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  • Feiticeira de Florença de Salman Rushdie

    Feiticeira de Florença, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Feiticeira de Florença de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2008, 343 págs. B.

    A Feiticeira de Florença é a história de uma mulher que procura ser senhora do seu próprio destino num mundo de homens. Irmana duas cidades que quase não se conhecem: a hedonista capital mogol, onde o inteligente imperador se debate diariamente com questões de crenças, desejos e a traição dos filhos, e o mundo florentino, igualmente sensual, de poderosos cortesãos, filosofia humanista e desumana tortura.
    Estes dois mundos, tão distantes, acabam por se revelar estranhamente semelhantes, e ambos são dominados pelos encantamentos das mulheres.

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  • Faca de Salman Rushdie

    Faca

    Salman Rushdie

    8,00 

    Faca de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2024, 269 págs. B.

    A 12 de agosto de 2022, trinta e três anos depois da fatwa contra ele decretada pelo aiatola Khomeini, assim que subiu ao palco do anfiteatro de Chautauqua, Nova Iorque, para falar sobre a importância de manter os escritores fora de perigo, Salman Rushdie foi atacado, e quase morto, por um jovem com uma faca.

    Falando pela primeira vez, e com memorável pormenor, dos traumáticos acontecimentos desse dia, Salman Rushdie responde à violência com a arte e relembra-nos o poder que as palavras possuem de racionalizar o que é impensável.

    Ao fazê-lo, oferece-nos não só o relato pungente e profundamente pessoal da experiência – e superação – desse atentado, mas também uma revigorante meditação sobre a vida, a perda, o amor e a arte – e sobre a descoberta da força que permite a alguém voltar a erguer-se.

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  • Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites de Salman Rushdie

    Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites

    Salman Rushdie

    8,00 

    Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 313 págs. B.

    No futuro próximo, depois de Nova Iorque ser assolada por uma tempestade, principiam acontecimentos estranhos, como por exemplo, um jardineiro descobrir que os seus pés já não tocam no chão, ou uma bebé identificar a corrupção com a sua mera presença. Sem o saberem, todos eles são descendentes dos seres fantásticos, caprichosos e lúbricos conhecidos como jinn, que vivem num mundo separado do nosso por um véu. Há séculos, Dunia, uma princesa dos jinn, apaixonou-se por um ser mortal, um homem racional. Juntos, tiveram um número espantoso de filhos, que se espalharam ao longo de gerações pelo mundo humano e não têm consciência dos seus poderes fantásticos.
    Quando a linha entre os mundos se quebra a grande escala, os filhos de Dunia e outros desempenharão um papel numa guerra épica entre a luz e as trevas ao longo de mil e uma noites — ou seja, dois anos, oito meses e vinte e oito noites. Uma época de enorme perturbação, na qual as crenças são postas em questão, as palavras funcionam como veneno, o silêncio é uma doença e um ruído pode conter uma maldição oculta.

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  • Cidade da Vitória de Salman Rushdie

    Cidade da Vitória

    Salman Rushdie

    10,00 

    Cidade da Vitória de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2023, 398 págs. B.

    Na sequência de uma batalha menor entre dois reinos do Sul da Índia do século XIV, há muito esquecidos, uma rapariga de nove anos tem um encontro divino que irá alterar o curso da história. Depois de assistir à morte da mãe, Pampa Kampana, torna-se o veículo de uma deusa, que começa a falar pela boca da rapariga. Concedendo-lhe poderes que estão para lá da compreensão de Pampa Kampana, a deusa diz-lhe que ela será determinante no surgimento de uma grande cidade chamada Bisnaga – a cidade da vitória -, a maravilha do mundo.

    Ao longo dos 250 anos subsequentes, a vida de Pampa Kampana virá a estar profundamente interligada à de Bisnaga. Conferindo existência a Bisnaga e aos seus cidadãos por meio de sussurros, Pampa Kampana tenta levar a cabo a tarefa que a deusa lhe confiou: dar igual representação às mulheres num mundo patriarcal. Mas todas as histórias têm tendência para fugir ao seu criador, e Bisnaga não é exceção.

    À medida que os anos passam, que os governantes surgem e desaparecem, que as batalhas são perdidas e ganhas e as fidelidades mudam, o próprio tecido de Bisnaga torna-se uma tapeçaria cada vez mais complexa, com Pampa Kampana no centro.

