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  • Coração Mais Que é Perfeito de Sérgio Godinho

    Coração Mais Que é Perfeito

    Sérgio Godinho

    7,50 

    Coração Mais Que é Perfeito de Sérgio Godinho.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2016, 246 págs. B.

    Depois de Vidadupla, que reúne um conjunto de contos, a Quetzal publica o primeiro romance do popular cantor e compositor, agudo cronista e bardo dos últimos quarenta anos portugueses. Os insondáveis e pedregosos caminhos do coração, amores imperfeitos que se sublimam até à perfeição e pureza do diamante.

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  • Xutos e Pontapés: Conta-me Histórias

    Xutos e Pontapés: Conta-me Histórias

    Ana Cristina Ferrão

    15,00 

    Xutos e Pontapés: Conta-me Histórias de Ana Cristina Ferrão.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1991, 211 págs. B. Il.
    Rei Lagarto | 21

    A história dos primeiros dez anos dos Xutos. Ilustrado.
    “No dia 13 de Janeiro de 1979 a sala dos Alunos de Apolo estava cheia e enfumarada. Na pista de dança os pares vestidos a rigor pareciam saídos de algum filme dos anos cinquenta, popas, rabos de cavalo, saias rodadas, blusões de cabedal. A surpresa seria a apresentação de uma banda estreante, os Xutos & Pontapés Rock’n’Roll Band, que fazia questão em frisar que Rock’n’roll Band era apelido. Já passava das três da manhã quando invadiram o palco como um tornado, debitaram a uma velocidade incrível quatro temas originais e abandonaram o palco sem que muitos dos presentes dessem por eles.”
    A 14 de Setembro de 1956 nasceu José Pedro Amaro dos Santos Reis, conhecido como Zé Pedro, músico português, guitarrista e fundador da banda de rock portuguesa Xutos & Pontapés.

    📕 1ª Edição.
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  • Carícias Distantes: Biografia de Ian Curtis e Joy Division

    Carícias Distantes: Biografia de Ian Curtis e Joy Division

    Deborah Curtis

    10,00 

    Carícias Distantes: Biografia de Ian Curtis e Joy Division de Deborah Curtis.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1996, 197 págs. B. Il.

    “Carícias Distantes” é a biografia íntima de Deborah Curtis, viúva do icónico vocalista pós-punk Ian Curtis, lançada em 1995, que detalha a vida do músico, os problemas de saúde (epilepsia), o casamento conturbado, infidelidades e os eventos que culminaram no seu suicídio em 1980, servindo como base para o filme “Control” e sendo um relato fundamental para entender o homem por trás do mito.

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  • E o Burro Viu o Anjo de Nick Cave

    E o Burro Viu o Anjo

    Nick Cave

    7,50 

    E o Burro Viu o Anjo de Nick Cave.
    Alfaguara. Carnaxide, 2011, 370 págs. B.

    Num vale desolado do sul da América, infestado de pregadores e profetas fanáticos e ignorantes, vive Euchrid Eucrow, mudo de nascença, filho de uma mãe alcoólica e violenta e um pai obcecado em torturar animais. Posto de parte pela comunidade, Euchrid suporta em silêncio as agressões da mãe e a indiferença do pai.
    Quando os populares declaram que uma menina órfã é uma eleita de Deus, Euchrid fica perturbado, pois vê-a de uma forma muito diferente. Em resultado desta sua convicção, o rapaz fica ainda mais isolado na comunidade, que aponta o dedo à sua crescente insanidade.
    Atormentado por uma terrível solidão, Euchrid não tardará a querer vingar-se de todos os que fazem da sua vida uma caminhada insuportavelmente dolorosa.

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  • Black Metal: Evolution of the Cult

    Black Metal: Evolution of the Cult

    Dayal Patterson

    20,00 

    Black Metal: Evolution of the Cult de Dayal Patterson.
    Feral House. E.U.A., 2013, 481 págs. B. Il.

    Black Metal: Evolution of the Cult features over one hundred exclusive new and archival interviews with the genre’s most central figures. It is the most comprehensive guide yet to this fascinating and controversial form of extreme metal. It is encyclopaedic in length and breadth.

