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  • Antes de Meia-Noite de Carlos Drummond de Andrade

    Antes de Meia-Noite

    Carlos Drummond de Andrade

    5,00 

    Antes de Meia-Noite de Carlos Drummond de Andrade
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 141 págs. B.

    Antologia de Contos de Temática Natalícia.

    Presépio de Carlos Drummond de Andrade;
    Vivenda Alegre de Fernando Campos;
    O Meu Homem de Bem de Joel Neto;
    A Árvore no Meio da Sala de Julieta Monginho;
    Barbas de Algodão de Leonardo Ralha;
    Feliz Navidad Coronel Santiago de Luís Cardoso;
    Natal na Barca de Lygia Fagundes Telles;
    Missa do Galo de Machado de Assis;
    Natal de Miguel Torga;
    Um Casaco de Raposa Vermelha de Teolinda Gersão.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • A Tábua de Flandres de Artur Pérez-Reverte

    Tábua de Flandres, A

    Artur Pérez-Reverte

    7,00 

    A Tábua de Flandres de Artur Pérez-Reverte.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 307 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 230

    No final do século XV, um velho mestre flamengo introduz num dos seus quadros um enigma que pode mudar a história da Europa. No quadro, o duque de Ostenburgo e o seu cavaleiro estão embrenhados numa partida de xadrez enquanto são observados por uma misteriosa dama vestida de negro. Todavia, à época em que o quadro foi pintado, um dos jogadores já havia sido assassinado.
    Cinco séculos depois, uma restauradora de arte encontra a inscrição oculta: uis necavit equitem? (Quem matou o cavaleiro?) Auxiliada por um antiquário e um excêntrico jogador de xadrez, a jovem decide resolver o enigma. A investigação assumirá contornos muito singulares: o seu êxito ou fracasso será determinado, jogada a jogada, através de uma partida de xadrez constantemente ameaçada por uma sucessão diabólica de armadilhas e equívocos.

    Livro fundamental para os amantes do mistério, A Tábua de Flandres foi a obra que tornou Arturo Pérez-Reverte o escritor espanhol contemporâneo mais lido em todo o mundo. Já adaptado ao cinema, é um apaixonante puzzle que o autor encadeia com uma destreza absolutamente excepcional.

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  • Pós Escrito à Lógica da Descoberta Científica de Karl Popper (95)

    Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica

    Karl Popper

    30,00 

    PÓS-ESCRITO À LÓGICA DA DESCOBERTA CIENTÍFICA DE KARL POPPER
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992. 3 vols. B.
    Colecção: Nova Enciclopédia | 33-34-35

    Monumental e há muito esperada edição integral do «Pós-Escrito» do célebre filósofo da ciência Karl Popper, publicada em Portugal em três volumes autónomos: Vol. I – O Realismo e o Objectivo da Ciência; Vol. II – O Universo Aberto: Um Argumento a Favor do Indeterminismo; Vol. III – A Teoria dos Quanta e o Cisma na Física. Escrita originalmente como uma série de apêndices à sua obra capital de 1934, esta trilogia expande e clarifica as teses popperianas sobre o falsificacionismo, atacando o indutivismo, o determinismo e defendendo com unhas e dentes o realismo crítico. Um pilar indispensável para os estudos de Epistemologia, Lógica e Filosofia da Ciência.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 1175g
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  • Poesia 1903-1917 de Florbela Espanca

    Poesia 1903-1917

    Florbela Espanca

    6,00 

    Poesia 1903-1917 de Florbela Espanca
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 280 págs. B.

    Recolha, leitura e Notas por RUI GUEDES. Prefácio de JOSÉ CARLOS SEABRA PEREIRA. Nota filológica de LUIZ FAGUNDES DUARTE. Texto actualizado por MARIA TERESA MOYA PRAÇA.

