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  • Triunfo de Sarah Beirão

    Triunfo

    Sarah Beirão

    7,50 

    Sarah de Vasconcelos Carvalho Beirão OSE (Tábua, Tábua, 30 de Julho de 1880 — Tábua, Tábua, 21 de Maio de 1974), mais conhecida por Sara Beirão, foi uma escritora, jornalista, publicista, activista dos direitos das mulheres e filantropa, que se distinguiu no panorama cultural e político de Portugal durante as décadas de 1930 e 1940….

  • Trigo e o Joio de Fernando Namora

    Trigo e o Joio, O

    Fernando Namora

    6,00 

    Romance universal, O Trigo e o Joio é, ao mesmo tempo, um romance das gentes do Alentejo, das suas vilas, dos seus campos e das suas vidas, duras e difíceis. O romance da terra portuguesa. De um escritor que rompeu as barreiras da língua e ultrapassou todas as fronteiras.

  • Sargento-Mor de Vilar de Arnaldo Gama

    Sargento-Mor de Vilar, O

    Arnaldo Gama

    6,00 

    O romance O Sargento-Mor de Vilar, de Arnaldo Gama, retrata as invasões francesas de 1809, conduzidas pelo general Soult no Norte do país, e a resistência do povo português. No plano da intriga romanesca, a obra narra os amores atribulados, mas com final feliz, entre Luís Vasques, o jovem fidalgo de Encourados, e Camila de…

  • Santo da Montanha de Camilo Castello Branco

    Santo da Montanha

    Camilo Castello Branco

    5,00 

    “Seis meses antes de se abrir um céu que o leitor há de entrever em certas festas de Corpus Christi, em Braga, se eu conseguir bosquejá-las dignamente, espalharam-se prospetos da festividade por todo o reino. Corria o ano de 1687. A notícia alvoroçara as famílias das províncias de norte e sul. Era um louvar a…

  • Kikia Matcho

    Kikia Matcho

    Filinto de Barros

    6,00 

    Kikia Matcho: O Desalento do Combatente de Filinto de Barros.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1999, 152 págs. Mole.

    Filinto de Barros nasceu em Bissau a 28 de Dezembro de 1942. Fez estudos secundários no Colégio Nuno Álvares, em Tomar, e estudos superiores na Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra e no Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Depois da independência da Guiné-Bissau foi embaixador em Lisboa, entre 1978 e 1981. Na Guiné-Bissau exerceu vários cargos políticos, entre os quais ministro da Informação e Cultura (1981-1983), ministro dos Recursos Naturais e Indústria (1984-1992) e ministro das Finanças (1992-1994). Kikia Matcho, sua primeira obra literária, é, nas palavras do autor, um pequeno exercício de ficção. Nem história, nem sociologia, nem etnologia, nem política, tão-somente uma abordagem que se pretende dinâmica e existencial do processo de síntese sociocultural de um Povo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Horas Perdidas

    Horas Perdidas

    Urbano Tavares Rodrigues

    7,00 

    Horas Perdidas de Urbano Tavares Rodrigues.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1973, 224 págs. B.

    “(…) Horas Perdidas será (sei que é) obra de frouxa composição, que a todo o passo se contesta, reprincipia, se desfaz, e do próprio magma de angústia renasce, maculada na escrita por séries enumerativas de adjectivos e sobretudo de substantivos — sintoma de uma febre de expressão e de uma conquista e aprendizagem de meios verbais. Hoje vejo ao longo dos capítulos de Horas Perdidas o atormentado, ardente e hesitante avanço de uma liberdade íntima de opção e recusa individual para o reconhecimento, para a descoberta de uma liberdade histórica e social (…)”.

    📕  2ª Edição
    𓂃🖊 Prefácio de Miguel Urbano Rodrigues.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Figuras de Destaque

    Figuras de Destaque

    Fialho D' Almeida

    7,00 

    Figuras de Destaque de Fialho D’ Almeida.
    Livraria Clássica Editora. Lisboa, 1969, 308 págs. B.

    Pequenas histórias do autor sobre figuras da sua época como: Alexandre Herculano, Boémios, Camilo Castelo Branco, Carlos Malheiro Dsias, Eça de Queirós, Ferraz de Macedo, Guiomar Torrezão, Hintze Ribeiro, João da Câmara, João de Deus, José Maria de Pereda, Luís Guimarães, Óscar da Silva, Sousa Martins, Silva Carvalho, Vencelau de Moraes, Aníbal Soares.

    📝 Assinatura de posse.

  • Eurotauromaquias

    Eurotauromaquias

    Álvaro Guerra

    7,50 

    Eurotauromaquias de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2001, 110 págs. B.