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  • O Chão Que Ela Pisa de Salman Rushdie

    Chão Que Ela Pisa, O

    Salman Rushdie

    7,50 

    O Chão Que Ela Pisa de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999, 536 págs. B.

    Em O Chão Que Ela Pisa, Salman Rushdie reinventa o mito de Orfeu e Eurídice num contexto moderno, cruzando música rock, fama e cultura global. A história acompanha a ascensão de duas figuras icónicas da música, explorando temas como identidade, amor, perda e celebridade, numa narrativa rica, imaginativa e marcada pelo estilo único e exuberante do autor.

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  • A Casa Golden de Salman Rushdie

    Casa Golden, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Casa Golden de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2018, 425 págs. B.

    Quando o poderoso magnata Nero Golden imigra para os Estados Unidos em circunstâncias misteriosas, ele e os seus três filhos adultos assumem novas identidades e instalando-se numa grandiosa mansão do centro de Manhattan. Chegados pouco após a tomada de posse de Barack Obama, ele e os filhos ocupam rapidamente o seu lugar no topo da sociedade nova-iorquina.

    A história da família Golden é contada sob a perspetiva de um seu vizinho e confidente, René, que descreve o desmoronar da casa Golden: a vida faustosa, um litígio entre irmãos, uma metamorfose inesperada, o aparecimento de uma mulher bela, traição e assassínio, e bem longe, na pátria abandonada, um bom trabalho de informações.

    Partindo da nova ordem mundial de verdades alternativas, Rushdie tece a história do ambiente americano ao longo dos últimos oito anos, tocando todos os pontos: a ascensão do movimento Birther, do Tea Party, do Gamergate e da política de identidade; o efeito de ricochete do politicamente correto; e, evidentemente, a eclosão de um vilão ambicioso, desapiedado, narcisista e profundamente conhecedor da comunicação social, que usa maquilhagem e pinta o cabelo.

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  • Acerca de Florbela de Rui Guedes

    Acerca de Florbela

    Rui Guedes

    7,50 

    Acerca de Florbela de Rui Guedes
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1986, 237 págs. B.

    Publicados que estão, destas OBRAS COMPLETAS DE FLORBELA ESPANCA, os volumes que encerram toda a sua obra (poesia, contos, diário e cartas), e ainda a sua Fotobiografia, impunha-se, para completo conhecimento da Poetisa, que se publicasse também o relato do que foi a sua vida, bem como o levantamento da sua bibliografia, discografia e o índice remissivo geral.

     

    Assim fica, com este volume, encerrado o ciclo das OBRAS COMPLETAS DE FLORBELA ESPANCA, ciclo que considero básico e sustentáculo a futuros trabalhos de especialistas que a ela se dediquem, desenvolvendo e aprofundando o que até agora se deixa publicado, como merece a grande Poetisa alentejana.

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  • Nova Teoria do Sebastianismo de Miguel Real

    Nova Teoria do Sebastianismo

    Miguel Real

    9,00 

    Nova Teoria do Sebastianismo de Miguel Real
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2014, 262 págs. E.

    Nova Teoria do Sebastianismo é um ensaio que reflecte sobre o mito sebastianista como alucinação racionalmente falsa mas sentimentalmente verdadeira e nos dá a conhecer os autores que trataram o tema, desde Bandarra e Padre António Vieira até aos filósofos contemporâneos, passando por Fernando Pessoa, António Quadros, António Sérgio e Eduardo Lourenço. O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados dois outros títulos de Miguel Real: Nova Teoria do Mal e Nova Teoria da Felicidade enquanto propostas para uma ética do século XXI. «Ser sebastianista hoje […] significa, não a esperança no indefinido regresso de D. Sebastião, nem acreditar neste como o Messias regenerador da sociedade portuguesa, […] mas ter plena consciência de que em Portugal só se atinge um patamar próspero de vida se algo (uma instituição) ou alguém dotado de elemento carismático nos prestar um auxílio que nos retire, por meios extraordinários, do embrutecimento e empobrecimento da vida quotidiana: a subserviência rastejante ao Partido, a cunha do «Senhor Doutor», a crença no resultado do totoloto ou do euromilhões, a promessa a Nossa Senhora de Fátima ou santo congénere… Esse algo ou alguém, quando negado em Portugal, impele à emigração, forçando o português a buscar no estrangeiro o que, devido às políticas de autofavorecimento das elites, lhe é negado na sua terra natal.»

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  • Dicionário de Filosofia

    Dicionário de Filosofia

    José Ferrater Moura

    6,00 

    Dicionário de Filosofia de José Ferrater Moura
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1977, 456 págs. B.

