• Obra Poética de Guilherme de Azevedo

    Obra Poética

    Guilherme de Azevedo

    10,00 

    Obra Poética de Guilherme de Azevedo.
    Assembleia Distrital de Santarém. Santarém, 1984, 286 págs. B.

    Esta antologia da obra poética de Guilherme de Azevedo é constituída fundamentalmente pelos poemas dos três livros: Aparições, Radiações da Noite e A Alma Nova, publicados em 1867, 1871 e 1874, respectivamente. São estas as três etapas fundamentais do seu percurso poético, a que se poderão acrescentar algumas poesias dispersas que vão em apêndice, no fim deste volume. Nesta caminhada ascensional para a perfeição estética, todos os críticos são unânimes em considerar A Alma Nova como o ponto mais elevado desta obra poética. – in Prefácio de Cândido Beirante

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém.

  • Poesias de António Patrício

    Poesias

    António Patrício

    20,00 

    Poesias de António Patrício.
    Ática. Lisboa, 1942, 132 págs. E.

    “A poesia [de António Patrício] reflecte a procura do absoluto no amor, a angústia sentimental insatisfeita, o impulso vital nietzschiano. Princípios do simbolismo, decadentismo e saudosismo podem ser encontrados nos seus poemas.”

    ✍🏻 Edição autografada pelo filho do autor.

  • Fogo de Santelmo de Mariano Calado

    Fogo de Santelmo

    Mariano Calado

    7,50 

    Fogo de Santelmo de Mariano Calado
    Ed. Autor. Cacilhas, 1973, 75 págs. B.

    Livro de poesia.

    Mariano Calado nasceu em 1928 e vive em Peniche desde os dois anos de idade. Reconhecido escritor, destacou-se nas áreas da historiografia local e poesia, contando com 19 livros publicados. Entre eles está “Peniche, na história e na lenda”, uma obra aclamada pela cidade. Além da escrita, Mariano Calado também tem tido um forte papel de intervenção cívica em Peniche, tanto em atividades profissionais como lúdicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Oito Séculos de Poesia Alemã de Olívio Caeiro

    Oito Séculos de Poesia Alemã

    Olívio Caeiro

    15,00 

    Oito Séculos de Poesia Alemã de Olívio Caeiro
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1983, 590 págs. B.

    A difusão cada vez mais ampla da lingua alemã em Portugal e o consequente interesse pela sua expressão literária, quer ao nível de estudos superiores quer em complemento de aptidões profissionais ou de meras curiosidades subjectivas, são razões que presidiram ao nascimento desta Antologia. Tanto mais que, no âmbito das publicações portuguesas hoje disponíveis, já de há muito faltava uma colectânea congénere.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Despedida (1895-1899) de António Nobre

    Despedida (1895-1899)

    António Nobre

    6,00 

    Despedida (1895-1899) de António Nobre.
    Lello & Irmão Editores. Porto, 1985, 218 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Iniciação Literária | 71
    𓂃🖊Prefácio: José Ferreira de Sampaio (Bruno)

    Destas linhas que acima ficam se depreende que jamais lograram os versos que saem agora a lume o ser corrigidos por seu autor. Se imperfeições aqui ou ali acaso os maculem, acate-se o legítimo escrúpulo que não se atreveu a sujeitar o texto a alheia revisão minuciosa. Ele foi recebido como uma herança de coração; com inquieto sobressalto, julgou-se sacrílego que ela não fosse assaz respeitada

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Alguns Eventos de Júlio Pomar

    Alguns Eventos

    Júlio Pomar

    7,50 

    Alguns Eventos de Júlio Pomar
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 71 págs. B.

    Júlio Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 — Lisboa, 22 de maio de 2018). Frequentou a Escola de Arte Aplicada António Arroio e a Escola de Belas-Artes do Porto. Lá, integrou um movimento que se autointitulava «Os Convencidos da Morte» e organizou a primeira Exposição da Primavera, no Ateneu Comercial, com a participação de artistas antifascistas. Em 1950, realizou em Lisboa uma exposição individual na Sociedade Nacional de Belas Artes, onde apresentou obras marcantes da pintura portuguesa. Até 1975, o seu trabalho incide principalmente no retrato, com recurso ao desenho e à pintura. Substituiu o óleo pelo acrílico. Tem uma Fundação com o seu nome.

