• Palhaços de Leoncavallo

    Palhaços

    Leoncavallo

    5,00 

    Palhaços de Leoncavallo.
    Manuel B. Calarrão. Lisboa, 1946, 40 págs. B.
    Ópera | 7

    Pagliacci é uma ópera em dois atos, com música e libreto compostos por Ruggero Leoncavallo e representada pela primeira vez no Teatro dal Verme de Milão, em 21 de maio de 1892, com a orquestra sob regência de Arturo Toscanini. Trata-se da única obra de seu autor que ainda é apresentada com frequência nas grandes casas de ópera do mundo. Por possuir apenas dois atos, costuma ser encenada antes ou depois de outra peça curta, como Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni.

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  • O Palhaço de Deus de David Bowie

    Palhaço de Deus, O

    David Bowie

    10,00 

    O Palhaço de Deus de David Bowie.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1985, 197 págs. B.
    Rei Lagarto | 13

    Obra que reúne uma selecção de poemas/letras, no original inglês e com a respectiva tradução portuguesa, extraídos de alguns dos mais emblemáticos discos do músico e actor inglês David Bowie. O livro inclui também uma cronologia dos momentos mais importantes da vida e da carreira de Bowie, discografia e uma lista dos filmes em que teve uma participação mais marcante.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Palavras do Punk de Augusto Santos Silva

    Palavras do Punk, As

    Augusto Santos Silva

    7,50 

    As Palavras do Punk: Uma Viagem Fora dos Trilhos Pelo Portugal Contemporâneo de Augusto Santos Silva e Paula Guerra.
    Aletheia Editores. Lisboa, 2013, 257 págs. B. Il.

    Este livro oferece o panorama contemporâneo das bandas punk em Portugal. Inserido num projecto de investigação, é fruto de um estudo profundo de Paula Guerra e Augusto Santos Silva sobre esta subcultura. Pioneiro pelo tema, As Palavras do Punk leva-nos ao âmago da música, das letras, dos ambientes, e dos protagonistas do punk português. «O punk é uma cena. A palavra imprime um colorido próprio à estrutura que em cada caso liga os diferentes protagonistas: as bandas, as editoras, os promotores, os críticos, os divulgadores, os consumidores, os fãs; e os recursos e meios de que dispõem, como os discos e outros registos fonográficos, os concertos e outros eventos, os bares, caves, salas e outros espaços de exibição e encontro, os jornais, boletins e fanzines, as lojas de roupas, acessórios e discos, as ruas e bairros, as plataformas físicas e digitais…» «Cultura, cena, forma musical: o punk é isto, desde os seus primórdios. Como, antes, durante e depois dele, outras dinâmicas o foram e são. O ponto é que as dimensões estão articuladas. A estrutura melódica rudimentar, a sonoridade agressiva, a intensidade e a rapidez da canção, o impacto da percussão, as palavras que se gritam mais do que se cantam, a ocupação performativa do palco, as cores fortes, as incisões e pinturas dos corpos, os adereços metálicos, os símbolos que conotam dureza, masculinidade ou rebeldia, o teor cru e provocatório das letras, os ambientes e horas de encontro, tudo isso se conjuga numa ética e numa estética que dialogam entre si.»

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  • Uma Oração Americana e Outros Escritos de Jim Morrison

    Uma Oração Americana e Outros Escritos

    Jim Morrison

    10,00 

    Uma Oração Americana e Outros Escritos de Jim Morrison.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1992, 166 págs. B. Il.
    Rei Lagarto | 1

    Este livro, que deu início à colecção o “Rei Lagarto”, mostra-nos o percurso deste cantor/ compositor dos lendários The Doors, através dos poemas que escreveu para os álbuns The Doors (1967), Strange Days (1968), Waiting for the Sun (1969), The Soft Parade (1969), Morrison Hotel (1970), Absolutely Live (1970) e L.A. Woman (1971) e ainda o poema “An American Prayer”, publicado em plaquete, edição de 200 exemplares, fora de comércio, distribuída pelos amigos do autor, em 1970, bem como Ode to L.A. While Thinking of Brian Jones, Deceased — poema distribuído pelo público em alguns concertos nos Estados Unidos, pouco depois da morte de Brian Jones, dos Rolling Stones, a 3 de Julho de 1969.

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  • Kurt Cobain: Odeio-me e quero morrer de João Lisboa

    Kurt Cobain: Odeio-me e quero morrer

    João Lisboa

    10,00 

    Kurt Cobain: Odeio-me e quero morrer de João Lisboa [Org.]
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2000, 101 págs. B.
    Rei Lagarto | 31

    Este livro, organizado por João Lisboa, compõe-se de declarações de Cobain sobre a sua vida. O resultado é uma biografia completa sobre o vocalista dos Nirvana e autor da atitude de “nevermind”. Aqui ficamos a conhecer os episódios que o marcaram para sempre (como o divórcio dos pais, quando tinha sete anos) e os seus primeiros passos na música, que mais tarde viriam a dar origem aos Nirvana. Um bom instrumento para a compreensão da figura de Cobain e do mito gerado em torno dela.

