• Antologia Poética de Carl Sandburg

    Antologia Poética

    Carl Sandburg

    7,50 

    Antologia Poética de Carl Sandburg.
    Edições Tempo. Lisboa, s.d., 38 págs. B.

    Selecção e tradução de Alexandre O’Neill.

    Carl Sandburg (1878–1967) foi um poeta, escritor e biógrafo norte-americano, conhecido por exaltar o povo comum e a vida urbana nos EUA. Nascido em Illinois, trabalhou em várias áreas antes de se tornar jornalista e poeta em Chicago. Influenciado por Walt Whitman, destacou-se com obras como Chicago Poems (1916) e Cornhuskers (1918). Ganhou três Prémios Pulitzer, incluindo pela biografia em quatro volumes Abraham Lincoln: The War Years (1939). Também escreveu contos infantis e recolheu canções populares. Sandburg tornou-se uma das figuras mais respeitadas da literatura americana do século XX

    📖 Exemplar por abrir

  • Tesouros da Poesia Portuguesa

    Tesouros da Poesia Portuguesa

    António Manuel Couto Viana

    15,00 

    Tesouros da Poesia Portuguesa de António Manuel Couto Viana [Org.] Editorial Verbo. Lisboa, 1983, 393 págs. E. Il.

    Portugal, país de poetas! Ei-la, a verdade provada, nestas pági- nas de oiro. Lê-las, é escutar a voz fremente de tudo o que sentimos e calamos; é conhecer os segredos das coisas e das almas; é venerar o passado, entender o presente, desejar o futuro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Escola Noctura de António Magalhães

    Escola Noctura, A

    António Magalhães

    6,00 

    A Escola Noctura de António Magalhães.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 99 págs. B.

    Diziam:
    Não aprendas depressa.
    Demora-te, dançando em teu veneno,
    promessa de canto.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Erro Próprio

    Erro Próprio

    António Maria Lisboa

    30,00 

    Erro Próprio de António Maria Lisboa.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1962, 87 págs. B.

    Na obra de António Maria Lisboa (como na literatura surrealista de um modo geral) a distinção entre poemas e manifestos revela-se artificial, dado o recurso em ambos os discursos a uma linguagem de tipo metafórico, metaforismo que, para Fernando J. B. Martinho (op. cit., 1996, p. 62), “não é senão a face visível da impossibilidade, numa prática literária como a de António Maria Lisboa, de restringir o pensamento, o inteligível aos manifestos e o sensível aos poemas”, sendo que tanto a reflexão poética e filosófica podem estar presentes no poema, como o texto argumentativo pode evoluir, sem transição, para o registo poético. Considerado um dos principais manifestos do surrealismo, e situado no ponto de chegada de várias polémicas e ataques entre os grupos surrealistas, o Erro Próprio de que nos fala António Maria Lisboa é o erro surrealista, o equívoco sobre o que deve ser o surrealismo, sobre o caminho que o surrealismo deveria ter tomado. Ora, para António Maria Lisboa, o erro não reside em ter enveredado por uma ou outra perspetiva, mas em os surrealistas não terem visto que “qualquer que seja a conduta humana não é falsa nem verdadeira”, e que a essência mesma do surrealismo é a sua absoluta liberdade: “posto a funcionar, [depressa] se criaram as diversas cores Surrealistas (sem no entanto negar os seus princípios… claro!) e de tal forma, e tanto mais feroz, que o Movimento ou passa a ser a cauda dum Pontífice Inadmissível ou cai na ofensa e na querela inútil do EU SOU tu não és, a não ser que outro caminho se tenha adivinhado. E de facto assim foi: LIVRE, nem mesmo um agrupamento de indivíduos Livres pode estar ligado Umbilicalmente. […] o Compromisso do Poeta é com o AMOR e o ato um ato LIVRE no TEMPO-ÚNICO!” (p. 37).

    📝 Assinatura de posse.

  • Epístolas Poéticas e uma Novela em Verso

    Epístolas Poéticas e uma Novela em Verso

    Ramalho Monteiro

    7,00 

    Epístolas Poéticas e uma Novela em Verso de Ramalho Monteiro.
    Ed. Autor. Lisboa, 1961, 49 págs. B.

