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  • Red Moon Rising

    Red Moon Rising

    Matthew Brzezinski

    10,00 

    Red Moon Rising de Matthew Brzezinski
    Times Books. Nova Iorque, 2007, 322 págs. E.

    On 4 October 1957, at the height of the Cold War, the Soviet Union secretly launched Sputnik, Earth’s first artificial moon, which passed over the American continent once every 101 minutes. This book describes a time when two nations and ideologies were pitted against each other in a quest that laid the foundations of the technological world.

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  • Na Palestina no Tempo de Jesus de Daniel-Rops

    Palestina no Tempo de Jesus, Na

    Daniel-Rops

    10,00 

    Na Palestina no Tempo de Jesus de Daniel-Rops.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 530 págs. B.
    Colecção: A Vida Quotidiana | 17

    A vida de um menino de Israel, no meio da sua família e dos imperativos da sociedade do país em que nasceu, e onde era esperada ardentemente a vinda do Messias, numa obra de sólida documentação e de leitura empolgante, da autoria de um dos mais ilustres escritores franceses de hoje

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  • O Corpo de Estado-Maior do Exército Português de Maria João Vaz

    Corpo de Estado-Maior do Exército Português, O

    Maria João Vaz

    6,00 

    O Corpo de Estado-Maior do Exército Português: Apogeu e Queda de Maria João Vaz.
    ISCTE. Lisboa, 2013, 206 págs. B.

    Revista Ler História, nº 65Número especial da revista académica Ler História (ISCTE) dedicado ao Corpo de Estado-Maior (CEM) do Exército português no período 1937–1974. A investigação central, da autoria de João Neves, analisa a refundação do CEM nos anos iniciais do Estado Novo — momento em que este corpo se institucionalizou de forma a criar rapidamente a reputação de uma elite intelectual e decisória no seio do Exército — integrando-a no contexto político e militar da época, tanto a nível nacional como internacional. Os restantes artigos do número percorrem o apogeu e a progressiva erosão desta instituição até à sua transformação no âmbito do processo revolucionário de 1974.

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  • Codex Templi de Teresa Pinto Furtado

    Codex Templi

    Teresa Pinto Furtado

    30,00 

    Codex Templi: os mistérios templários à luz da história e tradição de Teresa Pinto Furtado.
    Zéfiro. Sintra, 2007, 766 págs. B. Il.

    Esta é uma obra que nasce com o propósito de se tornar num clássico de referência na divulgação dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão.

    Nestas páginas é transmitida ao leitor uma perspectiva integral e essencial sobre a Ordem do Templo. Por um lado, a investigação rigorosa, fiel à história e, por outro, um aprofundar de ideias transcendentes à luz da mais genuína Tradição: o esoterismo templário e a sua espiritualidade.

    A Delegação Portuguesa da Templespaña, Gualdim Pais, reúne neste projecto um grupo de autores portugueses e espanhóis dedicados à investigação templária, com concepções plurais e diversificadas que giram em torno das chaves e mistérios desta Ordem.

    Esta enciclopédia aborda as origens da Ordem do Templo, a sua teologia, as suas regras, os seus documentos, os seus símbolos, a sua arquitectura, os seus usos e costumes, o seu aspecto militar, a sua capacidade financeira, a sua dimensão tradicional e espiritual, o seu processo inquisitorial, o seu apogeu e trágica queda…

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  • Luanda & Bahia

    Luanda & Bahia

    Washigton Nascimento

    20,00 

    Luanda & Bahia: identidades e etnicidades em contextos contemporâeneos de Washigton Nascimento [et al.]
    Pontes Editores. Brasil, 2020, 185 págs. B.

    Este livro reúne pesquisas em torno de temas ligados a identidades e etnicidades em Luanda (Angola) e na Bahia (Salvador e Recôncavo). Ele analisa, por um lado, os processos discursivos criados pelos europeus e suas ciências (notadamente a História e Antropologia) para a descrição, análise e controle dos “outros” inventariados no processo de colonização e, por outro, como se dá o processo de construção das identidades neste contexto. Washington Nascimento, por meio do debate em torno dos assimilados, busca perceber as identidades e alteridades produzidas no encontro colonial, bem como as tentativas de criação de uma identidade nacional angolana a partir de Luanda. Marise de Santana dedica-se a discutir as diferentes dimensões dos conflitos étnicos (e religiosos) no recôncavo baiano, mais propriamente em Candeias e São Francisco do Conde. Edson Ferreira analisa de que formas a exposição de fotografias “Fé e Festa nos Janeiros da Cidade da Bahia: São Salvador” impactou nos olhares sobre a cidade de Salvador e nos pertencimentos dos frequentadores da mostra fotográfica.

  • Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto de Washington Nascimento

    Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto

    Washington Nascimento

    21,50 

    Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto: trânsitos culturais no sul de Angola de Washington Nascimento.
    FVG Editora. Brasil, 2023, 323 págs. B. Il

    A história contada neste livro começa com a chegada em Angola dos luso-brasileiros (pernambucanos) em meados do século XIX e como esse grupo foi fundamental na formação da região, que os europeus chamavam de Moçâmedes, mas que para os Kuvale era Mussungo Bitoto. Depois se dedica a pensar como os africanos escravizados oriundos do Brasil, que vieram com seus senhores, contribuíram na formação de um novo grupo social na região, os Mbali, cuja maior expressão identitária e cultural são a sua arte mortuária e a festa da cruzeta, que mistura aspectos do universo afro-brasileiro com o kimbundu, ovimbundu e herero. Tais sujeitos, com origens bem diversas, assim como os acontecimentos desses três últimos séculos, se amalgamaram em uma realidade diversificada e contraditória, riquíssima, e que se manifesta em práticas culturais-artísticas recentes, como a poesia, fotografia e música. Estamos tratando de um universo complexo, ancestral, colonial e afrofuturista, uma mistura de estéticas e origens diversas que conectam e denunciam realidades diferentes, atrelando para sempre Pernambuco, Mussungo Bitoto, Moçâmedes, Namibe; Brasil e Angola.

  • Revoltas Escravas de João Pedro Marques

    Revoltas Escravas

    João Pedro Marques

    6,00 

    Revoltas Escravas: Mistificações e Mal-Entendidos de João Pedro Marques.
    Guerra e Paz. Lisboa, 2006, 129 págs. B.

    Os escravos africanos terão sido os primeiros antiescravistas do mundo colonial moderno? A sua resistência terá sido a causa principal do fim da escravidão? As leis abolicionistas que os vários países ocidentais aprovaram a partir de finais do século xviii terão sido apenas o capítulo final da épica luta antiescravista mantida pelas populações escravas?

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  • Semba vai à Luta, O

    Semba vai à Luta, O

    Washington Nascimento

    18,50 

    O Semba vai à Luta: Liceu Vieira Dias, Ngola Ritmos e o Movimento pela Independência de Angola de Washington Nascimento.
    Elivulu Editora. Luanda, 2024, 344 págs. B.

    Conta a história de Liceu Vieira Dias e do Ngola Ritmos, um conjunto musical fundado em Luanda, no ano de 1947. Dos cinco membros iniciais, dois foram presos no campo de concentração do Tarrafal, e dois foram colocados em liberdade vigiada em Angola. Na perspectiva musical, esse grupo será um dos criadores do Semba. É também a história da cultura urbana de Luanda, sobretudo do teatro, literatura e cinema das décadas de 1950 a 1970. Bem como uma história das mulheres e suas atuações como cantoras, atrizes e locutoras de rádio. Este livro é sobre o uso da liberdade de expressão e artística, sem a qual não se é artista na plenitude.

  • Angola 1977

    Angola 1977

    Manuel Tiago

    15,00 

    Angola 1977 de Manuel Tiago.
    Elivulu Editora. Luanda, 2024, 224 págs. B

    «Angola 1977», coordenado por Manuel Tiago, é uma obra que reúne textos que reflectem o compromisso com a busca e esclarecimento da verdade, seja filosófica, literária, espiritual ou factual sobre os acontecimentos trágicos do 27 de Maio de 1977. Os autores, com as suas perspectivas e experiências únicas, guiam-nos por caminhos de reflexão e descoberta, incentivando-nos a questionar, a pensar criticamente e a ampliar os nossos horizontes. Ao folhearmos as páginas deste livro, somos convidados a embarcar numa jornada literária que confronta versões anteriores, revelando vozes críticas e experiências presentes na escrita de cada autor representado. Cada texto é uma porta de entrada para um mundo particular, carregado de significados, reflexões e emoções que ecoam para além das fronteiras do nosso país e conectam mentes.

     

  • A Revolução Francesa de A. Mandred

    Revolução Francesa, A

    A. Mandred

    5,00 

    A Revolução Francesa de A. Mandred
    Editora Arcádia. Lisboa, 1963, 379 págs. B.
    Biblioteca Arcádia de Bolso | 34

    A Revolução Francesa foi um período de intensa agitação política e social iniciado em 1789, marcado pela crise económica, desigualdades sociais e contestação ao poder absolutista. Derrubou o Antigo Regime e levou à abolição da monarquia, à implantação da República e a várias fases de instabilidade, incluindo o Terror. O processo terminou com a ascensão de Napoleão Bonaparte, deixando um impacto duradouro na Europa

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  • Hitler e as Religiões da Suástica de Jean Angebert

    Hitler e as Religiões da Suástica

    Jean Angebert

    7,50 

    Hitler e as Religiões da Suástica de Jean Angebert
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 288 págs. E. Il.

