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  • Canções do Rio Profundo de Y. K. Centeno

    Canções do Rio Profundo

    Y. K. Centeno

    9,00 

    Canções do Rio Profundo de Y. K. Centeno
    Edições ASA. Porto, 2002, 52 págs. B.
    Colecção: Pequeno Formato
    👨🏻‍🎨 Com uma pintura de Jacinta Andrade

    Yvette K. Centeno nasceu em Lisboa, em 1940, numa família de origem germano-polaca. É casada, tem quatro filhos, e em sua casa a música e a literatura estiveram sempre presentes. Licenciou-se em Filologia Germânica com uma dissertação sobre O homem sem qualidades, de Musil, e doutorou-se com uma tese sobre A alquimia no Fausto de Goethe. É desde 1983 Professora Catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde fundou o Gabinete de Estudos de Simbologia, actualmente integrado no Centro de Estudos do Imaginário Literário. Ainda em estudante interessou-se por teatro, escreveu peças e rábulas, fundou o CITAC em Coimbra. Tem publicado literatura infantil, ensaio de investigação, poesia, teatro e ficção, com romances como Três histórias de amor (1994), Os jardins de Eva (1998) e Amores secretos (2006), tendo parte da sua obra traduzida em França, Espanha e Alemanha. Entre os autores que traduziu contam-se Shakespeare, Goethe, Stendhal, Brecht, Celan e Fassbinder.

    📕 1ª Edição
    📖 Exemplar por abrir
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arte Poética de Horácio

    Arte Poética

    Horácio

    5,00 

    Arte Poética de Horácio
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 130 págs. B.
    Clássicos Inquérito | 11
    𓂃🖊 Introdução: Raul Miguel Rosado Fernandes

    Na Arte Poética, Horácio pretende introduzir os leitores na verdadeira essência da poesia. Expõe as suas ideias e tenta provar que, para fazer poesia, não deve o aprendiz de poeta pensar que ela é uma actividade de amador, que o poeta nasce por geração espontânea, nem confiar demasiado no talento, nas aptidões naturais.

    Para que a poesia seja algo de elevado e alcance o seu fim educativo e estético, tem o poeta de possuir talento e arte e, para melhorar o seu critério literário, deve submeter-se a trabalho aturado, nunca desprezando a opinião dos críticos. Só com uma vigilância perfeita, poderá criar poesia verdadeiramente digna deste nome.

    A presente edição bilingue da Arte Poética visa proporcionar um instrumento de trabalho aos interessados no conhecimento da teoria literária antiga e da sua influência nas literaturas modernas.

    Acompanham-na uma introdução e comentários actualizados que lhes permitirão averiguar em que medida progrediu, no nosso século, a ciência filológica ocupada em esclarecer este texto fundamental de Horácio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesias Inéditas (1919-1930) de Fernando Pessoa

    Poesias Inéditas (1919-1930)

    Fernando Pessoa

    7,50 

    Poesias Inéditas (1919-1930) de Fernando Pessoa
    Edições Ática. Lisboa, 1963, 202 págs. B.

    «Repousaram mais alguns meses, após a saída do primeiro volume de «Poesias Inéditas» de Fernando Pessoa, os poemas vindos agora a lume. Sentimo-nos como que tocados pelo mistério de desvendar o mais secreto da intimidade de tão grande poeta. Temos ainda a convicção de alguma coisa havermos feito para o melhor conhecimento, pelo menos em extensão, da maior parte possível dos documentos poéticos do autor.» Jorge Nemésio

    📝 Assinatura de posse

  • A Poesia Necessária de Joaquim Namorado

    Poesia Necessária, A

    Joaquim Namorado

    20,00 

    A Poesia Necessária de Joaquim Namorado
    Edições vértice. Coimbra, 1966, 82 págs. B.

    Joaquim Namorado, figura marcante do neo-realismo coimbrão, colaborou nas revistas “Vértice”, “O Diabo”, “Sol Nascente” , “Seara Nova”, etc. Integrado na apreciada colecção “Cancioneiro Vértice”, de Coimbra.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Minha Mãe Meu Amor de Maria Teresa Horta

    Minha Mãe Meu Amor

    Maria Teresa Horta

    25,00 

    Minha Mãe Meu Amor de Maria Teresa Horta
    Edições Rolim. Lisboa, 1986, 149 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Regina Chulum.

    “Minha Mãe Meu Amor” é uma obra poética emblemática da escritora e jornalista portuguesa Maria Teresa Horta, publicada originalmente em 1986. [1, 2, 3]

    Este livro de poesia destaca-se na bibliografia da autora por explorar as complexidades e a intimidade da relação materno-filial através de uma escrita visceral e intimista.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro do Povo, O

    Livro do Povo, O

    António Botto

    30,00 

    O Livro do Povo de António Botto
    Livraria Eclética. Lisboa, 1944, 170 págs. B.

