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  • POEMAS DE FERNANDO PESSOA

    Poemas

    Fernando Pessoa

    7,00 

    POEMAS DE FERNANDO PESSOA
    Visão / Jornal de Letras. Paço de Arcos, 2006, 221 págs. B.
    📃Selecção, Prefácio e Posfácio de Eduardo Lourenço

    Antologia da poesia de Fernando Pessoa seleccionada, prefaciada e posfaciada por Eduardo Lourenço, um dos mais importantes ensaístas portugueses do século XX e autor de “Pessoa Revisitado”, obra marcante da crítica pessoana. A selecção reúne os poemas mais representativos do ortónimo e dos heterónimos, acompanhados de uma leitura crítica que situa Pessoa no centro da reflexão de Lourenço sobre a identidade e o destino português.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 340g
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  • OBRA POÉTICA DE MÁRIO DE SÁ CARNEIRO

    Obra Poética

    Mário de Sá-Carneiro

    5,00 

    OBRA POÉTICA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 166 págs. B.
    🗂️ Colecção: Livros de Bolso Europa- América | 420
    📃Com prefácio de António Quadros

    Edição de bolso da obra poética completa de Mário de Sá-Carneiro (1890-1916), organizada e prefaciada por António Quadros. Reúne a totalidade da produção poética do autor, figura central do Modernismo português, marcada pela alienação, o excesso e a obsessão com a morte que viria a culminar no suicídio do poeta em Paris aos 26 anos. Em conjunto com a sua prosa, é um dos corpus mais autónomos e potentes da poesia portuguesa do século XX.

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    Características do Exemplar
    🖋️ Assinatura de posse de anterior proprietário, sem outras marcas.
    Peso: 130g
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  • Poesias Selectas de Frei Agostinho da Cruz

    Poesias Selectas

    Frei Agostinho da Cruz

    7,00 

    Poesias Selectas de Frei Agostinho da Cruz
    Editorial Domingos Barreira. Porto, 1941, 187 págs. B.

    Frei Agostinho da Cruz foi um poeta-eremita de temperamento bucólico, com marcantes singularidades. Sobretudo nas suas Éclogas, afirma-se uma poesia pastoril em que as convenções do bucolismo de matriz italiana – tão populares na época –, sobretudo ao nível da estrutura e da terza rima, da descrição da Natureza e do diálogo entre diversos interlocutores, dos temas tratados e dos valores, são aqui enformadas pela temática religiosa e mesmo por motivos bíblicos. Numa versão singular da felicidade através da áurea mediania (aurea mediocritas) e do lugar ameno (locus amoenus), os lugares ermos ou desertos são espaços privilegiados para sentir a presença de Deus. Com a sua diversidade e riqueza de fenómenos, reflexo do poder e bondade do Criador, a mãe Natureza é o espaço aprazível propício à meditação espiritual e ao ascetismo contemplativo

    📝 Assinatura de posse.
    📖 Exemplar por abrir

  • Canções do Rio Profundo de Y. K. Centeno

    Canções do Rio Profundo

    Y. K. Centeno

    9,00 

    Canções do Rio Profundo de Y. K. Centeno
    Edições ASA. Porto, 2002, 52 págs. B.
    Colecção: Pequeno Formato
    👨🏻‍🎨 Com uma pintura de Jacinta Andrade

    Yvette K. Centeno nasceu em Lisboa, em 1940, numa família de origem germano-polaca. É casada, tem quatro filhos, e em sua casa a música e a literatura estiveram sempre presentes. Licenciou-se em Filologia Germânica com uma dissertação sobre O homem sem qualidades, de Musil, e doutorou-se com uma tese sobre A alquimia no Fausto de Goethe. É desde 1983 Professora Catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde fundou o Gabinete de Estudos de Simbologia, actualmente integrado no Centro de Estudos do Imaginário Literário. Ainda em estudante interessou-se por teatro, escreveu peças e rábulas, fundou o CITAC em Coimbra. Tem publicado literatura infantil, ensaio de investigação, poesia, teatro e ficção, com romances como Três histórias de amor (1994), Os jardins de Eva (1998) e Amores secretos (2006), tendo parte da sua obra traduzida em França, Espanha e Alemanha. Entre os autores que traduziu contam-se Shakespeare, Goethe, Stendhal, Brecht, Celan e Fassbinder.

    📕 1ª Edição
    📖 Exemplar por abrir
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arte Poética de Horácio

    Arte Poética

    Horácio

    5,00 

    Arte Poética de Horácio
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 130 págs. B.
    Clássicos Inquérito | 11
    𓂃🖊 Introdução: Raul Miguel Rosado Fernandes

    Na Arte Poética, Horácio pretende introduzir os leitores na verdadeira essência da poesia. Expõe as suas ideias e tenta provar que, para fazer poesia, não deve o aprendiz de poeta pensar que ela é uma actividade de amador, que o poeta nasce por geração espontânea, nem confiar demasiado no talento, nas aptidões naturais.

