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  • Alguns Eventos de Júlio Pomar

    Alguns Eventos

    Júlio Pomar

    7,50 

    Alguns Eventos de Júlio Pomar
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 71 págs. B.

    Júlio Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 — Lisboa, 22 de maio de 2018). Frequentou a Escola de Arte Aplicada António Arroio e a Escola de Belas-Artes do Porto. Lá, integrou um movimento que se autointitulava «Os Convencidos da Morte» e organizou a primeira Exposição da Primavera, no Ateneu Comercial, com a participação de artistas antifascistas. Em 1950, realizou em Lisboa uma exposição individual na Sociedade Nacional de Belas Artes, onde apresentou obras marcantes da pintura portuguesa. Até 1975, o seu trabalho incide principalmente no retrato, com recurso ao desenho e à pintura. Substituiu o óleo pelo acrílico. Tem uma Fundação com o seu nome.

    📕 1ª Edição.

  • Primeiro Livro de Urizen de William Blake

    Primeiro Livro de Urizen

    William Blake

    6,00 

    Primeiro Livro de Urizen de William Blake.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1983, 67 págs. B.
    Colecção: Gato Maltês | 5

    William Blake escreveu Os Livros de Urizen por volta de 1790, evocando a turbulência intelectual e espiritual das revoluções americana e francesa. Em 1794, foi originalmente publicada, sob o nome de Primeiro Livro de Urizen, uma série de escritos que expressavam a cosmogonia idiossincrática de Blake.

    Primeiro Livro de Urizen, edição bilingue, com tradução e apresentação de João Almeida Flor, é um texto fundamental em que Blake se anuncia como precursor do romantismo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia Portuguesa do Século XII a 1915 de Cabral de Nascimento

    Poesia Portuguesa do Século XII a 1915

    Cabral de Nascimento

    4,00 

    Poesia Portuguesa do Século XII a 1915 de Cabral de Nascimento
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 246 págs. B.
    Biblioteca Básica Verbo | 79

    Dos trovadores dos séculos XII a XIV até aos poetas dos primeiros anos deste século, são cento e oito os autores incluidos na presente antologia. A Cabral do Nascimento, crítico e poeta, se deve esta recolha, onde figuram os nomes principais da poesia portuguesa anterior a 1915, o ano do Orpheu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada de Pablo Neruda

    Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada

    Pablo Neruda

    7,00 

    Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada de Pablo Neruda.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1977, 111 págs. B.
    Colecção: Poesia Século XX | 1

    «Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza.»

    Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada.

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  • Encoberto, O

    Encoberto, O

    Afonso Lopes Vieira

    40,00 

    O Encoberto de Afonso Lopes Vieira
    Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso. Lisboa, 1905, 154 págs. E

    Encadernação com gravuras a seco.

    “O thema do Encoberto é o ideal messiânico, não já religioso nem nacional, – mas humano. Essa incógnita da nova vida tem de se desvendar pela demolição de acanhados pardieiros que nos asphixiam. Mas essa demolição poderá fazer-se desmontando as peças arcaicas e gastas, ou fazendo-as voar em estilhaços.” Teófilo Braga.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Manuseado, Alfarrabista Online

     

  • Sonetos Românticos de Natália CorreiaSonetos Românticos de Natália Correia

    Sonetos Românticos

    Natália Correia

    30,00 

    Sonetos Românticos de Natália Correia.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1990, 74 págs. B.

    Sonetos Românticos marca o regresso de uma das vozes mais singulares da moderna poesia portuguesa, no auge do seu fulgor criativo. Depois de Camões, Bocage, Antero, Florbela, algum Régio, uma forma tradicional em que a nossa lírica foi particularmente rica conhece de novo um dos seus momentos mais altos. E Natália Correia não hesita em invocar os seus maiores, «rogando à musa que torne claro o coração obscuro»: «A luz meridional que rigorosa / Infunde o mar no mármore, cobiçou / A Musa-júbilo azul-e a radiosa / Matéria no soneto repousou.»

    Livro galardoado com o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores relativo a 1990.

    ✍🏻 Edição autografada pela autora Rafael Gomes Filipe.

