A mostrar 113–128 de 157 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Nova Poesia Portuguesa de Fernando Pessoa

    Nova Poesia Portuguesa

    Fernando Pessoa

    7,50 

    Nova Poesia Portuguesa de Fernando Pessoa.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 119 págs. B.

    O perene diálogo entre a poesia e a filosofia m dos mais belos capítulos da história da espiritualidade humana. Nunca as duas actividades confundem os seus silêncios ou as suas vozes nas personalidades representativas das épocas e dos povos; cada uma fala por sua vez, com uma regularidade de sentido admirável.

    📝 Assinatura de posse.
    📝 Sublinhados a lápis

  • Fausto: Tragédia Subjectiva

    Fausto: Tragédia Subjectiva

    Fernando Pessoa

    7,00 

    Fausto: Tragédia Subjectiva de Fernando Pessoa.
    Editorial Presença. Lisboa, 1988, 222 págs. B.

    «Apesar da sua polifonia característica, Fausto, o poema dramático de Pessoa, é um solilóquio que se desenrola no terror metafísico da solidão e da acção empenhada. A abstenção é loucura, mas é-o também a acção que exclui os gestos e as paixões humanos do santuário do eu privado. Em trechos profundamente influenciados por Schopenhauer, Pessoa identifica a salvação com o sono, um sono tão profundo que acaba, para além do inconsciente e da vaidade dos sonhos, por reduzir a silêncio o tumulto vão do pensamento. Uma dolorosa contradição insolúvel atormenta o mago de Pessoa. Persuadido da irrealidade do mundo, quer, apesar de tudo, decifrar os seus fenómenos (a “Vontade” e a “Representação” de Schopenhauer). O niilismo metafísico não pode negar o impulso no sentido do conhecimento. O monólogo dramático de Pessoa reitera, uma e outra vez, um horror de pesadelo: possuído por uma reflexão vã, mas imperiosa, Fausto sufoca no interior da sua própria alma. A indagação metafísica induz o enterramento em vida. (…)
    Mais do que a própria filosofia, é a linguagem da literatura ou, mais precisamente, da filosofia tornada literatura, como em Kierkegaard ou Nietzsche, que articula a extremidade patológica, a vanglória compulsiva, do empreendimento e da vocação filosóficos. Tal é a intuição que o tema de Fausto encerra. Pessoa avança um passo mais longe do que Hegel e define a especulação metafísica como não sendo mais do que uma “ansiedade infinita”.»

    📝 Assinatura de posse.

  • Sá de Miranda: Poemas Escolhidos de José V. de Pina Martins

    Sá de Miranda: Poemas Escolhidos

    José V. de Pina Martins

    3,50 

    Destinando-se este volume a estudantes e a professores de literatura portuguesa, procurámos escolher textos representativos da poesia mirandina e dispô-los segundo um critério didáctico de ordenação. Havia limites a respeitar e dai o termos prescindido de textos igualmente valiosos, embora, porventura, menos importantes do que estes

  • Poetas Pré-Românticos de Jacinto do Prado Coelho

    Poetas Pré-Românticos

    Jacinto do Prado Coelho

    6,00 

    Poetas Pré-Românticos de Jacinto do Prado Coelho [Sel.].
    Atlântida, 1961, 90 págs. B.

    A poesia portuguesa quadram as palavras de Díaz-Plaja sobre a poesia lírica espanhola: «O neoclassicismo, que surge, em alguns manuais simplistas, como um bloco de rígida orientação literária, aparece-nos literalmente minado, nos seus começos, pela tradição barroca que perdura, não obstante o gosto oficial, e, na segunda fase, por toda uma série de temas e concepções que recebem o nome de pré-romantismo. Isto em grau tão acentuado que diríamos que, sob o neoclassicismo, se dão as mãos as últimas derivações barrocas e os primeiros pressentimentos românticos». Xavier de Matos é um bom exemplo desta confluência.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poemas Lusitanos de António Ferreira

    Poemas Lusitanos

    António Ferreira

    6,00 

    Poemas Lusitanos de António Ferreira.
    Atlântida Editora. Coimbra, 1973, 133 págs. B.

    Defensor da língua pátria e da sua ilustração, talvez no entanto (exceptuada a Castro) o seu maior serviço literário tenha sido o de, na busca patriótica duma epopeia, haver levantado uma voz que Luís de Camões ouviu. Mas nem por isso iremos minimizar o seu consciencioso e diligente labor de doutrinação clássica, nem, apesar de não respeitarem directamente à arte literária, o valor e o alcance das suas ideias e sentimentos. Foi, aliás, a respeito destes que Garret, um dos que mais cedo atentaram crítica e esteticamente nas composições de António Ferreira, escreveu: Quanto à pureza da moral, ao nobre patriotismo, àquele generoso sentimento da honrada liberdade dos nossos avós, àquele entusiasmo da virtude – esse respira, mostra-se e resplandece em todas as suas obras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Menos por Menos de Pedro Mexia

    Menos por Menos

    Pedro Mexia

    7,50 

    Menos por Menos de Pedro Mexia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2011, 120 págs. B.

