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  • Militares e o Poder de Eduardo Lourenço

    Militares e o Poder

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Militares e o Poder seguido de O Fim de Todas as Guerras e a Guerra Sem Fim de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2012, 146 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço

    «Portugal é, neste momento, um país nu. Quer dizer, um país sem nenhum álibi histórico, entrincheirado na sua confinada faixa atlântica, sem possibilidades de sonhar outro sonho que o seu próprio, caseiro. Nós passámos séculos a fugir de nós mesmos enquanto apenas portugueses. Fuga simultaneamente estelar e criadora que não permitiu nunca que nos encontrássemos connosco mesmos. Fomos sempre outros. Essa fuga é agora impossível. Chegou a hora desse encontro secularmente adiado para o qual ninguém sabe até que ponto estamos colectivamente preparados. […] A nossa aventura histórica é a de um povo que viveu sempre em bicos dos pés, acima das suas possibilidades reais, esperando tudo de milagres que às vezes aconteciam, de dons sebastiões e de caldos de portaria, a ponto de converter esta existência pícara em segunda natureza. Quando os desastres aconteceram descobriu-lhes logo o antídoto, criando a especialidade lusitana por excelência de transfigurar os alcácer-quibires reais em aljubarrotas fictícias.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Lugar do Anjo de Eduardo Lourenço

    Lugar do Anjo, O

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    O Lugar do Anjo: Ensaios Pessoanos de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2004, 179 págs. B.

    «Em determinados momentos, daqueles que dizemos serem momentos de verdade, cada um de nós tem o pressentimento de que a verdadeira realidade, a do mundo, a dos outros e, sobretudo, a nossa, não passa de pura ficção. Aquilo que para o comum dos mortais não é senão uma vertigem passageira foi, para Pessoa, uma vertigem de todos os instantes, de que nem Deus, nem os homens, nem sequer as palavras que criou como se fossem anjos podiam libertá-lo.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Labirinto de Saudade de Eduardo Lourenço

    Labirinto de Saudade, O

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    O Labirinto de Saudade: Psicanálise Mítica do Destino Português de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2009, 180 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 5

    Somos, enfim, quem sempre quisémos ser. E todavia, não estando já na África, nem na Europa, onde nunca seremos o que sonhámos, emigrámos todos, colectivamente, para Timor. É lá que brilha, segundo a nova ideologia nacional veiculada noite e dia pela nossa televisão, o último raio do império que durante séculos nos deu a ilusão de estarmos no centro do mundo. E, se calhar, é verdade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Heterodoxia de Eduardo Lourenço

    Heterodoxia

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Heterodoxia de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2005, 2 vols. B.
    Obras de Eduardo Lourenço

    «Resistamos à ilusão de supor que tudo pode ser inundado de luz. Deixaríamos de ver. Recusemos o absoluto humano de Calígula, a tentação da unidade a todo o custo, uma vez que sabemos ser a unidade o pretexto do imperador louco para cortar a cabeça ao povo romano. No plano do conhecer ou no plano do agir, na filosofia ou na política, o homem é uma realidade dividida. O respeito pela sua divisão é Heterodoxia.»
    Do Prólogo

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  • Fernando Pessoa, Rei da Nossa Baviera de Eduardo Lourenço

    Fascismo Nunca Existiu, O

    Eduardo Lourenço

    10,00 

    O Fascismo Nunca Existiu de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2022, 263 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço

    «À Democracia cumpre pensar-se como a estrutura mais adequada para que no seu seio se realizem progressivamente as condições de libertação dos indivíduos. A Democracia não tem outro conteúdo que esse mesmo de promover essas condições. Ela não pode ser definida como regime da liberdade senão na medida em que se dá como fim a coexistência e a promoção de todas as formas de liberdade de uma dada sociedade. Por isso mesmo se pode dizer que a Democracia é o único regime que não tem liberdade própria. Ela é prisioneira do mais alto dever de não ter outra que a dos cidadãos. Aparentemente nada mais absurdo.»

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  • A Europa Desencantada: Para uma Mitologia Europeia de Eduardo Lourenço

    Europa Desencantada, A

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    A Europa Desencantada: Para uma Mitologia Europeia de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2005, 239 págs. B.