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  • Notas de Música de António Parreira

    Notas de Música

    António Parreira

    10,00 

    Notas de Música de António Parreira.
    Ediclube. Lisboa, 1999, 159 págs. E. Il.

    Este livro apresenta uma recolha musical do talentoso António Parreira, com transcrições feitas pelo renomado Maestro Jorge Machado.

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  • Norma

    Norma

    Bellini

    5,00 

    Norma de Bellini.
    Manuel B. Calarrão. Lisboa, 1947, 36 págs. B.
    Ópera | 3

    Tragedia lírica composta por Vincenzo Bellini, com libreto de Felice Romani, estreada em 1831, sendo um expoente máximo do género bel canto e conhecida pela difícil ária “Casta Diva”, que narra a história da sacerdotisa druida Norma, dividida entre o seu amor proibido por um romano e o seu povo, culminando num trágico desfecho de amor e vingança.

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  • Nirvana e Kurt Cobain de Ana Cristina Ferrão

    Nirvana e Kurt Cobain

    Ana Cristina Ferrão

    10,00 

    Nirvana e Kurt Cobain de Ana Cristina Ferrão [Org.]
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1995, 139 págs. B. Il.
    Rei Lagarto | 25
    𓂃🖊 Prefácio António Sérgio

    “Nirvana e Kurt Cobain” é um livro publicado em 1995 por Ana Cristina Ferrão, que organiza e traduz as letras das canções do Nirvana, apresentando-as bilíngues, acompanhadas por textos, notas e um prefácio de António Sérgio

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  • Não sou o Único de Helena Reis

    Não sou o Único

    Helena Reis

    7,50 

    Não sou o Único: a biografia de Zé Pedro guitarrista dos Xutos & Pontapés de Helena Reis.
    Editorial Presença. Lisboa, 2017, 231 págs. B. Il.

    Dizem que somos feitos da mesma matéria que as estrelas, que ainda somos seus primos afastados, mas alguns de nós têm um parentesco mais próximo com elas, uma cintilação especial – são eles próprios estrelas. É o caso de Zé Pedro, fundador dos Xutos & Pontapés e uma das mais brilhantes estrelas do rock português. Nestas páginas da autoria da irmã, Helena Reis, somos convidados a entrar no mundo de Zé Pedro, dos seus sonhos, das suas paixões.

    Viajamos à sua infância festiva e luminosa, aos Verões intemporais na praia do Vau, aos anos da adolescência nos Olivais, ao estonteante começo dos Xutos & Pontapés, aos amores vividos e sonhados, às conversas lânguidas e intermináveis no alpendre da casa de Melides, aos grandes sucessos da banda e ao fervor dos fãs, ao Johnny Guitar e ao panorama musical da época, às incontáveis tournées pelo país e estrangeiro… e sempre às muitas e belíssimas histórias que o acompanharam e ainda nos encantam.

    É uma viagem apaixonante e irresistível aquela que este livro nos propõe, é a oportunidade única de ficarmos a conhecer por dentro o sonho inabalável de um homem que mudou para sempre a história do rock português. .

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  • Morte de Bunny Monroe

    Morte de Bunny Monroe

    Nick Cave

    7,50 

    Morte de Bunny Monroe de Nick Cave.
    Alfaguara. Carnaxide, 2009, 290 págs. B.

    “ESTOU LIXADO” pensa Bunny Munro, num súbito momento de autoconsciência reservado a quem está prestes a morrer.

    Depois do suicídio da mulher, Bunny Munro, caixeiro-viajante, parte com o filho numa viagem pela costa sul de Inglaterra e cedo descobre que tem os dias contados. Mais do que para vender cosméticos, Bunny viaja em busca da sua alma.

    Com um enredo alucinante, este romance é também uma fábula mordaz e sincera dos nossos tempos. Vibra com a mesma energia que fez de Cave um dos autores de letras mais respeitados do mundo.

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  • Moonspell 20 Anos de Fernando Ribeiro

    Moonspell 20 Anos

    Fernando Ribeiro

    10,00 

    Moonspell 20 Anos de Fernando Ribeiro.
    Saída de Emergência. S. Pedro do Estoril, 2012, 141 págs. B. Il.
    📸 Fotografia de Paulo Ribeiro

