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  • Chave Maldita, A

    Chave Maldita, A

    James Rollins

    8,00 

    A Chave Maldita de James Rollins.
    DIFEL. Lisboa, 2010, 378 págs. B.

    Na Universidade de Princeton, um famoso geneticista morre num laboratório de alta segurança contra riscos biológicos. Em Roma, um arqueólogo do Vaticano é encontrado morto na Basílica de São Pedro. Em África, o filho de um senador norte-americano é assassinado às portas de um campo da Cruz Vermelha. Estas três mortes, em três continentes diferentes, têm algo terrível em comum: todas as vítimas são marcadas a fogo com a cruz druida pagã. Estes homicídios altamente invulgares obrigam o comandante Gray Pierce e a Força Sigma a entrar numa corrida contra o tempo para resolver um enigma que remonta a séculos atrás, a um hediondo crime contra a humanidade oculto num críptico códice medieval.

    A primeira pista é encontrada numa múmia num pântano inglês – um segredo que ameaça a América e o resto do mundo. Ajudado por duas mulheres do seu passado, Gray terá de juntar as peças deste puzzle terrível. Porém estas revelações terão um preço elevado e, para poder salvar o futuro, Gray terá de sacrificar uma das mulheres que o acompanham. E isso pode não ser suficiente, dado o verdadeiro caminho da salvação se revelar numa negra profecia apocalíptica.

    A Força Sigma enfrenta a maior ameaça à humanidade numa aventura que nos leva do Coliseu de Roma aos picos cobertos de neve da Noruega, das ruínas de abadias medievais aos túmulos perdidos de reis celtas. E um talismã enterrado por um santo, um antigo artefacto a que chama a Chave Maldita, encerra em si o maior dos pesadelos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Casa e o Mundo, A

    Casa e o Mundo, A

    Rabindranath Tagore

    6,00 

    Casa e o Mundo de Rabindranath Tagore
    Editorial Minerva. Lisboa, 1960, 206 págs. B.

    Autor de uma obra vastíssima, Rabindranath Tagore, que recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1913, escreveu A Casa e o Mundo em 1916. Este livro, o mais celebrado de quantos publicou, resume bem o estilo de vida que procurou transmitir em toda a sua produção literária e também na escola para jovens que fundou após a morte da mulher e dos filhos: respeito profundo pela vida, amor pela natureza, religiosidade panteísta.
    Esta é uma obra percorrida por um tom intimista e de grande riqueza na análise psicológica das personagens; uma obra que mantém vivo o ideal de uma alternativa à realidade violenta deste século e que procura sondar a essência mais profundo dos valores humanos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Cantos de Maldoror: Poesias I & II, Os

    Cantos de Maldoror: Poesias I & II, Os

    Conde de Lautréamont

    8,00 

    Os Cantos de Maldoror: Poesias I & II de Conde de Lautréamont.
    Antígona. Lisboa, 2009, 334 págs. B.

    Uma edição completa, que inclui uma novíssima tradução de Os Cantos de Maldoror, pela mão sensível do poeta Manuel de Freitas, e também as Poesias I e II. Compreende igualmente um pertinente prefácio de Silvina Rodrigues Lopes. Terminados em 1869, Os Cantos de Maldoror, do Conde de Lautréamont, pseudónimo de Isidore Ducasse (1846-1870), não seriam colocados à disposição do público tão cedo, por receio do editor. Foram mais tarde recuperados do esquecimento pelos surrealistas; estes proporcionaram ao autor a celebridade de que hoje goza como clássico absoluto, tendo influenciado muitos dos grandes escritores da actualidade. São páginas de horror corrosivo, que agarram o leitor, não o largam até à última página, e depois perduram na memória para sempre.

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  • O Canhão de C. S. Forester

    Canhão, O

    C. S. Forester

    6,00 

    O Canhão de C. S. Forester.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1960, 169 págs. B.

    Um pesadelo e imponente canhão é abandonado pelo exército espanhol que debandava de Espinosa, retirando através das montanhas.

    Um canhão que vai ser recuperado pelos bandos guerrilheiros e se irá tornar o pesadelo das tropas napoleónicas.

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  • Bosques de Whitethorn, Os

    Bosques de Whitethorn, Os

    Maeve Binchy

    7,00 

    Os Bosques de Whitethorn de Maeve Binchy.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2007, 327 págs. B.

