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  • Samitério de Animais de Stephen King

    Samitério de Animais

    Stephen King

    7,50 

    Samitério de Animais de Stephen King.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2019, 461 págs. B.

    Louis Creed, jovem médico de Chicago, acredita que encontrou o seu lugar naquela pequena cidade do Maine. Uma boa casa, o trabalho na universidade, a felicidade da esposa e dos filhos. Num dos primeiros passeios para explorar a região, descobre um cemitério de animais de estimação no bosque próximo da sua casa, ao qual se vê obrigado a recorrer depois de o seu gato ter sido morto por um camião num trágico acidente. Ali, gerações e gerações de crianças enterraram os seus animais de estimação.

    Para além dos pequenos túmulos, onde uma caligrafia infantil regista o primeiro contato com a morte, há um outro cemitério. Uma terra maligna que atrai as pessoas com promessas sedutoras. Um universo dominado por forças estranhas, capazes de tornar realidade o que sempre pareceu impossível.

    A princípio, Louis diverte-se com as histórias fantasmagóricas de Crandall, o vizinho de 80 anos. No entanto, aos poucos, começa a perceber que o poder da sua ciência tem limites.

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  • O Retrato de Rose Madder de Stephen King

    Retrato de Rose Madder, O

    Stephen King

    6,00 

    O Retrato de Rose Madder de Stephen King.
    Temas e Debates. Lisboa, 1999, 539 págs. B.

    Ao fim de 14 anos de um casamento terrível Rose Daniels resolve fugir de casa. Refugia-se numa pequena cidade mas continua a viver aterrorizada com a possibilidade do marido a encontrar, pois é um investigador persistente além de ter uma louca obcessão por Rose, tornando-o um monstro de crueldade quase mítico. Para escapar a esse poder quase mítico Rose terá de compactuar e transformar-se numa mullher que nunca desejou ser: Rose Madder.

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  • O Reino do Dragão de Ouro de Isabel Allende

    Reino do Dragão de Ouro, O

    Isabel Allende

    6,00 

    O Reino do Dragão de Ouro de Isabel Allende.
    DIFEL. Lisboa, 2003, 303 págs. B.

    A estátua do Dragão de Ouro permanece oculta num pequeno e misterioso reino encravado na Cordilheira dos Himalaias. Segundo reza a lenda, este magnífico objeto, um poderoso instrumento de adivinhação incrustado de pedras preciosas, guarda a paz destas terras. Uma paz que agora, devido à cobiça na alma dos homens, pode vir a ser perturbada.

    Em O Reino do Dragão de Ouro, Isabel Allende convida-nos a entrar numa dupla aventura. Alexander Cold, a sua avó Kate e Nadia Santos, os protagonistas de A Cidade dos Deuses Selvagens, voltam a reunir-se. O leitor viverá com eles as suas peripécias e vicissitudes, na beleza nua e límpida das montanhas e vales dos Himalaias, agora na companhia de novos amigos.

    Mas a escrita mágica da autora também desvela o valor e a simplicidade dos ensinamentos budistas através do lama Tensing, mestre e guia espiritual de Dil Bahadur, o jovem herdeiro do reino, a quem dá a conhecer os valores da compaixão, do respeito pela Natureza, da vida e da paz.

    Um romance esplêndido, para leitores de todas as idades.

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  • Quinta dos Animais de George Orwell

    Quinta dos Animais

    George Orwell

    7,00 

    Quinta dos Animais de George Orwell.
    Antígona. Lisboa, 2008, 156 págs. B.

    À primeira vista, este livro situa-se na linhagem dos contos de Esopo, de La Fontaine e de outros que nos encantaram a infância. Tal como os seus predecessores, Orwell escreveu uma fábula, uma história personificada por animais. Mas há nesta fábula algo de inquietante. Classicamente, atribuir aos animais os defeitos e os ridículos dos humanos, se servia para censurar a sociedade, servia igualmente para nos tranquilizar, pois ficavam colocados à distância, «no tempo em que os animais falavam», os vícios de todos nós e as sua funestas consequências. Em A Quinta dos Animais o enredo inverte-se. É a fábula merecida por uma época – a nossa época – em que são os homens e as mulheres a comporta-se como animais.