    «Regresso à tentação de comparar os riscos da escrita com os da tauromaquia. Mas não há comparação aceitável entre o perigo de vida e o perigo de morte. Por outro lado, é evidente que em nenhum ruedo ficará inscrita uma faena, ainda que seja a mais bela, contrariamente ao poema que a folha em branco acolherá. A memória compensará essa diferença essencial.

    📕 1ª Edição.

  • Companheiros de Esther de Lemos

    Companheiros

    Esther de Lemos

    8,00 

    Companheiros de Esther de Lemos.
    Editorial Ática. Lisboa, 1962, 763 págs. B.

    Ester de Lemos: Licenciada em Filologia Românica, pela Universidade de Lisboa, onde foi assistente da Faculdade de Letras (1957-1963, 1971-1974). Cristã convicta e uma resoluta defensora dos ideais do Estado Novo, pugnando pela educação e formação da juventude segundo essa óptica, discordou da atribuição do Prémio Camilo Castelo Branco a Luandino Vieira pela Sociedade Portuguesa de Escritores, deixando, por isso, de manter contacto com Jacinto Prado Coelho, orientador da tese de doutoramento inacabada. Foi deputada à Assembleia Nacional, na IX legislatura (1965-1969).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bohemia Nova e Os Insubmissos

    Bohemia Nova e Os Insubmissos

    Vera Vouga

    10,00 

    Bohemia Nova e Os Insubmissos de Vera Vouga [Ed.].
    Campo das Letras. Porto, 1999. B.

    Edição fac-similada das revistas “Bohemia Nova” e “Os Insubmissos”, seguidas de “Nem cá nem lá” e ” Bohemia Velha”. Com que mãos desfolhar estas páginas tão raras, tão míticas, tão amadas, tão deceptivas, tão frágeis? Com que mãos abordar as folhas que traçam uma geração que não tem, no momento, o direito da palavra? Com que mãos a não ser as do mais delicado e rigoroso afecto? Com que mãos a não ser as que acolham, na efémera efervescência de um pequeno meio e de um momento, o conflito evidente da grande cena humana? Coimbra, Fevereiro de 1889. Nos dois meses seguintes, estarão sempre em palco, quase sem tempo para preparação de fundo, dois grupos que se confrontarão como antagónicos. António Nobre e Eugénio de Castro, seus conhecidos pólos. Com saídas de cena, reforços, piadas, insultos e um pequeno incidente de rua. Sob o grito de guerra, depressa escrito, “De lança em riste”. E com que mãos fechar este espaço emblemático da condição humana, incapazes que temos sido de substituir esta afirmação bélica, egoísta, pela aferição límpida da paz? É verdade que aqui não deflagrou como evidência a semente do fogo sagrado. É verdade que aqui não encontramos versos definitivos como os de Campos “Ir, ir, ir, ir de vez”. Acabamos por entender estas revistas como campos de plantações genéticas a decantar-se em livro, mallarmeanamente ainda e sempre para vir: “L’homme chargé de voir divinement”. Fundo garimpo escuro. Na insistente textura de carvão ainda, mostra que por nós passa a promessa possível de um trapézio de luz. E assegura, grato horizonte tão longamente procurado e ainda inatingido no século que corre, no silêncio final da Analogia, a tão grata certeza de “Irmos arando em um montão de estrelas”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Terras do Sem Fim de Jorge Amado

    Terras do Sem Fim

    Jorge Amado

    4,00 

    É este o romance prodigioso de uma região por desbravar, onde confluem os aventureiros como Margot e João de Magalhães; homens de labuta, moídos de saudade, como o pobre António Vítor; onde os Heitores e Aquiles se chamam Sinhô Badaró coronel Horácio…

  • Segura-te ao Meu Peito em Chamas de Possidónio Cachapa

    Segura-te ao Meu Peito em Chamas

    Possidónio Cachapa

    6,00 

    “Segura-te ao Meu Peito em Chamas” reúne um conjunto de histórias breves, entre as quais “O Nylon da Minha Aldeia”. Esta novela, esgotada nas livrarias há muito, relata o encontro amoroso entre duas criaturas que nada parece ligar. Uma voz que sobe à Lua e umas mãos que a acompanham. As restantes histórias, escritas num…

  • Quando os Lobos Uivam de Aquilino Ribeiro

    Quando os Lobos Uivam

    Aquilino Ribeiro

    15,00 

    Quando os Lobos Uivam de Aquilino Ribeiro.
    Editora Anhambi. Brasil, 1959, 262 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio Adolfo Casais Monteiro