     

    A edição das Obras Completas de uma escritora com a estatura de Florbela Espanca, sobretudo quando se sabe que a maior parte da obra que produziu se mantinha inédita, ou então publicada mas dispersa por jornais e outras publicações de pequena e efémera circulação, à hora da morte da autora, e quando se constata que mesmo a obra publicada em livro foi alvo de intervenções de estranhos que lhe alteraram substancialmente quer a forma quer o conteúdo, é sempre um acontecimento importante e que acarreta enormes responsabilidades para quem se propõe fazê-la.

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  • Parábola do Cágado Velho de Pepetela

    Parábola do Cágado Velho

    Pepetela

    5,00 

    Parábola do Cágado Velho de Pepetela
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 184 págs. B.

    “Falo de um amor e de uma transgressão.” “Quem sabe, talvez a transgressão nunca fosse possível. Mas a granada existiu, essa granada que traçou no ar espantado do planalto a figura da mulher amada. Mas uma granada, mesmo com tal magia, pode materializar um Mundo?”

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  • Versículos Satânicos de Salman Rushdie

    Versículos Satânicos

    Salman Rushdie

    7,50 

    Versículos Satânicos de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1989, 491 págs. B.

    Na madrugada de uma manhã de Inverno, um avião explode a grande altitude sobre o canal da Mancha. No meio dos restos de corpos, dos destroços, duas pessoas precipitamse sem pára-quedas em direcção ao mar. Agarrados um ao outro durante a sua longa queda, entoam canções rivais até abrandarem a velocidade de descida, flutuando com leveza antes de atingirem a superfície das águas, por sobre a qual caminham depois para finalmente serem descobertos numa praia inglesa, vivos. Gibreel e Saladin forma escolhidos para protagonizarem a eterna luta entre o bem e o mal.

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  • O Último Suspiro do Mouro de Salman Rushdie

    Último Suspiro do Mouro, O

    Salman Rushdie

    8,00 

    O Último Suspiro do Mouro de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1995, 525 págs. B.

    Ao jeito de As Mil e Uma Noites, o herói- narrador vai passando em revista os acontecimentos e as personagens da sua própria família, desde Cochim, no princípio do século, junto do túmulo de Vasco da Gama, até ao áspero olival andaluz onde, depois de expressar o testemunho dos seus antepassados, ele próprio se extingue de pura exaustão.

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  • Shalimar o Palhaço de Salman Rushdie

    Shalimar o Palhaço

    Salman Rushdie

    8,00 

    Shalimar o Palhaço de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2006, 479 págs. B.

    Los Angeles, 1993. Maximilian Ophuls é brutalmente assassinado pelo seu motorista muçulmano, Noman Sher Noman, também conhecido por Shalimar, o Palhaço. O que à primeira vista parece ser um crime político — Ophuls tinha sido embaixador dos Estados Unidos na Índia e depois chefe do contra- terrorismo americano — é afinal um caso passional.

    Shalimar, o Palhaço é uma obra profundamente humana que junta as paixões mais ferozes e os conflitos mais graves do nosso tempo. Uma história de amor. Uma fábula mágica onde os mortos falam.

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  • Quichotte de Salman Rushdie

    Quichotte

    Salman Rushdie

    10,00 

    Quichotte de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2020, 493 págs. B.

    Inspirado pelo clássico de Cervantes, Sam DuChamp, um medíocre autor de livros de espionagem, cria Quichotte, um cortês e apatetado vendedor ambulante obcecado pela televisão que é vítima de uma paixão impossível por uma estrela de TV. Acompanhado pelo seu filho (imaginário) Sancho, Quichotte empreende uma picaresca busca pela América a fim de se mostrar digno da sua mão, arrostando valorosamente com os tragicómicos perigos de uma era em que Tudo-Pode-Acontecer. Entretanto, o seu criador, que vive uma crise de meia-idade, enfrenta igualmente os seus imperiosos desafios.