    Em Menos por Menos – Poemas Escolhidos, uma antologia pessoal, Pedro Mexia oferece-nos uma selecção de poemas retirados dos seus seis livros de poesia escritos entre 1999 e 2007. 100 poemas que traduzem o que demelhor existe na obra de um dos mais conceituados autores da nova geração da poesia portuguesa contemporânea.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Versos do Ocaso

    Versos do Ocaso

    Maria Antónia Chicharro Rodrigues

    7,00 

    Este livro que vos deixo Escrito já quase no fim Se ao partir deixo saudades Fica um bocado de mim.

  • Versos de Adolfo Casais MonteiroVersos

    Versos

    Adolfo Casais Monteiro

    30,00 

    Versos de Adolfo Casais Monteiro.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1944, 257 págs. E..

    Edição de grande cuidado gráfico, com retrato do autor por Cícero Dias, impresso em separado.

    Figura central da modernidade literária portuguesa, Adolfo Casais Monteiro ocupa um lugar singular na poesia do século XX. Entre o lirismo inquieto e a rutura formal, a sua escrita dilui fronteiras entre prosa e poesia, antecipando caminhos decisivos do verso moderno. Como sublinharam Óscar Lopes, Gastão Cruz e Eugénio Lisboa, trata-se de uma obra marcada pela tensão entre pensamento e emoção, liberdade rítmica e rigor intelectual.

    📝 Assinatura de posse.

     

  • Últimos Versos de Eugénio de Castro

    Últimos Versos

    Eugénio de Castro

    20,00 

    Últimos Versos de Eugénio de Castro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1938, 87 págs. E.

    Primeira edição deste livro consagrado à memória de dois entes queridos, como o autor nos elucida na abertura: “No dia 29 de Junho de 1930, morreu minha adorada neta Zèzinha, e onze dias depois, a 10 de Julho do mesmo ano, morria a mãi dela, que era a minha também adorada filha Violante, Viscondessa das Mercês, pelo seu casamento. à puríssima memória de ambas consagro estes versos, que escrevi regando-os com as mais amargas lágrimas da minha vida”.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Toda a Terra de Ruy Belo

    Toda a Terra

    Ruy Belo

    30,00 

    Toda a Terra (1976) pode ser lido como uma síntese magistral do percurso de Ruy Belo na poesia portuguesa: aqui, estão manifestos os seus motivos recorrentes – o sentimento de exílio, o mar, a experiência religiosa – impressos em poemas longos, de grande fôlego, que percorrem uma biografia entre as geografias que organizam tematicamente o…

  • Só de António Nobre. Livraria Tavares MartinsSó de António Nobre (Encadernado)

    António Nobre

    20,00 

    Só de António Nobre.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1959, 214 págs. E.

    Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, Só surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas. Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado. Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade

    📝 Assinatura de posse..

  • Sinfonia do Vento de Sarmento de Beires

    Sinfonia do Vento

    Sarmento de Beires

    25,00 

    Sinfonia do Vento de Sarmento de Beires.
    Edição Seara Nova. Lisboa, 1924, 101 págs. E.

    Livro de poesia de José Manuel Sarmento de Beires (1892-1974) foi oficial do exército português e pioneiro da aviação mundial. Licenciado em Engenharia Civil pela Universidade do Porto em 1916, termina em 1917 o primeiro Curso de Pilotagem da Escola de Aviação de Vila Nova da Rainha, onde teve como instrutor Sacadura Cabral. A 13 de maio de 1920 realizou o primeiro voo noturno em Portugal e a 18 de outubro do mesmo ano, com Brito Paes, realizou o primeiro voo até à ilha da Madeira, onde não aterrou, devido ao nevoeiro. Em 1924, realizou com Brito Paes e Manuel Gouveia o primeiro raide aéreo Lisboa-Macau, que originou o livro De Portugal a Macau. Em 1927, com Jorge Castilho e Manuel Gouveia, realizou o mais longo voo noturno da história da aviação até à época, atravessando o Atlântico Sul desde a Guiné até Fernando Noronha, no Brasil, apenas com navegação astronómica. Sobre ele escreveu a narrativa Asas que naufragam, cuja reedição está em curso. Ligado ao Grupo da Seara Nova, foi um forte opositor ao regime instaurado em 1926, tendo sido preso em 1933 e exilado no Brasil. Amnistiado em 1951, foi reintegrado na Reserva como Major e promovido a Coronel por distinção (1972). Herói nacional, foi agraciado com altas condecorações do Estado português.