    A população de Rossmore está dividida, porque a nova estrada irá passar dentro dos Bosques de Whitethorn e pelo poço dedicado a Santa Ana – considerado por alguns um centro poderoso de espiritualidade e, por outros, como uma superstição. Ninguém está mais preocupado do que o padre Brian Flynn, que não sabe que facção apoiar. Não deverá a família de Neddy Nolan aceitar a compensação oferecida pelas suas terras? Mas, não foi a mãe de Neddy curada no poço, há tantos anos? E a mulher infértil de Londres que se deslocou aos Bosques de Whitethorn, rogando o auxílio da santa, com as consequências mais inesperadas? Amigos de longa data que se conhecem num kibbutz israelita visitam o santuário para solucionarem os seus casamentos; um americano rico procura aconselhamento; e uma assassina e a mãe ponderam também consultar a santa…

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  • Balada do Café Tristes

    Balada do Café Tristes

    Carson McCullers

    6,00 

    Balada do Café Tristes de Carson McCullers.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 220 págs. B.
    Colecção Latitute | 40

    A Balada do Café Triste narra o encontro, num pequeno povoado norte-americano, de Miss Amélia, um corcunda que se afirma vagamente seu primo e um condenado, Marvin Macy, que regressa da prisão para se vingar de um repúdio antigo. A particular sensibilidade de Carson McCullers transforma este encontro de paixões numa história bela, estranha e nostálgica que termina com um combate entre Miss Amelia e Macy no café que depois disso permanecerá para sempre triste.
    Escrito em 1951, dezasseis anos antes da sua morte, este livro de Carson McCullers foi considerado por Tennessee Williams uma das obras-primas em prosa da língua inglesa.

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  • Aventuras de Barão de Munchhausen

    Aventuras de Barão de Munchhausen

    Henrique Marques Júnior

    7,00 

    Aventuras de Barão de Munchhausen de Henrique Marques Júnior
    Livraria Figueirinhas. Porto, s.d, 95 págs. E. Il.

    DECERTO ignoram que o barão de Munchhäusen existiu de facto. Chamava-se Carlos Frederico Jerónimo; nasceu em 1720, na pequena cidade de Hanover-Alemanha e morreu nas suas propriedades de Bodenwerder, em 1797.

    Serviu no exército russo contra os turcos, de 1720 a 1741. Tornou-se especialmente conhecido e popular pelas incríveis fanfarronadas que lhe são atribuídas e que ficaram proverbiais.

    Essas aventuras foram relatadas primeiro pelo inglês Raspe, em 1785, е  ano seguinte foram traduzidas em alemão, com inúmeras adições, por Burger.

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  • Arco do Triunfo de Erich Maria Remarque

    Arco do Triunfo

    Erich Maria Remarque

    6,00 

    Arco do Triunfo de Erich Maria Remarque.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 382 págs. B.

    Em Arco do Triunfo, Erich Maria Remarque situa a acção nas vésperas da Segunda Guerra Mundial e reafirma-se como um escritor combativo, inimigo da tirania e do absurdo dos grandes conflitos. O romance ultrapassou o êxito das obras anteriores, foi publicado em folhetins por 385 jornais, atingiu mais de 25 milhões de exemplares e dois milhões só nos EUA. Traduzido em 22 línguas, deu origem a um filme da Metro-Goldwyn-Mayer com Ingrid Bergman, Charles Boyer e Charles Laughton.

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  • Anjo do Desespero, O

    Anjo do Desespero, O

    Heiner Muller

    10,00 

    O Anjo do Desespero de Heiner Muller.
    Relógio d’Água. Lisboa, 1997, 88 págs. B.

    «Os textos de Heiner Müller vibram de uma energia verbal em que a força obscura da palavra resulta de uma extrema lucidez: a estranheza (para quem lhe não conhece as fontes inesgotáveis) é o seu princípio, a metáfora o seu instrumento poético-político. Neste plano, Heiner Müller é afinal ¿antigo¿, produzindo, paradoxalmente, o que há de mais novo no teatro alemão: deixando que se manifeste a crueldade, o lado bárbaro e necessário, violento e autêntico das relações humanas na História (procurando retirar-lhe o filtro da racionalidade moderna e evitando toda a psicologia), tem de fazer corresponder a esses novos textos da crueldade um novo estilo, em que cada frase é como ¿a resistência de um amplificador, para o cérebro arrancar a frio¿ (Klaus Theweleit), a linguagem um material em devir, ¿um eterno gerúndio¿ (Helmut Krapp). Cada texto uma paciente caligrafia da morte, destruindo ilusões, trazendo à superfície o que se quer que seja, em cada momento, ¿a verdade, silenciosa e insuportável¿: é o programa ideal que Heiner Müller descobre entre os papéis da segunda mulher, Inge Müller, que se suicidou em 1966.»
    Do Posfácio

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  • A Alternativa Diabólica de Frederick Forsyth.