    A influência que a religião cátara exerceu sobre Hitler, a escolha da cruz gamada como símbolo do nazismo e a procura obcecada pelo Graal são alguns dos temas aqui tratados pelo autor que questiona ainda : “Quereria Hitler torna-se para além de chefe temporal, no chefe espiritual deste mundo terrestre? »

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  • Bíblia Tenha Razão

    Bíblia Tenha Razão

    Werner Keller

    6,00 

    Bíblia Tenha Razão: a verdade histórica da bíblia demonstrada pela arqueologia de Werner Keller
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 428 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 10

    As escavações, os estudos arqueológicos e a erudição histórica foram, pouco a pouco, revelando e comprovando a veracidade dos textos bíblicos. Este livro excepcional, que em poucos dias deu a volta ao mundo com o maior aplauso de todos os credos, é a história viva e apaixonante do mais célebre recanto da Terra, através das páginas da Bíblia e das vicissitudes romanescas da confirmação delas pelas descobertas dos sábios.

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  • Ancien Regime de C. B. A. Behrens

    Ancien Regime

    C. B. A. Behrens

    6,00 

    Ancien Regime de C. B. A. Behrens
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 214 págs. E. Il.

    É arriscado apresentar este estudo como a primeira tentativa séria de análise ao carácter do Ancien Régime, desde o clássico de Tocqueville a 1856. O termo Ancien Régime foi usado a primeira vez por escritores dessa época para designar retrospectivamente a estrutura social e política da França, que viria a desaparecer com a Revolução. O presente livro demonstra que o termo pode bem ser aplicado a diferentes países e épocas por exemplo à Rússia de fins do século XIX. Está porém em causa a França de entre 1748 e 1789. E aqui se estuda uma sociedade complexa – economia, instituições, crenças e a sua erosão devida a alterações materiais e ideológicas.

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  • Treblinka de Jean-François Steiner

    Treblinka

    Jean-François Steiner

    6,00 

    Treblinka: a revolta de um campo de extermínio de Jean-François Steiner
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1973, 392 págs. E.

    «Porque se deixaram os judeus levar para o matadouro como carneiros?», perguntavam, indignados, os jovens «sabras» de Israel por ocasião do processo de Eichman. Na Europa, também muitos judeus da nova geração, não tendo conhecido o nazismo, fazem a mesma pergunta. O facto é que, no universo concentracionário, todos os povos têm tido o mesmo com- portamento: uma preparação cuidadosamente elaborada pelos SS assegurava a submissão dos condenados. Em 1947, em «Les jours de notre mort», Rousset escrevia: «O triunfo dos SS exige que a vítima torturada se deixe levar ao pelourinho sem protestar, que se desminta e se abandone até ao ponto de cessar de afirmar a sua identidade… Nada há de mais terrível do que estas procissões de seres humanos caminhando para a morte como manequins.»

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  • Inferno das Mulheres: Auschwitz de Christian Bernadac

    Inferno das Mulheres: Auschwitz

    Christian Bernadac

    7,00 

    Inferno das Mulheres: Auschwitz de Christian Bernadac
    Editorial Inova. Porto, 1972, 401 págs. B.
    Colecção Ofício de Viver | 18

    Christian Bernadac é um escritor já bem conhecido do público português. O conjunto dos seus livros, que a Editorial Inova tem vindo a publicar- OS MÉDICOS MALDITOS; OS MÉDICOS DO IMPOSSÍVEL; OS FEITICEI-ROS DO CÉU; O COMBOIO DA MORTE -e que só em França já ultrapassou um milhão de exemplares, constitui um autêntico processo dos crimes cometidos pelo regime hitleriano. INFERNO DE MULHERES, o último, e que é dedicado às deportadas de Auschwitz que, apesar da sua frágil condição de mulheres, souberam, tão bem como os homens, resistir ao inferno dos campos nazis, abre um novo capítulo na sua obra.

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  • Os Fenícios de Donald Harden

    Fenícios, Os

    Donald Harden

    7,00 

    Os Fenícios de Donald Harden.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1968, 331 págs. B. Il.
    Colecção: Historia Mundi | 9

    O Povo: suas origens e afinidades;
    Geografia;
    A História dos Fenícios na sua pátria;
    A Expansão Fenícia no Ultramar;
    Cartago: sua origem e história;
    Governo, constituição, estrutura social;
    Religião;
    Língua, Escrita, Textos;
    A Guerra;
    Cidades;
    Indústria;
    Comércio, Viagens e Explorações;
    Arte.

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