Renascença Portuguesa – Teixeira Rego de Pinharanda Gomes. Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1984, 136 págs. B.
O movimento cultural da «Renascença Portuguesa» iniciado no Porto em 1910-11, assumiu expressões diversas na poesia, na filosofia, na ciência e na política, que se reflectiram na diversidade de rumos dos que nele participaram.
O polígrafo Teixeira Rêgo foi uma das figuras relevantes desse movimento de renovação como escritor e investigador de largo saber erudito, inspirado num humanismo de propensão pessimista mas aberto às novas correntes da cultura na sua época.
PRINCÍPIO E MANIFESTAÇÃO: METAFÍSICA E TEOLOGIA DA ORIGEM EM TEIXEIRA DE PASCOAES DE PAULO BORGES Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2008. 2 vols. B.
Neste ensaio de fôlego, Paulo Borges interpreta a metafísica e a teologia da Origem na obra de Teixeira de Pascoaes, analisando a Saudade como a tenção original do absoluto no seu processo de manifestação criadora. A obra situa Pascoaes como um pensador de dimensão universal que promove o fecundo diálogo entre o Ocidente e o Oriente, constituindo um momento axial do pensamento metafísico português contemporâneo
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Peso: 1560g
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POESIA PORTUGUESA DO ORPHEU AO NEO-REALISMO DE EUGÉNIO LISBOA Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1980. 129 págs. B. Colecção: Biblioteca Breve | 55
Ensaio crítico e analítico de referência da autoria do prestigiado ensaísta, crítico literário e diplomata Eugénio Lisboa (1930-2024). A obra oferece um roteiro lúcido sobre as profundas transformações da poesia em Portugal na primeira metade de novecentos, dissecando com invulgar acuidade o impacto estético das vanguardas modernistas introduzidas pela geração d’Orpheu, a reacção conceptual operada pelo grupo da Presença e a posterior emergência da poesia de pendor social do Neo-Realismo. Um volume de consulta capital para o estudo e a compreensão das correntes literárias contemporâneas portuguesas.
────────────────────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 185g
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PANORAMA DO TEATRO MODERNO DE REDONDO JÚNIOR Editora Arcádia. Lisboa, s.d. 319 págs. E.
Obra de referência e pilar fundamental da ensaística teatral em Portugal, onde o prestigiado crítico e tradutor Redondo Júnior (1915-2003) traça uma lúcida e abrangente radiografia da evolução das artes palcológicas contemporâneas. O volume analisa minuciosamente as correntes estéticas e os movimentos de vanguarda, desde Jacques Copeau a Bertolt Brecht, dissecando temas como o acto de encenar, a condição social do actor, o papel das correntes “reteatralizadoras” e a complexa relação entre o espaço dramático e o seu público. Ilustrado no texto com gravuras.
────────────────────────────────── Características do Exemplar
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Peso: 430g
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Modernismo (1916-1945) de Wilson Martins. Editora Cultrix. São Paulo, 1967, 311 págs. B.
Este sexto volume de A Literatura Brasileira, que ora apresentamos ao público universitário em segunda edição, focaliza um período que talvez seja o mais importante de quantos compreende nossa história literária. Ao estudo dêsse importante período consagrou Wilson Martins o melhor de seu tirocínio de professor de literatura e crítico militante, realizando a proeza de, num volume de limitada extensão, apresentar-nos um roteiro verdadeiramente modelar no que respeita ao critério crítico e seletivo da informação.
Estrutura do Romance de Vitor Manuel de Aguiar e Silva. Livraria Almedina. Coimbra, 1974, 132 págs. B.
Vítor Manuel de Aguiar e Silva (1939-2022), professor, escritor e investigador português, destacou-se na literatura portuguesa dos séculos XVI e XVII, com obras como Teoria da Literatura e Camões: Labirintos e Fascínios. Licenciado e doutorado pela Universidade de Coimbra, foi catedrático e vice-reitor na Universidade do Minho. Recebeu o Prémio Vida Literária em 2007.
“Nesta obra é-nos apresentada uma síntese da problemática torguiana que não pretende ser um ensaio de crítica literária, mas um processo de «captar o fundamental da experiência de outro ser humano», uma vez que «essa experiência se transformou em arte, em literatura». Esse processo original consiste no isolamento e no cruzamento de trés níveis de…
Novas Coordenadas no Romance Português por Roxana Eminescu. Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1983, 133 págs. B. 🗂️ Colecção: Biblioteca Breve | 74
Estudo sobre a prosa novelística portuguesa contemporânea, que analisa o modo singular como esta se apropria das características do romance moderno, num diálogo que ultrapassa as fronteiras estritamente literárias e reflecte o ambiente social em que os textos se inserem. A obra centra-se no tratamento do tempo na narrativa, tanto ao nível da diegese como na organização dos tempos verbais e das técnicas narrativas empregues.
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Aspectos da Herança Clássica na Cultura Portuguesa de Maria Leonor Carvalhão Buescu. Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1979, 100 págs. B.
A permanência do legado clássico, grego-latino, na cultura portuguesa assume as formas e expressões mais diversas, desde os tempos mediévicos até à contemporaneidade, mas é uma constante sem interrupções nem rupturas.
Assim o documenta uma análise que, sem a pretensão de oferecer um inventário exaustivo, foca pontualmente os aspectos mais significativos ou mais vivencialmente presentes ao longo de uma história cultural coerente e original.