    Para que a poesia seja algo de elevado e alcance o seu fim educativo e estético, tem o poeta de possuir talento e arte e, para melhorar o seu critério literário, deve submeter-se a trabalho aturado, nunca desprezando a opinião dos críticos. Só com uma vigilância perfeita, poderá criar poesia verdadeiramente digna deste nome.

    A presente edição bilingue da Arte Poética visa proporcionar um instrumento de trabalho aos interessados no conhecimento da teoria literária antiga e da sua influência nas literaturas modernas.

    Acompanham-na uma introdução e comentários actualizados que lhes permitirão averiguar em que medida progrediu, no nosso século, a ciência filológica ocupada em esclarecer este texto fundamental de Horácio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesias Inéditas (1919-1930) de Fernando Pessoa

    Poesias Inéditas (1919-1930)

    Fernando Pessoa

    7,50 

    Poesias Inéditas (1919-1930) de Fernando Pessoa
    Edições Ática. Lisboa, 1963, 202 págs. B.

    «Repousaram mais alguns meses, após a saída do primeiro volume de «Poesias Inéditas» de Fernando Pessoa, os poemas vindos agora a lume. Sentimo-nos como que tocados pelo mistério de desvendar o mais secreto da intimidade de tão grande poeta. Temos ainda a convicção de alguma coisa havermos feito para o melhor conhecimento, pelo menos em extensão, da maior parte possível dos documentos poéticos do autor.» Jorge Nemésio

    📝 Assinatura de posse

  • A Poesia Necessária de Joaquim Namorado

    Poesia Necessária, A

    Joaquim Namorado

    20,00 

    A Poesia Necessária de Joaquim Namorado
    Edições vértice. Coimbra, 1966, 82 págs. B.

    Joaquim Namorado, figura marcante do neo-realismo coimbrão, colaborou nas revistas “Vértice”, “O Diabo”, “Sol Nascente” , “Seara Nova”, etc. Integrado na apreciada colecção “Cancioneiro Vértice”, de Coimbra.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Minha Mãe Meu Amor de Maria Teresa Horta

    Minha Mãe Meu Amor

    Maria Teresa Horta

    25,00 

    Minha Mãe Meu Amor de Maria Teresa Horta
    Edições Rolim. Lisboa, 1986, 149 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Regina Chulum.

    “Minha Mãe Meu Amor” é uma obra poética emblemática da escritora e jornalista portuguesa Maria Teresa Horta, publicada originalmente em 1986. [1, 2, 3]

    Este livro de poesia destaca-se na bibliografia da autora por explorar as complexidades e a intimidade da relação materno-filial através de uma escrita visceral e intimista.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro do Povo, O

    Livro do Povo, O

    António Botto

    30,00 

    O Livro do Povo de António Botto
    Livraria Eclética. Lisboa, 1944, 170 págs. B.

    José Régio, um dos principais escritores da geração modernista, dedicou-se à análise da obra de Botto, considerando-o “o mais aristocrata, o mais pessoal intérprete de certos aspetos da sensibilidade contemporânea”. Régio destacou a espontaneidade da elegância de estilo de Botto, a sobriedade dos seus recursos e a sinceridade impúdica e ousada da sua poesia.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lírica de Líquen de Nuno Júdice

    Lírica de Líquen

    Nuno Júdice

    20,00 

    Lírica de Líquen de Nuno Júdice
    Edições Rolim. Lisboa, 1986, 60 págs. B.

    Nuno Júdice (1949-2024) nasceu no Algarve. Professor universitário, assumiu em 2009 a direção da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Publicou o primeiro livro em 1972 e foi um dos mais importantes nomes da poesia contemporânea. Recebeu os mais importantes prémios de literários nacionais e internacionais, entre os quais: Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus (1990), da Associação Portuguesa de Escritores (1995), Bordalo da Casa da Imprensa (1999), Cesário Verde e Ana Hatherly (2003) e Fernando Namora (2004). Em 2013, foi distinguido com o XXII Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (Espanha); em 2014, com o Prémio de Poesia Poetas del Mundo Latino Víctor Sandoval (México); em 2015, com o Prémio Argana de Poesia, da Maison de la Poésie de Marrocos e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro – Tributo de Consagração; e, em 2016, com o El Ojo Crítico Iberoamericano de Radio Nacional de Espanha.

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Import-Export de Ruy Cinatti

    Import-Export

    Ruy Cinatti

    25,00 

    Import-Export de Ruy Cinatti
    Ed. Autor. Lisboa, 1974, 36 págs. B.

    Edição de autor, publicada logo após a Revolução de 25 de Abril.

    Testemunho poético da ebulição do período revolucionário português.