    Serra dos Milhafres, finais dos anos 40. O Estado Novo resolve impor aos beirões uma nova lei: os terrenos baldios que sempre tinham sido utilizados para bem comunitário e de onde essa comunidade retirava parte vital do seu sustento, seriam agora «expropriados» e utilizados para plantar pinheiros. Implanta-se um clima de medo nas gentes e é esse clima que Manuel Louvadeus, que havia emigrado para o Brasil anos antes, vem encontrar quando regressa à aldeia. Homem vivido e culto devido, segundo o próprio, aos muitos livros que por lá havia lido, Manuel tem uma visão abrangente e um sentido de justiça que rapidamente o fazem cair nas boas graças do povo. Toma então parte da sua gente, pessoas honestas e humildes que trabalham de sol a sol mas que não deixam de viver em condições miseráveis.

     

    A revolta acaba por suceder e entre mortos e feridos tudo acaba numa caçada aos homens por parte da polícia que leva muitos homens à prisão acusados de serem instigadores e cérebros da revolta. O Estado mostra então todo o seu esplendoroso poder. Uma representação da saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo, cuja primeira edição seria apreendida pela censura, valendo a Aquilino Ribeiro um processo que se arrastou durante mais de dois anos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mulheres do Meu Pai de José Eduardo Agualusa

    Mulheres do Meu Pai

    José Eduardo Agualusa

    7,00 

    Mulheres do Meu Pai de José Eduardo Agualusa.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2007, 382 págs. B.

    Ao morrer, o famoso compositor angolano Faustino Manso deixou sete viúvas e dezoito filhos. A filha mais nova, Laurentina, realizadora de cinema, tenta então reconstruir a atribulada vida do falecido músico. Em As Mulheres do Meu Pai, realidade e ficção correm lado a lado, a primeira alimentando a segunda. Nos territórios que José Eduardo Agualusa atravessa, porém, a ficção participa da realidade. As quatro personagens do romance que o autor escreve, enquanto viaja, vão com ele de Luanda, capital de Angola, até Benguela e Namibe.

     

    Cruzam as areias da Namíbia e as suas povoações-fantasma, alcançando finalmente Cape Town, na África do Sul. Continuam depois, rumo a Maputo, e de Maputo a Quelimane, junto ao rio dos Bons Sinais – e dali até à ilha de Moçambique. Percorrem, nesta deriva, paisagens que fazem fronteira com o sonho, e das quais emergem, aqui e ali, as mais estranhas personagens. As Mulheres do Meu Pai é um romance sobre mulheres, música e magia.

     

    Nestas páginas anuncia-se o renascimento de África, continente afetado por problemas terríveis, mas abençoado pelo talento da música, o sempre renovado vigor das mulheres e o secreto poder de deuses muito antigos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livros da Índia

    Livros da Índia

    António Barahona

    10,00 

    Livros da Índia de António Barahona.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1984, 119 págs. B.

    Rico em formas de vida, animal de sete fôlegos como o felino de quem pelo menos denuncia a voluptuosidade, António Barahona da Fonseca antolha-se-nos um dos raros exemplares de poeta para quem a língua portuguesa continua a ser aquilo que foi na idade de oiro da nossa poesia: um dom divino, um eco telúrico, uma voz profética.  JOÃO GASPAR SIMÕES Diário de Notícias, 11.1.79

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jubiabá

    Jubiabá

    Jorge Amado

    4,00 

    Jubiabá de Jorge Amado.
    Edição Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 331 págs. B.

    Antônio Balduíno nasce órfão no morro do Capa-Negro, que tinha como grande referência espiritual o centenário feiticeiro e ex-escravo Jubiabá. Depois de uma infância de liberdade e pequenos delitos nas ruas de Salvador, num ambiente similar ao que seria desenvolvido em Capitães da Areia, vira malandro, sambista e desordeiro, até ser transformado em boxeador profissional por um empresário italiano. Encerra a carreira prematuramente ao tomar uma surra no ringue numa noite de bebedeira e acaba indo trabalhar nas plantações de fumo do Recôncavo Baiano. Explorado ao extremo, apunhala um homem, foge, se engaja num circo ambulante, volta a Salvador, vira estivador, faz greve. Ao longo dessas muitas vidas, choca-se contra o mundo das mais variadas formas, até atingir um vislumbre de compreensão da realidade que o cerca e de seu lugar nela. Publicado em 1935, quando o autor tinha apenas 23 anos, Jubiabá constitui um verdadeiro romance de formação e trata de um dos temas mais caros ao escritor – a força da cultura afro-baiana contra a opressão política e as injustiças sociais -, atestando o vigor narrativo de Jorge Amado e seu talento para a criação de personagens vívidos e inesquecíveis.

    📝 Assinatura de posse.