    From the early 1980s pioneers to its fiery rebirth in Scandinavia through to today’s increasingly diverse groups, this epic tome captures the movement’s development in unparalleled detail and images through such bands and personalities as Dimmu Borgir, Mayhem, Behemoth, Tormentor, Emperor, Darkthrone, Samael, Gorgoroth, and many dozens of others.

    Increasingly influential, black metal continues to grow and expand as a musical form as well as the subject of serious and satirical, animated, documentary, and narrative feature films.

    Publisher Feral House has already published the most famous and award-winning book about this subculture, Lords of Chaos, soon to become a narrative feature film directed by Jonas Ackerlund, an ex-black metal musician who has directed feature films and award-wining videos for the likes of Madonna and Lady Gaga.

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  • Beatles Complete: Guitar Edition

    Beatles Complete: Guitar Edition

    Ray Connolly

    15,00 

    Beatles Complete: Guitar Edition de Ray Connolly.
    Wise Publications. Londres, 1982, 205 págs. B. Il.

    76 of the greatest Pop songs ever, all arranged for Easy Guitar with melody line, lyrics and Guitar chords and comprising almost every song composed and performed by The Beatles! These simplified arrangements are accompanied by original photographs and full colour illustrations as well as an absorbing article by Ray Connolly. The wonderful presentation makes this a commemorative collectible as much as a book of music.

    With all your Beatles favourites, including Let It Be, Give Peace A Chance, Penny Lane, All You Need Is Love and Yesterday.

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  • Bairro Sem Saída de Fernando Ribeiro2025/12/1000081332.jpg

    Bairro Sem Saída

    Fernando Ribeiro

    7,50 

    Bairro Sem Saída de Fernando Ribeiro.
    Suma de Letras. Lisboa, 2021, 205 págs. B.

    A acção situa-se no Bairro mais clandestino da Europa durante os anos 70 e 80: a Brandoa e é narrada por Rogério Paulo, nascido durante o terramoto de 28 de Fevereiro de 1969.

    O narrador cresce marcado pela morte do seu primo Fernando dois dias antes de nascer, acompanhado pelas personagens fantásticas do Bairro sem Saída: o seu amigo e Mário, diabético que vai desaparecendo; a cigana Zíngara e suas maldições; o monstruoso ser de duas cabeças que lhe ensombra a infância; a Noiva de Branco, que se atira da janela do quarto andar.

    Um livro com os batimentos rápidos do heavy metal e a melancolia escura do gótico, sem esquecer uma boa dose de humor, apresentando a eterna guerra entre ricos e pobres.

    Este é o primeiro romance de Fernando Ribeiro, que aqui apresenta a sua outra voz, tão forte e ousada como na sua banda, mas, agora, traduzida nas palavras de um livro que grita, emociona, entretém e encanta.

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  • Adolfo Luxúria Canibal: Pirata Petulante de Daniel Catarino Lobo2025/12/1000081330.jpg

    Adolfo Luxúria Canibal: Pirata Petulante

    Daniel Catarino Lobo

    7,50 

    Adolfo Luxúria Canibal: Pirata Petulante de Daniel Catarino Lobo.
    Ed. Autor. S.L. 2013, 136 págs. B.

    O livro em causa, parte de uma entrevista realizada ao porta voz da banda Mão Morta, Adolfo Luxúria Canibal, que foi transcrita e que incidiu na sua essencialidade, num repassar da discografia deste colectivo. São focadas as influências e conexões artísticas e literárias presentes em cada álbum, bem como opiniões e pontos de vista pessoais do vocalista sobre as mais diversas questões.”

    A ideia surgiu no final de um concerto dos Mão Morta. quando o escritor e um amigo se questionaram sobre como poderiam “prestar um contributo a esta grande banda do panorama musical nacional” e rápido chegaram à conclusão que, embora houvesse vários testemunhos e artigos espalhados pela internet e por jornais antigos, estes nunca haviam sido compilados. Da necessidade de recolher um depoimento mais amplo sobre a história dos Mão Morta nasceu uma entrevista que vai desde 1978, ano em que Luxúria Canibal se mudou para Lisboa, até 2012, altura em que foi realizada..

