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  • Pessoa Revisitado

    Pessoa Revisitado

    Eduardo Lourenço

    15,00 

    Pessoa Revisitado: Leitura Estruturante do Drama em Gente de Eduardo Lourenço
    Editorial Inova. Porto, 1973, 247 págs. B.

    “A terra inteira está povoada de anacoretas pessoanos dedicados noite e dia à sua glosa antropofágica, consumindo na mesma adorante devo(ra)ção a poesia de Pessoa e a glosa dos outros glosadores.”
    Exemplar com ténues sinais de manuseamento nas capas de brochura, miolo em bom estado de conservação.

    📝 Assinatura de posse.

  • NOVELA POLICIAL DEDUTIVA EM FERNANDO PESSOA DE FERNANDO LUSO SOARES

    Novela Policial-Dedutiva em Fernando Pessoa

    Fernando Luso Soares

    10,00 

    Novela Policial-Dedutiva em Fernando Pessoa de Fernando Luso Soares.
    Diabril. Lisboa, 1976, 144 págs. B.
    🗂️ Colecção: Extra | 7

    Estudo de Fernando Luso Soares sobre a presença do género policial-dedutivo na obra de Fernando Pessoa, centrado na figura do Dr. Quaresma, decifrador criado pelo poeta. A obra reúne ainda, pela primeira vez publicados a partir do espólio do autor, textos policiais inéditos de Pessoa, entre os quais «O Roubo na Quinta das Vinhas» e «O Caso Vargas».

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição.
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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  • Literatura Novelística na Idade Média Portuguesa de Luciano Rossi

    Literatura Novelística na Idade Média Portuguesa

    Luciano Rossi

    6,00 

    Literatura Novelística na Idade Média Portuguesa de Luciano Rossi.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1979, 121 págs. B.

    A história da novelística no quadro da literatura medieval portuguesa obriga a renunciar à distinção tradicional entre as formas longas de narração ficcionista, como os romances de cavalaria, e as formas breves do conto e da novela curta. Só assim, para além da aparente escuridão em que parecia mergulhado esse género literário no Portugal mediévico, se abrem alguns raios de luz francamente reveladores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz

    Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz

    Ernesto Guerra da Cal

    15,00 

    Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz de Ernesto Guerra da Cal.
    Editorial Aster. Lisboa, s.d., 351 págs. B.

    “O Autor de Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz é justamente considerado um dos maiores especialistas de temas queirozianos. É também, dentro da cultura galega e das Letras hispânicas, um lusófilo de primeiro plano. (…) A obra que editamos pela primeira vez em língua portuguesa é tradução rigorosa do original castelhano, editado pela Universidade de Coimbra e acrescentou, à obra já em provas, algumas notas bibliográficas (…)”.— retirado do texto da badana.

    📝 Assinatura de posse.

  • Leitor e a Verdade Oculta

    Leitor e a Verdade Oculta

    Alan Freeland

    7,50 

    Leitor e a Verdade Oculta: Ensaios Sobre Os Maias de Alan Freeland.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 171 págs. B.

    «Os Maias eram uma antiga família da Beira, sempre pouco nume rosa, sem linhas colaterais, sem parentelas e agora reduzida a dois varões, o senhor da casa, Afonso da Maia, um velho já, quase um antepassado, mais idoso que o século, e seu neto Carlos que estudava medicina em Coimbra.» É deste modo que, nas primeiras páginas de Os Maias, é escamoteada uma informação essencial, começando o leitor logo aqui a ser posto à prova, no seu papel de detective, pelo autor.

     

    Este ensaio parte de uma análise da discrepância, muito vincada em Os Maias, entre cronologia e ordem narrativa. Mostra como o processo narrativo de Eça acaba por revelar uma estrutura de histórias encaixadas, na qual está implícita toda uma temática da desordem: as histórias, os nomes, as identidades, são enganadores e indiciam, sob a ordem aparente, uma profunda confusão social. Para Eça, as fontes dessa confusão encontram-se, nesta sociedade, no passado e na corrupção do sistema semiológico. De facto, o próprio autor coloca-nos num sistema de sinais em que se não pode confiar, cuja leitura nos ajuda a melhor compreender a visão queirosiana da mudança social no Portugal do século XIX. A manipulação das expectativas do leitor põe por fim em causa a fé contemporânea, tanto de positivistas como de republicanos, na evolução do «organismo social», na Ordem e no Progresso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Fernando Pessoa: a Obra e o Homem

    Fernando Pessoa: a Obra e o Homem

    António Quadros

    20,00 

    Fernando Pessoa: a Obra e o Homem de António Quadros.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 2 vols. B.