    Alternativa Diabólica, A

    Frederick Forsyth

    6,00 

    A Alternativa Diabólica de Frederick Forsyth.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 382 págs. B.
    Colecção Dois Mundos | 2

    A Rússia enfrenta a fome. Os soviéticos são forçados a depositar as suas esperanças de sobrevivência nos EUA. Mas enquanto o KGB e a CIA assistem horrorizados, o salvamento de um combatente ucraniano da liberdade no Mar Negro desencadeia uma selvajaria que põe em perigo a paz – e mergulha os líderes de Washington a Moscovo numa teia de intriga, terror e suspense avassaladores. Apenas dois amantes podem salvar o mundo da destruição nuclear. No entanto, cada saída significa morte certa, e a contagem decrescente já começou.

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  • Biblioteca das Sombras, A

    Biblioteca das Sombras, A

    Mikkel Birkegaard

    7,50 

    A Biblioteca das Sombras de Mikkel Birkegaard.
    Porto Editora. Porto, 2011, 423 págs. B.

    No coração de Copenhaga, a livraria Libri di Luca é mais do que uma simples loja de livros velhos e usados. Quando o proprietário Luca Campelli morre de forma inesperada, o seu filho Jon, um proeminente advogado, ver-se-á envolvido num mistério inquietante.

    Jon não planeia trocar a sua carreira pela livraria, mas, após uma tentativa de fogo posto à Libri di Luca, descobre que o pai era o líder de uma sociedade secreta de leitores e amantes de livros, os Lectores, criada para preservar uma tradição oculta que remontava à época do esplendor da Biblioteca de Alexandria. Os Lectores eram pessoas dotadas de um misterioso poder, tão fantástico quanto perigoso, que lhes permitia seduzir o leitor com histórias extraordinárias, evocar mundos imaginados, mas também manipulá-lo e levá-lo a pensar exatamente aquilo que queriam. Quanto mais Jon descobre, mais fica com a certeza de que a morte do pai nada teve de natural. Haverá uma conspiração no seio dos Lectores? Após inúmeras questões que escapam à sua compreensão, o jovem advogado ver-se-á obrigado a investigar as suas raízes para salvar a própria vida.

    Uma leitura fascinante e perigosa, repleta de reviravoltas e suspense, que conduzirá o leitor a fronteiras inimagináveis.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sétimo Mandamento, O

    Sétimo Mandamento, O

    Tom Fox

    7,50 

    O Sétimo Mandamento de Tom Fox.
    Topseller. Amadora, 2017, 398 págs. B.

    Serão todas as profecias verdadeiras? Durante uma escavação arqueológica realizada no centro de Roma, é encontrada uma antiga tábua de argila com sete profecias inscritas em acádio, uma língua há muito extinta. A primeira profecia previa que aquele que encontrasse a tábua morreria de forma funesta e célere. E assim acontece. Quando, uma a uma, as profecias se vão realizando, o pânico e o caos instalam-se na cidade. O relógio não para. Numa corrida contra o tempo, em que cada segredo esconde uma mentira, e em que estranhos versos de uma tábua antiga parecem conter as respostas, cabe a Angelina Calla, especialista em acádio, e a Ben Vordyx, dos Arquivos Secretos do Vaticano, descobrir o que está por detrás desta maldição. Será tudo isto real?

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  • Última Festa, A

    Última Festa, A

    Clare Mackintosh

    7,50 

    A Última Festa de Clare Mackintosh.
    Cultura Editora. S.L., 2022, 430 págs. B.

    Na véspera de Ano Novo, Rhys Lloyd tem a casa cheia de visitas. O seu resort à beira do lago é um sucesso, e ele convidou, generosamente, toda a gente na localidade para beber um copo na companhia dos novos vizinhos ricos. Será a melhor festa de sempre! Mas nem toda a gente aparece para celebrar. À meia-noite, Rhys surge a flutuar, morto, nas águas geladas do lago.

    No dia de Ano Novo, a detetive Ffion Morgan tem uma localidade cheia de suspeitos. Aquela pequena comunidade é a sua casa, portanto os suspeitos são os seus vizinhos, amigos, familiares… — e a própria Ffion tem mistérios para proteger.

