• Electra de Richard Strauss

    Electra

    Richard Strauss

    5,00 

    Ópera em um ato, libreto de Hugo von Hofmannsthal (1874-1929) segundo Sófocles Premonitório e tremendo, um acorde orquestral, inicia e remata porventura a mais sangrenta de todas as óperas: um pai (Agamémnon) entrega a filha (Ifigénia) à deusa em troca de uma expedição venturosa, a sua mulher (Clitemnestra) vinga-se assassinando-o no ajudada pelo seu amante…

  • Rapto do Serralho

    Rapto do Serralho

    Wolfang A. Mozart

    5,00 

    “O Rapto do Serralho” é um Singspiel em três atos com libreto de Gottlieb Stephanie, baseado numa peça de Bretzner, que desaprovou a adaptação. Composta entre 1781 e 1782, durante o auge do Classicismo alemão, foi a primeira ópera vienense de Mozart após sua mudança para a capital. Estreou com grande sucesso a 16 de…

  • D. Carlos de Giuseppe Verdi

    D. Carlos

    Giuseppe Verdi

    5,00 

    D. Carlos de Giuseppe Verdi.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 150 págs. B.

    Essa segunda encomenda, da Academia Imperial de Música Francesa, destinava-se à Segunda Exposição Universal do Segundo Império – altura em que seriam apresentadas em Paris duas novas operetas de Offenbach, “La Vie Parisienne” e “La Grand-Duchesse de Gerolstein”.

    Este convite da Academia Francesa vinha acompanhado dum libreto de Joseph Méry e de Camille du Locle baseado no “Don Carlos” de Schiller – o que agradou ao compositor que se sentia próximo dos ideais românticos, patrióticos e liberais, do Poeta alemão, cujas obras já tinham servido de fonte de inspiração para algumas das suas óperas. Acontece que, curiosamente, iria ser precisamente o libreto que se revelaria o maior obstáculo para Verdi, quer pela sua complexidade, quer pelo seu carácter monumental.

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  • Mestres Cantores de Nuremberga

    Mestres Cantores de Nuremberga

    Richard Wagner

    5,00 

    Mestres Cantores de Nuremberga de Richard Wagner.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 241 págs. B.

    Foi por volta de 1845 que Richard Wagner pensou em escrever uma ópera cómica que fosse uma espécie de réplica a “Tanhäuser” – mas esse seu projecto só iria tomar forma passados mais de 20 anos, sendo apresentado pela primeira vez em público em Munique no dia 21 de Junho de 1868. Estamos a falar de “Os Mestres Cantores de Nuremberga”.

    Foram diversos os textos em que Wagner se baseou para escrever esta sua obra, entre eles a “História da Literatura Alemã” de Georg Gottfried Gervinius, um capítulo duma crónica nuremberguiana onde se fala da “arte mui graciosa dos Mestres Cantores”, um poema de Goethe “sobre a missão poética de Hans Sachs”, uma comédia de Deinhardstein e um conto de Hoffmann intitulado “Mestre Martin, o Latoeiro, e os seus Companheiros”.

    Wagner terminou o texto de “Os Mestres Cantores” em Janeiro de 1862. Em Março iniciou a escrita da música, que terminaria em Outubro. A ideia inicial duma réplica cómica a “Tanhäuser” acabou por esbater-se com o passar dos anos – se bem que ainda possam ser encontradas algumas semelhanças, como um cantor de génio confrontado com tradições bafientas, a jovem dada como prémio no concurso de canto, a figura paternal dum mecenas, ou ainda o velho artista amado e venerado, simbolizado, nos “Mestres Cantores”, por Hans Sachs.

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  • O Elixir do Amor de Gaetano Donizetti

    Elixir do Amor, O

    Gaetano Donizetti

    5,00 

    O Elixir do Amor de Gaetano Donizetti.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 107 págs. B.

    O Elixir do Amor é uma ópera bufa encantadora e a ópera mais popular de Gaetano Donizetti. Passa-se num ambiente singelo de aldeia e retrata a eterna diferença entre classes e a eterna capacidade da charlatonice humana!

    Um menino pobre como o Nemorino casar com uma menina de ricas famílias ainda hoje teria a vida dificultada! O ideal mesmo é um pobre ficar rico para casar com uma senhora da sua condição e foi essa a sorte dos nossos protagonistas. A ária Una furtiva lagrima, faz parte do nosso universo colectivo e tem integrado múltiplas bandas sonoras de filmes. O tão famoso elixir, afinal não era mais nada menos do que uma garrafa de vinho!” Catarina Molder

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Salomé de Richard StraussSalomé de Richard Strauss

    Salomé

    Richard Strauss

    5,00 

    Salomé é uma ópera em um acto de Richard Strauss, com libreto do mesmo compositor, baseado na tradução alemã de Hedwig Lachmann da peça de mesmo nome em francês de Oscar Wilde. Estreou a 9 de dezembro de 1905 no Königliches Opernhaus de Dresden.

