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  • O Jogo Favorito de Leonard Cohen2026/01/1000081345.jpg

    Jogo Favorito, O

    Leonard Cohen

    7,50 

    O Jogo Favorito de Leonard Cohen.
    Alfaguarda. Carnaxide, 2010, 290 págs. B.

    Leonard Cohen, o consagrado músico, conta neste romance a história do jovem Lawrence Breavman. Filho único de uma família abastada, Lawrence procura fora de casa o que não consegue encontrar junto do pai doente e da mãe neurótica: amor e beleza. Na companhia de Krantz, o melhor amigo, explora ávida mente o mundo, que gira obsessivamente em torno de um único eixo: o sexo oposto. Na ânsia de abafar um passado deprimente e castrante que chegou ao fim com a morte do pai, é através das mulheres que Lawrence vai tacteando e conhecendo a vida, mesmo quando a carne e o desejo se transformam numa prisão tão sufocante como o passado. O seu jogo favorito Lawrence descobre-o em Nova Iorque, onde se refugia depois de terminada a faculdade e de um êxito precoce como poeta. É aqui que conhece Shell, a mais linda das mulheres, com quem partilha o prazer das sedutoras palavras e dos íntimos silêncios. Descobre, por fim o amor completo, na plenitude inebriante do êxtase que oferece e dos sacrifícios que exige.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • E o Burro Viu o Anjo de Nick Cave

    E o Burro Viu o Anjo

    Nick Cave

    7,50 

    E o Burro Viu o Anjo de Nick Cave.
    Alfaguara. Carnaxide, 2011, 370 págs. B.

    Num vale desolado do sul da América, infestado de pregadores e profetas fanáticos e ignorantes, vive Euchrid Eucrow, mudo de nascença, filho de uma mãe alcoólica e violenta e um pai obcecado em torturar animais. Posto de parte pela comunidade, Euchrid suporta em silêncio as agressões da mãe e a indiferença do pai.
    Quando os populares declaram que uma menina órfã é uma eleita de Deus, Euchrid fica perturbado, pois vê-a de uma forma muito diferente. Em resultado desta sua convicção, o rapaz fica ainda mais isolado na comunidade, que aponta o dedo à sua crescente insanidade.
    Atormentado por uma terrível solidão, Euchrid não tardará a querer vingar-se de todos os que fazem da sua vida uma caminhada insuportavelmente dolorosa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lord Jim de Joseph Conrad

    Lord Jim

    Joseph Conrad

    5,00 

    Lord Jim de Joseph Conrad.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1965, 387 págs. E.

    Jim é um romântico. Influenciado por leituras de juventude, de aventuras e heroísmo, e por uma rígida educação paterna, que lhe incutiu os valores da bravura e da nobreza, entra para a marinha mercante, em busca de cumprir esses ideais. Contudo, quando o momento chega, não resiste à pressão dos seus companheiros e abandona à morte todos os passageiros do navio, o Patna. O navio salva-se, Jim perde-se. Atormentado pela sua consciência, isola-se, sente-se perseguido pelas imagens do seu crime, pelo falhanço em viver de acordo com a imagem que tinha de si. Procura a redenção, uma nova oportunidade de se mostrar leal, bravo, herói. Conseguirá?
    Lord Jim, livro maior de Conrad, a par de Coração das Trevas, consagrou definitivamente o autor como um dos grandes da literatura inglesa. A sua influência é marcante e perdura até aos dias de hoje. Saul Bellow, por exemplo, prestou sentida homenagem a Conrad no seu discurso de aceitação do prémio Nobel.
    É um livro marcante e uma leitura inolvidável. A história do Homem contra si mesmo, de falhanço e redenção. Em suma, uma história da humanidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    𓂃🖊 Apresentação de Fernando Namora

  • Longa Viagem de Jorge Semprun

    Longa Viagem, A

    Jorge Semprun

    7,00 

    Longa Viagem de Jorge Semprun.
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 315 págs. Dura.

