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  • Rima Pobre de Joaquim Manuel Magalhães

    Rima Pobre

    Joaquim Manuel Magalhães

    7,50 

    Este volume tenta compreender as principais linhas s de força da poesia portuguesa deste século, chegando aos poetas mais recentemente aparecidos. A sua selecção é resultante de um critério judicativo que o autor defende paraa a alguns momentos epocais que selecciona.

  • Poesias de Carlos de Oliveira

    Poesias

    Carlos de Oliveira

    20,00 

    Primeira edição colectiva das poesias de Carlos de Oliveira, figura destacada da poesia portuguesa do nosso tempo. Poesias dos livros «Mãe Pobre», «Colheita Perdida», «Descida aos Infernos», «Terra de Harmonia» e «Cantata».

  • Poesias

    Poesias

    António Patrício

    15,00 

    Poesias de António Patrício.
    Edições Ática. Lisboa, 1954, 131 págs. B.

    Encalhado na foz daquele rio, numa água baixa e morta de revessa, vi a carcassa podre dum navio que a Morte desprezou, deixa morrer sem pressa. Nessa tarde d’inverno e de névoa e de chuva, em que as nuvens no céu eram lúgubres frotas, tinha a miséria duma velha viúva por entre os pios estridentes das gaivotas… Nem um mastro sequer, nem um eco de faina: já a roda do leme apodreceu no lodo… Está morto, está bem morto. Apodrece inconsciente, sem saudade sequer das rotas de miragem em que a espuma sorriu, sorriu perdidamente na cortadora quilha, à rude marinhagem

    📝 Assinatura de posse.

  • Poesia (1918-1930)

    Poesia (1918-1930)

    Florbela Espanca

    6,00 

    Poesia (1918-1930) de Florbela Espanca.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 304 págs. B.

    Este é o Volume II da colecção OBRAS COMPLETAS DE FLORBELA ESPANCA.

     

    Para este Volume segui a seguinte ordem de publicação:

     

    1- Vinte e uma poesias não recolhidas em livro por Florbela e que consegui encontrar nos 149 jornais e revistas que consultei, ou que descobri por outros meios e que aqui surgem reunidas sob a designação Esparsos (1918-1930).

    2-O Livro de Mágoas, que a Poetisa publicou em Junho de 1919.

    3- Os 6 sonetos inéditos do caderno que começa com o soneto Livro do Nosso Amor sobre o qual já escla- reci o leitor na Explicação Preliminar ao Volume I. Os restantes sonetos desse caderno, que a Poetisa incluiu no Livro de Soror Saudade, são transcritos e referenciados nessa ocasião.

    4-O Livro de Soror Saudade (que nasceu do caderno Claustro das Quimeras).

    5- Charneca em Flor.

    6- Reliquiae.

    As explicações da procedência de cada soneto, variantes conhecidas ou outras notas que considero fundamentais ao esclarecimento da obra de Florbela Espanca devem ler-se, no final deste Volume, em Notas aos Poemas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poemas Ingleses

    Poemas Ingleses

    Fernando Pessoa

    8,00 

    Poemas Ingleses de Fernando Pessoa.
    Edições Ática. Lisboa, 1974, 229 págs. B.

    Edição bilingue, com prefácio, traduções, variantes e notas de Jorge de Sena e traduções também de Adolfo Casais Monteiro e José Blanc de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Matéria Solar

    Matéria Solar

    Eugénio de Andrade

    10,00 

    Matéria Solar de Eugénio de Andrade.
    Limiar. Lisboa, 1980, 62 págs. B.

    «Discreto arredio dos palcos sociais, mas humanamente fiel e afim ao devir da natureza, mãe de efémeras metamorfoses; sem transcendências, dogmas ou mitos moralizadores, Eugénio de Andrade é um exemplo excepcional, “clássico” portanto, da melhor figura do criador — e esta obra, em pequeno livro, é disso uma muito feliz demonstração.»

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cristo Rei

    Cristo Rei

    Joaquim de Ourém

    7,50 

    Cristo Rei por Joaquim de Ourém.
    Edição Maranaus. Lisboa, 1955, 221 págs. B

    Das profundas do meu ser,
    desta vasa de paul,
    eu subi ao belveder
    para meus olhos pascer
    nos espaços do azul.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Vozes Intimas

    Vozes Intimas

    António Osório

    10,00 

    Vozes Intimas de António Osório.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2008, 253 págs. B.

    Neste livro, António Osório partilha connosco as vozes de alguns artistas (pintores, músicos e escritores). Estão aqui, entre outros, Mário Botas, Vivaldi, Eugénio Montale e Umberto Saba. Há espaço para alguns segredos, cartas, escritos e memórias (visto que o autor conheceu algumas das pessoas que aqui homenageia).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Segunda Imagem de Natércia Freire.

    Segunda Imagem, A

    Natércia Freire

    20,00 

    A poesia de Natércia Freire é, segundo David Mourão-Ferreira, “das mais densas de toda a nossa história literária”. Livro integrado na colecção de Poesia “Convergência”.

  • Poesia Completa

    Poesia Completa

    António Patrício

    10,00 

    Encalhado na foz daquele rio, numa água baixa e morta de revessa, vi a carcassa podre dum navio que a Morte desprezou, deixa morrer sem pressa. Nessa tarde d’inverno e de névoa e de chuva, em que as nuvens no céu eram lúgubres frotas, tinha a miséria duma velha viúva por entre os pios estridentes…

  • Antologia Poética

    Antologia Poética

    Raul Bopp

    10,00 

    Antologia Poética de Raul Bopp.
    Editora Leitura. Rio de Janeiro, s.d., 103 págs. Mole.

