro em Paris com exilados políticos portugueses, as rebeliões contra o Estado Novo, a guerra civil espanhola, e até a sua experiência nas cadeias de Salazar.

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  • Agosto 1914 de Alexandre SoljenitsineAgosto 1914 de Alexandre Soljenitsine

    Agosto 1914

    Alexandre Soljenitsine

    10,00 

    AGOSTO, 1914 é a narrativa minuciosamente documentada de uma epopeia, ou melhor, antiepopeia, o ataque do exér- cito russo, em 1914, à Prússia Oriental, que termina com a sangrenta derrota das tropas de Nicolau II, em Tannenberg. esmagadas pelas forças do chefe do Estado-Maior alemão Hindenburgo. Soljenitsine reconstitui toda uma sociedade num momento em que…

  • Alto dos Vendavais

    Alto dos Vendavais

    Emile Bronte

    6,00 

    Alto dos Vendavais de Emile Bronte.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1993, 403 págs. E.

    O Monte dos Vendavais é uma das grandes obras-primas da literatura inglesa. Único romance escrito por Emily Brontë, é a narrativa poderosa e tragicamente bela da paixão de Heathcliff e Catherine Earnshaw, de um amor tempestuoso e quase demoníaco que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição. Adoptado em criança pelo patriarca da família Earnshaw, o senhor do Monte dos Vendavais, Heathcliff é ostracizado por Hindley, o filho legítimo, e levado a acreditar que Catherine, a irmã dele, não corresponde à intensidade dos seus sentimentos. Abandona assim o Monte dos Vendavais para regressar anos mais tarde disposto a levar a cabo a mais tenebrosa vingança. Magistral na construção da trama narrativa, na singularidade e força das personagens, na grandeza poética da sua visão, nodoso e agreste como a raiz da urze que cobre as charnecas de Yorkshire, O Monte dos Vendavais reveste-se da intemporalidade inerente à grande literatura.

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  • Evangelho Segundo o Filho de Norman Mailer

    Evangelho Segundo o Filho

    Norman Mailer

    7,50 

    Evangelho Segundo o Filho de Norman Mailer.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1998, 245 págs. B.

    Durante cerca de dois mil anos, um jovem pregador nazareno foi considerado um dos maiores determinantes dos triunfos e desastres da civilização ocidental.

    Norman Mailer escreveu sobre a vida de Jesus um notável e arrojado romance. -Deus fala comigo?, pergunta Jesus. – Ou estou a ouvir vozes? Se as vozes são de Deus, porque me escolheu Ele para Seu filho? E se não são de Deus, quem me deu o poder para realizar tais milagres?

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  • Crónica Feminina

    Crónica Feminina

    Inês Pedrosa

    6,00 

    Crónica Feminina de Inês Pedrosa.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2005, 458 págs. B.

    «Ao fim de uns anos, as crónicas ganham a cor sépia e reveladora dos diários, mostram muito mais do que uma perspectiva individual acerca do mundo; são um estendal de sonhos e inquie- tações, prazeres, ódios e amores de estimação. Temas como o aborto, a discrimi- nação, os abusos sobre crianças, a violência sobre as mulheres, a educação e a justiça são, no meu caso, mais do que recorrentes, verdadeiramente obsessivos.»
    Inês Pedrosa, do prefácio

    📕 1ª Edição.

  • Raízes na Terra

    Raízes na Terra

    Jacinto Gonçalves

    6,00 

    Raízes na Terra de Jacinto Gonçalves.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2004, 168 págs. B.

    O despertar para o mundo envolve uma aprendizagem longa e laboriosa, por vezes penosa, mas sempre enriquecedora. Há que apreender o mundo. Há que aprender a comunicar com ele. Há que estruturar a razão e a emoção.

    Re-acordar recordações, memórias, vivências e fantasias foi a experiência vivida neste livro em que o real se casa com o fantástico, no percurso da vida de um menino que faz o caminho despido de pudor e cinismo, para melhor captar todas as vibrações da vida. Revisitar a memória dos tempos vividos, regressar ao tempo que passou, ao tempo que foi tudo o que somos hoje. Apreender a aldeia, a cidade, a escola e a mulher.

    Aprender a linguagem da razão e a linguagem dos afectos para, com eles, construir este frágil edifício que somos todos nós…

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  • Eurotauromaquias

    Eurotauromaquias

    Álvaro Guerra

    7,50 

    Eurotauromaquias de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2001, 110 págs. B.

    «Regresso à tentação de comparar os riscos da escrita com os da tauromaquia. Mas não há comparação aceitável entre o perigo de vida e o perigo de morte. Por outro lado, é evidente que em nenhum ruedo ficará inscrita uma faena, ainda que seja a mais bela, contrariamente ao poema que a folha em branco acolherá. A memória compensará essa diferença essencial.

    📕 1ª Edição.

  • Mulheres do Meu Pai de José Eduardo Agualusa

    Mulheres do Meu Pai

    José Eduardo Agualusa

    7,00 

    Mulheres do Meu Pai de José Eduardo Agualusa.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2007, 382 págs. B.

    Ao morrer, o famoso compositor angolano Faustino Manso deixou sete viúvas e dezoito filhos. A filha mais nova, Laurentina, realizadora de cinema, tenta então reconstruir a atribulada vida do falecido músico. Em As Mulheres do Meu Pai, realidade e ficção correm lado a lado, a primeira alimentando a segunda. Nos territórios que José Eduardo Agualusa atravessa, porém, a ficção participa da realidade. As quatro personagens do romance que o autor escreve, enquanto viaja, vão com ele de Luanda, capital de Angola, até Benguela e Namibe.

     

    Cruzam as areias da Namíbia e as suas povoações-fantasma, alcançando finalmente Cape Town, na África do Sul. Continuam depois, rumo a Maputo, e de Maputo a Quelimane, junto ao rio dos Bons Sinais – e dali até à ilha de Moçambique. Percorrem, nesta deriva, paisagens que fazem fronteira com o sonho, e das quais emergem, aqui e ali, as mais estranhas personagens. As Mulheres do Meu Pai é um romance sobre mulheres, música e magia.

     

    Nestas páginas anuncia-se o renascimento de África, continente afetado por problemas terríveis, mas abençoado pelo talento da música, o sempre renovado vigor das mulheres e o secreto poder de deuses muito antigos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.