    📖 Exemplar por abrir
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
    🔢 Edição Numerada:178

  • Dias Íntimos

    Dias Íntimos

    João José Cochofel

    15,00 

    Dias Íntimos de João José Cochofel.
    Iniciativas Editoriais. Lisboa, 1959, 29 págs. B.

    Edição refundida, com nova organização a acrescida com 12 poesias inéditas.

    📝 Assinatura de posse.

  • Che de Manuel Alegre

    Che

    Manuel Alegre

    7,50 

    Che de Manuel Alegre.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1997, 42 págs. B. Il.

    Poema de Che. Talvez um dia ele volte o general dos pobres / talvez um dia ele volte a Ñancahuazú / pouco importa se bem ou mal escolhido mas um lugar do espírito / outro lado da alma e a busca de um sentido / rumor de escrita / à luz de uma fogueira onde cintilam armas / […]

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Viagem à Minha Infãncia de Silva Tavares

    Viagem à Minha Infãncia

    Silva Tavares

    7,50 

    Viagem à Minha Infãncia de Silva Tavares.
    Ed. Autor. Lisboa, 1950, 96 págs. B. Il.

    “Este é o livro feito há muito mas que nunca fora escrito. É o menino esquecido que o menino lembrou ao homem e que o se apressou a coligir, procurando-se noutra cidade. Poesia? Sem dúvida… mas nada de ficção. Nem, talvez, nada de novo… Só a Vida. Querer ser original é não saber que tudo se repete, por outras palavras… A hora exacta não se procura — procura-nos. E a originalidade nunca foi nem será — como alguns pretendem insinuar — a arte de tornar confuso o que é simples por natureza. As ideias, de igual modo que as pessoas, podem ofender o pudor apresentando-se nuas.”

    📖 Exemplar por abrir
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Tom.

  • Sonetos e Sonetilhos

    Sonetos e Sonetilhos

    Luís Cebola

    10,00 

    Sonetos e Sonetilhos de Luís Cebola.
    Livraria Central Editora. Lisboa, 1932, 105 págs. B.

    “(…) É, pois, o meu livro — Sonetos e Sonetilhos — apenas um feixe de recordações, lançado agora à estampa, sem preocupação de escola literária.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Praça da Canção de Manuel Alegre.

    Praça da Canção, A

    Manuel Alegre.

    7,00 

    Praça da Canção de Manuel Alegre.
    Centelha Editora. Coimbra, 1975, 155 págs. B.

    Sem grande margem para dúvidas, pode dizer-se que este livro marcou para sempre toda uma geração de jovens portugueses que ao longo dos anos 60 se empenharam na contestação estudantil nas Universidades e lutaram contra a guerra nas ex-colónias africanas.
    Aparecido em Coimbra e incluindo muitos poemas que rapidamente se divulgaram graças às canções de Manuel Freire, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira ou Luís Cília (entre outros), “Praça da Canção” recorre à História de Portugal para através desse passado colectivo interrogar o presente e o futuro do país, conseguindo aliar um poderoso sopro épico e um lamento pela condição dos portugueses no tempo em que foi escrito.
    Sublinhe-se ainda a capacidade de aproveitar os recursos da métrica e da rima para a criação de uma musicalidade sensível, por exemplo, na famosa “Trova do Vento que Passa”, e contribuindo para fazer de Manuel Alegre o trovador da sua geração.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Canto e as Armas de Manuel Alegre

    Canto e as Armas, O

    Manuel Alegre

    7,00 

    Canto e as Armas de Manuel Alegre.
    Centelha Editora. Coimbra, 1974, 139 págs. B.

    “Não me levem a mal se, apoiado num livro que pode considerar-se de estrela, me afortunar a dizer que com Manuel Alegre nasceu o maior poeta do neo-realismo português.’ Assim escreveu Mário Sacramento a propósito da Praça da Canção publicada em 1965. Posteriormente, com O canto e as Armas, Manuel Alegre prosseguiu o caminho duma poesia de combate, cantada e lida pelos que resistiam, proscrita e proibida pelo poder. Aqui se apresenta a 4ª edição deste livro, agora finalmente livre, para chegar a todos aqueles para que foi escrito”.

