A mostrar 129–144 de 212 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Fiel Jardineiro, O

    Fiel Jardineiro, O

    John Le Carré

    6,00 

    Fiel Jardineiro de John Le Carré.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2005, 405 págs. B.

    O Fiel Jardineiro é a arrebatadora história de um homem enobrecido pela tragédia, e uma magnífica exploração do lado negro do capitalismo desenfreado escrita por um dos mais proeminentes e elegantes escritores do nosso tempo. Um dos melhores romances de John le Carré. Adaptado ao cinema por Fernando Meirelles num filme com Ralph Fiennes e Rachel Weisz.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pura Verdade Sobre o Caso do Padre Teodorico

    Pura Verdade Sobre o Caso do Padre Teodorico

    Baltazar Terlica

    7,00 

    Pura Verdade Sobre o Caso do Padre Teodorico  de Baltazar Terlica.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1998, 381 págs. B.

    Pega no telefone e marca já o VOO…

    A coberto da campanha eleitoral tenta esmiuçar essa outra história.

    Passa Syros e Mykonos a pente fino. Quero a verdade!… A verdade, ouviste!… Doa a quem doer…” Era a primeira grande investigação jornalística de Patrizia Trivela. O padre Teodorico estava a ser acusado de ter assassinado um jovem. Os media exploravam o caso até quase à exaustão. Mas ela só queria a verdade… a pura verdade. Foi para Syros e pediu ao seu amigo Andriani Roméos para a ajudar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Princesa de Éboli, A

    Princesa de Éboli, A

    Almudena de Arteaga

    6,00 

    25 edições e mais de 100 000 exemplares vendidos em Espanha.
    A Princesa de Éboli é um romance histórico e uma homenagem a uma mulher excepcional: Ana de Mendoza (1540-1592), princesa de Éboli, cuja beleza e inteligência suscitaram reacções apaixonadas, de atracção e repúdio, dos homens mais importantes do seu tempo. Muito bonita, sabendo converter em atributo o facto de usar uma pala por ter acidentalmente cegado do olho direito, casada com um português, Ruy Gomes da Silva (1529-1573), príncipe de Éboli e duque de Pastrana, Ana de Mendoza teve dez filhos, dos quais sobreviveram seis.
    Implicada numa trama política e sentimental, ao lado de Filipe II e do seu astuto secretário Antonio Pérez (1540-1611), a princesa de Éboli lutou pelos seus direitos com uma força e determinação pouco comuns a uma mulher da Espanha do século XVI.
    Esta narrativa histórica é ficcionada por uma descendente directa da princesa, Almudena de Arteaga del Alcázar, da família dos Mendoza.

  • Poesia (1918-1930)

    Poesia (1918-1930)

    Florbela Espanca

    6,00 

    Poesia (1918-1930) de Florbela Espanca.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 304 págs. B.

    Este é o Volume II da colecção OBRAS COMPLETAS DE FLORBELA ESPANCA.

     

    Para este Volume segui a seguinte ordem de publicação:

     

    1- Vinte e uma poesias não recolhidas em livro por Florbela e que consegui encontrar nos 149 jornais e revistas que consultei, ou que descobri por outros meios e que aqui surgem reunidas sob a designação Esparsos (1918-1930).

    2-O Livro de Mágoas, que a Poetisa publicou em Junho de 1919.

    3- Os 6 sonetos inéditos do caderno que começa com o soneto Livro do Nosso Amor sobre o qual já escla- reci o leitor na Explicação Preliminar ao Volume I. Os restantes sonetos desse caderno, que a Poetisa incluiu no Livro de Soror Saudade, são transcritos e referenciados nessa ocasião.

    4-O Livro de Soror Saudade (que nasceu do caderno Claustro das Quimeras).

    5- Charneca em Flor.

    6- Reliquiae.

    As explicações da procedência de cada soneto, variantes conhecidas ou outras notas que considero fundamentais ao esclarecimento da obra de Florbela Espanca devem ler-se, no final deste Volume, em Notas aos Poemas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Olhar de Serpente

    Olhar de Serpente

    Felícia Cabrita

    5,00 

    Olhar de Serpente de Felícia Cabrita [et al.]
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 159 págs. B.