    A Longa Viagem, é um romance tipicamente dos nossos dias. Nele Semprun, escritor espanhol de língua francesa, faz viver o leitor a aventura de um combatente do maquis, preso pelos alemães durante a guerra de 39, quando a França, na mão dos Nazis, se debatia contra o opressor. O próprio herói de A Longa Viagem, espanhol foragido de Espanha, como o autor do romance, vive connosco, leitor, as horas cruciantes dessa jornada, que parece não acabar mais. Metido num vagão com mais cento e tantos homens, encurralados como gado, o jovem maquisard comparticipa e assiste ao mesmo tempo a tudo quanto se passa à sua volta e quanto decorre dentro dele pró-prio, e o romance é por assim dizer o filme ininterrupto de uma consciência que ora está no futuro, ora está no presente, ora está no passado.

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  • Loja de Antiguidades de Charles Dickens

    Loja de Antiguidades

    Charles Dickens

    7,50 

    Loja de Antiguidades de Charles Dickens.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1946, 467 págs. B.

    Em Londres, numa velha loja de quinquilharias, vivem a orfã Nell e o seu avô. Os pais de Nell morreram na miséria e o avô protege a jovem do mundo. O único contacto com alguém da sua idade é com Kit, o jovem ajudante que trabalha na loja do avô.

    Disposto a tudo para garantir um futuro risonho à neta, o avô decide tentar a sua fortuna ao jogo, perdendo todo o dinheiro que tinha, e até a loja, para o diabólico Daniel Quilp, um agiota sádico que se compraz com a miséria alheia.

    Expulsos da loja, Nell e o avô iniciam uma viagem terrível, enfrentando a vida nas ruas e perseguidos por personagens misteriosos que acreditam que o avô tinha uma fortuna guardada.

    O romance de Dickens, publicado originalmente em folhetins de tal sucesso que no cais de Nova Iorque houve uma invasão e confrontos quando se esperava a chegada do último capítulo, é uma denúncia da avareza e de como os cidadãos honestos estão expostos à maldade humana e vivem desprotegidos numa sociedade que pouco se importa.

    Foi também um dos livros que mais contribuíram para despertar a atenção para a questão dos sem-abrigo na sociedade vitoriana e que levou à criação de políticas de protecção para uma grande franja da população.

    📝 Assinatura de posse.

  • Os Lobos de Hans Hellmut Kirst

    Lobos, Os

    Hans Hellmut Kirst

    5,00 

    Os Lobos de Hans Hellmut Kirst.
    Publicações Europa-América. Mem Martins. Lisboa, 1969, 716
    págs. B.

    Esta grande crónica satírica de Hans Hellmut Kirst inicia-se em Janeiro de 1933 e termina na catástrofe de 1945. Conta-nos a história espantosa de um homem, Alfons Materna, e decorre na aldeia de Maulen, no Sul da Prússia, esmagada entre pântanos, florestas e lagos. E conta-nos, simultaneamente, a história dramática das profundas transformações que se operam num pequeno mundo que oscila, dia a dia, para o caos e para a última das desordens.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jogador e Outras Obras de Dostoievski

    Jogador e Outras Obras

    Dostoievski

    8,00 

    Jogador e Outras Obras de Dostoievski.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1965, 443 págs. B.
    Obras Literárias Completas de Dostoievki | 7

    Pessoas assim, não existem”, decretou a crítica russa contemporânea, após a publicação de No Meu Subterrâneo. Hoje, cem anos volvidos, sabemos (mas tê-lo–íamos ignorado alguma vez?) que no mais fundo de todos nós há matéria para um monólogo igualmente pungente e assustador. Por baixo da evidência cristalina do dois–e-dois-são-quatros, agita-se o homem interdito, escondido, o homem clandestino e resistente que pensa e concebe fora dos limites do número e da matéria. A voz do irracional, em suma.

    Incluí também:
    No Meu Subterrâneo
    O Crocodilo
    O Eterno Marido

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Inquietação

    Inquietação

    Rabindranath Tagore

    6,00 

    Inquietação de Rabindranath Tagore.
    Editorial Minerva. Porto, s.d., 287 págs. B.

    Rabindranath Tagore (1861-1941), escritor, pintor e compositor indiano, foi Nobel da Literatura em 1913. Renovou a prosa e o verso bengalis, unindo tradição hindu e ocidental. Mestre espiritual e reformador social, fundou em 1901 a escola de Shantiniketan, futura universidade. Autor de Gitanjali, Gora e Ghare-Baire, destacou-se pela poesia mística e patriótica. Viajou em conferências defendendo cooperação internacional. Recusou o título britânico de cavaleiro em protesto.

