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Luís de Camões
7,50 €
Os Lusíadas de Luís de Camões.
Ediclube. Lisboa, 1990, 2 vols. E.
A ação central da obra é a viagem de Vasco da Gama para a Índia. Dela se serve o poeta para nos oferecer a visão épica de toda a História de Portugal até à sua época, ora sendo ele o narrador, ora transferindo essa tarefa para figuras da viagem. Para outras figuras – as míticas – transfere os discursos que projetam a ação no futuro em forma profética.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Álvaro de Campos
7,00 €
Prosa de Álvaro de Campos.
Edições Ática. Lisboa, 2012, 416 págs. B.
Álvaro de Campos, a personagem mais activa, interventiva e penetrante criada por Fernando Pessoa, foi a única que deixou uma prosa (até 2012 amplamente inédita) de uma dimensão idêntica à que se encontra no «Livro do Desassocego» (publicado em 1982). Daí que a publicação da «Prosa de Álvaro de Campos» se possa considerar um acontecimento editorial tão relevante quanto a primeira publicação do «Livro do Desassocego» há exactamente trinta anos. Afinal, a prosa tardia de Campos é contemporânea da prosa tardia do Livro e ambas foram escritas pelo mesmo autor quando este havia já atingido um raro domínio da sua arte. Para mais, foi o próprio Pessoa quem afirmou que o seu semiheterónimo Bernardo Soares se assemelhava em «muitas coisas» ao seu heterónimo Álvaro de Campos. Neste sentido, a presente edição da prosa reunida de Campos vem lembrar, mais uma vez, que Pessoa continua inédito, embora seja esta uma realidade que ainda hoje nos espanta, quer por não a imaginarmos possível, quer por a desconhecermos por completo.
📘 Plastificado de origem
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Edgar Allan Poe
7,00 €
O Corvo de Edgar Allan Poe.
Relógio d’Água. Lisboa, 2009, 72 págs. B. Il.
«O Corvo» de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis.
Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um «saber esquecido», emitir apenas a palavra Nevermore, que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
👨🏻🎨 Traduções de Fernando Pessoa e Machado de Assis.
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Heiner Muller
10,00 €
O Anjo do Desespero de Heiner Muller.
Relógio d’Água. Lisboa, 1997, 88 págs. B.
«Os textos de Heiner Müller vibram de uma energia verbal em que a força obscura da palavra resulta de uma extrema lucidez: a estranheza (para quem lhe não conhece as fontes inesgotáveis) é o seu princípio, a metáfora o seu instrumento poético-político. Neste plano, Heiner Müller é afinal ¿antigo¿, produzindo, paradoxalmente, o que há de mais novo no teatro alemão: deixando que se manifeste a crueldade, o lado bárbaro e necessário, violento e autêntico das relações humanas na História (procurando retirar-lhe o filtro da racionalidade moderna e evitando toda a psicologia), tem de fazer corresponder a esses novos textos da crueldade um novo estilo, em que cada frase é como ¿a resistência de um amplificador, para o cérebro arrancar a frio¿ (Klaus Theweleit), a linguagem um material em devir, ¿um eterno gerúndio¿ (Helmut Krapp). Cada texto uma paciente caligrafia da morte, destruindo ilusões, trazendo à superfície o que se quer que seja, em cada momento, ¿a verdade, silenciosa e insuportável¿: é o programa ideal que Heiner Müller descobre entre os papéis da segunda mulher, Inge Müller, que se suicidou em 1966.»
Do Posfácio
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Carl Sandburg
7,50 €
Antologia Poética de Carl Sandburg.
Edições Tempo. Lisboa, s.d., 38 págs. B.
Selecção e tradução de Alexandre O’Neill.