    «Dá aos homens o pouco que eles pedem, e pede-lhes tudo o que quiseres», sussurrava-lhe a mãe para a ensinar a contrariar a pobreza. Mas Maria dos Prazeres, instintivamente, estava sempre para além de quaisquer ensinamentos. «Tem o olhar da serpente», diziam. E o veneno de Prazeres cedo começou a limpar a carteira dos homens ricos com quem se deitava para dar de comer aos pobres que lhe pediam ajuda. Diabo para uns, uma santa para outros, Prazeres foi aquilo que quis, em cada momento, para quem lhe apeteceu. Arruinou carreiras, destruiu fortunas, e abalou a justiça que também se deitou com ela na cama onde já tinham passado grandes nomes da política, finanças e futebol.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Seda de Alessandro Baricco

    Seda

    Alessandro Baricco

    7,50 

    Hervé Joucour, um comerciante de seda, vê-se obrigado a fazer uma viagem ao Japão depois de uma epidemia ter dizimado todos os bichos-da-seda provenientes de África. Chegado a esse país distante e desconhecido, muito fechado a viajantes ou qualquer influência ocidental, Joncour é acolhido no palácio do nobre Hara Kei, que se faz sempre acompanhar…

  • Gestão Financeira com Exercícios

    Gestão Financeira com Exercícios

    Josette Peyrard

    6,00 

    Gestão Financeira com Exercícios de Josette Peyrard.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 360 págs. B.

    A função financeira na empresa; apresentação do balanço contabilístico; as necessidades de fundo maneio; a tesouraria; os saldos intermédios de gestão; o cash flow; a capacidade de autofinanciamento; análise de ratios; o quadro de financiamento; gestão financeira a curto prazo; a gestão de stocks; o método “just in time”; a política de crédito da empresa; a estimativa das vendas; vantagens e limites do endividamento; juro simples e composto…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Diário do Farol

    Diário do Farol

    João Ubaldo Ribeiro

    7,00 

    Diário do Farol de João Ubaldo Ribeiro.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 188 págs. B.

    “Diário do Farol” é certamente o mais importante romance da literatura brasileira dedicado inteiramente à descrição e contemplação do mal: o mal que nos rodeia e nos atinge, mas preferimos ignorar. Contado na primeira pessoa, este livro é o relato da vida de um psicopata absolutamente amoral e destituído de qualquer escrúpulo que não os ditados pela sua astúcia e, mais do que isso, é o retrato de uma sociedade onde o mal encontra terreno fértil para medrar. João Ubaldo Ribeiro rompe barreiras, preconceitos e noções confortáveis, para nos confrontar com verdades incontornáveis. Um romance surpreendente e controverso que levará o leitor a pensar sobre a sua própria condição, a sociedade em que vive, a humanidade a que pertence.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Imperativo Humano, O

    Imperativo Humano, O

    Alexander Alland

    5,00 

    Imperativo Humano de Alexander Alland.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1982, 152 págs. B.

    Nos últimos anos, diversas teorias mais ou menos científicas têm pretendido demonstrar que as características do comportamento social humano são, ainda que em grau variável, geneticamente predeterminadas (ver, por exemplo, Uma Introdução à Sociobiologia, de Yves Christen, livro publicado nesta mesma colecção).

    Em O Imperativo Humano, pelo contrário, o antropólogo americano Alexander Alland Jr. assinala os limites de tais teorias e, respondendo a autores como Lorenz, Ardrey e Desmond Morris, afirma a supremacia do Homem e da Cultura face a um estrito determinismo biológico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Competitividade e Recursos Humanos

    Competitividade e Recursos Humanos

    Maria João Rodrigues

    7,00 

    Competitividade e Recursos Humanos de Maria João Rodrigues.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 168 págs. B.

    Está hoje a ganhar peso a convicção de que os recursos humanos são um factor básico de competitividade, já que deles depende a potencialização dos demais: equipamento, informação, organização, infra-estruturas, recursos naturais, etc. Ora, este principio introduz uma ruptura de fundo nas culturas de gestão dominantes em Portugal e tem implicações múltiplas, não só sobre a vida interna e as estratégias das empresas, mas também sobre a politica industrial, regional, educativa e de emprego, e ainda sobre os percursos individuais de cada um de nós, uma vez que a forma de reforçar a competitividade pode abrir vias para novos modos de desenvolvimento.

    Competitividade e Recursos Humanos visa, justamente, tornar mais claras todas estas implicações, esclarecendo nomeadamente como um movimento de renovação de competências pode sustentar a melhoria do padrão de especialização produtiva e dos factores de competitividade da economia portuguesa. E aqui se joga, em grande medida, o papel que esta poderá desempenhar no processo de construção europeia. Escrito a pensar principalmente em todos aqueles que se confrontam com estes problemas no terreno da prática – sejam eles membros da classe politica, autarcas, gestores públicos e privados, empresários, sindicalistas, técnicos, professores ou estudantes – presente volume não é tanto uma obra de foro académico quanto um ensaio visando a vulgarização e a adaptação de problemáticas que se afiguram como pertinentes na encruzilhada estratégica em que Portugal se encontra.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Percursos de Fim-de-Semana

    Percursos de Fim-de-Semana

    Fernando António Almeida

    6,00 

    Percursos de Fim-de-Semana de Fernando António Almeida. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 259 págs. E. Il

