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  • Mar Novo de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Mar Novo

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    80,00 

    Mar Novo de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1958, 77 págs. Encadernado.

    Um dos mais notáveis e invulgares livros da autora, figura singular da poesia portuguesa contemporânea. Inserido na colecção Poesia e Verdade.

    ✍🏻 Edição assinada pela autora.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro Sexto de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Livro Sexto

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    30,00 

    Livro Sexto de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Livraria Morais Editora. Lisboa, 1962, 77 págs. E.

    Embora, cronologicamente, este seja o sétimo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, a autora optou por lhe chamar «Livro Sexto» para vincar a opção que tinha anteriormente tomado relativamente ao livro O Cristo Cigano – de facto, o seu sexto livro – retirando-o da sua obra poética. Uma opção que só abandonou já neste novo século.
    No seu prefácio a esta edição, Gustavo Rubim diz-nos que este livro «[…] tem assim essa particularidade de o seu título funcionar como uma data, uma data necessariamente poética. Sendo o sexto, ele distingue-se por não ser apenas mais um numa série de livros. Antes aquele que sai da série no momento em que a prolonga, como se o próprio livro logo no título definisse, como escreveu Carlos Mendes de Sousa, “um limiar, o anunciar de um momento de viragem no trajecto da poeta”.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Em Vez de Asas Tenho Braços

    Em Vez de Asas Tenho Braços

    Maria do Carmo Abecassis

    10,00 

    Em Vez de Asas Tenho Braços de Maria do Carmo Abecassis.
    Editorial Ática. Lisboa, 1973, 226 págs. B.

    Maria do Carmo Abecassis é uma poetisa moçambicana, nascida em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique. É autora da coletânea de poemas “Em vez de asas tenho braços”, publicada em 1973. A sua escrita, em língua portuguesa, destaca-se pela sensibilidade e força imagética.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • 20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada

    20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada

    Pablo Neruda

    7,50 

    20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada de Pablo Neruda.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1971, 111 págs. B.

    «Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza.»

    Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Trinta e Seis Poemas e uma Aleluia Erótica de Federico Garcia Lorca

    Trinta e Seis Poemas e uma Aleluia Erótica

    Federico Garcia Lorca

    20,00 

    Cuidada antologia traduzida por Eugénio de Andrade, volume inaugural da excelente colecção «As mãos e os frutos». Segunda edição, acrescentada com uma «Ode a Frederico Garcia Lorca», por Pablo Neruda.

  • Obra Completa de Cesário Verde

    Obra Completa

    Cesário Verde

    10,00 

    Obra Completa de Cesário Verde.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 230 págs. B.

    “(…) Sempre encarei este livro, devido à memória de Cesário, como tarefa cultural que a todos nós respeita e como que a todos empenha. (…)” — da Advertência de Joel Serrão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Flores

    Flores

    José Duro

    10,00 

    Flores de José Duro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1931, 30 págs. B.

    José Duro (1875–1899) teve uma vida breve e boémia, marcada pela influência de autores como Baudelaire, Poe, Cesário Verde e António Nobre. Frequentou a Escola Politécnica de Lisboa e começou a publicar discretamente em 1896, com Flores. O seu único livro, Fel, foi publicado pouco antes da sua morte por tuberculose. Esta obra reflete uma forte carga de angústia, decadência e desespero, revelando uma poesia marcada por sentimentos sombrios e intensos. As opiniões sobre o seu valor literário dividem-se: há quem o coloque ao nível de grandes nomes como Cesário Verde, e quem lhe negue originalidade. Apesar de não ter tido tempo para amadurecer como poeta, Fel é considerado um testemunho humano profundamente pungente.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fel

    Fel

    José Duro

    10,00 

    Fel de José Duro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1971, 83 págs. B.

    José Duro (1875–1899) teve uma vida breve e boémia, marcada pela influência de autores como Baudelaire, Poe, Cesário Verde e António Nobre. Frequentou a Escola Politécnica de Lisboa e começou a publicar discretamente em 1896, com Flores. O seu único livro, Fel, foi publicado pouco antes da sua morte por tuberculose. Esta obra reflete uma forte carga de angústia, decadência e desespero, revelando uma poesia marcada por sentimentos sombrios e intensos. As opiniões sobre o seu valor literário dividem-se: há quem o coloque ao nível de grandes nomes como Cesário Verde, e quem lhe negue originalidade. Apesar de não ter tido tempo para amadurecer como poeta, Fel é considerado um testemunho humano profundamente pungente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Meio Dia de Faustino dos Reis Sousa

    Meio Dia

    Faustino dos Reis Sousa

    10,00 

    Meio Dia de Faustino dos Reis Sousa.
    J.
    Rodrigues & Cª Editores. Lisboa, 1918, 100 págs. E.

    Nasceu na Ribeira de Santarém em 6 de Janeiro de 1883.

    Poeta e publicista, desde cedo prestou a sua colaboração a jornais e revistas de carácter literário, nos quais se encontram, entre outros, “Damião de Góis”, “Vilafranquense”, “Ecos do Ribatejo”, “Mensageiro de Cira”, “Mensageiro do Ribatejo”, “Vida Ribatejana”, “A Verdade” e “Correio da Extremadura”.