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  • As Quimeras Negras de Jean Lartéguy

    Quimeras Negras, As

    Jean Lartéguy

    6,00 

    As Quimeras Negras de Jean Lartéguy.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 600 págs. B.

    Em ‘AS QUIMERAS NEGRAS’ mergulhamos no Catanga, logo após a morte de Lumumba: caos, intrigas, rivalidades sangrentas entre tribos, é bem o quadro a que nos têm acostumado as crónicas internacionais. O que não nos têm dito, porém, é como e por quem são manejamos os cordéis: como e por quem é orientada a política dos países de África e são desencadeados os motins, as manifestações, as represálias. Vemos aqui em gestação as ordens capitais que, dimanaras em segredo dum alto comando ou dum determinado partido, mudarão amanhã o destino dum país.

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  • Quando te Lembres de Mim

    Quando te Lembres de Mim

    Erskine Caldwell

    6,00 

    Quando te Lembres de Mim de Erskine Caldwell.
    Portugália Editora. Porto, 1966, 205 págs. B.

    A obra de Caldwell, de imenso conteúdo e de enorme repercussão (era, há pouco ainda, o mais lido e popular dos grandes escritores da sua geração), é um panfleto contra a miséria e a degradação do homem do Sul, negro ou branco, mas realizado sem fórmulas, sem rótulos, sem a subordinação aparente a um pensamento preconcebido, e quase inteiramente despida de complexidade de estilo: nítida, meridiana, incisiva.»

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  • O Primeiro Homem de Albert Camus

    Primeiro Homem, O

    Albert Camus

    7,00 

    O Primeiro Homem de Albert Camus.
    Livros do Brasil. Lisboa, 2018, 252 págs. B.

    O manuscrito por terminar de O Primeiro Homem foi descoberto nos destroços do acidente de automóvel que vitimou Albert Camus, em 1960. Embora tenha permanecido inédito durante mais de trinta anos, tornou-se um bestseller imediato quando finalmente foi publicado em 1994.

    O «primeiro homem» é Jacques Cormery, um rapaz que vive uma vida sem igual. O escritor francês, Nobel da Literatura em 1957, convoca o panorama, os sons e as texturas de uma infância circunscrita pela pobreza e pela morte de um pai, mas redimida pela beleza austera de Argel, pelo amor que Jacques tem à mãe e à avó, e por um professor que transformará a sua visão do mundo.

    O mais autobiográfico de todos os romances de Camus – que lhe chamou o seu Guerra e Paz e é ele próprio Jacques Cormery – oferece ao leitor um olhar singular sobre a vida do autor e sobre os temas poderosos transversais a toda a sua escrita: a consumação brilhante da vida e obra de um dos maiores romancistas do século xx.

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  • Poder e a Glória, O

    Poder e a Glória, O

    Graham Greene

    6,00 

    O Poder e a Glória de Graham Greene.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 340 págs. B.

    Este romance – o mais lido no século XX, em língua inglesa – é fruto de uma viagem que Graham Greene fez às terras de Tabasco para conhecer a perseguição religiosa que teve lugar nos anos vinte, no México.
    O livro descreve as peripécias e os dramas do único sacerdote católico que continuava a exercer, clandestinamente, o seu ministério. Perseguido pela polícia, carregava consigo as cicatrizes do tempo: os gestos denunciavam um passado diferente e um temor em relação ao futuro. Não era nem herói nem santo, vivia como fugitivo, cheio de medos, com a consciência de ser um pecador, com o remorso de ter uma filha e, embora debilitado pela bebida, dizia zombeteiramente que com um pouco de conhaque era capaz de desafiar o demónio.
    Um romance comovente em que, para este padre perseguido e fraco, a fé é uma certeza que não se deixa determinar pelas misérias.

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  • A Piedade Inútil de Guido Piovene

    Piedade Inútil, A

    Guido Piovene

    6,00 

    A Piedade Inútil de Guido Piovene.
    Editora Ulisseia. Lisboa, s.d., 303 págs. B.