    📝 Assinatura de posse.

  • Poesia e Alguma Prosa de Mário Saa

    Poesia e Alguma Prosa

    Mário Saa

    10,00 

    Poesia e Alguma Prosa de Mário Saa.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2006, 389 págs. B.

    «Escritor repartido por múltiplas áreas de interesse, Mário Saa (1893-1971) representa, enquanto poeta modernista, uma voz de marcada pujança e de indiscutível singularidade. Pujança não raro apoiada na associação entre uma quase crueza alusiva e um instinto de bem cadenciada versificação. Singularidade que muitas vezes assenta no cruzamento de certas ousadias de linguagem com modulações formais colhidas na nossa tradição. Tendo convivido de perto com alguns importantes vultos do seu tempo (como Pessoa, Almada, Raul Leal, José Pacheco, Botto, Régio, Carlos Queiroz), o «poeta de Avis» situa-se entre o vanguardismo de Orpheu – em que não colaborou, mas a cujo espírito se sentia bastante ligado – e o movimento da Presença, onde fez inserir numerosos poemas e outros textos, entre os quais «O José Rotativo», um conto de tão surpreendente expressividade, colaborou em algumas das principais publicações do modernismo, como Contemporânea, Athena, Arte Peninsular, Cancioneiro do I Salão dos Independentes, Revista da Solução Editora, Momento e Sudoeste. Esta sua aventura poética não tem sido contemplada com a visibilidade que por certo merecia, em larga parte devido ao facto de o seu autor nunca ter dado público qualquer volume de poemas, o que, ao longo dos anos, foi lamentado por várias personalidades. Com a presente recolha – em que se coligem textos dispersamente publicados (incluindo alguns de ficção e de feição aforística) e alargado conjunto de inéditos – procura-se preencher esta lacuna.». In Editorial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia de António Maria Lisboa

    Poesia

    António Maria Lisboa

    30,00 

    A força poética do libertário António Maria Lisboa, em 1977, aquando da reunião da sua Poesia no vertente volume, pela segunda vez levada a cabo por Mário Cesariny (antes, em 1962, apenas 80 páginas numa edição da Guimarães), ainda fazia estragos entre os próceres da “democracia” nascente: não apenas o “director” da colecção que acolheu…

  • Poesia (Quase toda e até agora) de José Fernandes Fafe

    Poesia (Quase toda e até agora)

    José Fernandes Fafe

    8,00 

    Poesia (Quase toda e até agora) de José Fernandes Fafe.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 140 págs. B.

    Titulo reservado. Põe duas reservas: «quase toda» e «até agora. Poesia, só, era mais simpático: abria, sem reservas, os braços ao leitor. Mas não era honesto. Porque o livro não inclui Venusi que (1967), por razões técnicas, e não se sabe quantos poemas emboloram por jornais e revistas, de que o autor não se lembra a data e, muitas vezes, sequer o título das publicações. Dado que pode ainda vir a escrever novos poemas, o autor também previne «até agora». Aliás, a aná lise de ideias políticas, as reflexões com vislumbres filosóficos e o memorialismo com que ele vem perdendo o seu tempo estão mesmo a pedir um poema-síntese, onde, hegelianamente, tudo isso apareça afirmado, negado e superado. E se a superação é também já uma tese que repõe em movimento o mecanismo da dialéctica. a questão passa a ser a da imortalidade da alma, como se pretende mostrar no prefácio que segue. J. F. F.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poemas Portugueses

    Poemas Portugueses

    Charles Tomlinson

    6,00 

    Poemas Portugueses de Charles Tomlinson.
    Relógio d’ Água. Lisboa, 1996, 43 págs. B.

    É claro que não é apenas o granito do noroeste peninsular que me atrai a Portugal. Entre demolições e desenvolvimento indiferente, celebro num poema como “Rua do Carriçal” uma rua do Porto que, apertada entre vias de grande tráfego, de algum modo sustenta um sentido de continuidade, com algo do passado nos seus velho muros, e num particular quintal, que é suficiente para dar a um poeta um significado próprio. Se me retorquirem que muitas das coisas que admiro em Portugal pertencem cada vez mais ao seu passado, apenas posso responder que se o passado deixar de pertencer ao presente, se for deitado fora numa qualquer febre de desenvolvimento, então o presente tornar-se-á numa estéril terra devastada.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.