• Para Viver Um Grande Amor de Vinicius de Moraes

    Para Viver Um Grande Amor

    Vinicius de Moraes

    7,50 

    Para Viver Um Grande Amor de Vinicius de Moraes.
    Livraria José Olympio Editora. Rio de Janeiro, 1973, 197 págs. B.

    Este livro é metade em prosa, metade em versos – mas sempre de poesia. Vinicius de Moraes explica na “Advertência”, falando de suas crônicas, que “há, para o leitor que se der ao trabalho de percorrê-las em sua integridade, uma unidade evidente que as enfeixa: a de um grande amor”.
    Explica ainda que “os poemas visam a amenizar um pouco a prosa: dar-lhe, quem sabe, um “balanço” novo”. O poeta conseguiu exatamente isto, e daí a graça especial destas páginas cheias de carinho e de lirismo sensual.
    Um livro para os que amam, escrito com o sentimento humano de quem sabe fazer da vida uma grande aventura de amor.

    📕 8ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Desaparecido e Outros Poemas de Carlos Queiroz

    Desaparecido e Outros Poemas

    Carlos Queiroz

    15,00 

    Desaparecido e Outros Poemas de Carlos Queiroz.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1950, 142 págs. B.

    Sobre esta obra de Carlos Queiroz, escreve Fernando Pessoa:

    “A beleza do livro começa pelo livro. A edição é lindíssima. A beleza do livro continua pelo livro fora: os poemas são admiráveis.

    Não se pode dizer deste livro o que é vulgar dizer-se, elogiosamente, de um primeiro livro, sobretudo de um jovem: — que é uma bela promessa. O livro de Carlos Queiroz não é uma promessa, porque é uma realização. Cumpriu, sem ter prometido, sem ter tido que prometer.

    Assim se deveria fazer sempre, ou quase sempre. Pertence ao mais íntimo da probidade literária e artística o não se apresentar ao público sem ter plena consciência de que na obra apresentada está tudo quanto em nós haja de forte. Não escrevia Milton um soneto sem que o fizesse como se desse soneto dependesse toda a sua fama futura.

    E que prazer o de se poder escrever isto sem que a amizade que tenho pelo poeta, que é muita, uma só palavra me dite; sem o que o gosto de incitar quem é jovem, e tenho esse gosto, me faça sublinhar uma só frase; de poder escrever isto sem mais entendimentos que com a justiça, sem mais combinações que com a verdade.” — em Textos de Crítica e de Intervenção, Fernando Pessoa.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Poesia

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    40,00 

    Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Edições Ática. Lisboa, 1959, 87 págs. E.

    «Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: Poesia. Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: agon, combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é apesar das ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue.» (Pedro Eiras)

    📕 2ª Edição.
    ✍🏻
    Exemplar rubricado pela autora.
    Encadernado. Não conserva a capa de brochra

  • Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Dia do Mar

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    25,00 

    Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen
    Edições Ática. Lisboa, 1961, 95 págs. E.

    Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreveu Gastão Cruz, sobre esta obra: «Uma tensão dialéctica percorre “Dia do Mar”: o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses.»

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pátria

    Pátria

    Guerra Junqueiro

    10,00 

    Pátria de Guerra Junqueiro.
    Livraria Chardon. Porto, 1915, 235 págs. E.

    Apontada como Os Lusíadas da Decadência por Sampaio Bruno, Pátria obteve um inédito e impressionante sucesso. Mas rendeu também a Junqueiro “cóleras, raivas espumantes, latidos truculentos” e, “para o resto de meus dias, uma matilha de ódios formidável”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Mar Novo de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Mar Novo

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    80,00 

    Mar Novo de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1958, 77 págs. Encadernado.

    Um dos mais notáveis e invulgares livros da autora, figura singular da poesia portuguesa contemporânea. Inserido na colecção Poesia e Verdade.

    ✍🏻 Edição assinada pela autora.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro Sexto de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Livro Sexto

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    30,00 

    Livro Sexto de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Livraria Morais Editora. Lisboa, 1962, 77 págs. E.

    Embora, cronologicamente, este seja o sétimo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, a autora optou por lhe chamar «Livro Sexto» para vincar a opção que tinha anteriormente tomado relativamente ao livro O Cristo Cigano – de facto, o seu sexto livro – retirando-o da sua obra poética. Uma opção que só abandonou já neste novo século.
    No seu prefácio a esta edição, Gustavo Rubim diz-nos que este livro «[…] tem assim essa particularidade de o seu título funcionar como uma data, uma data necessariamente poética. Sendo o sexto, ele distingue-se por não ser apenas mais um numa série de livros. Antes aquele que sai da série no momento em que a prolonga, como se o próprio livro logo no título definisse, como escreveu Carlos Mendes de Sousa, “um limiar, o anunciar de um momento de viragem no trajecto da poeta”.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Em Vez de Asas Tenho Braços de Maria do Carmo Abecassis

    Em Vez de Asas Tenho Braços

    Maria do Carmo Abecassis

    10,00 

    Em Vez de Asas Tenho Braços de Maria do Carmo Abecassis.
    Editorial Ática. Lisboa, 1973, 226 págs. B.