    José Régio, um dos principais escritores da geração modernista, dedicou-se à análise da obra de Botto, considerando-o “o mais aristocrata, o mais pessoal intérprete de certos aspetos da sensibilidade contemporânea”. Régio destacou a espontaneidade da elegância de estilo de Botto, a sobriedade dos seus recursos e a sinceridade impúdica e ousada da sua poesia.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lírica de Líquen de Nuno Júdice

    Lírica de Líquen

    Nuno Júdice

    20,00 

    Lírica de Líquen de Nuno Júdice
    Edições Rolim. Lisboa, 1986, 60 págs. B.

    Nuno Júdice (1949-2024) nasceu no Algarve. Professor universitário, assumiu em 2009 a direção da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Publicou o primeiro livro em 1972 e foi um dos mais importantes nomes da poesia contemporânea. Recebeu os mais importantes prémios de literários nacionais e internacionais, entre os quais: Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus (1990), da Associação Portuguesa de Escritores (1995), Bordalo da Casa da Imprensa (1999), Cesário Verde e Ana Hatherly (2003) e Fernando Namora (2004). Em 2013, foi distinguido com o XXII Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (Espanha); em 2014, com o Prémio de Poesia Poetas del Mundo Latino Víctor Sandoval (México); em 2015, com o Prémio Argana de Poesia, da Maison de la Poésie de Marrocos e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro – Tributo de Consagração; e, em 2016, com o El Ojo Crítico Iberoamericano de Radio Nacional de Espanha.

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Import-Export de Ruy Cinatti

    Import-Export

    Ruy Cinatti

    25,00 

    Import-Export de Ruy Cinatti
    Ed. Autor. Lisboa, 1974, 36 págs. B.

    Edição de autor, publicada logo após a Revolução de 25 de Abril.

    Testemunho poético da ebulição do período revolucionário português.

    Ruy Cinatti (Londres, 1915 – Lisboa, 1986), poeta, agrónomo e antropólogo, viveu profundamente os últimos impérios coloniais portugueses — Timor (1946-1948, 1951-1955), onde foi chefe dos Serviços Agronómicos e realizou estudos de antropologia cultural, e as ilhas africanas (São Tomé, Cabo Verde, Angola). Entusiasmou-se com o 25 de Abril, mas a invasão de Timor pela Indonésia em 1975 abalou-o profundamente. Entre 1966 e 1974, numa fase de intensa criatividade poética após crise psicológica, organizou treze livros de poesia, dos quais este é um dos últimos. Obra caracterizada pela liberdade métrica e lexical, integração de temáticas não convencionalmente poéticas, e relação particular com espaços e populações ultramarinas. Prémios Antero de Quental (1958), Nacional de Poesia (1968), Camilo Pessanha (1971). Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique (1992, póstumo).

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fátima de António Botto

    Fátima

    António Botto

    20,00 

    Fátima: poema do mundo de António Botto
    Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1955,

    Primeira edição, numerada e assinada pelo autor [chancela], publicada com a finalidade de solenizar a entrega de uma cópia da imagem de Nossa Senhora do Rosário às autoridades eclesiásticas do Rio de Janeiro por ocasião do Trigésimo Sexto Congresso Eucarístico, e com aprovação e imprimatur Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Gonçalves Cerejeira.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🔢 Edição Numerada: 10171

     

  • Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos

    Fernando Pessoa

    30,00 

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa e António Botto
    Editorial Nobel. Coimbra, 1944, 190 págs. B.

    Esta selecta, ou Antologia, de poemas portugueses modernos deve ser entendida como a escôlha daqueles que nos parecem não só os melhores, senão também os mais representativos, entre os que foram escritos em certo período — em o período literário português a que conviemos connosco chamar moderno (…)”. Poemas de: Camilo Pessanha, Gomes Leal, Mário de Sá Carneiro, Eugénio de Castro, Antero de Quental, Augusto Gil, Guerra Junqueiro, Ângelo de Lima, Alberto Osório de Castro, Júlio Dantas, Cesário Verde, António Sardinha, João de Deus, António Feijó, João Lúcio, António Nobre, João de Barros, António Patrício, Mário Beirão, Miguel Torga, José de Almada Negreiros, Guilherme Braga, José Régio, Gonçalves Crespo, Afonso Duarte, Luís Montalvor, Teixeira de Pascoais, Carlos Queiroz, Vitorino Nemésio, Alfredo Guisado, Florbela Espanca, etc. Além destes e de alguns mais, é de notar a subtil inclusão também dos vários heterónimos de Fernando Pessoa […] No essencial, desconto dado a um ou outro nome hoje caído no natural esquecimento, a modernidade de um tal florilégio permanece incontestável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas de Manuel Maria Barbosa du Bocage01

    Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas

    Manuel Maria Barbosa du Bocage

    100,00 

    Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas de Manuel Maria Barbosa du Bocage.
    S. E., Bruxellas, 1860, 223 págs. E.