Carl Sandburg (1878–1967) foi um poeta, escritor e biógrafo norte-americano, conhecido por exaltar o povo comum e a vida urbana nos EUA. Nascido em Illinois, trabalhou em várias áreas antes de se tornar jornalista e poeta em Chicago. Influenciado por Walt Whitman, destacou-se com obras como Chicago Poems (1916) e Cornhuskers (1918). Ganhou três Prémios Pulitzer, incluindo pela biografia em quatro volumes Abraham Lincoln: The War Years (1939). Também escreveu contos infantis e recolheu canções populares. Sandburg tornou-se uma das figuras mais respeitadas da literatura americana do século XX
📖 Exemplar por abrir
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António Manuel Couto Viana
15,00 €
Tesouros da Poesia Portuguesa de António Manuel Couto Viana [Org.]
Editorial Verbo. Lisboa, 1983, 393 págs. E. Il.
👨🏻🎨Ilustrações de Lima de Freitas
Portugal, país de poetas! Ei-la, a verdade provada, nestas pági- nas de oiro. Lê-las, é escutar a voz fremente de tudo o que sentimos e calamos; é conhecer os segredos das coisas e das almas; é venerar o passado, entender o presente, desejar o futuro.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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António Magalhães
6,00 €
A Escola Noctura de António Magalhães.
Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 99 págs. B.
Diziam:
Não aprendas depressa.
Demora-te, dançando em teu veneno,
promessa de canto.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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António Maria Lisboa
30,00 €
Erro Próprio de António Maria Lisboa.
Guimarães Editores. Lisboa, 1962, 87 págs. B.
Na obra de António Maria Lisboa (como na literatura surrealista de um modo geral) a distinção entre poemas e manifestos revela-se artificial, dado o recurso em ambos os discursos a uma linguagem de tipo metafórico, metaforismo que, para Fernando J. B. Martinho (op. cit., 1996, p. 62), “não é senão a face visível da impossibilidade, numa prática literária como a de António Maria Lisboa, de restringir o pensamento, o inteligível aos manifestos e o sensível aos poemas”, sendo que tanto a reflexão poética e filosófica podem estar presentes no poema, como o texto argumentativo pode evoluir, sem transição, para o registo poético. Considerado um dos principais manifestos do surrealismo, e situado no ponto de chegada de várias polémicas e ataques entre os grupos surrealistas, o Erro Próprio de que nos fala António Maria Lisboa é o erro surrealista, o equívoco sobre o que deve ser o surrealismo, sobre o caminho que o surrealismo deveria ter tomado. Ora, para António Maria Lisboa, o erro não reside em ter enveredado por uma ou outra perspetiva, mas em os surrealistas não terem visto que “qualquer que seja a conduta humana não é falsa nem verdadeira”, e que a essência mesma do surrealismo é a sua absoluta liberdade: “posto a funcionar, [depressa] se criaram as diversas cores Surrealistas (sem no entanto negar os seus princípios… claro!) e de tal forma, e tanto mais feroz, que o Movimento ou passa a ser a cauda dum Pontífice Inadmissível ou cai na ofensa e na querela inútil do EU SOU tu não és, a não ser que outro caminho se tenha adivinhado. E de facto assim foi: LIVRE, nem mesmo um agrupamento de indivíduos Livres pode estar ligado Umbilicalmente. […] o Compromisso do Poeta é com o AMOR e o ato um ato LIVRE no TEMPO-ÚNICO!” (p. 37).
📝 Assinatura de posse.
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Ramalho Monteiro
7,00 €
Epístolas Poéticas e uma Novela em Verso de Ramalho Monteiro.
Ed. Autor. Lisboa, 1961, 49 págs. B.
📖 Exemplar por abrir
✍🏻 Edição autografada pelo autor.
🔢 Edição Numerada:178
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João José Cochofel
15,00 €
Dias Íntimos de João José Cochofel.
Iniciativas Editoriais. Lisboa, 1959, 29 págs. B.
Edição refundida, com nova organização a acrescida com 12 poesias inéditas.
📝 Assinatura de posse.
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Manuel Alegre
7,50 €
Che de Manuel Alegre.
Editorial Caminho. Lisboa, 1997, 42 págs. B. Il.
