A mostrar 177–192 de 322 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Esquemas de Lições sobre «Os Lusíadas»

    Esquemas de Lições sobre «Os Lusíadas»

    Hennio Morgan Birchal.

    7,50 

    Esquemas de Lições sobre «Os Lusíadas» de Hennio Morgan Birchal.
    Comissão Executiva do IV Centenário da Publicação de «Os Lusíadas». Lisboa, 1972, 48 págs. B.

    Afirmam geralmente os tratadistas que Os Lusíadas foram compostos à imagem da Eneida, de Virgilio. Tal assertiva merece ser estudada mais de perto, porque não é toda a verdade.

     

    A verdade é que o poema de Camões se insere na linha épica greco-romana, da Iliada, da Odisseia e da Eneida. E, embora se entenda e diga que esta imita, em globo, os dois poemas homéricos, há alguma coisa n’Os Lusíadas que, afastando-se do poema latino, aproxima-se das obras gregas, especialmente da Odisseia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Épica, Épicas, Épica Camoniana

    Épica, Épicas, Épica Camoniana

    Maria Isabel Rebelo Gonçalves

    7,00 

    Épica, Épicas, Épica Camoniana de Maria Isabel Rebelo Gonçalves [et al.].
    Edições Cosmos. Constância, 2017, 88 págs. B.

    Épica grega de Maria Isabel Rebelo Gonçalves

    Os Lusíadas e o exotismo literário de Maria Leonor Carvalhão Buescu

    Os Lusíadas e a épica latina de Justino Mendes de Almeida

    Que farei eu com este poema? de de Maria Vitalina Leal de Matos

    Como evolui o projecto da epopeia ao longo d’Os Lusíadas de de Maria Vitalina Leal de Matos

    Camões e o Renascimento de José V. de Pina Martins

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lusíadas de Luís de Camões

    Lusíadas de Luís de Camões

    Manuel dos Santos Alves

    7,00 

    Os Lusíadas de Luís de Camões: Dicionário, Síntese, Comentários de Manuel dos Santos Alves.
    Ed. Autor. Viseu, 1973, 307 págs. B.

    As estâncias dos Lusíadas constituem pretexto de análise, desde que se atribua ao conceito estudante o sentido lato.

    A fundamentação dos comentários gramaticais, que porventura não pareçam evidentes, cabe ao professor e depois ao aluno que, pela reflexão dos seus ensinamentos e pelo estudo da «Gramática», poderá adquirir certo domínio da língua.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lírica de Camões 2 - Sonetos (Tomo I) de Leodegário A de Azevedo Filho

    Lírica de Camões 2 – Sonetos (Tomo I)

    Leodegário A de Azevedo Filho

    7,00 

    A lingua portuguesa é parte grande da herança cultu ral que os portugueses e luso-descendentes nos transmitiram ao longo de três séculos. Difundiu-se e criou raizes em todas as latitudes de nosso território, generalizou-se verticalmente, tornando-se o instrumento de comunicação entre as camadas sociais dos mais variados niveis. De tal maneira se arraigou na alma…

  • Dois Excursos Camonianos

    Dois Excursos Camonianos

    Carlos Eduardo de Soveral

    7,00 

    Dois Excursos Camonianos e Duas Notas Lusíadas de Carlos Eduardo de Soveral.
    Hugin Editores. Lisboa, 2002, 103 págs. B.

    A todos aqueles que nesta hora de suprema provação para o espírito lusíada buscam em Camões e na prodigiosa Fidelidade camoniana os alento, inteligência e norte indispensáveis à enérgica continuação da viagem portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Comentarios a Camões Vol.1 e 2: Sonetos

    Comentarios a Camões Vol.1 e 2: Sonetos

    Rita Marnoto

    15,00 

    Comentarios a Camões Vol.1 e 2: Sonetos. Rita Marnoto [Coord.].
    Cotovia. Lisboa, 2012, 254 págs. B.

    A Cotovia e o Centro Interuniversitários de Estudos Camonianos lançam os primeiros dois volumes com comentários aos sonetos de Camões:

    “Eu cantarei de amor tão docemente” Maurizio Perugi – “Tanto de mau estado me acho incerto” Rita Marnoto – “Amor é um fogo que arde sem se ver” Rita Marnoto – “Se as penas com que amor tão mal me trata” Roberto Gigliucci – “Transforma-se o amador na cousa amada” Barbara Spiaggiari. Coordenação de Rita Marnoto.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Camões, Poeta pelo Mundo em Pedaços Repartido de Aníbal Pinto Castro

    Camões, Poeta pelo Mundo em Pedaços Repartido

    Aníbal Pinto Castro

    6,00 

    É por estes caminhos que, dando lugar a um permanente fenómeno de recepção crítica e recriativa, mas também a um ininterrupto movimento de hermenêutica cívica, ideológica e até política, ainda quando degenerada em fonte de desvios e interpretações manifestamente erradas, que Camões (e com ele a sua obra!) assume o seu pleno significado na cultura…

  • Camões: Comemoração do Centenário de «Os Lusíadas» de José Filgueira Valderde

    Camões: Comemoração do Centenário de «Os Lusíadas»

    José Filgueira Valderde

    8,00 

    Foi para resgatá-lo do ficheiro morto da Literatura Universal, e trazê-lo ao doce convívio das nossas letras que se escreveu este livro, mero guia para novos leitores de Camões. Ninguém espere encontrar revelações ou novidades nestas páginas. Não é obra de investigação directa nem tem, como hoje se diz, a preocupação de ser exaustiva. Se…

  • Amor em Camões

    Amor em Camões

    Reis Brasil

    10,00 

    Amor em Camões: Nova Interpretação de Tipo Psicológico) de Reis Brasil.
    Tipografia do «Jornal do Fundão». Fundão, 1957, 160 págs. B.