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  • Acordes de Canções de Sérgio Godinho de Carlos Guerreiro

    Acordes de Canções de Sérgio Godinho

    Carlos Guerreiro

    20,00 

    Acordes de Canções de Sérgio Godinho (com cifra para guitarra) de Carlos Guerreiro, António Inverno e Sérgio Godinho.
    Ed. Autores. S.L., 1984,

    Colectânea de Cifras e Letras de Sérgio Godinho.

    Incluí:
    Bacalhau Basta; A Barca dos Amantes; Balada da Rita; Barnabé; Cão Raivoso; Caramba; As Certezas do Meu Mais Brilhante Amor; O Charlatão; Com um Brilhozinho nos Olhos; Cuidado com as Imitações; Os Demónios de Alcácer Quibir; Espalhem a Notícia; Espectáculo; Etelvina; É Terça-Feira; O Galo é Dono dos Ovos; O Homem dos 7 Instrumentos; As Horas Extraordinárias; Lá em baixo; Lá isso é; Maré Alta; Mudemos de Assunto; Não te Deixes Assim Vestir; A Noite Passada; Organização Popular; Pode alguém  ser quem não é?; Pontos nos ii; O Porto Aqui Tão Perto?; O Primeiro Dia; Quatro Quadras Soltas; Que Força é Essa; Que há-de ser de nós; Romance de um dia na estrada; 2º Andar Direito; Tantas vezes fui à guerra; Um tractor.

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  • Blimunda

    Blimunda

    Azio Corghi

    7,50 

    Blimunda de Azio Corghi.
    Teatro de S. Carlos. Lisboa, 1991, 167 págs. B.

    A ópera Blimunda, do compositor italiano Azio Corghi, é uma adaptação musical do romance Memorial do Convento, de José Saramago, estreou mundialmente no La Scala de Milão em 1990, tendo chegado ao Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) em Lisboa em 1991. A obra explora a condição humana através da história de Blimunda Sete-Luas e Baltasar Sete-Sóis, entrelaçando personagens históricas e imaginárias, incluindo o mágico Domenico Scarlatti, focando-se na construção do Convento de Mafra e na paixão do casal.

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  • Para uma História do Fado de Rui Vieira Nery

    Para uma História do Fado

    Rui Vieira Nery

    15,00 

    Para uma História do Fado de Rui Vieira Nery.
    Público Comunicação Social. Porto, 2004, 301 págs. E. Il.

    «Prémio Amália de Ensaio e Divulgação de 2006, “Para Urna História do Fado” converteu-se desde a sua publicação original, em 2004, numa referência fundamental da bibliografia sobre o género. Uma leitura rigorosa, critica e problematizante do percurso histórico do Fado, desde os seus processos de formação à actualidade, acompanhando ao longo de dois séculos fadistas, guitarristas, compositores e poetas, mas também formas musicais, convenções poéticas, práticas performativas e enquadramentos institucionais, a partir do contexto mais geral da história politica, económica, social e cultural do Portugal contemporâneo. Nova edição revista, precedida de um estudo introdutório de actualização sobre a última década.»
    Eduardo Prado Coelho, Público

    «Oito anos depois da sua edição original, e apesar das suas limitações que eu próprio fiz questão desde o inicio de assinalar – logo pela escolha de um titulo prudente, Para Uma História do Fado, em vez de um peremptório rótulo de História do Fado – penso ser um facto inegável que este texto se afirmou como um instrumento de referência bibliográfica de utilidade reconhecida tanto pelo meio académico como pela comunidade do Fado e pelo público em geral, na sua dupla faceta de obra de divulgação geral sobre o género e de ponto de partida para a reflexão e a investigação especializadas sobre este campo, no seu todo, ou sobre temáticas especificas no seio deste.»

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  • A Origem do Fado de José Alberto SardinhaWhatsApp Image 2026 02 24 at 09.18.55

    Origem do Fado, A

    José Alberto Sardinha

    50,00 

    A Origem do Fado de José Alberto Sardinha.
    Tradisom. Lisboa, 2011, 551 págs. E. Il.

     As origens do Fado andam envoltas em mistério. Há quem acredite que o Fado nasceu no Brasil, em África, no mar ao sabor das ondas, ou que nos chegou trazido pelos árabes!

