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  • O Leopardo de Tomasi di Lampedusa

    Leopardo, O

    Tomasi di Lampedusa

    6,00 

    O Leopardo de Tomasi di Lampedusa.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 321 págs. B.

    Romance histórico situado na segunda metade do século XIX, O Leopardo conta a fascinante história de uma aristocracia siciliana decadente e moribunda, ameaçada pela aproximação da revolução e da democracia. O enredo dramático e a riqueza dos comentários, o contínuo entrelaçar de mundos públicos e privados e, sobretudo, a compreensão da fragilidade humana impregnam O Leopardo de uma particular beleza melancólica e de um raro poder lírico, fazendo dele uma das obras-primas da literatura.

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  • Lendo no Escuro de Seamus Deane

    Lendo no Escuro

    Seamus Deane

    6,00 

    Lendo no Escuro de Seamus Deane.
    Edições ASA. Porto, 1999, 232 págs. B.

    Um adolescente católico, filho da classe operária, relembra trinta anos depois os acontecimentos que envolveram a morte de um tio, assassinado pelos seus companheiros do IRA sob a acusação de ser informador da polícia. Estamos em Derry, na Irlanda do Norte, e acompanhamos o crescimento do narrador no meio das inimizades políticas, dos segredos de família, das intrigas letais. Mas no meio, também, da mitologia celta, com os seus campos encantados, as suas fadas, as suas forças demoníacas.

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  • Homens e Bichos

    Homens e Bichos

    Axel Munthe

    6,00 

    Homens e Bichos de Axel Munthe.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 151 págs. B.

    “Neste volume, composto de artigos dispersos e já esquecidos, encontram os leitores do Livro de San Michele muitos dos seus antigos conhecimentos, e com as mesmas andrajosas roupas, por isso que não tinham outras. O meu amigo Arcangelo Fusco, varredor do bairro de Montparnasse; a família Salvatore; Don Gaetano, o tocador de realejo, mais a sua macaquinha a tiritar de frio; Monsieur Alfredo, trazendo debaixo do braço o manuscrito da sua última tragédia, todos eles aparecem aqui. A própria Irmã Filomena, suave anjo da guarda da Salle Sainte Claire do Hospital de Paris, vive e morre nestas

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  • General Della Rovere, O

    General Della Rovere, O

    Indro Montanelli

    6,00 

    O General Della Rovere de Indro Montanelli
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 146 págs. B.

    Indro Montanelli foi preso pelos alemães em 1944. Condenaram-no à morte e encarceraram-no em San Vittore. Conseguiu escapar poucas horas antes da execução. Na prisão conheceu Giovanni Bertone, protagonista deste relato — numa interpretação inesquecível de Vittorio De Sica no filme de Rossellini —, conhecido como o general da Rovere e que foi fuzilado em Fossoli. Personagem contraditória, em terra de ninguém, traidor ou herói, canalha ou mártir por Itália, inspirou com a sua morte a narrativa de Montanelli, na qual nos é apresentado um extraordinário caso de suplantação de personalidade.

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  • Fraude nos Tribunais Eclesiásticos

    Fraude nos Tribunais Eclesiásticos

    António Aradillas

    6,00 

    Fraude nos Tribunais Eclesiásticos de António Aradillas.
    Liber. Lisboa, 1975, 270 págs. B.

    «Para aqueles homens e aquelas mulheres que, tendo tido necessidade de apresentar processo de anulação ou de separação nos Tribunais Eclesiásticos, sofreram dilações inconsideradas, trato pouco pastoral ou tiveram necessidade de fazer gastos económicos injustos. Para aqueles que, apesar disso, continuaram a ter fé na Igreja como mistério de salvação na liberdade e no direito à felicidade e para aqueles que perderam tal fé.»

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  • Flores do Mal, As

    Flores do Mal, As

    Baudelaire

    8,00 

    As Flores do Mal de Baudelaire.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1996, 361 págs. B.

    Obra-prima de Baudelaire, As Flores do Mal (1857) representam uma rutura com toda a poesia escrita antes dela. Aqui, encontramos o homem urbano a braços com a violência da modernidade, misturando no mesmo poema um tom elevado com temas indignos, carregados de ódio, horror ou sensualidade. Esta ousada forma de escrever poesia levou o autor a ser condenado e à censura de algumas composições, marcando contudo o rumo da literatura futura

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  • Filosofia na Alcova, A

    Filosofia na Alcova, A

    Marques de Sade

    6,00 

    A Filosofia na Alcova de Marques de Sade.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1990, 206 págs. B.

