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  • Caim e Abel

    Caim e Abel

    Jeffrey Archer

    6,00 

    Caim e Abel de Jeffrey Archer.
    DIFEL. Lisboa, s.d., 442 págs. B.

    Caim e Abel

    Com sua narrativa ágil e envolvente, Jeffrey Archer conduz brilhantemente a saga de William Kane e Abel Rosnovski, dois empresários de sucesso dispostos a levar sua rivalidade às últimas conseqüências.

    Caim, filho de um poderoso banqueiro de Boston, tinha o mundo a seus pés e fora formado para comandar o império dos pais. Abel nasceu numa floresta em Slonim, na Polónia. A sua mãe morreu no parto e ele foi adotado por uma família pobre e criado junto com outros seis irmãos.

    Sobrevivendo às dificuldades da infância e aos horrores da Primeira Guerra Mundial, Abel imigra para os Estados Unidos, onde torna-se proprietário de uma rede de hotéis. Enquanto isso, Caim herda a fortuna do pai e assume a presidência do banco, lutando com todas as armas para transformá-lo em uma das mais importantes instituições financeiras do país.

    Ao longo de 65 anos, Caim a Abel casam, têm filhos, experimentam fracassos e vitórias, passam por dramas pessoais e profissionais, mas nunca deixam de nutrir um desejo incontrolável de destruir a vida e o património do outro.

    Com uma trama extremamente bem construída, Caim e Abel apresenta um panorama histórico das transformações da sociedade, dos costumes e da política no século XX, além de proporcionar uma deliciosa leitura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Babi Yar de Anatoly Kuznetsov

    Babi Yar

    Anatoly Kuznetsov

    6,00 

    Babi Yar de Anatoly Kuznetsov.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 360 págs. B.

    Em setembro de 1941, as tropas nazis conquistaram Kiev. Fascinadas pela elegância dos soldados alemães ou esperançosas na reconquista do exército soviético, as populações dividiram-se. Anatóli Kuznetsov tinha doze anos e assistiu à discordância no seio da própria família. Mas à medida que os dias corriam, tornava-se claro que aquele território estava a ser palco de um crime terrível: os disparos não cessavam, as valas comuns eram abertas, o fumo tomava conta dos céus, e os judeus, os ciganos e quaisquer opositores às regras alemãs desapareciam das ruas. Não existem números consensuais, mas estima-se que mais de 100 000 pessoas terão sido mortas em Bábi Iar, às portas da capital ucraniana, e, durante décadas, quer alemães quer russos tentaram escondê-lo. Em 1961, Kuznetsov submeteu o seu testemunho deste período às autoridades soviéticas e, em 1966, saiu por fim em livro, numa versão fortemente truncada. Apenas após a fuga do autor para Inglaterra, em 1969, seria revelado o texto completo – e é esse que agora, pela primeira vez, se dá a ler em Portugal. Um perturbador retrato da brutalidade da guerra vista pelos olhos de uma criança e uma lição sobre o poder da censura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Corja de Camilo Castelo Branco

    Átala

    Chateaubriand

    5,00 

    Átala de Chateaubriand.
    Livraria Chardron. Porto, s.d., 196 págs. E.

    Atala e Renato são as suas duas obras mais conhecidas, reflectindo não apenas as suas próprias alegrias, aspirações e desesperos, mas também os gostos emergentes de uma nova era literária. Atala é a história de amor apaixonada e trágica de um jovem casal indiano vagando pelo deserto, fascinado pelas belezas da natureza, atraído por um cristianismo revivido pelo seu charme estético e beneficência consoladora, e finalmente sucumbindo à crueldade do destino. Talvez ainda mais do que Werther ou Childe Harold, René encarna o herói romântico e não é totalmente estranho à desorientação da juventude de hoje. Solitário, misterioso, ardente e poético, ele revolta-se abertamente contra uma sociedade cujos valores ele rejeita. Sem dúvida, esse arquétipo desempenhou um papel importante na determinação do curso da literatura francesa até a década de 1850.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Armagedão de Leon Uris

    Armagedão

    Leon Uris

    5,00 

    Armagedão de Leon Uris.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1965, 876 págs. B.