  • Epístola aos Lamitas de Natália CorreiaEpístola aos Lamitas de Natália Correia

    Epístola aos Lamitas

    Natália Correia

    30,00 

    Epístola aos Lamitas de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1976, 63 págs. B.
    Colecção Poesia Século XX | 11

    “Apenas se apagaram as estrelas da visão que cintilou numa manhã de Abril, novamente em minha voz se abriram os objectos de luz com que o poeta cumpre o trabalho de espantar os morcegos. E na onda mais alta do meu canto vi ressurgida a Pátria. Terra extrema do extremoso Anjo do Ocidente. E disse-me o Anjo: Portugal e velo porque vela. E nisto meditando redigi uma Espístola aos Lamitas que são os que na nuvem tempestuosa sabem ler a mensagem” Natália Correia

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Dilúvio e a Pomba, O

    Dilúvio e a Pomba, O

    Natália Correia

    20,00 

    Dilúvio e a Pomba de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1979, 72 págs. B.  

    Fiel do Amor, pelos olhos infinitos
    de Beatriz doada em Dona Brites,
    Nela deixou a escrita Sempre-Noiva.

    Na cripta reverde. E nós esconsos.
    De Portugal legítimos Afonsos
    não morrem como nós. O céu os louva.

    📕 1ª Edição.
    📌 Carimbo da Biblioteca de Rafael Gomes Filipe.

  • Armistício de Natália Correia

    Armistício, O

    Natália Correia

    20,00 

    Armistício de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 73 págs. B.

    Colectânea de poesia de temática divina e pagã.
    Natália Correia desenvolveu na sua poesia a doutrina do culto do Espírito Santo, alicerçada na visão do sagrado feminino, cruzando-o com o paganismo grego-romano.

    «O Armistício é um livro de versos e ao mesmo tempo um ensaio, exórdio, em prosa, introduzindo, glosando o que os poemas enunciam: o regresso dos deuses.» José Augusto Mourão

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia

    Antologia da Poesia do Período Barroco

    Natália Correia

    30,00 

    Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia.
    Moraes Editora. Lisboa, 1982, 342 págs. B.
    Círculo de Poesia | 109

    Florilégio de poesia barroca portuguesa e brasileira, recolhida dos cancioneiros stecentistas A Fénix Renascida (1716-17-18-21-28), compilada por Matias Pereira da Silva, e o Postilhão de Apolo (1791), organizado por Joseph Maregelo de Osan, pseudónimo de D. José Ângelo Morais.

    Contém poesias de: D. Tomás de Noronha, Jacinto Freire de Andrade, Violante do Céu, D. Francisco Manuel de Melo, António Barbosa Bacelar, António Serrão de Castro, Bernardo Vieira Ravasco, Jerónimo Baía, Eusébio de Matos, Frei António das Chagas, Gregório de Matos, Manuel Botelho de Oliveira, Soror Maria do Céu, Sebastião da Rocha Pita, Tomaz Pinto Brandão, Francisco de Vasconcelos (Coutinho), Soror Madalena da Glória, Anastácio Ayres de Penhafiel, António Ribeiro da Costa e Francisco de Pina e de Melo.

    Natália de Oliveira Correia (1923-1993) nasceu na ilha de São Miguel, Açores, vindo para Lisboa em criança. A sua carreira literária caracterizou-se pelo culto de uma grande diversidade de géneros: da poesia ao teatro, do ensaio ao romance, do livro de viagens à recolha e organização de antologias poéticas.

    A maior parte sua obra foi escrita durante o Estado Novo. Apesar de muitos dos seus livros terem sido apreendidos pela censura, e apesar de ter sido julgada em Tribunal, resistiu ao fascismo, praticando a liberdade na alteridade do texto literário e na defesa pública da democracia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Medo: Trabalho Poético 1974-1990 de Al Berto

    Medo: Trabalho Poético 1974-1990

    Al Berto

    30,00 

    Medo: Trabalho Poético 1974-1990 de Al Berto.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 587 págs. E.

    “O Medo” reúne toda a obra poética de Al Berto escrita entre 1974 e 1990. O título foi publicado originalmente no ano de 1987, livro distinguido em 1988 com o Prémio PEN – Clube de Poesia, contando esta nova edição com novos poemas datados de 1989.

     

    Nas primeiras obras poéticas, Al Berto seguiu de perto a linha surrealista, especialmente a que emana de Herberto Hélder. Posteriormente, funde a poesia na prosa, criando uma espécie de deambulações fragmentárias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Lusíadas de Luís de Camões

    Lusíadas, Os

    Luís de Camões

    7,50 

    Os Lusíadas de Luís de Camões.
    Ediclube. Lisboa, 1990, 2 vols. E.