  • Luciano Pavarotti Para Sempre de Juan Manuel VianaLuciano Pavarotti Para Sempre de Juan Manuel Viana

    Luciano Pavarotti Para Sempre

    Juan Manuel Viana

    15,00 

    Considerado por colegas, maestros e estudiosos como possuidor da “voz mais bela do século”, Luciano Pavarotti (Modena, 1935-2007) aproximou a ópera de milhões de espectadores, quer através das suas actuações nos palcos mais importantes do mundo quer das suas inumeráveis gravações áudio e video, tendo-se convertido num fenómeno mediático até hoje nunca protagonizado por uma…

  • Tosca de Giacomo Puccini

    Tosca

    Giacomo Puccini

    5,00 

    Tosca é uma ópera em três atos de Giacomo Puccini, com libreto de Luigi Illica e Giuseppe Giacosa, baseado na peça de 1887 do mesmo nome de Victorien Sardou. Estreou no Teatro Costanzi de Roma, em 14 de janeiro de 1900. Na época, a atmosfera política na Itália era tensa, com muita agitação revolucionária de…

  • Bono

    Bono

    Michka Assayas

    7,00 

    Bono de Michka Assayas.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 2005, 351 págs. B.

    Pela primeira vez, Bono – a maior estrela rock da actualidade – conta a história da sua vida e fala com paixão das suas esperanças para o futuro. Bono é uma das figuras mais influentes da cena musical contemporânea. Ao longo dos últimos vinte e cinco anos, a sua banda, U2, vendeu 130 milhões de álbuns e recebeu catorze Grammies. Neste seu livro, em conversa com o seu amigo, o jornalista musical Michka Assayas, Bono descreve não apenas o seu extraordinário percurso como intérprete, mas também as inúmeras causas em que se tem envolvido – desde a questão do cessar-fogo do IRA, à dívida do Terceiro Mundo e à crise da SIDA em África.

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  • Baile de Máscaras de Giuseppe Verdi

    Baile de Máscaras

    Giuseppe Verdi

    5,00 

    Baile de Máscaras de Giuseppe Verdi.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1983, 155 págs. B.

    Inspirada no assassinato do rei liberal da Suécia, Ricardo III, às mãos de conspiradores políticos durante um baile de máscaras que Verdi teve em numerosas censuras de dissimular e transformar num inofensivo conde, transportando a acção para uma longínqua Boston colonialista, esta ópera fala-nos de um triângulo amoroso que desemboca no assassinato do conde Riccardo de Warewick às mãos do seu melhor amigo, durante um baile de máscaras.

    Um dos grandes êxitos do popular compositor italiano Giuseppe Verdi, replecto de melodias inesquecíveis, que aborda temas recorrentes das sua óperas: a fatalidade do destino, o adultério, os amores proibídos, a conspiração,  o racismo, a traição e a vingança obcessiva. Evocando o artifício da máscara que oculta a identidade, na sua dupla face de divertimento e instrumento de conspiração e crime.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mitologia Fadista de António Osório

    Mitologia Fadista, A

    António Osório

    7,00 

    Mitologia Fadista de António Osório.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2016, 119 págs. B.

    A Mitologia Fadista insere-se nesta linha e constitui a mais desenvolvida inquirição ideológica sobre o fado, cancro da vida e da cultura nacionais, segundo Lopes Graça. Desde as origens até pouco antes do 25 de Abril, procura o autor desvendar, neste livro, o fenómeno fadista nas suas principais implicações e pontos de apoio, pondo bem a claro o que ele comporta de aniquilante e servil.

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  • Barbareiro de Sevilha de Gioacchino Rossini

    Barbareiro de Sevilha

    Gioacchino Rossini

    5,00 

    Esta colecção põe ao alcance dos apreciadores não só os textos das óperas na versão original e com a respectiva tradução portuguesa, como também um guia analítico dos aspectos de maior interesse da partitura, em que se faz menção dos temas musicais mais importantes, um estudo prévio que situa o compositor e a sua obra…

  • Carmen de Georges Bizet

    Carmen

    Georges Bizet

    5,00 

    Carmen de Georges Bizet.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 200 págs. B.

    Esta colecção põe ao alcance dos apreciadores não só os textos das óperas na versão original e com a respectiva tradução portuguesa, como também um guia analítico dos aspectos de maior interesse da partitura, em que se faz menção dos temas musicais mais importantes, um estudo prévio que situa o compositor e a sua obra no contexto cultural da época e a análise dos aspectos vocais, orquestrais e interpretativas mais salientes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Trovador de Giuseppe Verdi

    Trovador

    Giuseppe Verdi

    5,00 

    “Il Trovatore” (em português “O Trovador”) é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Verdi. Estreou no Teatro Apollo, Roma, a 19 de janeiro de 1853. Compõe, juntamente com “Rigoletto” e “La Traviata”, a chamada “trilogia verdiana”, formada pelas óperas mais populares de Verdi escritas em sequência.

  • Matrimónio Secreto de Domenica Cimarosa

    Matrimónio Secreto

    Domenica Cimarosa

    5,00 

    É uma ópera em dois atos do compositor italiano Domenico Cimarosa, com libreto de Giovanni Bertati. A ópera é ambientada em Bolonha durante o século XVIII, e narra a história de Geronimo, um comerciante que propõe um dote ao Conde Robinson para que ele se case com sua filha mais velha, Elisetta e, assim, torne-se parte da nobreza, mas Robinson se apaixona por Carolina, a filha mais nova. Carolina, entretanto, está enamorada de Paolino, empregado de seu pai, e ambos se casam secretamente.

  • Pamplinas Maquinista de Buster Keaton

    Pamplinas Maquinista

    Buster Keaton

    4,00 

    Pamplinas Maquinista de Buster Keaton.
    Público. B.

    Em PAMPLINAS MAQUINISTA, Johnnie, maquinista da locomotiva, prova a sua coragem à sua amada, alistando-se no exército. Piadas, acção e emoção sucedem-se ao ritmo da música especialmente composta por Joe Hisaishi. O filme termina com uma canção inédita interpretada por Anna Mouglalis e escrita por Georges Moustaki.

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