    Esta antologia clandestina reúne alguns dos poemas mais irreverentes de Bocage, onde o humor mordaz, a sátira social, o erotismo e o tom burlesco revelam o lado mais provocador do poeta. Entre sonetos, odes, epístolas e elegias, surgem textos ousados e libertinos que desafiaram os costumes da época e contribuíram para a aura polémica da sua obra. Publicado sem editor identificado e com um falso local de impressão para escapar à censura e à apreensão pelas autoridades, este volume testemunha não só a liberdade criativa de Bocage, mas também os riscos associados à circulação de literatura considerada escandalosa no seu tempo.

    🖊️ Dedicatória de oferta
    📝 Assinatura de posse.

  • Obra Poética de Guilherme de Azevedo

    Obra Poética

    Guilherme de Azevedo

    10,00 

    Obra Poética de Guilherme de Azevedo.
    Assembleia Distrital de Santarém. Santarém, 1984, 286 págs. B.

    Esta antologia da obra poética de Guilherme de Azevedo é constituída fundamentalmente pelos poemas dos três livros: Aparições, Radiações da Noite e A Alma Nova, publicados em 1867, 1871 e 1874, respectivamente. São estas as três etapas fundamentais do seu percurso poético, a que se poderão acrescentar algumas poesias dispersas que vão em apêndice, no fim deste volume. Nesta caminhada ascensional para a perfeição estética, todos os críticos são unânimes em considerar A Alma Nova como o ponto mais elevado desta obra poética. – in Prefácio de Cândido Beirante

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém.

  • Poesias de António Patrício

    Poesias

    António Patrício

    20,00 

    Poesias de António Patrício.
    Ática. Lisboa, 1942, 132 págs. E.

    “A poesia [de António Patrício] reflecte a procura do absoluto no amor, a angústia sentimental insatisfeita, o impulso vital nietzschiano. Princípios do simbolismo, decadentismo e saudosismo podem ser encontrados nos seus poemas.”

    ✍🏻 Edição autografada pelo filho do autor.

  • Fogo de Santelmo

    Fogo de Santelmo

    Mariano Calado

    7,50 

    Fogo de Santelmo de Mariano Calado
    Ed. Autor. Cacilhas, 1973, 75 págs. B.

    Livro de poesia.

    Mariano Calado nasceu em 1928 e vive em Peniche desde os dois anos de idade. Reconhecido escritor, destacou-se nas áreas da historiografia local e poesia, contando com 19 livros publicados. Entre eles está “Peniche, na história e na lenda”, uma obra aclamada pela cidade. Além da escrita, Mariano Calado também tem tido um forte papel de intervenção cívica em Peniche, tanto em atividades profissionais como lúdicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Oito Séculos de Poesia Alemã de Olívio Caeiro

    Oito Séculos de Poesia Alemã

    Olívio Caeiro

    15,00 

    Oito Séculos de Poesia Alemã de Olívio Caeiro
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1983, 590 págs. B.

    A difusão cada vez mais ampla da lingua alemã em Portugal e o consequente interesse pela sua expressão literária, quer ao nível de estudos superiores quer em complemento de aptidões profissionais ou de meras curiosidades subjectivas, são razões que presidiram ao nascimento desta Antologia. Tanto mais que, no âmbito das publicações portuguesas hoje disponíveis, já de há muito faltava uma colectânea congénere.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Despedida (1895-1899) de António Nobre

    Despedida (1895-1899)

    António Nobre

    6,00 

    Despedida (1895-1899) de António Nobre.
    Lello & Irmão Editores. Porto, 1985, 218 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Iniciação Literária | 71
    𓂃🖊Prefácio: José Ferreira de Sampaio (Bruno)

    Destas linhas que acima ficam se depreende que jamais lograram os versos que saem agora a lume o ser corrigidos por seu autor. Se imperfeições aqui ou ali acaso os maculem, acate-se o legítimo escrúpulo que não se atreveu a sujeitar o texto a alheia revisão minuciosa. Ele foi recebido como uma herança de coração; com inquieto sobressalto, julgou-se sacrílego que ela não fosse assaz respeitada

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.