    Com uma mentira descoberta a cada passo, rapidamente o que importa já não é apenas saber quem queria ver Rhys morto, mas quem realmente o matou.

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  • Ordem, A

    Ordem, A

    Daniel Silva

    7,50 

    A Ordem de Daniel Silva.
    Harper Collins. Agualva-Cacém, 2021, 414 págs. B.

    Gabriel Allon está a passar umas discretas e muito necessárias férias familiares em Veneza. O seu sossego é interrompido quando o papa Paulo VII morre de forma inesperada e o leal secretário pessoal do Santo Padre, o arcebispo Luigi Donati, chama Gabriel a Roma.

    Mil milhões de católicos foram informados de que a morte do papa se ficou a dever a um ataque cardíaco. Contudo, Donati tem duas boas razões para pensar que o Sumo Pontífice foi assassinado. A primeira é o estranho desaparecimento do guarda suíço que nessa noite estava de serviço nos aposentos pontifícios. A segunda, a carta que o Santo Padre estava a escrever nas suas derradeiras horas de vida uma carta dirigida a Gabriel.

    «Enquanto pesquisava no Arquivo Secreto do Vaticano, deparei-me com um livro absolutamente notável» O livro em questão é um Evangelho há muito suprimido, um Evangelho que questiona a precisão da imagem dada pelo Novo Testamento de um dos acontecimentos mais prodigiosos da história da Humanidade.

    Por essa razão, a Ordem de Santa Helena uma obscura sociedade católica com ligações à extrema-direita europeia não se deterá perante nada para evitar que caia nas mãos de Gabriel. Em paralelo, conspiram para se apropriarem do trono de São Pedro. E isso é apenas a ponta do icebergue.

    À medida que, em Roma, os cardeais se vão reunindo para o conclave, Gabriel embrenha-se numa investigação desesperada para reunir provas da conspiração da Ordem e para encontrar o Evangelho há muito desaparecido que poderia pôr termo a dois mil anos de ódio mortal.

    O ritmo e elegância de A Ordem prenderá os leitores desde o princípio até a um fim de cortar a respiração. É um romance de amizade e fé num mundo perigoso e repleto de incertezas. É a mais recente constatação de que Daniel Silva é o melhor escritor de suspense internacional da sua geração.

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  • Hipótese do Mal, A

    Hipótese do Mal, A

    Donato Carrisi

    8,00 

    A Hipótese do Mal de Donato Carrisi.
    Porto Editora. Porto, 2014, 422 págs. B.

    Procuro-os por todo o lado. Procuro-os sempre.

    Todos nós já sentimos, em algum momento, o desejo de desaparecer. De deixar tudo para trás. Para alguns, isso transforma-se numa obsessão que os consome e engole, até que acabam por desaparecer na escuridão. Todos se esquecem deles. Todos, menos Mila Vasquez, investigadora do Gabinete das Pessoas Desaparecidas.

    Sem que ninguém o conseguisse prever, indivíduos que se esfumaram no vazio há vários anos regressam com intenções obscuras. Uma série de crimes, sem relação aparente entre si, traz consigo uma descoberta surpreendente: os seus autores são pessoas que se pensava desaparecidas para sempre. Onde estiveram durante tanto tempo? E porque regressaram? Qual o plano maléfico a que obedecem?

    Mila percebe que para travar este exército das trevas não lhe bastam os indícios. Tem de dar à escuridão uma forma, um sentido, precisa de formular uma hipótese sólida, convincente, racional…

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  • Testemunho

    Testemunho

    Scott Turow

    7,50 

    Testemunho de Scott Turow.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2018, 477 págs. B.

    Bill Boom virou as costas a tudo o que era importante para si: a carreira, a mulher, até o seu país. Mesmo assim, quando lhe pedem que examine o desaparecimento de um campo inteiro de refugiados do Kosovo, um caso por resolver há dez anos, sente-se arrastado para o caso mais difícil da sua carreira. Para descobrir o que aconteceu durante o caos apocalíptico que se seguiu à guerra da Bósnia, Boom investiga uma panóplia de suspeitos, que vai dos paramilitares sérvios a redes de crime organizado e ao governo norte-americano, enquanto se movimenta também por entre as coloridas personagens desta história, com as suas alianças e traições: Layton Merriwell, general norte-americano caído em desgraça; Ferko Rincic, o único sobrevivente do massacre, e Esma Czarni, uma sedutora advogada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.