    📝 Assinatura de posse.

  • Infância

    Infância

    Selma Lagerlof

    6,00 

    Infância de Selma Lagerlof.
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 250 págs. B.

    A obra “Infância” (título original em sueco: “Mårbacka”) é uma autobiografia de Selma Lagerlöf, onde ela narra sua infância na propriedade familiar de Mårbacka, na Suécia. A narrativa descreve a vida na fazenda, as pessoas que a habitavam, as tradições e lendas locais, e as primeiras experiências que moldaram a futura escritora. É um relato nostálgico e poético de um mundo rural que estava desaparecendo, com um olhar sensível para as relações familiares e o ambiente natural.

    📝 Assinatura de posse.

  • Império do Sonho, O

    Império do Sonho, O

    Alfred Kubin

    5,00 

    O Império do Sonho de Alfred Kubin.
    Vega. Lisboa, 1986, 295 págs. B.

    Num universo Kafkiano de caos e decadência, onde a luta contra o absurdo se revela constantemente inglória, Alfred Kubin descreve a desagregação de um país imaginário, regido por um poder oculto e habitado por toda a espécie de personagens delirantes. Trata-se de uma obra de sempre, em que se funde a parábola política, a crítica social e a aventura fantástica e que destaca o papel do inconsciente e a importância das descobertas de Freud.

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  • O Veneno da Madrugada de Gabriel García Márquez

    Veneno da Madrugada, O

    Gabriel García Márquez

    6,00 

    O Veneno da Madrugada de Gabriel García Márquez.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 208 págs. B.

    A um povoado perdido na América do Sul chegou a hora má dos camponeses, a hora da desgraça. Certo amanhecer, enquanto o Padre Ángel se prepara para celebrar a missa, ouve-se um tiro na aldeia. Um comerciante de gado, informado da infidelidade da mulher por um papel colado na porta da sua casa, acaba de matar o seu presumível amante.

    É um dos pasquins anónimos cravados durante a madrugada nas portas das casas, que não são panfletos políticos, mas apenas denúncias sobre a vida privada dos cidadãos, e que nada revelam que não seja do conhecimento de todos há algum tempo. São os velhos boatos que agora se tornam públicos: traições amorosas e políticas, assassinatos, segredos de família envolvendo filhos bastardos e romances escusos.

    Todos se sentem atingidos e ameaçados, dos cidadãos mais eminentes aos mais humildes. Todos parecem ter algo a esconder e a revelar. Qualquer habitante pode ser o autor dos bilhetes ou a próxima vítima.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vardo - Depois da Tempestade de Kiran Millwoord Hargrave

    Vardo – Depois da Tempestade

    Kiran Millwoord Hargrave

    7,50 

    Vardo – Depois da Tempestade de Kiran Millwoord Hargrave.
    Topseller. Amadora, 2020, 366 págs. B.

    Uma tempestade mortal.
    Uma povoação sem homens.
    Uma implacável caça às bruxas.

    Na véspera de Natal de 1617, Maren encontra-se junto à costa da remota ilha de Vardø, na Noruega, quando vê uma tempestade repentina e destruidora formar-se no mar. Quarenta pescadores, incluindo o irmão e o pai, morrem afogados. Dias mais tarde, o mar devolve os seus corpos. Com a população masculina dizimada, as mulheres de Vardø dedicam-se a trabalhar para subsistir por si próprias.

    Dezoito meses depois, o escocês Absalom Cornet é convocado para assumir o controlo da ilha e livrá-la de supostas práticas de bruxaria. Esta figura sinistra traz consigo a mulher, Ursula, uma jovem norueguesa que se sente tão orgulhosa quanto aterrorizada pela autoridade do marido. Em Vardø, Ursula encontra algo que nunca havia visto antes: mulheres independentes. Absalom, porém, vê apenas um lugar enfeitiçado e intocado por Deus.