    Autor de uma obra plurifacetada e por vezes polémica, António Quadros publicou numerosos livros de pensamento, de critica e de estética, como «O Movimento do Homem», «A Teoria da História em Portugal», «O Espírito da Cultura Portuguesa», «Critica e Verdade», «Ficção e Espírito» ou «A Arte de Continuar Portuguès». Como poeta e ficcionista, recordemos «Viagem Desconhecida», «Imitação do Homem», «Ó Portugal, Ser Profundo», bem como os contos de Anjo Branco, Anjo Negro» e de «Histórias do Tempo de Deus», estes galardoados com o Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciências e com o Prémio de Novelística da Casa da Imprensa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Campo Barroco

    Campo Barroco

    Maria Helena Henriques Saldanha

    6,00 

    Campo Barroco de Maria Helena Henriques Saldanha.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2001, 127 págs. B.

    Campo Barroco apresenta-se como um breve ensaio literário e histórico que pretende satisfazer o interesse de um público diverso. Houve a necessidade de contextualizar, introduzir e comentar as composições poéticas seleccionadas do “Livro do Bordalengo” (homenageando aquele que realizou a compilação poética que serve de fonte de trabalho da presente obra), pois, de outro modo, o estudo realizado poderia ser interpretado de forma incorrecta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • António Nobre: Precursor da Poesia Moderna

    António Nobre: Precursor da Poesia Moderna

    João Gaspar Simões

    5,00 

    António Nobre: Precursor da Poesia Moderna de João Gaspar Simões.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 87 págs. B.

    “Poucos poetas como António Nobre terão exercido uma influência tão poderosa nas recentes tendências da poesia nacional. Poucos poetas como ele terão sido tão naturalmente originais. Poucos terão devido tão pouco à poesia estrangeira. Eis o precursor da poesia moderna portuguesa que mais activa influência continua a exercer”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Almanaques de Eça de Queirós

    Almanaques de Eça de Queirós

    Carlos Reis

    5,00 

    Almanaques de Eça de Queirós de Carlos Reis.
    Biblioteca Nacional. Lisboa, 2002, 69 págs. B

    O manuscrito que agora se edita não corresponde exactamente aquele que até agora havia sido publicado, inicialmente no Almanaque Enciclopédico para 1896, mais tarde em volumes como o Dicionário de Milagres (que, em rigor, não é uma obra de Eça) e nas Notas Contemporâneas. Já na sua Bibliografía Queirociana, Guerra da Cal informava que «Eça eliminó de este prefacio tres párrafos, con un total de 25 líneas, referentes a Leibniz, que figuran en el manuscrito original» (GUERRA DA CAL 1975); esse passo foi mais tarde publicado, em Ver e Crer (Novembro de 1946, n.º 19).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Primitivo Teatro Português de Luiz Francisco Rebello

    Primitivo Teatro Português

    Luiz Francisco Rebello

    6,00 

    PRIMITIVO TEATRO PORTUGUÊS DE LUIZ FRANCISCO REBELLO
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1977. 118 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Breve | 5

    Ensaio de síntese histórica sobre as origens e a evolução do teatro em Portugal, abrangendo o período que antecede a obra de Gil Vicente e a consolidação do teatro renascentista. O autor, Luiz Francisco Rebello, analisa as manifestações dramáticas medievais, os espetáculos de corte, os momos e os mistérios de pendor religioso, enquadrando as produções no contexto sociocultural da época. O volume inclui notas bibliográficas adicionais orientadas para o estudo da dramaturgia portuguesa primitiva.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 180g
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  • Poses para um Retrato de Época

    Poses para um Retrato de Época

    José Viale Moutinho

    10,00 

    Poses para um Retrato de Época: Camilo Castelo Branco visto pelos seus contemporâneos de José Viale Moutinho [Org.].
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2005, 338 págs. B.