    Este livro é a versão sintetizada do monumental e consagrado Dicionário de Filosofia de José Ferrater Mora. Desta edição abreviada, levada a cabo pelos seus colegas Ezequiel de Olaso e Eduardo Garcia Belsunce, diz o próprio Ferrater Mora, ao justificá-la e recomendá-la que os condensadores usaram de «um excecional bom critério para selecionar o fundamental e eliminar o menos urgente, e, escusado será dizê-lo, uma invulgar capacidade de síntese». Fornecendo uma explicação clara, objetiva e muito completa dos conceitos fundamentais da filosofia, o presente dicionário termina com um apêndice histórico contendo uma breve nota sobre a vida e obra dos filósofos considerados
    mais importantes, bem como concisa informação sobre os vários movimentos filosóficos.
    Num volume de mais cómoda utilização, sem as proporções e a complexidade do dicionário original, esta edição foi especialmente concebida para os alunos do ensino médio e dos cursos universitários e, por extensão, para todo um público interessado na filosofia, mesmo sem um conhecimento especializado na matéria.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pela Sociologia de Alain Touraine

    Pela Sociologia

    Alain Touraine

    6,00 

    Pela Sociologia de Alain Touraine
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1982, 212 pags. B.
    Colecção: Universidade Aberta | 73

    Ao longo dos seis ensaios que integram o presente livro (O objecto da sociologia; Dez ideias para uma sociologia; Sistemas e conflitos; Relações e conflitos sociais na sociedade pós-industrial; Identidade social e movimentos sociais; O momento da sociologia), Alain Touraine propõe-se analisar a situação e o papel dos estudos sociológicos nas sociedades nossas contemporâneas e ao mesmo tempo definir, por entre o apelo das ideologias e as pressões dos poderes estabelecidos, o lugar que compete aos sociólogos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Salazarista de Orlando Raimundo01

    Último Salazarista, O

    Orlando Raimundo

    8,00 

    Último Salazarista: a Outra Face de Américo Thomaz de Orlando Raimundo
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2017, 286 págs. B. Il.

    Américo Thomaz, o último Presidente da República do Estado Novo, é frequentemente recordado como uma figura patética: o caricato corta- -fitas do regime fundado por Salazar com o apoio dos militares que cometia gafes e falava com exasperante lentidão.

    Bastará, porém, acompanhar a biografia que lhe traça Orlando Raimundo para perceber que essa é uma perspectiva manifestamente redutora e que o seu papel como facilitador das manobras da ditadura ao longo de quase quarenta anos de vida política teve consequências bastante mais nefastas do que as anedotas que sobre ele se contam fariam adivinhar.

    Entre muitos episódios em que participou e que condicionaram a história portuguesa do século xx, a sua intervenção foi determinante quando traiu o general Botelho Moniz, fazendo abortar o golpe que iria derrubar Salazar, e no momento em que obrigou Marcello Caetano a assumir o compromisso solene de não abrir mão das Colónias. Como nos diz o autor do presente volume, «na procissão dos devotos do salazarismo [Thomaz] esteve sempre na linha da frente, a segurar o andor».

    Deste modo, justifica-se amplamente dar a conhecer essa outra face de Américo Thomaz e revelar dados menos conhecidos deste Presidente da República que – pasme-se – era um adepto da monarquia. Até para evitar que a tragédia possa dar lugar à farsa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Metamorfoses de Agustina Bessa-Luís

    Metamorfoses

    Agustina Bessa-Luís

    15,00 

    Metamorfoses de Agustina Bessa-Luís
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2007, 103 págs. E. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Graça de Morais.

    Um livro com texto inédito de Agustina Bessa–Luís e 50 pinturas de Graça Morais.

    Agustina Bessa-Luís, inspirando-se nas Metamorfoses de Ovídio, revisita os seus romances e biografias, um mundo à parte povoado exclusivamente por mulheres de variadas vocações e destinos.
    O que é a Metamorfose? É aquilo que faz de nós alguma outra coisa. Talvez por isso, este mundo de Agustina seja implacável para as mulheres que o habitam. O património genético reina; nem a educação, nem a vontade chegam para lhe fazer frente. “Sempre acabamos por ser o que somos na pluralidade dos nossos sonhos”.