    Raras vezes um autor suscitou tanta polémica, ódios e desprezo como Sade.
    Nascido em pleno Iluminismo, passou cerca de 30 anos enclausurado em diversas prisões francesas, sistematicamente acusado de desrespeito à moral pública e aos bons costumes.

    Libertado em 1790, desempenha então uma acção política de relevo nos primórdios da Revolução mas volta a ser preso em 1793 e, por pouco, não é condenado à guilhotina. Finalmente, em 1804, é internado no hospício de Charenton, onde veio a falecer, em 1814, com 74 anos.

    Na sua vasta obra, A Filosofia na Alcova, que agora se apresenta, ocupa lugar de destaque por constituir uma síntese do pensamento e estilo do seu autor que, através das personagens de Madame de Saint-Ange, Eugénie, Madame de Mistival, Cavaleiro de Mirvel, Dolmancé, Augustin e Lapierre, elabora uma profunda crítica à sociedade francesa do século XVIII.

    Como em muitas das suas obras, muito para lá da sua aparente sexualidade demencial, a prosa elaborada por Sade em A Filosofia na Alcova encerra em si mesma um profundo estudo de natureza política, filosófica, social e psicológica que contribui para um melhor conhecimento do género humano nos seus mais obscuros recônditos.

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  • Filho Nativo de Richard Wright

    Filho Nativo

    Richard Wright

    6,00 

    Filho Nativo de Richard Wright.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1960, 493 págs. B.

    Filho Nativo denuncia a condição dos negros na América através da história de Bigger, um jovem que mata acidentalmente uma mulher branca. A partir desse momento, a opinião pública de Chicago volta-se contra os negros, conduzindo à sua captura e execução. Dramática e realista, a obra de Richard Wright é um clássico da literatura americana e um poderoso retrato da opressão racial.

    ❗ Capa e lombada com um pequeno reforço em fita-cola.

  • Filho de Homem

    Filho de Homem

    Augusto Roa Bastos

    6,00 

    Filho de Homem de Augusto Roa Bastos.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1968, 382 págs. B.

    Este extraordinário romance, que já conhece um êxito retumbante em muitos países da Europa, depois de uma carreira repleta de sucessos na América Latina — onde foi premiado por um júri presidido por Miguel Ángel Asturias, Prémio Nobel da Literatura em 1967 — é uma obra de grande fôlego que cobre um vasto período da história do Paraguai. Pouco se sabe na Europa sobre os dramáticos acontecimentos que naquele país se desenrolam entre a catástrofe de Sapukai, onde um comboio de camponeses é inteiramente massacrado pela intervenção governamental, e a enigmática Guerra do Chaco. É sobre esses eventos que Roa Bastos escreveu este fresco admirável acerca da vida do povo paraguaio, marcada por circunstâncias sempre presentes na sua rebeldia, nas suas insurreições e no amor pela liberdade, transmitido de pais para filhos como uma herança sagrada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estalagem Volante, A

    Estalagem Volante, A

    G. K. Chesterton

    6,00 

    Estalagem Volante de G. K. Chesterton.
    Editorial Aster. Lisboa, 1959, 296 págs. B.

    Inglaterra, algures no futuro e depois de várias convulsões sociais, Chesterton imagina uma sociedade em que o movimento Temperance, um movimento social real que advogava a abstinência e esteve em voga nos países anglófonos e escandinavos e na base da lei seca americana, conseguiu impor no Reino Unido um regime de abstinência que permitiu que uma espécie de governo islâmico progressista se instalasse.

    Humphrey Pumph e o Capitão Patrick Dalroy atravessam o país com uma missão: alcoolizar toda uma nação. Em perseguição, a polícia islâmica.

    Entre a utopia e a distopia, Chesterton escreve sobre extremismos e bebedeiras de bradar aos céus. Uma obra-prima esquecida da literatura europeia.

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  • Entardecer em Bizâncio

    Entardecer em Bizâncio

    Irwin Shaw

    6,00 

    Entardecer em Bizâncio de Irwin Shaw.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 323 págs. B.

    Na pacífica região mediterrânica de Cannes, quando a primavera mais reverdeja as palmeiras marginais, florescem os canteiros policromados e odorosos, embalando os homens numa tépida atmosfera poética, celebra-se o «Grande Festival do Cinema». Irwin Shaw escolheu este cenário e momento de euforia artística internacional para desenvolver um tema profundamente dramático e humano, em que os homens, sob a máscara momentânea do triunfo efémero e de uma felicidade fictícia, mergulham num inferno psíquico.

