Homem Não Chora
Luís de Sttau Monteiro
15,00 €«Ao que um homem chega…
O que o dia-a-dia faz dum homem!
Caio em cima da cama com um nojo infinito de mim próprio.
Um homem não chora.
Um homem não chora.»
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«Ao que um homem chega…
O que o dia-a-dia faz dum homem!
Caio em cima da cama com um nojo infinito de mim próprio.
Um homem não chora.
Um homem não chora.»


Mahalia de Vasco de Lemos Mourisca.
Ed. Autor. Lisboa, 1961, 70 págs. B.
Vasco de Lemos Mourisca nasceu em Albergaria-a-velha em 1911. Fez o curso secundário num colégio do Porto e iniciou os estudos universitários na Faculdade de Direito, em Lisboa. Depois de ter deixado a vida das tertúlias e do Parque Mayer de Lisboa e o curso inacabado de Direito, Vasco Mourisca fixa-se em Albergaria, na casa de seus pais. No final dos anos quarenta, continuando a residir em Albergaria, apaixonou-se pela vida académica de Coimbra e deslumbrou-se com os Mestres da Universidade, tornando-se amigo de alguns deles. Concluiu então a licenciatura em Direito e abriu banca de advogado à qual veio a dedicar pouca atenção, porque a sua vocação voltava-se para a literatura.
📕 1ª Edição.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.

Resumo de Meia-Vida de José Augusto de Vasconcelos e Sá.
Centro do Livro Brasileiro. Lisboa, s.d., 66 págs. B.
José Augusto de Vasconcellos e Sá começou a sua carreira literária em 1952 publicando contos no jornal Diário Popular, na secção Um Conto por Dia. Em 1955 publicou o romance Perdoa, Pedro, a que se seguiu E Venceram a Morte, no ano seguinte. Em 1957 é a vez do livro 5101, sob o pseudónimo Peter Craft. O seu primeiro livro de poesia, Resumo de Meia-Vida, veio a lume em 1974. Em 1978, edita Trincadelas Revolucionárias, as suas crónicas políticas de escárnio e de maldizer. Em 1980, o autor publica novo livro de poesia, Voto Portugal, em torno da política nacional. Seguiram-se, em 1983, Sem Tempo para Morrer e, em 1996, Drogas! Que Futuro?! Apenas a Morte!, actualmente na nona edição. Os seus mais recentes títulos são Perfil de um Candidato e O Gozo de ser Poeta, de 2000 e 2001, respectivamente.
Colaborou regularmente, com crónicas e ensaios filosóficos, nos jornais O Primeiro de Janeiro; A Capital; O Século; O Templário; Diário Popular; A Voz; Notícias de Évora; A Defesa; O ZÉ – do qual foi director quatro anos -, Mensageiro de Bragança; A Voz de Esmoriz; O Valenciano; Eco do Funchal e ainda O Português na Austrália.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

As Palavras Que Deverão Guiar um Dia de António Tavares.
Editorial Teorema. Lisboa, 2014, 213 págs. B.
Olhar para trás, para os anos mais importantes das nossas vidas – aqueles que nos tornaram o que hoje somos – nem sempre se revela tarefa fácil; mas o narrador deste romance terno e deslumbrante tem, desde pequeno, um companheiro inseparável que, até certo ponto, facilita as coisas: um caderno de papel pardo com linhas, comprado, ainda nos anos 1960, em Moçâmedes, no qual foi registando – com palavras, desenhos, fios de cabelo, pétalas, sangue, sémen – os episódios que marcaram decisivamente a sua história. Da aprendizagem dos números com a fita métrica da São modista à consciência dos traumas da Guerra Colonial, da iniciação sexual com uma rapariga indiferente a tudo menos aos limões ao preconceito impiedoso dos meios pequenos, da paixão nunca consumada por uma actriz de cinema ao poder cego da censura, da descoberta salvífica dos livros à morte de uma paisagem amigável, as folhas desse caderno abrem-se agora generosamente para nós, e as suas palavras guiar-nos-ão pelos fios de uma narrativa que, sendo a de um só homem, é também a de um Portugal que já desapareceu.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