    A ação central da obra é a viagem de Vasco da Gama para a Índia. Dela se serve o poeta para nos oferecer a visão épica de toda a História de Portugal até à sua época, ora sendo ele o narrador, ora transferindo essa tarefa para figuras da viagem. Para outras figuras – as míticas – transfere os discursos que projetam a ação no futuro em forma profética.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Prosa de Álvaro de Campos

    Prosa

    Álvaro de Campos

    7,00 

    Prosa de Álvaro de Campos.
    Edições Ática. Lisboa, 2012, 416 págs. B.

    Álvaro de Campos, a personagem mais activa, interventiva e penetrante criada por Fernando Pessoa, foi a única que deixou uma prosa (até 2012 amplamente inédita) de uma dimensão idêntica à que se encontra no «Livro do Desassocego» (publicado em 1982). Daí que a publicação da «Prosa de Álvaro de Campos» se possa considerar um acontecimento editorial tão relevante quanto a primeira publicação do «Livro do Desassocego» há exactamente trinta anos. Afinal, a prosa tardia de Campos é contemporânea da prosa tardia do Livro e ambas foram escritas pelo mesmo autor quando este havia já atingido um raro domínio da sua arte. Para mais, foi o próprio Pessoa quem afirmou que o seu semiheterónimo Bernardo Soares se assemelhava em «muitas coisas» ao seu heterónimo Álvaro de Campos. Neste sentido, a presente edição da prosa reunida de Campos vem lembrar, mais uma vez, que Pessoa continua inédito, embora seja esta uma realidade que ainda hoje nos espanta, quer por não a imaginarmos possível, quer por a desconhecermos por completo.

    📘 Plastificado de origem

  • O Corvo de Edgar Allan Poe

    Corvo, O

    Edgar Allan Poe

    7,00 

    O Corvo de Edgar Allan Poe.
    Relógio d’Água. Lisboa, 2009, 72 págs. B. Il.

    «O Corvo» de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis.
    Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um «saber esquecido», emitir apenas a palavra Nevermore, que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Traduções de Fernando Pessoa e Machado de Assis.

  • Anjo do Desespero, O

    Anjo do Desespero, O

    Heiner Muller

    10,00 

    O Anjo do Desespero de Heiner Muller.
    Relógio d’Água. Lisboa, 1997, 88 págs. B.

    «Os textos de Heiner Müller vibram de uma energia verbal em que a força obscura da palavra resulta de uma extrema lucidez: a estranheza (para quem lhe não conhece as fontes inesgotáveis) é o seu princípio, a metáfora o seu instrumento poético-político. Neste plano, Heiner Müller é afinal ¿antigo¿, produzindo, paradoxalmente, o que há de mais novo no teatro alemão: deixando que se manifeste a crueldade, o lado bárbaro e necessário, violento e autêntico das relações humanas na História (procurando retirar-lhe o filtro da racionalidade moderna e evitando toda a psicologia), tem de fazer corresponder a esses novos textos da crueldade um novo estilo, em que cada frase é como ¿a resistência de um amplificador, para o cérebro arrancar a frio¿ (Klaus Theweleit), a linguagem um material em devir, ¿um eterno gerúndio¿ (Helmut Krapp). Cada texto uma paciente caligrafia da morte, destruindo ilusões, trazendo à superfície o que se quer que seja, em cada momento, ¿a verdade, silenciosa e insuportável¿: é o programa ideal que Heiner Müller descobre entre os papéis da segunda mulher, Inge Müller, que se suicidou em 1966.»
    Do Posfácio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia Poética de Carl Sandburg

    Antologia Poética

    Carl Sandburg

    7,50 

    Antologia Poética de Carl Sandburg.
    Edições Tempo. Lisboa, s.d., 38 págs. B.

    Selecção e tradução de Alexandre O’Neill.

    Carl Sandburg (1878–1967) foi um poeta, escritor e biógrafo norte-americano, conhecido por exaltar o povo comum e a vida urbana nos EUA. Nascido em Illinois, trabalhou em várias áreas antes de se tornar jornalista e poeta em Chicago. Influenciado por Walt Whitman, destacou-se com obras como Chicago Poems (1916) e Cornhuskers (1918). Ganhou três Prémios Pulitzer, incluindo pela biografia em quatro volumes Abraham Lincoln: The War Years (1939). Também escreveu contos infantis e recolheu canções populares. Sandburg tornou-se uma das figuras mais respeitadas da literatura americana do século XX

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