    Maria do Carmo Abecassis é uma poetisa moçambicana, nascida em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique. É autora da coletânea de poemas “Em vez de asas tenho braços”, publicada em 1973. A sua escrita, em língua portuguesa, destaca-se pela sensibilidade e força imagética.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • 20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada

    20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada

    Pablo Neruda

    7,50 

    20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada de Pablo Neruda.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1971, 111 págs. B.

    «Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza.»

    Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Trinta e Seis Poemas e uma Aleluia Erótica de Federico Garcia Lorca

    Trinta e Seis Poemas e uma Aleluia Erótica

    Federico Garcia Lorca

    20,00 

    Cuidada antologia traduzida por Eugénio de Andrade, volume inaugural da excelente colecção «As mãos e os frutos». Segunda edição, acrescentada com uma «Ode a Frederico Garcia Lorca», por Pablo Neruda.

  • Obra Completa de Cesário Verde

    Obra Completa

    Cesário Verde

    10,00 

    Obra Completa de Cesário Verde.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 230 págs. B.

    “(…) Sempre encarei este livro, devido à memória de Cesário, como tarefa cultural que a todos nós respeita e como que a todos empenha. (…)” — da Advertência de Joel Serrão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Flores de José Duro

    Flores

    José Duro

    10,00 

    Flores de José Duro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1931, 30 págs. B.

    José Duro (1875–1899) teve uma vida breve e boémia, marcada pela influência de autores como Baudelaire, Poe, Cesário Verde e António Nobre. Frequentou a Escola Politécnica de Lisboa e começou a publicar discretamente em 1896, com Flores. O seu único livro, Fel, foi publicado pouco antes da sua morte por tuberculose. Esta obra reflete uma forte carga de angústia, decadência e desespero, revelando uma poesia marcada por sentimentos sombrios e intensos. As opiniões sobre o seu valor literário dividem-se: há quem o coloque ao nível de grandes nomes como Cesário Verde, e quem lhe negue originalidade. Apesar de não ter tido tempo para amadurecer como poeta, Fel é considerado um testemunho humano profundamente pungente.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fel de José Duro

    Fel

    José Duro

    10,00 

    Fel de José Duro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1971, 83 págs. B.

    José Duro (1875–1899) teve uma vida breve e boémia, marcada pela influência de autores como Baudelaire, Poe, Cesário Verde e António Nobre. Frequentou a Escola Politécnica de Lisboa e começou a publicar discretamente em 1896, com Flores. O seu único livro, Fel, foi publicado pouco antes da sua morte por tuberculose. Esta obra reflete uma forte carga de angústia, decadência e desespero, revelando uma poesia marcada por sentimentos sombrios e intensos. As opiniões sobre o seu valor literário dividem-se: há quem o coloque ao nível de grandes nomes como Cesário Verde, e quem lhe negue originalidade. Apesar de não ter tido tempo para amadurecer como poeta, Fel é considerado um testemunho humano profundamente pungente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Meio Dia de Faustino dos Reis Sousa

    Meio Dia

    Faustino dos Reis Sousa

    10,00 

    Meio Dia de Faustino dos Reis Sousa.
    J.
    Rodrigues & Cª Editores. Lisboa, 1918, 100 págs. E.

    Nasceu na Ribeira de Santarém em 6 de Janeiro de 1883.

    Poeta e publicista, desde cedo prestou a sua colaboração a jornais e revistas de carácter literário, nos quais se encontram, entre outros, “Damião de Góis”, “Vilafranquense”, “Ecos do Ribatejo”, “Mensageiro de Cira”, “Mensageiro do Ribatejo”, “Vida Ribatejana”, “A Verdade” e “Correio da Extremadura”.

    Deu à estampa três livros de poesia. “Meio Dia (1918)”, “Fumo do Meu Casal (1938)” e “Luz da Tarde (1946)”.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História de Portugal em Verso

    História de Portugal em Verso

    Jaime Lúcio

    10,00 

    História de Portugal em Verso de Jaime Lúcio.
    Oficina de «O Riomaiorense». Rio Mario, 1968, 184 págs. B.

    Jaime Lúcio é um poeta, cuja inspiração não cansa. O verso vive-lhe na alma, corre-lhe no sangue, e os livros dão-nos, com brilho, o testemunho dessa actividade.

    A trova popular, tão curiosa e difícil, lá está com seus conceitos, com sua ironia, com sua crítica de costumes e, em todas, o poeta se revela, nesta difícil modalidade.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Cântico dos Cânticos de Salomão

    Cântico dos Cânticos

    Salomão

    6,00 

    O Cântico dos Cânticos de Salomão, também conhecido como Cantares, é um livro poético do Antigo Testamento que celebra o amor romântico entre um homem e uma mulher. Atribuído ao rei Salomão, o livro é uma coleção de cânticos nupciais e é considerado uma obra de grande lirismo, com um forte componente erótico, mas que também exalta o amor conjugal, a fidelidade e a beleza física