O PARQUE DOS CAMALÕES DE FERNANDO LUSO SOARES
AGA. Lisboa, 1962. 172 págs. B.
Romance de Fernando Luso Soares, autor que viria a publicar “A Novela Policial-Dedutiva em Fernando Pessoa” (1976). O romance reúne tipos humanos contemporâneos numa narrativa de pendor picaresco e ironia amarga, que traduz o drama existencial e social dos seus dias.
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Características do Exemplar
✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 280g
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85 Poemas Realistas de Manuel de Seabra.
Editorial Futura. Lisboa, 1974, 95 págs. B.
Em 1932 nasce em Lisboa. Em 1954 deixa Portugal e durante catorze anos (com alguns regressos extemporâneos) vive em Barcelona, Paris, Estocolmo, Rio de Janeiro, S. Paulo e Londres, trabalhando como jornalista, publicitário, tradutor, etc. Está na B.B.C. durante 8 anos como jornalista. Publica, entretanto, três livros de poesia, cinco livros de ficção, treze antologias, e traduz mais de trinta livros do francês, espanhol, catalão, inglês, provençal, russo, chinês, italiano, esperanto, etc. É membro do Félibrige. Autor (com Vimala Devi) de um ensaio sobre literatura indiana (Goa) ganha em 1973 o 1.° Prémio Abílio Lopes do Rêgo da Academia das Ciências. Depois de publicar na FUTURA a reedição do seu livro TERRAS DE NINGUÉM traduz e prefa- cia para a mesma editora os livros POEMAS DE MAO TSE TUNG, ANTOLOGIA DA POESIA PROVENÇAL MODERNA, DA NO- VISSIMA POESIA NORTE AMERICANA e o livro de Myamoto Masao DA ARTE E DA MORTE.
Do mundo e das pessoas tirou até agora 85 POEMAS REALISTAS que a FUTURA se orgulha de publicar.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

A Quarta Casa de João Ferreira Duarte.
ÁPaginasTantas. S.L. 1986, 96 págs. B.
Onde se fala de Aristóteles, da paródia, do riso e da teoria do romance de Henry Fielding.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

Realidades e Fantasias de Dário Basto.
Ed. Autor. Viana do Castelo, 1964, 129 págs. B.
Dario Bastos, que se estreou com Musa Itinerante, colectânea de poemas, e, a seguir, publicou «Humildade e Presunção, em prosa, surge agora com outro livro a que deu o no me de «Realidades e Fantasias”.
São contos leves, originados em observações da nossa socie dade, que a sua profissão de caixeiro-viajante, em suas andanças através de todo o país, lhe permitiu encarar tanto quanto possível à luz da realidade.”
Todas as narrativas descritas em «Realidades e Fantasias são baseadas em fatos autênticos e nelas o autor descreve, com simplicidade e clareza, a vida dos que labutam pela conquista do pão de cada dia e a deplorável situação de muitos trabalhadores, vítimas de deus mano egoísmo.
«Realidades e Fantasias, livro de leitura amena e, por isso, assaz agradável, é despido de preconceitos literários.
📕1ª Edição.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.

Intervenção Sonâmbula de José Gomes Ferreira.
Diabril. Lisboa, 1977, 165 págs. B.
«Há momentos em que as pátrias têm de provar que merecem a independência e o direito de existir pelo seu génio, coragem e audácia e não por meras razões de artificio ou tratados de equilíbrio internacional».
Assim pensei eu sempre e, ainda com mais convicção, durante a musgosa violência hipócrita do meio século salazarista.
Dai que, depois do 25 de Abril, concluída a descolonização, o ter eu esperado com ardimento a Prova Suprema que não só considerava necessária como inevitável desde que Vasco Gonçalves surgiu à frente de vários governos a que aliás pertenciam ministros dos três maiores partidos, não para conservar o que já existia, com alegria de gravatas novas (a que, por via de regra, se chama governar), mas justamente para contradizer essa norma diante da Europa Escandalizada.
📕 1ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