    📝 Assinatura de posse.

  • Em Frente da Porta do Lado de Fora

    Em Frente da Porta do Lado de Fora

    Wolfgang Borchert

    6,00 

    Em Frente da Porta do Lado de Fora de Wolfgang Borchert.
    Portugália Editora. Porto, 1965, 242 págs. B.

    «As cartas do soldado Wolfgang Borchert, de vinte anos, foram consideradas ameaça para a segurança do Estado. Borchert foi condenado à morte e ficou seis meses na cela, até que resolveram indultá-lo. Calculem o que é ter vinte anos e estar-se encerrado numa cela, sabendo que se vai morrer apenas por se ter escrito umas cartas que exprimiam opiniões sobre Hitler e a guerra! Os jovens de vinte anos que pegarem neste livro talvez reconheçam como sai caro exprimir uma opinião própria, como é elevado o preço que por ela se tem de pagar.»
    HEINRICH BÖLL

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  • Egípcio de Mika Waltari

    Egípcio

    Mika Waltari

    6,00 

    Egípcio de Mika Waltari.
    Livraria Bertrand. Amadora, s.d., 348 págs. B.

    Uma das novelas mais célebres do século XX, o Egípcio conduz-nos ao fascinante mundo do Egipto dos faraós e das grandes civilizações do Oriente Antigo. No ocaso da vida, Sinuhé recorda as suas viagens por terras como a Síria, a Babilónia e Creta, traçando um retrato errante da humanidade. Apesar das adversidades, mantém uma fé profunda na bondade dos homens. Um clássico intemporal da literatura histórica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Destino do Capitão Volkov, O

    Destino do Capitão Volkov, O

    Ilya Erhenburg

    6,00 

    O Destino do Capitão Volkov de Ilya Erhenburg.
    Editorial Presença. Porto, 1967, 128 págs. B.

    Sob o título O Destino do Capitão Volkov, estão reunidas nesta edição várias narrativas cuja acção decorre na Segunda Guerra Mundial, tendo por cenário ora a frente leste ora a França ocupada.

    São verdadeiros documentos vivos que aqui se patenteiam, todos eles impregnados de um forte cunho dramático, esboçados naquele estilo tão peculiar em Erhenburg: a frase breve, a imagem nítida, os retratos humanos a emergirem como se estivessem ao nosso lado.

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  • O Corvo de Edgar Allan Poe

    Corvo, O

    Edgar Allan Poe

    7,00 

    O Corvo de Edgar Allan Poe.
    Relógio d’Água. Lisboa, 2009, 72 págs. B. Il.

    «O Corvo» de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis.
    Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um «saber esquecido», emitir apenas a palavra Nevermore, que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Traduções de Fernando Pessoa e Machado de Assis.

  • Contos Mais Arrepiantes de Howard Phillips Lovecraft

    Contos Mais Arrepiantes de Howard Phillips Lovecraft

    Luís Corte-Real

    10,00 

    Contos Mais Arrepiantes de Howard Phillips Lovecraft de Luís Corte-Real [Ed.]
    Edições Saída de Emergência. Porto Salvo, 2018, 542 págs. E. Il.

    Antes de H. P. Lovecraft, a literatura de horror resumia-se fundamentalmente a vampiros, fantasmas e bruxas. Depois dele, o género nunca mais foi o mesmo. Genial criador de mundos, pai das mais hediondas criaturas cósmicas e de uma Arkham tão real como Lisboa ou Nova Iorque, Lovecraft foi o pioneiro de um horror onde a humanidade é apenas uma centelha de sanidade num vasto universo de maleficência. Uma centelha fugaz que perde esperança de conto para conto.

    A sua visão do horror foi de tal forma influente que está presente na obra de Stephen King, Neil Gaiman, Guillermo del Toro, Alan Moore e muitos outros criadores, da literatura ao cinema, da BD à música. Até Stranger Things, a série-sensação do momento, é uma homenagem ao imaginário de Lovecraft.

    Nesta edição de colecionador, ilustrada por 22 artistas nacionais, são apresentados os contos mais arrepiantes de Lovecraft, dando-nos a conhecer a evolução do seu estilo narrativo único e consolidando-o como um dos autores mais visionários da literatura americana.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.