    Ruy Cinatti (Londres, 1915 – Lisboa, 1986), poeta, agrónomo e antropólogo, viveu profundamente os últimos impérios coloniais portugueses — Timor (1946-1948, 1951-1955), onde foi chefe dos Serviços Agronómicos e realizou estudos de antropologia cultural, e as ilhas africanas (São Tomé, Cabo Verde, Angola). Entusiasmou-se com o 25 de Abril, mas a invasão de Timor pela Indonésia em 1975 abalou-o profundamente. Entre 1966 e 1974, numa fase de intensa criatividade poética após crise psicológica, organizou treze livros de poesia, dos quais este é um dos últimos. Obra caracterizada pela liberdade métrica e lexical, integração de temáticas não convencionalmente poéticas, e relação particular com espaços e populações ultramarinas. Prémios Antero de Quental (1958), Nacional de Poesia (1968), Camilo Pessanha (1971). Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique (1992, póstumo).

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fátima de António Botto

    Fátima

    António Botto

    20,00 

    Fátima: poema do mundo de António Botto
    Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1955,

    Primeira edição, numerada e assinada pelo autor [chancela], publicada com a finalidade de solenizar a entrega de uma cópia da imagem de Nossa Senhora do Rosário às autoridades eclesiásticas do Rio de Janeiro por ocasião do Trigésimo Sexto Congresso Eucarístico, e com aprovação e imprimatur Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Gonçalves Cerejeira.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🔢 Edição Numerada: 10171

     

  • Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos

    Fernando Pessoa

    30,00 

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa e António Botto
    Editorial Nobel. Coimbra, 1944, 190 págs. B.

    Esta selecta, ou Antologia, de poemas portugueses modernos deve ser entendida como a escôlha daqueles que nos parecem não só os melhores, senão também os mais representativos, entre os que foram escritos em certo período — em o período literário português a que conviemos connosco chamar moderno (…)”. Poemas de: Camilo Pessanha, Gomes Leal, Mário de Sá Carneiro, Eugénio de Castro, Antero de Quental, Augusto Gil, Guerra Junqueiro, Ângelo de Lima, Alberto Osório de Castro, Júlio Dantas, Cesário Verde, António Sardinha, João de Deus, António Feijó, João Lúcio, António Nobre, João de Barros, António Patrício, Mário Beirão, Miguel Torga, José de Almada Negreiros, Guilherme Braga, José Régio, Gonçalves Crespo, Afonso Duarte, Luís Montalvor, Teixeira de Pascoais, Carlos Queiroz, Vitorino Nemésio, Alfredo Guisado, Florbela Espanca, etc. Além destes e de alguns mais, é de notar a subtil inclusão também dos vários heterónimos de Fernando Pessoa […] No essencial, desconto dado a um ou outro nome hoje caído no natural esquecimento, a modernidade de um tal florilégio permanece incontestável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas de Manuel Maria Barbosa du Bocage01

    Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas

    Manuel Maria Barbosa du Bocage

    100,00 

    Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas de Manuel Maria Barbosa du Bocage.
    S. E., Bruxellas, 1860, 223 págs. E.

    Esta antologia clandestina reúne alguns dos poemas mais irreverentes de Bocage, onde o humor mordaz, a sátira social, o erotismo e o tom burlesco revelam o lado mais provocador do poeta. Entre sonetos, odes, epístolas e elegias, surgem textos ousados e libertinos que desafiaram os costumes da época e contribuíram para a aura polémica da sua obra. Publicado sem editor identificado e com um falso local de impressão para escapar à censura e à apreensão pelas autoridades, este volume testemunha não só a liberdade criativa de Bocage, mas também os riscos associados à circulação de literatura considerada escandalosa no seu tempo.

    🖊️ Dedicatória de oferta
    📝 Assinatura de posse.

  • Obra Poética de Guilherme de Azevedo

    Obra Poética

    Guilherme de Azevedo

    10,00 

    Obra Poética de Guilherme de Azevedo.
    Assembleia Distrital de Santarém. Santarém, 1984, 286 págs. B.

    Esta antologia da obra poética de Guilherme de Azevedo é constituída fundamentalmente pelos poemas dos três livros: Aparições, Radiações da Noite e A Alma Nova, publicados em 1867, 1871 e 1874, respectivamente. São estas as três etapas fundamentais do seu percurso poético, a que se poderão acrescentar algumas poesias dispersas que vão em apêndice, no fim deste volume. Nesta caminhada ascensional para a perfeição estética, todos os críticos são unânimes em considerar A Alma Nova como o ponto mais elevado desta obra poética. – in Prefácio de Cândido Beirante

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém.

  • Poesias de António Patrício

    Poesias

    António Patrício

    20,00 

    Poesias de António Patrício.
    Ática. Lisboa, 1942, 132 págs. E.

    “A poesia [de António Patrício] reflecte a procura do absoluto no amor, a angústia sentimental insatisfeita, o impulso vital nietzschiano. Princípios do simbolismo, decadentismo e saudosismo podem ser encontrados nos seus poemas.”

    ✍🏻 Edição autografada pelo filho do autor.