    «Um dos estudos camonianos de mais sólida contextura e de mais largo alcance espiritual que se têm publicado nos nossos dias».

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Pobre Homem da Póvoa do Varzim

    Pobre Homem da Póvoa do Varzim

    Fidelino de Figueiredo

    15,00 

    Pobre Homem da Póvoa do Varzim de Fidelino de Figueiredo.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 191 págs. B.

    Apesar da sua aparência coletícia, este livrinho, em que nem sequer se acatou a sucessão cronológica dos escritos, não deixa de ter sua unidade intrínseca. Tem aquela pobre unidade que lhe atribui a sequência da trajectória de um espírito que nas suas experiências e reflexões vezes várias se aproximou e se afastou da luz forte e serena de outro espírito. Poderia trazer à lembrança aqueles modestos aerólitos que aparecem e desaparecem, quando no seu longo giro entram na atmosfera da Terra ou saem dela, porque só esse mergulho apressado os torna luminosos.

    📝 Assinatura de posse

  • Sinais e os Sentidos: Literatura Portuguesa do Século XX

    Sinais e os Sentidos: Literatura Portuguesa do Século XX

    Óscar Lopes

    8,00 

    Estudos sobre: Jaime Cortesão; Fernando Pessoa; Carlos Selvagem; Ferreira de Castro; Vitorino Nemésio; Alves Redol; Manuel Tiago; Vergílio Ferreira; Fernando Namora; Sophia de Mello Breyner Andresen; Jorge de Sena; Maria Judite de Carvalho; Egito Gonçalves; Agustina Bessa Luís; José Saramago; Urbano Tavares Rodrigues; António Ramos Rosa; Bernardo Santareno; José Cardoso Pires; Augusto Abelaira e Almeida…

  • Garrett às Portas do Milénio

    Garrett às Portas do Milénio

    Fernando Mão de Ferro

    7,50 

    Garrett às Portas do Milénio de Fernando Mão de Ferro [Dir.].
    Edições Colibri. Lisboa, 2002, 239 págs. B.

    Estas minhas interessantes viagens hão-de ser uma obra–prima, erudita, brilhante de pensamentos novos, uma coisa digna do século. Preciso de o dizer ao leitor, para que ele esteja prevenido; não cuide que são quaisquer dessas rabiscaduras da moda que, com o título de Impressões de Viagem, ou outro que tal, fatigam as imprensas da Europa sem nenhum proveito da ciência e do adiantamento da espécie.
    (…)
    Hoje o mundo é uma vasta barataria, em que domina el-rei Sancho.

    Depois há-de vir D. Quixote.

    O senso comum virá para o milénio: reinado dos filhos de Deus! Está prometido nas divinas promessas…

    Almeida Garrett, Viagens na minha Terra, Capítulo II

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Desenhar o Vento

    Desenhar o Vento

    Ernesto Ferrero

    7,00 

    Desenhar o Vento: A última viagem do Capitão Salgari de Ernesto Ferrero.
    Teodolito. Porto, 2012, 206 págs. B.

    Um excelente romance que é, também, uma sentida homenagem a um autor com quem muitos de nós «aprendemos» a ler.

    Um romance que explora a margem entre realidade e imaginação, entre vida e literatura, entre aquilo que somos e aquilo que gostaríamos de ser.

    «O pai dos heróis», Emilio Salgari, é o escritor que influenciou sucessivas gerações de leitores, criando centenas de personagens e aventureiros arrastados pela força irresistível de uma eterna juventude. Mas o verdadeiro herói é ele, o jornalista de Verona apaixonado pelo ciclismo e pela esgrima, péssimo estudante e leitor omnívoro, que persegue tormentosos sonhos de vingança, escrevendo romances em folhetins.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • António Nobre em Paris, Só: Correspondência

    António Nobre em Paris, Só: Correspondência

    Fernando Carmino Marques

    8,00 

    António Nobre em Paris, Só: Correspondência de Fernando Carmino Marques [Org.].
    Caixotim Edições. Porto, 2005, 182 págs. B.

    Transcrição e estudo de quarenta e sete cartas que António Nobre escreveu e enviou durante a sua permanência em Paris, entre Novemnro de 1890 e Março de 1895, destinadas essencialmente a Alberto de Oliveira e Augusto Nobre, amigo e irmão respectivos do poeta.

    “A leitura desta cartas mostra-nos uma interessante relação com o Só, a intertextualidade existe entre os vários textos afigura-se-nos elucidativa de aspectos menos conhecidos da personalidade do seu autor”. da Introdução

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra

    Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra

    Victor. J. Mendes

    7,00 

    Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra de Victor. J. Mendes.
    Cosmos. Lisboa, 185 págs. B.

    Será magra consolação que o modelo das Viagens na Minha Terra, mais que o Tristram Shandy, fossem os escritos de Xavier de Maistre.

    O maior motivo de interesse do livro de Victor J. Mendes é sugerir uma descrição alternativa das Viagens na Minha Terra que, se for verdadeira, as torna precursoras de O Sentimento dum Ocidental, de Cesário Verde, mais do que epigonais em relação ao Voyage autour de ma chambre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX

    Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX

    E. M. de Melo e Castro

    6,00 

    Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX de E. M. de Melo e Castro.
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1980, 113 págs. B.

    A palavra Vanguarda tem hoje uma carga significativa que torna relevante o seu uso nas interpretações literárias.

     

    Não se faz neste ensaio uma história da poesia portuguesa no século XX mas sim uma nova leitura, sincrónica e perspectivada, sob o critério operacional da noção de Vanguarda.

     

    Procura-se inquirir os vários significados dessa mesma noção e a maior ou menor pertinência das suas práticas no contexto da poesia portuguesa do presente século.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.