    Romance do escritor italiano Guido Piovene, publicado pela primeira vez pela editora Bompiani em 1946, sendo uma obra literária que explora temas de compaixão e suas manifestações em contextos complexos, sendo um marco na literatura italiana pós-guerra

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  • Pesadelo Climatizado de Henry Miller

    Pesadelo Climatizado

    Henry Miller

    6,00 

    Pesadelo Climatizado de Henry Miller
    Editorial Estampa. Lisboa, 1971, 265 págs. B.

    Após dez anos de desterro na Europa, Henry Miller regressa aos Estados Unidos para embarcar numa viagem de redescoberta das raízes e da alma do seu país. Pesadelo em Ar Condicionado (1945) é o relato dessa odisseia: sobre as ruínas do sonho americano, erguem-se indústrias hipócritas e cidades aberrantes, mecas de negócios, ganâncias e bugigangas, mortos-vivos enterrados em crédito e preconceitos, gente de cifrões nos olhos divorciada da terra que pisa e explora. E mesmo assim, nas brechas deste vazio estético e espiritual, despontam homens e mulheres que, como o autor, aguardam o desmoronar de um sistema doente, alienante, votado ao fracasso. Numa prosa desconcertantemente clarividente, da janela aberta do seu automóvel, Henry Miller faz o implacável retrato de um país que ainda hoje reconhecemos: um país de grandes esperanças, promessas traídas e insanáveis contradições.

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  • O Pecado da Gueixa de Susan Spann

    Pecado da Gueixa, O

    Susan Spann

    7,00 

    O Pecado da Gueixa de Susan Spann.
    Clube do Autor. Lisboa, 2018, 309 págs. B.

    Um missionário português enfrenta o código samurai para salvar a vida de uma mulher.

    Um romance repleto de pormenores de época e com um refinado conhecimento da cultura japonesa.

    Quioto, 1564. O padre Mateus, um jesuíta português, está no Japão como missionário. Quando uma gueixa convertida ao cristianismo é acusada da morte de um samurai, o padre compromete-se a ajudá-la, arrastando o seu protetor, o mestre ninja Hiro Hattori, para a investigação.

    Ao mergulhar nas perigosas águas do mundo noturno de Quioto, percebem que toda a gente tem um motivo para querer manter a morte do samurai envolta em mistério. As pistas amontoam-se e apontam para demasiados suspeitos: da rara arma do crime a uma mulher samurai, passando por uma relação amorosa, um viajante incógnito e alguns negócios obscuros.

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  • Mulheres de Charles Bukowski

    Mulheres

    Charles Bukowski

    8,00 

    Mulheres de Charles Bukowski.
    Público Comunicação Social. Porto, 2003, 317 págs. E.
    Colecção Mil Folhas | 41

    Escritor marginal e alcoólico inveterado, Henry Chinaski é um sobrevivente. Aos 50 anos, após décadas de biscates mal pagos e sem futuro, a estourar dinheiro com mulheres e copos, a sua carreira como poeta lança-o finalmente para o estrelato. O sucesso inesperado traz consigo um desejo insaciável de recuperar o tempo perdido, de viver o que não viveu. Um ritmo frenético de encontros sexuais e ressacas épicas compõem o retracto de um hedonista incorrigível que procura nas mulheres, não o amor, mas a inspiração.

    Romance semi-autobiográfico, Mulheres é um relato brutalmente humano e honesto de noites intoxicadas e mulheres perdidas. No seu registo cru e negro e com uma perspicácia caricatural sobre os relacionamentos humanos, Bukowski recebe-nos no seu quotidiano rocambolesco, onde há sempre mais uma cerveja por abrir e uma mulher para seduzir.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mulher Misteriosa de Barbara Delinsky (73)

    Mulher Misteriosa, Uma

    Barbara Delinsky

    6,00 
    Uma Mulher Misteriosa de Barbara Delinsky.

    Arteplural. Sintra, 2005, 415 págs. B.

    Imagine que um dia descobre que alguém que julga conhecer muito bem não é quem diz ser…

    Com o seu habitual talento narrativo e dote de observação da sensibilidade feminina, Barbara Delinsky conduz-nos ao Lake Henry, para conhecermos Heather, uma mulher doce e generosa que se mudou para aquela localidade há catorze anos, e que vive com Micah e as suas duas filhas.
    Mas a paz cessa na madrugada em que o FBI a prende sob a acusação de ter cometido um homicídio quinze anos antes. A notícia causa consternação entre os habitantes da pequena comunidade ao se aperceberem de que, afinal, nada sabem sobre o seu passado.
    Uma história sobre as atitudes que tomamos e que limitam a possibilidade de sermos felizes e os acidentes do destino que nos permitem libertar-nos.