    E de repente, vinte anos passaram desde que nos reunimos, pela primeira vez, para explorar a nossa obscuridade, usando a música como voz. Dentro destas páginas, encontrarão um modesto relato, feito a partir de um ponto de vista privilegiado de episódios seleccionados da história dos MOONSPELL, cruciais para entender os ambientes e o crescimento dos mais ilustres embaixadores portugueses do Metal Gótico. Ficarão a saber que a história de uma banda é bem mais do que sangue, suor e lágrimas. Que é, de facto, feita de actos de fé, de pressão interior e exterior quase insuportável, de recompensas que envergonham os deleites de qualquer Paraíso. Saberão o que é ser um português no Mundo; como gravações em Londres podem despoletar a loucura artística. Conhecerão o fim de cumplicidades, pulverizadas pelos caprichos de egos; o preço a pagar pela ingenuidade; as viagens intermináveis que atingem sempre um qualquer destino. Bemvindos a um mundo escuro, apaixonante, feito de compromissos e de humanidade, onde os lobos têm coração, a religião pecado, onde borboletas destroem edifícios, onde a escuridão envenena a esperança. Onde há uma taça cheia de antídoto prestes a tornar-se memória de uma noite eterna. Onde Alpha e Omega se seduzem para se tornarem um só. Ilustrada dramaticamente por uma série de fantásticas fotografias, esta é a história nunca contada dos MOONSPELL. A loucura que a Lua cheia instala. Desfrutem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mensagem Oculta do Rock

    Mensagem Oculta do Rock

    Jeffreson Magno Costa

    6,00 

    Mensagem Oculta do Rock de Jeffreson Magno Costa [et al.]
    Casa Publicadora das Assembleia de Deus. Rio de Janeiro, 1997, 166 págs. B. Il.

    No Canadá, por volta de 1950, várias entidades demoníacas apossaram-se de uma mulher. Diante daquele quadro tão aflitivo, um pastor esforçava-se por libertar aquela pobre vítima das garras de Satanás. Mas, em vão.

    De repente, o pastor sentiu-se inspirado a expulsar aquela casta, designando-a como “imitadores do Espírito Santo”. Assim fez o ministro.

    Ao deixarem o debilitado corpo da mulher, bradaram os espíritos malignos: “Somos príncipes e viemos possuir os jovens da América”.

    Quatro meses depois era lançado, nos Estados Unidos, o conjunto Bill Halley, disposto a apossar-se dos jovens de todo o mundo.

    O que havia atrás daquele ritmo novo e contagiante?
    O que tem a ver o rock com o ocultismo?

    Que males pode causar aos jovens?

    Como devemos lidar com este tipo de música?

    A resposta a estas e outras perguntas você encontrará neste livro. Lendo-o, você saberá por que o rock acha-se tão implicado com as forças das trevas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Melodias de Sempre: Fados por Amália Rodrigues de Manuel Pereira

    Melodias de Sempre: Fados por Amália Rodrigues

    Manuel Pereira

    7,50 

    Melodias de Sempre: Fados por Amália Rodrigues de Manuel Pereira.
    Escola Tipográfica das Missões. Cucujães, 2007, 47 págs. B.
    Melodia de Sempre | 39

    Coleção de partituras das melodias de sempre fado Amália Rodrigues.

    Inclui:
    Perseguição; Ai Mouraria; O rapaz da camisola verde; Caldeirada; O Cachicho; Canção do Mar; Que Deus me perdoe; Estranha forma de vida; Foi Deus; Uma casa portuguesa; Valentim; Vou dar de beber à dor; Disse-te adeus e morri; Novo fado da Severa; Há festa na Mouraria; Tirana; Fadinho da Ti Maria Benta; Fado Amália.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Melodias de Sempre: Fados por Amália Rodrigues de Manuel Pereira

    Melodias de Sempre: Fados por Amália Rodrigues

    Manuel Pereira

    7,50 

    Melodias de Sempre: Fados por Amália Rodrigues de Manuel Pereira.
    Escola Tipográfica das Missões. Cucujães, 2009, 47 págs. B.
    Melodia de Sempre | 42

    Coleção de partituras das melodias de sempre fado Amália Rodrigues.

    Inclui:
    Gaivota; Carmencita; Havemos de ir a Viana; Meu amor, meu amor; Alfama; Fado Português; É ou não é; Lá porque tens cinco pedras; Malmequer pequenino; Com que voz; Maldição; Ó careca; Abandono; Cuidei que tinha morrido; É pecado; Espelho quebrado; Alamares; Primavera; Caracois; Malhão de S. Simão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mão Morta: Narradores da Decadência

    Mão Morta: Narradores da Decadência

    Vitor Junqueira

    20,00 

    Mão Morta: Narradores da Decadência de Vitor Junqueira.
    Quasi Edições. Vila Nova de Famalicão, 2004, 229 págs. B.

    Adolfo Luxúria Canibal e os Mão Morta colocaram-se deliberadamente à margem, tornaram-se narradores da decadência, procuraram e muitas vezes encontraram nela uma espécie de fulgor; um combustível para alimentar a energia dos que desiludidos em subverter o senso comum, mantém a determinação a fazer da cultura variedade de guerrilha romântica. 23 de Outubro de 2001, Blitz, Rui Monteiro

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  • Manon de Massenet

    Manon

    Massenet

    5,00 

    Manon de Massenet.
    Manuel B. Calarrão. Lisboa, 1946, 48 págs. B.
    Ópera | 6

    Manon é uma ópera em cinco atos de Jules Massenet, com libreto de Henri Meilhac e Philippe Gille, baseado em L’histoire du Chevalier des Grieux et de Manon Lescaut, do Abade Prévost (1731).

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