O Disfarce de Álvaro Guerra.
Prelo. Lisboa, 1969, 116 págs. B.
Se «Os Mastins) são uma alegoria, um símbolo da prepotência e da injustiça de que sou testemunha – uma testemunha entre muitas deixou-me a metáfora sabor amargo de artifício, o cansaço dos muitos passos que se têm de dar para percorrer os caminhos traversos.
Dai «O Disfarce. Nele claramente me denuncio, que outra lógica não era possível para quem vive entre o Solar e a Aldeia.
«O Disfarce» conta-me disfarçadamente, pois que a manha nasceu antes de mim e se tento desmascará-la também a uso, nesta vida de lobo-raposa, nesta prosa de horas suspensas à espera de D. Sebastião.
«O Disfarce», ou melhor, a personagem nele contida, é um dos frutos possíveis da realidade sugerida em «Os Mastins» melhor ou pior é preciso sobreviver, isto é, salvar a vida e a consciência, se possível, contra tudo e todos e nós próprios.
Com cães assolados às canelas não há tempo de olhar a paisagem, é seguir em frente e insistir na VERDADE.
A verdade que procurei recrear em «O Disfarce» é aquela porção de vida que roubam aos homens que eu conheço, justamente aquela idade das flores que não florescem, ge ração adiada, primavera roubada.
Porém, neste esquecido arrabalde da Europa, acreditamos em milagres: esperamos os frutos que as flores não anunciaram.
📕 1ª Edição.

O romance, uma das referências mais emblemáticas do movimento neorrealista português, foi de leitura obrigatória nas escolas secundárias portuguesas durante duas décadas. É hoje um livro quase esquecido. No entanto, graças à sua ingenuidade, bravura e simplicidade, Esteiros é um documento marcante da história portuguesa do século xx – e deve ser relido para que não esqueçamos a fotografia amarga desses anos.

Fruit de la coopération du poète traducteur Jean-Paul Mestas et de la complicité du photographe Francis Chaumorcel, ce livre, parcelle infime de l’oeuvre du peintre poète Miguel Barbosa, est né à la trinité des talents. Clin d’ail à l’Homme en marche dans un univers brinquebalant, il est par Chris et par Fernanda, dédié à l’amitié.


A Comédia dos Sexos de Sum Marky.
Tipografia Greitas Brito. Lisboa, 1960, 217 págs. B.
Sum Marky, nasceu na Ilha de S. Tomé e toda a sua obra sofre a decisiva influência do factor geo gráfico.
Filho de pais europeus, emigrados para aquela Ilba, ali cresceu, no am biente estranho e pito Tesco, colocando entre dois Mundos: o Branco e Negro.
Sum Marky, embora de raça branca, nunca esque cen os braços negros que o acarinharam na primeira infância e guiaram os seus primeiros e indecisos passos
E o pseudónimo literário que adoptou-Sum Marky mais não é do que o seu próprio nome no cantante e sonoro dialecto indigena.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.


A presente edição tem por base o texto da Copilação de 1562, excepto quanto ao Auto da Barca do Inferno, de que há uma edição de cordel de cerca de 1518, revista pelo Autor, e quanto à Farsa de Inês Pereira, de que se conhece também uma edição de cordel, esta posterior à da Copilação,…

OFICINA EM CHAMAS DE ALBINO BAPTISTA [ET AL.]
Cooperativa Novos Pioneiros. Braga, 1976. 122 págs. B.
Antologia colectiva que reúne sete poetas, Albino Baptista, Assunção Louro, Costa Dantas, Jerónimo Fernandes, José Manuel Mendes, Lourdes Pires Marques e Miranda Correia, publicada pela Cooperativa Novos Pioneiros em 1976. O título alude à diversidade de vozes e sensibilidades reunidas no volume, sete mundos, sete vidas, sete atitudes distintas que convergem numa oficina comum de criação poética.
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Características do Exemplar
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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