Poema de Che. Talvez um dia ele volte o general dos pobres / talvez um dia ele volte a Ñancahuazú / pouco importa se bem ou mal escolhido mas um lugar do espírito / outro lado da alma e a busca de um sentido / rumor de escrita / à luz de uma fogueira onde cintilam armas / […]
📕 1ª Edição.
📝 Assinatura de posse.
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Silva Tavares
7,50 €
Viagem à Minha Infãncia de Silva Tavares.
Ed. Autor. Lisboa, 1950, 96 págs. B. Il.
“Este é o livro feito há muito mas que nunca fora escrito. É o menino esquecido que o menino lembrou ao homem e que o se apressou a coligir, procurando-se noutra cidade. Poesia? Sem dúvida… mas nada de ficção. Nem, talvez, nada de novo… Só a Vida. Querer ser original é não saber que tudo se repete, por outras palavras… A hora exacta não se procura — procura-nos. E a originalidade nunca foi nem será — como alguns pretendem insinuar — a arte de tornar confuso o que é simples por natureza. As ideias, de igual modo que as pessoas, podem ofender o pudor apresentando-se nuas.”
📖 Exemplar por abrir
👨🏻🎨 Ilustrações de Tom.
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Luís Cebola
10,00 €
Sonetos e Sonetilhos de Luís Cebola.
Livraria Central Editora. Lisboa, 1932, 105 págs. B.
“(…) É, pois, o meu livro — Sonetos e Sonetilhos — apenas um feixe de recordações, lançado agora à estampa, sem preocupação de escola literária.”
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Manuel Alegre.
7,00 €
Praça da Canção de Manuel Alegre.
Centelha Editora. Coimbra, 1975, 155 págs. B.
Sem grande margem para dúvidas, pode dizer-se que este livro marcou para sempre toda uma geração de jovens portugueses que ao longo dos anos 60 se empenharam na contestação estudantil nas Universidades e lutaram contra a guerra nas ex-colónias africanas.
Aparecido em Coimbra e incluindo muitos poemas que rapidamente se divulgaram graças às canções de Manuel Freire, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira ou Luís Cília (entre outros), “Praça da Canção” recorre à História de Portugal para através desse passado colectivo interrogar o presente e o futuro do país, conseguindo aliar um poderoso sopro épico e um lamento pela condição dos portugueses no tempo em que foi escrito.
Sublinhe-se ainda a capacidade de aproveitar os recursos da métrica e da rima para a criação de uma musicalidade sensível, por exemplo, na famosa “Trova do Vento que Passa”, e contribuindo para fazer de Manuel Alegre o trovador da sua geração.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Manuel Alegre
7,00 €
Canto e as Armas de Manuel Alegre.
Centelha Editora. Coimbra, 1974, 139 págs. B.
“Não me levem a mal se, apoiado num livro que pode considerar-se de estrela, me afortunar a dizer que com Manuel Alegre nasceu o maior poeta do neo-realismo português.’ Assim escreveu Mário Sacramento a propósito da Praça da Canção publicada em 1965. Posteriormente, com O canto e as Armas, Manuel Alegre prosseguiu o caminho duma poesia de combate, cantada e lida pelos que resistiam, proscrita e proibida pelo poder. Aqui se apresenta a 4ª edição deste livro, agora finalmente livre, para chegar a todos aqueles para que foi escrito”.
📕 3ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Paulo Tunhas
6,00 €
Klee de Paulo Tunhas.
Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 62 págs. Mole.
Paulo Jorge Delgado Pereira Tunhas (1960-2023) foi professor e investigador de Filosofia na Universidade do Porto, onde também se licenciou. Doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, desenvolveu uma abordagem original à filosofia como ideia e sistema, explorando o pensamento, a existência e a ação. Publicou obras de filosofia, organizou volumes coletivos e colaborou em projetos de Fernando Gil. Estudou autores clássicos e contemporâneos, publicou ensaios políticos e culturais, poesia, ficção e um libreto de ópera. Deixou inacabado um projeto sobre a “poética da filosofia”.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.