    Deu à estampa três livros de poesia. “Meio Dia (1918)”, “Fumo do Meu Casal (1938)” e “Luz da Tarde (1946)”.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História de Portugal em Verso

    História de Portugal em Verso

    Jaime Lúcio

    10,00 

    História de Portugal em Verso de Jaime Lúcio.
    Oficina de «O Riomaiorense». Rio Mario, 1968, 184 págs. B.

    Jaime Lúcio é um poeta, cuja inspiração não cansa. O verso vive-lhe na alma, corre-lhe no sangue, e os livros dão-nos, com brilho, o testemunho dessa actividade.

    A trova popular, tão curiosa e difícil, lá está com seus conceitos, com sua ironia, com sua crítica de costumes e, em todas, o poeta se revela, nesta difícil modalidade.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Cântico dos Cânticos de Salomão

    Cântico dos Cânticos

    Salomão

    6,00 

    O Cântico dos Cânticos de Salomão, também conhecido como Cantares, é um livro poético do Antigo Testamento que celebra o amor romântico entre um homem e uma mulher. Atribuído ao rei Salomão, o livro é uma coleção de cânticos nupciais e é considerado uma obra de grande lirismo, com um forte componente erótico, mas que também exalta o amor conjugal, a fidelidade e a beleza física

  • Prova do Fogo de Viriato Soromenho Marques

    Prova do Fogo

    Viriato Soromenho Marques

    6,00 

    Viriato Soromenho-Marques (n. 1957, Setúbal) é professor catedrático de Filosofia na Universidade de Lisboa e figura destacada no pensamento ecológico e político em Portugal. Doutorado em Filosofia, tem vasta produção académica e intervenção cívica. Presidiu à QUERCUS, integrou conselhos nacionais e europeus sobre ambiente e desenvolvimento sustentável e colaborou com a Fundação Gulbenkian. Foi colunista e conferencista em dezenas de países. Recebeu múltiplos prémios e distinções, incluindo a Ordem do Infante D. Henrique. Publicou centenas de artigos e dezenas de livros sobre filosofia, ambiente e política, sendo uma das vozes mais influentes no debate público português.

  • Poesia Española

    Poesia Española

    Dámaso Alonso

    10,00 

    Índice

    – Significante y Significado;

    – Primer conocimiento de la obra poética: El del lector;

    – Garcilaso y los limites de la estilística;

    – Ante la Selva (con Fray Luis);

    – Forma exterior y forma interior en Fray Luis;

    – Segundo conocimiento de la obra poética: Función de la crítica;

    – El misterio técnico en la poesía de San Juan de la Cruz;

    – Recuerdos gongorinos;

    – Monstruosidad y belleza en el Polifemo de Góngora;

    – Tercer conocimiento de la obra poética;

    – Lope de Vega, símbolo del barroco;

    – Lo imaginativo, lo afectivo y lo conceptual, como objecto de la estilística;

    – El desgarrón afectivo en la poesía de Quevedo;

    – Limites teóricos de la estilística.

  • Poesias de Sá de Miranda

    Poesias de Sá de Miranda

    Rodrigues Lapa

    5,00 

    Poesias de Sá de Miranda de Rodrigues Lapa.
    Textos Literários. Lisboa, 1942, 88 págs. B.

    Desde o século XIX, na expressão de Almeida Garrett, que é assegurada a Francisco Sá de Miranda a honra de “pai da poesia portuguesa”. Responsável pela introdução de novas formas e novo metro na poesia portuguesa, o poeta quinhentista escreveu vilancetes, cantigas, esparsas, glosas e formas novas como o soneto e a sextina. A presente antologia pretende resgatar das malhas do tempo o autor renascentista ímpar e o seu trabalho poético comprometido com um tempo passado, mas que permanece vivo no presente, capaz de deleitar e instruir.

    📝 Assinatura de posse.

  • Opera Omnia de Bocage (Vol. III) de Hernâni Cidade

    Opera Omnia de Bocage (Vol. III)

    Hernâni Cidade

    7,00 

    Opera Omnia de Bocage (Vol. III) de Hernâni Cidade.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1969, 382 págs. B.

    Elegias, Epidécios, Sátiras, Poesias Várias, Fragmentos, Elogios, Elogios Dramáticos, Dramas Alegóricos, Fragmentos Dramáticos, Traduções.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Anoitecer da Vida, Ao

    Anoitecer da Vida, Ao

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Anoitecer da Vida de Camilo Castelo Branco.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1999, 133 págs. Mole.

    «Vejo-te ainda qual eras
    nesses fugitivos dias
    de saudosas alegrias
    dum amor, belo ao nascer.Vejo-te ainda qual eras,
    terna amiga, carinhosa,
    cara irmã, luz milagrosa
    nas trevas do meu viver.Linda eras, tinhas alma
    como poucos ter podiam;
    e teus olhos me diziam
    mil segredos que esqueci.Linda eras, tinhas alma,
    mas queimada pelo lume
    dum frenético ciúme
    que me fez fugir de ti.»
    nas trevas do meu viver.Linda eras, tinhas alma
    como poucos ter podiam;
    e teus olhos me diziam
    mil segredos que esqueci.Linda eras, tinhas alma,
    mas queimada pelo lume
    dum frenético ciúme
    que me fez fugir de ti.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.