    Maren e Ursula criam uma ligação que se vai estreitando cada vez mais, mas, à medida que o domínio férreo de Absalom aumenta, a ilha começa a sufocá-las. E a própria existência de Vardø é ameaçada, pois Absalom está determinado a erradicar o mal daquele lugar a qualquer custo…

    Um livro com um enredo absolutamente cativante inspirado nos eventos reais da tempestade de Vardø, na Noruega, e na caça às bruxas dessa localidade e subsequentes julgamentos do ano 1621.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tomás Gordeiev de Maxim Gorki

    Tomás Gordeiev

    Maxim Gorki

    6,00 

    Tomás Gordeiev de Maxim Gorki.
    Editorial Inova. Porto, s.d., 290 págs. B.

    Este livro, Tomás Gordeiev, é o primeiro romance que Gorki escreveu. Iniciado, segundo tudo leva a crer, na corrente do ano de 1898, veio a ser inicialmente publicado em folhetins – de Fevereiro a Setembro do ano seguinte – no jornal A Vida.
    Tomás Gordeiev não foi fácil de escrever. Nesse ano Gorki sofreu duas semanas de prisão – uma das muitas que semearam a sua vida até ao exílio – e a sua correspondência abunda em anotações sobre o desenvolvimento do livro; nelas o desânimo alterna com a vontade teimosa de vencer a prova. Gorki era então jornalista profissional, mal pago, e começava a ressentir-se da sua tentativa de suicídio, em 12 de Dezembro de 1887, aos vinte e um anos: perfurou o pulmão com uma bala dando assim azo a uma nascente de tuberculose.
    A experiência do romance era algo de novo na sua carreira e, além disso, nele abandonara a pintura realista dos seus «bossiaki», as novas personagens que introduzira na literatura mundial […].

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  • Todos os Contos de Edgar Allan Poe

    Todos os Contos

    Edgar Allan Poe

    10,00 

    Todos os Contos de Edgar Allan Poe.
    Temas e Debates. Lisboa, 2014, 948 págs. E.

    Edgar Allan Poe é um dos autores mais publicados do mundo, conhecido pela genialidade expressa também nos seus famosos contos de terror e em algumas das histórias de detetives mais macabras jamais escritas, como A Queda da Casa de UsherOs Crimes da Rua Morgue ou O Escaravelho de Ouro. Notável mestre do suspense, Poe também era poeta e, como demonstram os seus contos sobre hipnotismo e viagens no tempo, foi um pioneiro da ficção científica.

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  • Todo o Homem é uma Guerra Civil de Jean Lartéguy

    Todo o Homem é uma Guerra Civil

    Jean Lartéguy

    6,00 

    Todo o Homem é uma Guerra Civil: o Padre Astrónomo de Jean Lartéguy
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 354 págs. B.

    Segundo Jean Lartéguy, todo o homem conhece, ao longo da sua vida, uma tripla guerra civil: contra a criança, quando começa a surgir o adolescente; contra a mulher, que hoje invade os seus domínios tradicionais sem abdicar dos privilégios concedidos no passado; e contra a ordem estabelecida, a qual considera, enquanto jovem, intolerável e que só vai aceitando à medida que envelhece.

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  • O Senhor das Trevas de Alberto Vázquez-Figueroa

    Senhor das Trevas, O

    Alberto Vázquez-Figueroa

    6,00 

    O Senhor das Trevas de Alberto Vázquez-Figueroa.
    DIFEL. Lisboa, 2002, 241 págs. B.

    Um médico abnegado, entregue de corpo e alma aos seus pacientes e à investigação, recebe uma visita inesperada: um homem que se identifica como sendo o diabo. Obviamente considera-o um louco, mas as provas apresentadas pelo desconhecido são de tal forma contundentes que se vê obrigado a rever as suas crenças.
    Posteriormente, o maléfico visitante oferece-lhe algo que todos os cientistas do mundo gostariam de possuir: o segredo da cura do cancro. Mas em troca deverá entregar-lhe a sua alma… O médico enfrenta um difícil dilema moral, mas acaba por aceitar.
    É este o ponto de partida de uma insólita aventura, uma azarada viagem ao outro lado do mundo através dos caminhos do bem e do mal.
    Com O Senhor das Trevas, moderna recriação do pacto de Fausto, Alberto Vázquez-Figueroa oferece-nos um dos romances mais surpreendentes, originais e provocadores da sua extensa produção. Um verdadeiro desafio para o leitor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.