    📕 1ª Edição.

  • Primeiro Livro de Urizen de William Blake

    Primeiro Livro de Urizen

    William Blake

    6,00 

    Primeiro Livro de Urizen de William Blake.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1983, 67 págs. B.
    Colecção: Gato Maltês | 5

    William Blake escreveu Os Livros de Urizen por volta de 1790, evocando a turbulência intelectual e espiritual das revoluções americana e francesa. Em 1794, foi originalmente publicada, sob o nome de Primeiro Livro de Urizen, uma série de escritos que expressavam a cosmogonia idiossincrática de Blake.

    Primeiro Livro de Urizen, edição bilingue, com tradução e apresentação de João Almeida Flor, é um texto fundamental em que Blake se anuncia como precursor do romantismo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia Portuguesa do Século XII a 1915 de Cabral de Nascimento

    Poesia Portuguesa do Século XII a 1915

    Cabral de Nascimento

    4,00 

    Poesia Portuguesa do Século XII a 1915 de Cabral de Nascimento
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 246 págs. B.
    Biblioteca Básica Verbo | 79

    Dos trovadores dos séculos XII a XIV até aos poetas dos primeiros anos deste século, são cento e oito os autores incluidos na presente antologia. A Cabral do Nascimento, crítico e poeta, se deve esta recolha, onde figuram os nomes principais da poesia portuguesa anterior a 1915, o ano do Orpheu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada de Pablo Neruda

    Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada

    Pablo Neruda

    7,00 

    Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada de Pablo Neruda.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1977, 111 págs. B.
    Colecção: Poesia Século XX | 1

    «Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza.»

    Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Encoberto, O

    Encoberto, O

    Afonso Lopes Vieira

    40,00 

    O Encoberto de Afonso Lopes Vieira
    Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso. Lisboa, 1905, 154 págs. E

    Encadernação com gravuras a seco.

    “O thema do Encoberto é o ideal messiânico, não já religioso nem nacional, – mas humano. Essa incógnita da nova vida tem de se desvendar pela demolição de acanhados pardieiros que nos asphixiam. Mas essa demolição poderá fazer-se desmontando as peças arcaicas e gastas, ou fazendo-as voar em estilhaços.” Teófilo Braga.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Manuseado, Alfarrabista Online

     

  • Sonetos Românticos de Natália Correia

    Sonetos Românticos

    Natália Correia

    30,00 

    Sonetos Românticos de Natália Correia.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1990, 74 págs. B.

    Sonetos Românticos marca o regresso de uma das vozes mais singulares da moderna poesia portuguesa, no auge do seu fulgor criativo. Depois de Camões, Bocage, Antero, Florbela, algum Régio, uma forma tradicional em que a nossa lírica foi particularmente rica conhece de novo um dos seus momentos mais altos. E Natália Correia não hesita em invocar os seus maiores, «rogando à musa que torne claro o coração obscuro»: «A luz meridional que rigorosa / Infunde o mar no mármore, cobiçou / A Musa-júbilo azul-e a radiosa / Matéria no soneto repousou.»

    Livro galardoado com o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores relativo a 1990.

    ✍🏻 Edição autografada pela autora Rafael Gomes Filipe.

  • Epístola aos Lamitas de Natália Correia

    Epístola aos Lamitas

    Natália Correia

    30,00 

    Epístola aos Lamitas de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1976, 63 págs. B.
    Colecção Poesia Século XX | 11

    “Apenas se apagaram as estrelas da visão que cintilou numa manhã de Abril, novamente em minha voz se abriram os objectos de luz com que o poeta cumpre o trabalho de espantar os morcegos. E na onda mais alta do meu canto vi ressurgida a Pátria. Terra extrema do extremoso Anjo do Ocidente. E disse-me o Anjo: Portugal e velo porque vela. E nisto meditando redigi uma Espístola aos Lamitas que são os que na nuvem tempestuosa sabem ler a mensagem” Natália Correia

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Dilúvio e a Pomba, O

    Dilúvio e a Pomba, O

    Natália Correia

    20,00 

    Dilúvio e a Pomba de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1979, 72 págs. B.  