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Klee de Paulo Tunhas

    Klee

    Paulo Tunhas

    6,00 

    Klee de Paulo Tunhas.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 62 págs. Mole.

    Paulo Jorge Delgado Pereira Tunhas (1960-2023) foi professor e investigador de Filosofia na Universidade do Porto, onde também se licenciou. Doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, desenvolveu uma abordagem original à filosofia como ideia e sistema, explorando o pensamento, a existência e a ação. Publicou obras de filosofia, organizou volumes coletivos e colaborou em projetos de Fernando Gil. Estudou autores clássicos e contemporâneos, publicou ensaios políticos e culturais, poesia, ficção e um libreto de ópera. Deixou inacabado um projeto sobre a “poética da filosofia”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Para Viver Um Grande Amor de Vinicius de Moraes

    Para Viver Um Grande Amor

    Vinicius de Moraes

    7,50 

    Para Viver Um Grande Amor de Vinicius de Moraes.
    Livraria José Olympio Editora. Rio de Janeiro, 1973, 197 págs. B.

    Este livro é metade em prosa, metade em versos – mas sempre de poesia. Vinicius de Moraes explica na “Advertência”, falando de suas crônicas, que “há, para o leitor que se der ao trabalho de percorrê-las em sua integridade, uma unidade evidente que as enfeixa: a de um grande amor”.
    Explica ainda que “os poemas visam a amenizar um pouco a prosa: dar-lhe, quem sabe, um “balanço” novo”. O poeta conseguiu exatamente isto, e daí a graça especial destas páginas cheias de carinho e de lirismo sensual.
    Um livro para os que amam, escrito com o sentimento humano de quem sabe fazer da vida uma grande aventura de amor.

    📕 8ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Desaparecido e Outros Poemas de Carlos Queiroz

    Desaparecido e Outros Poemas

    Carlos Queiroz

    15,00 

    Desaparecido e Outros Poemas de Carlos Queiroz.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1950, 142 págs. B.

    Sobre esta obra de Carlos Queiroz, escreve Fernando Pessoa:

    “A beleza do livro começa pelo livro. A edição é lindíssima. A beleza do livro continua pelo livro fora: os poemas são admiráveis.

    Não se pode dizer deste livro o que é vulgar dizer-se, elogiosamente, de um primeiro livro, sobretudo de um jovem: — que é uma bela promessa. O livro de Carlos Queiroz não é uma promessa, porque é uma realização. Cumpriu, sem ter prometido, sem ter tido que prometer.

    Assim se deveria fazer sempre, ou quase sempre. Pertence ao mais íntimo da probidade literária e artística o não se apresentar ao público sem ter plena consciência de que na obra apresentada está tudo quanto em nós haja de forte. Não escrevia Milton um soneto sem que o fizesse como se desse soneto dependesse toda a sua fama futura.

    E que prazer o de se poder escrever isto sem que a amizade que tenho pelo poeta, que é muita, uma só palavra me dite; sem o que o gosto de incitar quem é jovem, e tenho esse gosto, me faça sublinhar uma só frase; de poder escrever isto sem mais entendimentos que com a justiça, sem mais combinações que com a verdade.” — em Textos de Crítica e de Intervenção, Fernando Pessoa.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Poesia

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    40,00 

    Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Edições Ática. Lisboa, 1959, 87 págs. E.

    «Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: Poesia. Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: agon, combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é apesar das ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue.» (Pedro Eiras)

    📕 2ª Edição.
    ✍🏻
    Exemplar rubricado pela autora.
    Encadernado. Não conserva a capa de brochra

  • Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Dia do Mar

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    25,00 

    Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen
    Edições Ática. Lisboa, 1961, 95 págs. E.

    Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreveu Gastão Cruz, sobre esta obra: «Uma tensão dialéctica percorre “Dia do Mar”: o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses.»

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.