    Armagedão é a história de Berlim – cidade mártir e dividida, encruzilhada onde se entrechocam os interesses das grandes potências e da qual poderão depender os destinos do mundo. Leon Uris, neste seu novo romance, uma história intensa, fremente de actualidade, cuja acção se inicia ainda durante a guerra, poucos dias antes da derrocada hitleriana, prolongando-se pelos anos fora até à época da célebre “ponte área de Berlim”. Profundamente antinazi, movimentando uma multidão de figuras de caracteres bem definidos (americanos, russos ou alemães), e vincadamente humanos em suas virtudes e vícios, Armagedão constituí, antes de mais, um gruto de alarme contra os perigos sem conta que espreitam a humanidade.

    📝 Assinatura de posse.

  • Mulher de Lot de Tom Wakefield

    Mulher de Lot

    Tom Wakefield

    5,00 

    Mulher de Lot de Tom Wakefield.
    Bertrand Editora. Lisboa, 1990, 218 págs. B.

    Com uma intriga que gira à volta de um casal de idosos que, numa relação complexa com o poder existente no lar, consegue fazer vincar a sua personalidade, não se deixando dominar por regras obsoletas e menos humanas, “A Mulher de Lot”, de Tom Wakefield, é uma história cheia de situações em que o leitor se depara com momentos que vão da ironia mais fina à farsa mais desregrada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Minha Mulher de Anton Tchekov

    Minha Mulher, A

    Anton Tchekov

    5,00 

    Minha Mulher de Anton Tchekov.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 117 págs. B.

    Anton Tchékhov protagonizou profundas alterações nos géneros literários onde se destacou, através das suas representações impressionistas da vida e condição humana na Rússia de seu tempo.

    Os seus melhores contos são atualmente tidos em alta estima tanto por escritores e críticos de referência.

    Nas suas mãos encontrará A minha mulher, Um caso médico, O monge negro e A noiva, quatro das melhores histórias contadas por um dos melhores escritores de todos os tempos. Em A minha mulher, Tchékhov capta um momento da vida russa revelando as graves tensões e delicadas simplicidades que coexistem em harmonia.

    A relação em ruínas entre Pavel Andreitch, um aristocrata rico, e a sua esposa, que já não está apaixonada ou mesmo tolerante do seu marido, apesar de estar desamparadamente dependente do seu apoio financeiro, serve como pano de fundo aos camponeses famintos das classes baixas, iluminando a tensão perene entre um homem egoísta e uma mulher lutadora que se preocupa com algo mais do que ela própria.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Luís Filipe.

  • Milagre dos Sinos de Russell Janney

    Milagre dos Sinos

    Russell Janney

    4,00 

    Milagre dos Sinos de Russell Janney.
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 266 págs. B.

    Russell Janney foi um produtor teatral e autor, mais conhecido pelo seu livro best-seller de 1946 e primeiro romance, “O Milagre dos Sinos” , que foi transformado em filme de mesmo nome em 1948.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Momento Inesquecível de Nicholas Sparks

    Momento Inesquecível, Um

    Nicholas Sparks

    7,00 

    Um Momento Inesquecível de Nicholas Sparks.
    Editorial Presença. Lisboa, 1999, 155 págs. B.

    Em abril, quando o vento sopra do mar e traz consigo o aroma dos lilases, a memória de Landon Carter desperta para os momentos agridoces que viveu em 1958. Foi nesse ano que conheceu a bela Jamie Sullivan. Ao contrário dele, que era o rapaz mais popular da escola, Jamie era recatada e tímida, preferindo viver no seu próprio mundo, longe das aventuras e dramatismos da adolescência.