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  • Mendigos de Milagres de C. V. Gheorghiu

    Mendigos de Milagres, Os

    C. V. Gheorghiu

    6,00 
    Os Mendigos de Milagres de C. V. Gheorghiu.

    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 237 págs. B.

    Max é um jovem americano, belo, inteligente e rico.
    Branca ama-o ou julga amá-lo, mas, talvez deseje sòmente fazê-lo acreditar, porque na véspera da sua partida para a Europa onde devem casar-se, Max é raptado pelos irmãos de Branca. Encontram-no no dia seguinte, na berma da estrada, mutilado, quase morto… Porque Max é um negro.
    No processo todos os brancos se escusam. A própria Branca finge não conhecer Max. A que pode decidir-se um homem que já o não é, e ao qual recusaram fazer justiça?
    Max, mutilado, traído no seu amor, renegado pelos seus, devido à cor da sua pele, aceita ir para a Rússia a convite duma hábil propaganda das autoridades soviéticas. Convidado a tornar-se um agente da emancipação da raça negra, vai entrar numa engrenagem terrível; aparece, junto duma grande tribo da floresta africana, como instigador dum massacre de missionários que fomentará uma repressão sangrenta, graças à qual uma insidiosa campanha de imprensa poderá levar os colonialistas à vingança das opiniões públicas.
    Max não mais recuará perante coisa alguma. O encontro dos jovens missionários e a simpatia que tem por eles, não o impedirão de assinar a sua sentença de morte. Tudo se passa então segundo a maquinação prevista. Doravante Max poderia fugir… Mas ele já o não deseja; pagou antecipadamente.
    A ínfima parcela de respeito humano à qual tem direito, não podia tê-la; nunca mais a terá de nenhum lado. Não a terá dos Americanos, dos Soviéticos nem de qualquer povo branco.

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  • Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe

    Melhores Contos, Os

    Edgar Allan Poe

    10,00 

    Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe.
    Saída de Emergência. S. Pedro do Estoril, 2017, 483 págs. E. Il.

    Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte?

    As histórias que deixou para trás mostram como o seu génio literário não se detinha perante nada. Abriu novos caminhos de ficção e tornou-se assim pai de histórias de detetives, pioneiro na ficção científica, um mestre do suspense e horror.

    Reconhecido como uma das vozes mais influentes e inspiradoras do século XIX, a presente edição especial convida-o a apreciar 28 dos melhores contos do autor ilustrados por artistas nacionais, dando a conhecer o legado de Edgar Allan Poe a novas gerações.

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  • O Livro de San Michele de Axel Munthe

    Livro de San Michele, O

    Axel Munthe

    6,00 
    O Livro de San Michele de Axel Munthe.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 333 págs. B.

    O médico sueco Axel Munthe apaixonou-se pelas ruínas de um palácio que pertencera ao imperador Tibério assim que atracou em Capri, aos 19 anos, e olhou para o topo da colina. Mais tarde, reconstruiu-as e deu à sua nova casa o nome de Villa San Michele. É a partir daí que, já septuagenário, cercado pelo mar azul e pelas memórias, irá escrever este seu livro, publicado originalmente em 1929 e ao longo de quase um século reeditado por todo o mundo. Reunindo registos, nem sempre cronologicamente organizados, de uma vida marcada por encontros com figuras como Louis Pasteur, Henry James ou Guy de Maupassant, mas também com os habitantes rurais de Capri ou da Lapónia, os imigrantes italianos em Paris ou as vítimas de cólera em Nápoles, O Livro de San Michele é uma obra arrebatadora, repleta de amor pelos animais e pela natureza, de reflexões sobre a medicina, sobre a fragilidade e a magnitude espiritual do ser humano. Esta história «carregada de sonho e assombro», como escreveu a London Review of Books, continua a ser para muitos um dos livros mais amados do século xx.
    🖊️ Dedicatória de oferta