    Afinal a sua origem é simplesmente portuguesa, verdadeiramente portuguesa, essa convicção e a tese do autor.

    Através de uma investigação séria, rigorosa, profunda e consistente junto das comunidades rurais de todas as províncias, o autor descobriu os resquícios de uma antiquíssima tradição poético-musical comum a todo o país (aldeias, vilas e cidades, incluindo Lisboa), que constitui a génese do Fado: o canto narrativo, que vem desde o séc. XVI representado pelo romanceiro novelesco tradicional e que chegou aos nossos dias através dos músicos ambulantes entre ao quais os ceguinhos da tradição popular, que cantavam pelas feiras e ruas de todo o país os últimos acontecimentos que impressionavam o seu auditório: os crimes, as desgraças, as tragédias, as vidas da gente comum, que o mesmo é dizer os fados da gente comum.

    São esses os fados primitivos (a que pejorativamente se chama fados da desgraçadinha ou de faca e alguidar), é aí que se situa a origem, a raiz do Fado.

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  • Amália Rodrigues de Joaquim Vieira

    Amália Rodrigues

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Amália Rodrigues de Joaquim Vieira [Dir.]
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 200 págs. E. Il.

    Reunindo uma equipa de especialistas, Joaquim Vieira, reputado jornalista e investigador, dirige uma inédita coleção de fotobiografias. A intensa pesquisa de iconografia, e bibliográfica, levaram-no a diversos arquivos, públicos e privados, a entrevistas e conversas com os que de alguma forma contactaram com os biografados.

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  • Amália Coração Independente

    Amália Coração Independente

    Clara Távora Vilar

    20,00 

    Amália Coração Independente de Clara Távora Vilar.
    Museu Berardo. Lisboa, 2009, 351 págs. B. Il.

    Livro publicado por ocasião da exposição Amália. Coração Independente no Museu Coleção Berardo, que reúne um conjunto de textos e um vasto número de imagens que permitem reavaliar a vida e a obra de Amália. Os ensaios de António Guerreiro, António Rodrigues, Bernadette Caille, Emília Tavares, Jean-François Chougnet, João Pinharanda, José Manuel dos Santos, Rui Afonso Santos, Rui Vieira Nery e Vítor Pavão dos Santos, focam diferentes vertentes da sua vida artística de Amália e dos contextos em que foi desenvolvida e permitem-nos ir para além do habitual registo biográfico.

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  • Cancioneiro Popular em Portugal, O

    Cancioneiro Popular em Portugal, O

    Maria Arminda Zaluar Nunes

    6,00 

    O Cancioneiro Popular em Portugal de Maria Arminda Zaluar Nunes.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1978, 126 págs. B.

    “O cancioneiro popular português tem valor marcante nos seus aspectos estético, linguístico e etnográfico. É importantíssimo documento para a revelação do nosso povo, encarado tanto na vida psíquica como no material, na evolução do meio em que habita e nas relações do indivíduo com a colectividade.

    Conceitos de vida, sentimentos, crenças, usos e costumes tradicionais em grande parte dos casos já obliterados nas classes evoluídas, tudo aí se espelha.”

    📝 Assinatura de posse.

  • Melodias de Sala: Parte I e II

    Melodias de Sala: Parte I e II

    P. A. de Menezes

    25,00 

    Melodias de Sala: Parte I e II. De P. A. de Menezes.
    Casa Moreira de Sá. Braga, 1906, 249 págs. E.

    Esta rara coletânea reúne uma variada seleção de melodias para sala, abrangendo temas de carácter profano e religioso, popular e erudito, incluindo ainda coros e hinos. A obra, associada ao antigo Colégio de São Fiel — uma das mais prestigiadas instituições jesuítas do século XIX, situada nas faldas da Serra da Gardunha — reflete o ambiente cultural e musical do seu tempo.

    Presume-se que o autor, Padre António de Menezes, tenha reunido e composto várias destas peças, destinadas a momentos de convívio e elevação espiritual. Entre as composições destaca-se o Hymno da Peregrinação Nacional ao Sameiro (1904), evocando o fervor mariano do santuário bracarense.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.