    O jovem e estouvado Landon nunca teria olhado duas vezes para a insípida jovem, não fosse o Destino juntá-los da forma mais inesperada. E aquela rapariga que parece tão banal tem tanto para lhe ensinar… Com Jamie, Landon vai conhecer os recantos mais profundos do coração humano, e embarcar numa viagem de alegria, amor e perda.

    Foi nesse momento que Landon se tornou homem.

    Esse será, para sempre, um momento inesquecível.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Meu Nomé é... de Alastair Campell

    O Meu Nomé é…

    Alastair Campbell

    5,00 

    O Meu Nomé é… de Alastair Campbell.
    Bizâncio. Lisboa, 2014, 303 págs. B.

    Hannah tem 17 anos e bebe para se sentir melhor. Por um momento. Depois, a dor de alma regressa, mais intensa. Esta é a história da adição de Hannah. O desenrolar da história através dos relatos de cada uma das pessoas que rodeiam Hannah durante a sua espiral de autodestruição dá ao leitor uma panorâmica completa do que é a vida junto de um alcoólico vulnerável e em negação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias de uma Menina Bem-Comportada de Simone de Beauvoir

    Memórias de uma Menina Bem-Comportada

    Simone de Beauvoir

    8,00 

    Memórias de uma Menina Bem-Comportada de Simone de Beauvoir.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1975, 367 págs. B.

    Nascida em Paris em 1908, assistente de Filosofia na Sorbonne em 1929, professora mais tarde em Marselha, Ruão e de novo Paris. Deixa o ensino em 1943, quando da publicação do seu primeiro romance.

    A partir de então sucedem-se as viagens e os livros.

    Profundamente influenciada por Sartre, Merleau Ponty e Simone Weil, renunciou às tradições religiosas e morais do meio burguês em que nascera e fora, educada para encontrar no existencialismo e no empenhamento político uma moral condizente com a sua personalidade forte, violenta e revoltada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Margem de André Pieyre de Mandiargues

    Margem, A

    André Pieyre de Mandiargues

    6,00 

    Margem de André Pieyre de Mandiargues.
    Portugália Editora. Lisboa, 1969, 288 págs. B.

    A Margem é também um recitativo: as quarenta e oito horas que um homem, sozinho em Barcelona, passa «à margem» da sua vida, antes de a sua vida terminar. O lento passeio solitário, numa atmosfera de angústia e serenidade simultâneas, de um ser humano que sabe que tudo terminou para ele e caminha ainda com vida e com curiosidade pelas ruas de uma cidade… Isto faz-me pensar na lenta caminhada através da noite do herói de Hiroshima mon amour. […] Melodramática, terrivelmente melodramática, esta história! Cheira a artifício, tresanda a artifício, do ponto de vista da verosimilhança psicológica, este homem que espera quarenta e oito horas para ler até ao fim a carta que lhe anuncia a morte da mulher amada? artifício.

    E no entanto, repeti-lo-ei, como já disse duas ou três vezes, Pieyre de Mandiargues é o nosso maior romancista. Pouco importa o artifício aparente: o final de O Vermelho e o Preto é igualmente artificioso e inexplicável, e contudo consideramos esse livro uma obra-prima. O mesmo direi dos livros de Mandiargues, por mais estranhos que às vezes pareçam. Mandiargues é o ‘número 1’ da nossa época, se ela quiser passar à posteridade.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • Martyres (Vol. I) de Chateaubriand

    Martyres (Vol. I)

    Chateaubriand

    10,00 

    Martyres (Vol. I) de Chateaubriand
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1908, 271 págs. B.

    Os Mártires (ou Martyres) de Chateaubriand, Volume I, é uma famosa tradução feita pelo escritor português Camilo Castelo Branco, uma obra que ele publicou em 1865, destacando-se como um exemplo do seu trabalho como tradutor e da influência do romantismo francês em Portugal, com uma edição do Volume II aparecendo também em 1865.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Velhice do Padre Eterno de Guerra Junqueiro

    Velhice do Padre Eterno, A

    Guerra Junqueiro

    5,00 

    A Velhice do Padre Eterno de Guerra Junqueiro.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 223 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 247
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Leal da Câmara.