    Tal como Cervantes escreveu Dom Quixote para satirizar a cultura do seu tempo, Rushdie transporta o leitor numa desvairada corrida através de um país à beira do colapso moral e espiritual. E, com aquela magia narrativa que é a imagem de marca da obra de Rushdie, as vidas amplamente realizadas de DuChamp e Quichotte interpenetram-se numa busca profundamente humana do amor e num retrato perversamente divertido de uma época em que os factos são tantas vezes indistinguíveis da ficção.

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  • Pisar o Risco de Salman Rushdie

    Pisar o Risco

    Salman Rushdie

    8,00 

    Pisar o Risco: Colectânea de Textos (1992-2002) de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2004, 393 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 344

    Neste seu novo livro de ensaios Salman Rushdie abarca os mais diversos temas que marcaram a última década do século XX e princípios do século XXI. Na sua habitual escrita incisiva, empenhada e muitas vezes divertida, o autor escreve sobre O Feiticeiro de Oz, os U2, a Índia e a literatura indiana, a morte da princesa Diana, o futebol, os confrontos étnicos, políticos e religiosos, o terrorismo e a permeabilidade das fronteiras. Uma visão única sobre a literatura, cultura e política, por um dos maiores livres-pensadores do nosso tempo.

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  • Oriente Ocidente de Salman Rushdie

    Oriente Ocidente

    Salman Rushdie

    7,00 

    Oriente Ocidente de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1996, 195 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 168

    Salman Rushdie nasceu em Bombaim em 1947 e viveu grande parte da sua vida em Londres. Oriente, Ocidente é uma colectânea de contos onde o autor observa os seus dois mundos, ao mesmo tempo íntimos e distantes, a história partilhada de ambos, e os equívocos – cómicos e trágicos – que os separam e unem. O que Oriente, Ocidente demonstra, é que Salman Rushdie, o mais informado e actualizado dos nossos escritores, tem um excepcional talento para todas as «antigas artes»: o domínio excepcional da língua, de contar histórias e da imaginação.

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  • Luka e o Fogo da Vida de Salman Rushdie

    Luka e o Fogo da Vida

    Salman Rushdie

    8,00 

    Luka e o Fogo da Vida de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 228 págs. B.

    Numa bela noite estrelada, na cidade de Kahani, em terras de Alifbay, aconteceu uma coisa terrível: o pai de um rapaz de doze anos chamado Luka, o contador de histórias Rashid, mergulhou súbita e inexplicavelmente num sono tão profundo que não havia quem conseguisse acordá-lo. Para o salvar de se sumir por completo, Luka tem de empreender uma jornada pelo Mundo Mágico, deparando pelo caminho com um sem-número de fantasmagóricos obstáculos, a fim de roubar o Fogo da Vida, uma tarefa aparentemente impossível e extremamente perigosa.
    Com Harun e o Mar de Histórias, Salman Rushdie creditou-se como um dos melhores contadores de fábulas contemporâneas, e o livro revelou-se uma das suas obras mais populares junto de leitores de todas as idades. Se Harun foi escrito como presente para o seu primeiro filho, Luka e o Fogo da Vida, a história do irmão mais novo de Harun, é uma prenda para o segundo filho, por ocasião do seu décimo segundo aniversário.

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  • Joseph Anton – uma memória de Salman Rushdie

    Joseph Anton – uma memória

    Salman Rushdie

    10,00 

    Joseph Anton – uma memória de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2012, 730 págs. B.

    No dia 14 de Fevereiro de 1989, Dia dos Namorados, Salman recebeu um telefonema de uma jornalista da BBC a dizer-lhe que fora «condenado à morte» pelo aiatola Khomeini. Era a primeira vez que ouvia a palavra fatwa. O seu crime? Ter escrito um romance intitulado Os Versículos Satânicos, que era acusado de ser «contra o Islão, o Profeta e o Alcorão».

    Assim começa a extraordinária história de um escritor obrigado a passar à clandestinidade, mudando de casa para casa, com a presença constante de uma equipa de proteção policial armada. Pediram-lhe que escolhesse um pseudónimo pelo qual a polícia pudesse tratá-lo. Ele pensou nos escritores de que mais gostava e em combinações dos seus nomes; ocorreram-lhe então Conrad e Tchékhov – Joseph Anton.