    Nascidos de uma rubrica regular da “Revista” do semanário «Expresso», que tem aliás obtido um notável sucesso, estes Percursos de Fim-de -Semana explicam como tirar o máximo partido dos tempos livres e como melhor conhecer as diferentes regiões de Portugal. Organizada em dezasseis blocos, correspondentes a outras tantas zonas do País, a presente obra apresenta 40 itinerários concretos que conduzirão o leitor à descoberta da arquitectura, da arte, da gastronomia, das festas e tradições e das gentes da nossa terra. Com um texto aliciante e bem documentado, apoiado por dezenas de mapas e fotografias a cores, Percursos de Fim-de-Semana é um livro de viagens diferente, de cuja leitura se retira, não apenas um riquíssimo acervo de informações sobre a terra e a população de Portugal, mas também um extraordinário prazer.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Batalha de Toulouse

    Batalha de Toulouse

    José Cabanis

    4,00 

    Batalha de Toulouse de José Cabanis.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1967, 154 págs. B.

    Colecção Romances Exemplares, 7

    “Você não escreve o que quer. O narrador reflete sobre essa batalha pouco conhecida entre Soult e Wellington, em 1814, e sonha em torná-la o ponto de partida de um longo ciclo de romances. Tem tempo de sobra, porque acaba de afastar uma mulher que o ocupava duramente. Acha que pode escrever agora, em paz, o que quiser. Mas Gabrielle, ausente, está mais presente do que quando lá esteve. Ele nunca deixa de tentar entendê-lo e de se perguntar o que poderia separá-los. É, aliás, ela que o conduz impercetivelmente aos segredos da sua própria vida, ao próprio coração da sua longínqua infância. Sabe então o que deve escrever e escreve-o com júbilo. Este romance deve, portanto, desenvolver-se a três níveis, constantemente misturados: um esboço da vida provincial há mais de um século, o retrato de uma mulher infeliz e partilhada e a descoberta do que pode dar sentido a uma vida. Tentei compor uma variação sobre felicidade, amor e solidão.” José Cabanis.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contos e Diário

    Contos e Diário

    Florbela Espanca

    6,00 

    Contos e Diário de Florbela Espanca.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 157 págs. B.

    Apesar de Florbela Espanca ser conhecida como poetisa, ao longo da sua vida tentou várias vezes o conto. Neles, encontramos frases de grande beleza e energia, expressões de desejo, carregadas de erotismo, que exprimem as suas contradições na transição para a libertação da mulher.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónica de uma Travessia

    Crónica de uma Travessia

    Luís Cardoso

    6,00 

    Crónica de uma Travessia: A Época do Ai-Dik-Funam de Luís Cardoso. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 140 págs. B.

    Livro de viagem, autobiografia e romance, Crónica de Uma Travessia transmite o encanto exótico de um lugar remoto e desconhecido, um pedaço da Ásia que teimosamente quer preservar as características essenciais da cultura europeia com a qual esteve em contacto, apesar da enorme distância e do massacre que dura desde a invasão indonésia de 1975.

    Com uma escrita lírica, fluida, rica em imagens poéticas, capaz de transmitir sensações, cores e situações melhor do que qualquer reportagem de viagens, Crónica de Uma Travessia é uma leitura inesquecível.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Criação do Mundo de Miguel Torga

    Criação do Mundo

    Miguel Torga

    8,00 

    Criação do Mundo de Miguel Torga.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999, 593 págs. B.

    Um romance autobiográfico na obra de Torga que é um clássico da literatura portuguesa contemporânea.
    «Querido leitor: vais ler de uma assentada, se a maciez do texto te não desanimar, os seis dias desta «Criação do Mundo», que foram aparecendo nas montras separadamente, à medida que iam decorrendo. Livro temerariamente concebido na mocidade, imprevisível na trama e no rumo, só o tempo lhe podia dar corpo e remate, traçando-lhe o enredo e marcando-lhe a duração.»
    Neste livro, Torga, primeiro escritor a receber o prémio Camões, narra as principais lembranças de sua vida, como a infância em Trás-os-Montes, as paisagens do campo, sua primeira viagem pela Europa dominada pelo fascismo, o encontro em Paris com exilados políticos portugueses, as rebeliões contra o Estado Novo, a guerra civil espanhola, e até a sua experiência nas cadeias de Salazar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Agosto 1914 de Alexandre SoljenitsineAgosto 1914 de Alexandre Soljenitsine

    Agosto 1914

    Alexandre Soljenitsine

    10,00 

    AGOSTO, 1914 é a narrativa minuciosamente documentada de uma epopeia, ou melhor, antiepopeia, o ataque do exér- cito russo, em 1914, à Prússia Oriental, que termina com a sangrenta derrota das tropas de Nicolau II, em Tannenberg. esmagadas pelas forças do chefe do Estado-Maior alemão Hindenburgo. Soljenitsine reconstitui toda uma sociedade num momento em que…