    Em A Velhice do Padre Eterno, Guerra Junqueiro censura impiedosamente a deturpação do ideal protocristão e os ritos do catolicismo.
    Sem nunca atacar os que têm fé, o poeta, num estilo mordaz e caricatural, satiriza o fanatismo religioso e a frivolidade dos rituais, apontando o poder pungente das suas palavras àquilo a que chama o bordel da Igreja (o Vaticano).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Utopia de Tomás Morus

    Utopia

    Tomás Morus

    6,00 

    Utopia de Tomás Morus.
    Guimarães Editores. Lisboa, 2003, 172 págs. B.

    Mais de 500 anos após a sua publicação, Utopia mantém o seu fascínio intacto e continua a desafiar e a iluminar milhares de leitores em todo o mundo. No prefácio a esta edição, Francisco Louçã refere que se trata de «um inventário crítico devastador dos costumes e dos poderes, marcado pelo desejo de um mundo melhor. Esta obra desafia as convicções e as tradições.»

    Ao descrever a sociedade perfeita, forjada com base na razão humana, Thomas More recorre ao princípio da racionalidade política, por um lado, mas, por outro, alimenta-se da imaginação e da fuga para um mundo irreal. Nesta ilha não há propriedade privada, os governantes são escolhidos pelo voto popular, existe o direito ao divórcio e à eutanásia, os hospitais são gratuitos e a liberdade religiosa é uma realidade.

    Inspirada nos ideais socráticos e platónicos, esta obra revelou-se extraordinariamente importante ao longo dos anos, e a sua influência continua a fazer-se sentir. Basta dizer que o vocábulo «utopia», que significa «nenhures», em grego, passou, desde então, a designar um lugar ou uma sociedade com uma perfeição impossível de atingir.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • No Sul o Céu Tem Janelas de Beatrice Ferolli

    Sul o Céu Tem Janelas, No

    Beatrice Ferolli

    7,00 

    No Sul o Céu Tem Janelas de Beatrice Ferolli.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2000, 478 págs. E.

    É pela mão das mulheres que passam os fios do destino da finca Angel del Sur e dos seus habitantes. Guiada pela matriarca imobilizada por uma artrite aguda e iluminada por Santiago que se lhe revela através de uma mancha de humidade no tecto do seu quarto, a família Riéra encontra, pouco depois do fim da Guerra Civil de Espanha, a sua terra prometida nesta quinta situada perto do caminho de Santiago na Galiza. Umbre, a criada cigana de práticas mágicas, mexe activamente com a complicada teia familiar, na qual cada um segue sem hesitações as suas inclinações/vocações. Isto é, o caminho que o destino lhe traça, sem desvios nem concessões a uma sociedade repressiva que às vezes estende os seus braços até este mundo à parte.

     

    Conchita, a filha mais velha, reconhece no toureiro de um cartaz a imagem do arcanjo Miguel, segue o rasto desta visão interior que mais claramente discerne quando perde a vista e dá à luz aquela que encarnará a santidade inata no seio da família. O dom de Pilar para curar as doenças de homens e de animais acaba por pô-la em conflito aberto com os representantes mais devotos da Igreja. Conflito de índole subversiva entre a relação individual e mística e o poder da Igreja Católica e da sociedade civil que em estado latente atravessa todo o romance.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Praia do Destino de Anita Shreve

    Praia do Destino, A

    Anita Shreve

    6,00 

    A Praia do Destino de Anita Shreve.
    Edições ASA. Porto, 2004, 415 págs. B.

    A arrebatadora história de um amor impossível. Uma meditação sobre o erotismo feminino e os preconceitos sociais.

    Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal de óston – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objectivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre. Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carismático. Entre ambos nasce uma impensável e arrebatadora paixão. Sem ter em conta o sentido das conveniências ou da auto-preservação, Olympia mergulha de cabeça numa relação cujos resultados serão catastróficos – John tem quarenta anos, é casado e pai de quatro filhos…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.