    Como vivem um escritor e a sua família com a ameaça de assassínio durante mais de nove anos? Como continua ele a trabalhar? Como se apaixona e desapaixona? Como é que o desespero molda os seus pensamentos e acções, como e porquê tropeça, como aprende a ripostar? Nestas notáveis memórias, Rushdie narra pela primeira vez essa história: a história de uma das batalhas cruciais do nosso tempo pela liberdade de expressão. Fala das realidades, umas vezes sinistras, outras cómicas, da coabitação com polícias armados e dos estreitos laços que se forjaram com os seus protetores; da sua luta para obter o apoio e a compreensão de governos, chefes de serviços de informações, editores, jornalistas e colegas escritores; e de como recuperou a liberdade.

    Este é um livro de excecional franqueza e honestidade, empolgante, provocatório, comovente e de vital importância. Porque aquilo que aconteceu a Salman Rushdie foi o primeiro ato de um drama que continua a desenrolar-se todos os dias algures no mundo.

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  • Grimus de Salman Rushdie

    Grimus

    Salman Rushdie

    8,00 

    Grimus de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2009, 356 págs. B.

    Depois de beber um elixir que lhe confere a imortalidade, o jovem índio Águia Esvoaçante passa setecentos anos a navegar pelos mares com a bênção, e em última análise a maldição, da vida eterna. Por fim, a sensação de monotonia começa a crescer dentro dele, e acaba por rumar à montanhosa ilha de Calf. Aqui, Águia Esvoaçante conhece outros imortais obcecados com a sua própria estagnação e decide subir ao pico da ilha, de onde emana o misterioso e corrosivo Efeito Grimus. Após uma série de encontros e desafios, Águia Esvoaçante descobre-se na presença do criador da ilha e desvenda os mistérios da sua própria humanidade.

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  • Fúria de Salman Rushdie.

    Fúria

    Salman Rushdie.

    7,50 

    Fúria de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 280 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 283

    “O futuro era um casino e toda a gente jogava, e toda a gente esperava ganhar.”, diz-se a determinada altura em “Fúria”, o novo romance de Salman Rushdie. Mas num casino perde-se mais do que se ganha. E é o que aqui acontece, neste romance que prenuncia o declínio e queda de uma civilização que, as passos largos, caminha para o abismo. Uma civilização desumanizada, onde as pessoas parecem brinquedos ou autómatos. Onde os brinquedos propriamente ditos ganham autonomia através da publicidade e da fama, como acontece com as bonecas de Malik Solanka, personagem principal do romance, um indiano que troca Londres por Nova Iorque e se torna famoso, ele e as suas bonecas, pela televisão. Bonecas sobre as quais ele próprio perderá o controle. A criatura escapa ao criador.

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  • Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie

    Filhos da Meia-Noite, Os

    Salman Rushdie

    8,00 

    Os Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2013, 628 págs. B.

    Nascido precisamente ao bater da meia-noite, no exato momento em que a Índia se tornava independente, Saleem Sinai é uma criança especial. No entanto, esta simultaneidade de nascimento tem consequências para as quais ele não está preparado: poderes telepáticos ligam-no a outros 1000 «filhos da meia-noite», todos eles dotados de dons extraordinários. Indissociavelmente ligada à sua nação, a história de Saleem é um turbilhão de desastres e triunfos que espelha o percurso da Índia moderna na sua forma mais impossível e gloriosa. Publicado em 1981, Os Filhos da Meia-Noite, segundo romance de Rushdie, não só deu notoriedade ao seu autor como se tornou num fenómeno de êxito literário.
    A sua adaptação ao cinema é o resultado da colaboração da realizadora Deepa Mehta com o próprio Salman Rushdie, que não só escreveu o argumento como dá também voz ao narrador.

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