Almeida Garrett um Breve Encontro de José da Costa Miranda. Livraria Nova Galáxia. Caldas da Rainha, 2000, 86 págs. B.
Ao delinearmos o temário dos II Encontros Culturais das Caldas da Rainha, realizados em Maio de 1999, logo vieram ao nosso espírito as seguintes palavras do nosso velho Mestre e Amigo Professor Fidelino de Figueiredo de carácter não só abertamente pedagógico mas na circunstância de advertência, Garrett foi uma das mais típicas personalidades da nossa Literatura».
Indice
Garrett: o diplomata e o orador de José Calvet de Magalhães;
Garrett tradutor de poetas latinos de Justino Mendes de Almeida;
Almeida Garrett e a literatura tradicional portuguesa de João David Pinto-Correia;
A Silvaninha torna-se Adozinda: modelos literários da personagem criada por Garrett de Gianluca Miraglia;
Garrett mundano de Ernesto Rodrigues;
Almeida Garrett e Alexandre Herculano: convergências e divergências de Cândido Beirante.
PRESENÇA DO ESPÍRITO DE GUILHERME DE CASTILHO Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1989. 220 págs. B.
Colectânea de ensaios e textos dispersos do ensaísta e crítico literário Guilherme de Castilho (1912-1987), originalmente publicados ao longo da sua carreira em conceituados jornais e revistas de referência nacional, como a Seara Nova, Mundo Literário, Revista de Portugal ou Colóquio. Dividida em duas partes distintas, a obra compreende profundos estudos críticos sobre variados autores dos séculos XIX e XX, além de ensaios sobre artistas plásticos de relevo como Alvarez, Maria Helena Vieira da Silva ou Júlio. O volume inclui ainda evocativas crónicas sobre lugares e efemérides marcantes da vida literária portuguesa.
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Peso: 320g
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O presente ensaio, que serviu de tese de doutoramento, foi publicado em 1942, em tiragem muito reduzida. É conhecido apenas de universitários e de especialistas vicentinos, e, talvez por isso, as ideias nele expostas nunca, ou raramente, foram objecto de apreciação ou debate público. Os estudos vicentinos estão orientados para temas eruditos e disciplinas auxiliares, de grande interesse, sem dúvida, mas que deixam de lado ou perdem de vista os problemas essenciais, que são os de conteúdo estético, de que neste livro se fala. Estes encontram-se praticamente no mesmo ponto em que se achavam há vinte anos.
Teoria da Literatura e da Crítica de Luís Amaro [Coord.]
Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1982, 170 págs. B.
Indíce: I Volume: Roman Jakobson [O que fazem os poetas com as palavras]; Vítor Manuel de Aguiar e Silva [O texto literário e os seus códigos]; Eduardo Prado Coelho [Dupla inscrição e escrita]; J. Guilherme Merquior [Psicanálise, Arte e Literatura; Sobre alguns problemas da crítica estrutural]; Vergílio Ferreira [Da verosimilhança]; Luiz Costa Lima [Mito e análise do discurso]; Alberto Pimenta [Liberdade eaceitabilidade da obra de arte literária]; Walter Jens [Literatura e Política]; Margarida Losa [A desumanização da arte e da crítica: extrapolações a partir de Ortega, Lukács, Barthes e Marcuse]; Santiago Kovadloff [Da objectividade ao impressionismo na crítica literária]; Leyla Perrone-Moisés [Escolher e / é julgar]. II Volume: Inquérito: O significado histórico do «Orpheu»; Teresa Rita Lopes [Pessoa, Sá-Carneiro eas três dimensões do Sensacionalismo]; António Vieira [O jogo em Mário de Sá-Carneiro]; Benedito Nunes [Poesia e filosofia na obra de Fernando Pessoa]; J. Augusto Seabra [Em torno (e retorno) das «Novas Poesias Inéditas» de Fernando Pessoa]; Carlo Vittorio Cattaneo [Um poema blasfemo de Fernando Pessoa]; C. Castro da Silva Carvalho [Aspectos formais do nacionalismo místico da «Mensagem»; Gregory McNab [Sobre duas «intervenções» de Almada Negreiros]; Fernando Guimarães [Linguagem e poesia em Mário Saa ou uma estranha hierarquia]; Luiz Francisco Rebelo [Um dramaturgo português desconhecido: António Ponce de Leão]; Alfredo Bosi [«O Movimento Modernista» de Mário Andrade]; Lúcia Helena [Mário e Oswald de Andrade: primeiras proposições modernistas]; Laís Corrêa de Araújo [Dimensão «mineira» da poesia modernista]; Inquérito: Vanguarda ideológica e vanguarda literária]; Adrian Marino [A vanguarda histórica da liberdade]; Ana Hatherley [Visualidade do texto. Uma tendência universalista da poesia portuguesa].
Leituras de Garrett a 200 anos do seu nascimento Maria Fernanda de Abreu / Fernanda Maria Guedes de Campos Almeida Garrett: um roteiro bio-bibliográfico Luís Augusto Costa Dias Garrett no romantismo europeu Helder Macedo Garrett: de fingimentos e conclusões (Formas que teve o escritor de fazer o seu próprio elogio) Maria Fernanda de Abreu Para…
«Hoje temos a percepção de que o desenvolvimento do Modernismo corresponde a um processo que encontrou as suas raízes em certas derivas do Romantismo e, mais directamente, do Simbolismo, para, de certo modo, se autonomizar com as Vanguardas. Por sua vez, a criação literária dos nossos dias oscila entre dois pólos. Um representa o reencontro…
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