    Graça Morais escolheu cerca de 50 telas que permitem ler de outra maneira o tema da Metamorfose. São imagens de mulheres poderosas e temíveis mas, ao mesmo tempo, desamparadas.
    São estes os ingredientes para a edição de uma obra bela e de grande qualidade, fruto do trabalho assinalável de duas mulheres admiráveis, dois nomes de absoluta referência na cultura portuguesa contemporânea. Nesta obra podemos percorrer a humanidade inteira através de duas dimensões que se complementam na perfeição: o texto e as imagens.

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  • Escuta Zé Ninguém

    Escuta Zé Ninguém

    Wilhelm Reich

    5,00 

    Escuta Zé Ninguém de Wilhelm Reich
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1981, 111 págs. B.

    Escrito no Verão de 1945, Escuta, Zé Ninguém! foi o resultado de tumultos e conflitos íntimos de um cientista e pensador profundamente inconformista. Lido por milhares de leitores ao longo de várias gerações Escuta, Zé Ninguém! É ainda hoje um livro de culto que pela sua actualidade continua a despertar grande interesse.

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  • Uma Abelha na Chuva de Carlos de Oliveira

    Abelha na Chuva

    Carlos de Oliveira

    5,00 

    Uma Abelha na Chuva de Carlos de Oliveira.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1971, 192 págs. B.

    Álvaro Rodrigues Silvestre vive um casamento falhado e estéril, gerado pela conveniência de antigos interesses familiares, na pequena aldeia de Montouro, espaço provinciano onde todas as biografias se cruzam e coscuvilham vidas alheias. Enquanto uns esperam a benevolência dos dias para revelar segredos do passado, outros entrevêem a oportunidade certeira para silenciá-los de uma vez por todas. Assim, levada pela chuva e lama de um Outono implacável, a vida dos protagonistas da terra afunda-se num ciclo trágico de mentiras, vingança e amores frustrados, que põe a nu a estrutura social do Portugal pobre e desamparado do século xx. Uma Abelha na Chuva viria a dar origem ao filme homónimo do realizador Fernando Lopes e está recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para leitura autónoma no Ensino Secundário.

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  • O Último Cabalista de Lisboa de Richard Zimler

    Último Cabalista de Lisboa, O

    Richard Zimler

    7,50 

    O Último Cabalista de Lisboa de Richard Zimler
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2011, 383 págs. B.

    Em abril de 1506, durante as celebrações da Páscoa, cerca de dois mil cristãos-novos foram mortos num pogrom em Lisboa e os seus corpos queimados no Rossio. Reinava então D. Manuel, o Venturoso, e os frades incitavam o povo à matança, acusando os cristãos-novos de serem a causa da fome e da peste que flagelavam a cidade.

    Berequias, sobrinho e discípulo de Abraão Zarco – iluminador e membro respeitado da célebre escola cabalística de Lisboa -, vai encontrar o tio e uma jovem desconhecida mortos na cave que servia de templo secreto desde que a sinagoga fora encerrada pelos cristãos-velhos. Um valioso manuscrito iluminado também desapareceu do seu esconderijo. Estarão os dois incidentes relacionados? Terá sido um cristão ou um judeu, como os indícios fazem crer, a assassinar o tio? Quem será a rapariga morta?

    Publicado originalmente em Portugal, O Último Cabalista de Lisboa é um extraordinário romance histórico, que catapultou o seu autor para um sucesso internacional, tendo sido publicado em toda a Europa, nos Estados Unidos e Brasil, onde depressa se tornou um bestseller.

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  • Procura de Sana de Richard Zimler (86)

    Procura de Sana, À

    Richard Zimler

    8,00 

    À PROCURA DE SANA DE RICHARD ZIMLER
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2012. 253 págs. B.

    Romance de Richard Zimler em que o próprio autor se assume como personagem e investigador de um enigma real. Em fevereiro de 2000, durante um festival literário na Austrália, Zimler conhece Sana, uma bailarina brasileira cuja vida foi profundamente marcada pelo seu livro “O Último Cabalista de Lisboa”. O inesperado suicídio da mulher, logo no dia seguinte, lança o escritor numa obsessiva busca de três anos pelo seu passado. A investigação recua até à Haifa da década de 1950, revelando uma infância de tolerância e a amizade extraordinária entre duas raparigas, uma palestiniana e outra judia. Uma narrativa que cruza Paris, Bolonha e a Palestina, esbatendo as fronteiras entre a realidade e a ficção até culminar nos trágicos contornos políticos do 11 de Setembro.

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição.
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 390g
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