    Fiel do Amor, pelos olhos infinitos
    de Beatriz doada em Dona Brites,
    Nela deixou a escrita Sempre-Noiva.

    Na cripta reverde. E nós esconsos.
    De Portugal legítimos Afonsos
    não morrem como nós. O céu os louva.

    📕 1ª Edição.
    📌 Carimbo da Biblioteca de Rafael Gomes Filipe.

  • Armistício de Natália Correia

    Armistício, O

    Natália Correia

    20,00 

    Armistício de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 73 págs. B.

    Colectânea de poesia de temática divina e pagã.
    Natália Correia desenvolveu na sua poesia a doutrina do culto do Espírito Santo, alicerçada na visão do sagrado feminino, cruzando-o com o paganismo grego-romano.

    «O Armistício é um livro de versos e ao mesmo tempo um ensaio, exórdio, em prosa, introduzindo, glosando o que os poemas enunciam: o regresso dos deuses.» José Augusto Mourão

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia

    Antologia da Poesia do Período Barroco

    Natália Correia

    30,00 

    Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia.
    Moraes Editora. Lisboa, 1982, 342 págs. B.
    Círculo de Poesia | 109

    Florilégio de poesia barroca portuguesa e brasileira, recolhida dos cancioneiros stecentistas A Fénix Renascida (1716-17-18-21-28), compilada por Matias Pereira da Silva, e o Postilhão de Apolo (1791), organizado por Joseph Maregelo de Osan, pseudónimo de D. José Ângelo Morais.

    Contém poesias de: D. Tomás de Noronha, Jacinto Freire de Andrade, Violante do Céu, D. Francisco Manuel de Melo, António Barbosa Bacelar, António Serrão de Castro, Bernardo Vieira Ravasco, Jerónimo Baía, Eusébio de Matos, Frei António das Chagas, Gregório de Matos, Manuel Botelho de Oliveira, Soror Maria do Céu, Sebastião da Rocha Pita, Tomaz Pinto Brandão, Francisco de Vasconcelos (Coutinho), Soror Madalena da Glória, Anastácio Ayres de Penhafiel, António Ribeiro da Costa e Francisco de Pina e de Melo.

    Natália de Oliveira Correia (1923-1993) nasceu na ilha de São Miguel, Açores, vindo para Lisboa em criança. A sua carreira literária caracterizou-se pelo culto de uma grande diversidade de géneros: da poesia ao teatro, do ensaio ao romance, do livro de viagens à recolha e organização de antologias poéticas.

    A maior parte sua obra foi escrita durante o Estado Novo. Apesar de muitos dos seus livros terem sido apreendidos pela censura, e apesar de ter sido julgada em Tribunal, resistiu ao fascismo, praticando a liberdade na alteridade do texto literário e na defesa pública da democracia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Medo: Trabalho Poético 1974-1990 de Al Berto

    Medo: Trabalho Poético 1974-1990

    Al Berto

    30,00 

    Medo: Trabalho Poético 1974-1990 de Al Berto.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 587 págs. E.

    “O Medo” reúne toda a obra poética de Al Berto escrita entre 1974 e 1990. O título foi publicado originalmente no ano de 1987, livro distinguido em 1988 com o Prémio PEN – Clube de Poesia, contando esta nova edição com novos poemas datados de 1989.

     

    Nas primeiras obras poéticas, Al Berto seguiu de perto a linha surrealista, especialmente a que emana de Herberto Hélder. Posteriormente, funde a poesia na prosa, criando uma espécie de deambulações fragmentárias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.