    Poses para um Retrato na Época é uma antologia de páginas sobre Camilo Castelo Branco da autoria de alguns dos escritores e jornalistas que o conheceram, pessoal e literariamente. José Viale Moutinho pretende com este livro arrolar materiais, com importância inclusive sociológica, que permitam uma maior aproximação ao Homem e ao Escritor. E aqui estão palavras de Ana Plácido, a companheira de Camilo, de Ramalho e de Júlio César Machado, seus amigos, de Ricardo Jorge, de Trindade Coelho e de Júlio Dinis, de Eça e de Bruno, de Silva Pinto e de Oliveira Martins, de Fialho e de Pinheiro Chagas, críticas, narrativas de episódios e de ambientes, bem como alguns documentos parlamentares justificativos da compensação de uma obra literária com uma coroa de visconde…

    Eis, enfim, uma mão-cheia de prefácios, cartas, crónicas, artigos e apenas um breve poema, que constituem os traços, as sombras e a iluminação de um retrato de Camilo, que, intencionalmente, acaba por acontecer apenas a sépia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Questão de Coimbra de Maria José Marinho

    Questão de Coimbra

    Maria José Marinho

    6,00 

    A revolta nasceu românticae exaltadamente utópica, muitas vezes fulanizada, mas sempre segura e firme:
    “Fomos todos assim, naquela encantada e quase fantástica Coimbra de há uns anos. Um sopro romántico, cálido, mas balsamico, fazia rebentar tumultuariamente as nossas primaveras em borbotões» (Antero de Quental). Com esta exaltação e violência, neste «tumulto mental», os representantes da moderna geração ansiavam por intervir na vida nacional.

  • Pessoa Inédito

    Pessoa Inédito

    Teresa Rita Lopes

    15,00 

    Deste “português à inglesa” publicamos 272 textos. Seguimos a sua infatigável caminhada através da pátria língua portuguesa, demarcando-se dos sebastianistas e dos nacionalistas ferrenhos.



    Zelou pela integridade dessa “língua imperial” [a do 5.º Império, que falaria português] e longamente teorizou sobre a sua ortografia. Cumprindo uma vocação permanente de pedagogo o vemos a querer ensinar os tradutores e os críticos literários a sê-lo. O objectivo é sempre o mesmo, claramente assumido: o de ser um “criador de civilização”. Seguimos-lhe o percurso ao longo da vida-obra, muito particularmente como animador de revistas, de Orfeu e Atena.

  • Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa de Fernanda Frazão

    Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa

    Fernanda Frazão

    10,00 

    Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa de Fernanda Frazão.
    Amigos do Livros Editores. Lisboa, 1983, 418 págs. E.

    Primeira edição deste muito útil dicionário que procura fornecer os dados biobibliográficos essenciais sobre os mais importantes escritores de língua portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pyrene de Fidelino de Figueiredo

    Pyrene

    Fidelino de Figueiredo

    15,00 

    PYRENE: Ponto de vista para uma introducção à história comparada das literaturas portuguesa e espanhola  DE FIDELINO DE FIGUEIREDO
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1935. 188 págs. B. Il.

    Fidelino de Figueiredo apresenta as ideias gerais que servem de introdução à história comparada das literaturas portuguesa e espanhola, os dois principais matizes da civilização ibérica. A obra encontra-se ilustrada em extratexto com retratos de escritores portugueses e espanhóis, constituindo um marco fundamental na bibliografia ensaística e crítica do autor.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 280g
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  • Garrett Político

    Garrett Político

    Maria da Graça Garcia

    5,00 

    Garrett Político: Catálogo da Exposição de Maria da Graça Garcia [et al.].
    Biblioteca Nacional. Lisboa, 1999, 100 págs. B.

    A exposição Garrett Politico, que agora vem articular-se com a mais ampla exposição bibliográfica, iconográfica e documental organizada pela Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, constitui um dos contributos da Biblioteca Nacional para que, condignamente, se relembre a memória desse que foi um grande escritor, também por ter sido um grande cidadão. Noutros termos: de um escritor que também foi político, porque os tempos conjugados do Romantismo e do Liberalismo estimulavam o directo e ardoroso empenhamento na vida activa, que era a da cidadania e a da luta por ideais que a estruturavam.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.