    Último dos poetas modernistas a ter sua obra completa organizada, Raul Bopp é conhecido dos leitores pelo célebre poema Cobra Norato, publicado originalmente em 1931 e cuja importância vem sendo desde então ressaltada. Na avaliação de Carlos Drummond de Andrade, “os mitos, a sintaxe, a conformação, o sabor, a atmosfera – não há nada ‘tão Brasil’ em nossos cantores como este longo e sustentado poema.”

    📝 Assinatura de posse.
    📝 Sublinhados a lápis na introdução.

  • Claridade

    Claridade

    Dário Bastos

    7,50 

    Claridade de Dário Bastos.
    Tipografia Imprensa Social. Porto, 1977, 111 págs. B.

    Dario Bastos, que se estreou com Musa Itinerante, colec tânea de poemas, e, a seguir, publicou «Humildade e Presun ção, em prosa, surge agora com outro livro a que deu o no me de «Realidades e Fantasias”.

    São contos leves, originados em observações da nossa socie dade, que a sua profissão de caixeiro-viajante, em suas andanças através de todo o país, lhe permitiu encarar tanto quan to possível à luz da realidade.”

    Todas as narrativas descritas em «Realidades e Fantasias são baseadas em fatos autênticos e nelas o autor descreve, com simplicidade e clareza, a vida dos que labutam pela con quinta do pão de cada dia e a deplorável situação de muitos trabalhadores, vítimas de deus mano egoismo.

    «Realidades e Fantasias, livro de leitura amena e, por isso, assaz agradável, é despido de preconceitos literarios.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia e Prosa de Eugénio de AndradePoesia e Prosa de Eugénio de Andrade

    Poesia e Prosa

    Eugénio de Andrade

    25,00 

    Poesia e Prosa de Eugénio de Andrade.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1980, 2 vols. E.

    A primeira e a mais pura expressão da Poesia como arquitectura do real, a mais límpida manifestação da entrega sem reservas aos sortilégios do puro poético, parece-nos ser a poesia de Eugénio de Andrade. No momento exacto em que a Poesia Portuguesa se revê com a máxima complacência nos poemas de Pessoa, o poeta de As Mãos e os Frutos volta lenta mas seguramente a consciência poética das ideias e dos problemas para as palavras como duplo mágico e imediato do mundo.

     

    A plenitude deste movimento só mais tarde será visível para todos mas já transparece nos adolescentes extases diante do rio ou da fonte em Pureza. Não significa isso que a consciência do poético seja inexistente em Eugénio de Andrade. Pelo contrário: poucos poetas terá havido entre nós que tanto tenham meditado sobre o material poético, sobre a sua euritmia e sua externa musicalidade. Exactamente por isso pôde conceber o poema como beleza objectal, se assim se pode falar. O poema é, para Eugénio de Andrade, a sua morada de cristal, o lugar em que ele vive a sua plenitude ou a plenitude do seu encontro com os outros e o mundo, o mundo aparecendo sempre nele apenas como elo ou passagem para a glorificação do seu próprio – ser-poeta. Mas o poema é também, ou visa ser, morada de cristal, pura transparência sem sujeito. A exterior perfeição do poema – e Eugénio de Andrade foi o primeiro a concebê-lo como ânfora, como ser análogo da estátua ou rio – restaura o equilíbrio da Vida, a sua ameaça latente, mas no fundo incapaz de anular o êxtase cósmico, vital, espermático, de que o poeta é expressão viva e sempre renovada. – EDUARDO LOURENÇO

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pau Brasil de Oswald de AndradePau Brasil de Oswald de Andrade

    Pau Brasil

    Oswald de Andrade

    5,00 

    É o livro de estreia poética de Oswald de Andrade. Foi publicado em 1925 pela editora parisiense Au Sans Pareil e, mais do que uma colectânea de poemas, é a mais representativa do chamado Movimento Pau-Brasil, movimento dentro do modernismo brasileiro. Na primeira parte do livro, Oswald recupera documentos da literatura de informação brasileira para,…

  • Variações sobre um CorpoVariações sobre um Corpo de Eugénio de Andrade

    Variações sobre um Corpo

    Eugénio de Andrade

    10,00 

    Variações sobre um Corpo de Eugénio de Andrade.
    Editorial Inova. Porto, 1973, 79 págs. B. Il.

    Esta estimada antologia teve uma edição no ano de 1972, de formato e realização gráfica diversa, onde apareciam um total de 26 desenhos do pintor e escultor José Rodrigues. Esta versão inserida da Colecção «Duas Horas de Leitura» com organização gráfica de Armando Alves, reproduz parcialmente os desenhos da original, incluído, no entanto, mais oito poetas. Alguns dos autores dos poemas incluídos, todos contemporâneos: Sá-Carneiro, Irene Lisboa, José Régio, António Botto, Adolfo Casais Monteiro, Jorge de Sena, Egito Gonçalves, Eugénio (ele mesmo), Natália Correia, Alexandre O’Neill, António Ramos Rosa, David Mourão-Ferreira, Fernando Guimarães, João Rui de Sousa, Alberto de Lacerda, José Terra, Herberto Hélder, José Bento, Pedro Tamen, M. S. Lourenço, Maria Teresa Horta, Armando da Silva Carvalho e Fiama Hasse Pais Brandão

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Clepsidra e Outros Poemas Dispersos de Camilo PessanhaClepsidra e Outros Poemas Dispersos de Camilo Pessanha

    Clepsidra e Outros Poemas Dispersos

    Camilo Pessanha

    6,00 

    «Toda a poesia de Camilo é a vida, mas toda se nos apresenta como uma metavida. A decadência incessante que foi a sua passagem por este mundo exprimiu-se pois naturalmente numa estética simbolista da decadência, sem o esforço ou o artifício que se verifica na maioria dos poetas da escola. Camilo Pessanha foi realmente ele,…