    “Construir a Europa por irresistível pressão das forças económicas e uma lógica que é hoje planetária, como sonâmbulos, não é projecto que entusiasme ninguém. Uma utopia europeia assumida só é digna de ser vivida como vitória da Europa sobre a Europa, da ficção de si mesma que, consciente ou inconscientemente, tem condicionado o seu destino, contra a sua realidade. Em suma, do triunfo da sua sublime não-identidade sobre os fantasmas da sua alucinada identidade.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Esquerda na Encruzilhada ou Fora da História de Eduardo Lourenço

    Esquerda na Encruzilhada ou Fora da História

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Esquerda na Encruzilhada ou Fora da História: Ensaios Políticos de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2009, 167 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço | 18

    Não se pode ganhar uma partida de xadrez sem o adversário cometa erros. Esta máxima não é apenas verdadeira para o mais subtil e cruel dos jogos que os homens inventaram. Se neste momento a esquerda europeia está,ou parece estar,numa situação particularmente melindrosa,é talvez apenas por ter imaginado que os erros ou pecados políticos,sociais e económicos só podiam ser cometidos pela Direita,ou,talvez melhor,que a Direita é a expressão,nessa ordem,da História como pecado.

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  • Espelho Imaginário

    Espelho Imaginário

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    O Espelho Imaginário: Pintura, Antipintura, Não-Pintura de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2023, 237 págs. B.

    Eduardo Lourenço aborda a temática da pintura de prismas diversos e analisa a obra de alguns pintores bem conhecidos, onde se incluem Klee, Velázquez, Picasso ou Vieira da Silva. Além de artistas internacionais, são objecto da sua atenção artistas nacionais de décadas relativamente recentes.

    Uma obra de elevada riqueza de análise, que ilustra bem porque é que Eduardo Lourenço é considerado um dos grandes pensadores portugueses.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Esplendor do Caos, O

    Esplendor do Caos, O

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    O Esplendor do Caos de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1998, 125 págs. B.

    «[…] incorporámos o inferno no quotidiano do mais fascinante e atroz dos séculos. Basta passar em revista o imaginário deste fim de século — da ficção à música, do cinema ao teatro, da biologia à tecnologia — para ter uma ideia do ponto a que chegou um mundo onde o horror se tornou invisível, consumido como pura virtualidade, para ter uma ideia da metamorfose da cultura humana. Pode discutir-se se a desordem em que estamos mergulhados — desde a económica até à da legalidade e da ética — releva ou não, em sentido próprio, do conceito de caos. Do que não há dúvidas é de que o habitamos como se fosse o próprio esplendor.»

    📝 Assinatura de posse.

  • Destroços: O Gibão de Mestre Gil e Outros Ensaios de Eduardo Lourenço

    Destroços: O Gibão de Mestre Gil e Outros Ensaios

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Destroços: O Gibão de Mestre Gil e Outros Ensaios de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2004, 201 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço

    «Em consonância com a visão bíblica da vida como milícia, escrever à margem do puro canto, entrar na batalha das opiniões, das crenças, da ideologia de uma época, por conta do presente ou do passado (ou mesmo do futuro), é ceder à inevitável tentação polémica inscrita no coração dos homens, da sua vida como combate de que a Cultura, mesmo a mais sublimante, é apenas máscara ou imaginário refúgio. Caí nela e não estou arrependido.»
    Eduardo Lourenço

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónicas Quase Marcianas (1993-2007)

    Crónicas Quase Marcianas (1993-2007)

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Crónicas Quase Marcianas (1993-2007) de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2016, 197 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço

    «A América que está ou tem tendência — mormente sob o ponto de vista tecnológico — a estar em toda a parte e a intervir cada vez mais abertamente no destino do planeta como um todo, não só presume das suas forças como não pode levar a cabo a sua ‘missão’ providencial sem o consentimento implícito e o apoio da Europa, por mais subalternizada que esteja ou pareça. Vendo bem, esta América tão fora dela e tão dominadora do mundo não está certa de um futuro tão ‘americano’, como agora o imagina e nós europeus temos tendência a crer, hipnotizados pelo exemplo dos exemplos, o do Império Romano.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Do Colonialismo como Nosso Impensado de Eduardo Lourenço

    Colonialismo como Nosso Impensado, Do

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Do Colonialismo como Nosso Impensado de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2016, 348 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço
    Organização e Prefácio de Margarida Calafate Ribeiro e Roberto Vecchi.

    «Deste naufrágio de uma raça toda a gente se lembra, excepto os portugueses. Das epopeias que perduram neste país tão folclórico nem uma página o relembra. A História trágico-marítima é a dos portugueses devorados pelo mar e pelos autóctones. Este espantoso silêncio esconde a aventura colonial, a mais pura de toda a história. Tão pura que hesitamos chamá-la colonialista. E, no entanto, ela é certamente uma entre outras, a primeira e a última ainda de pé, sob a indiferença dos trópicos e o esquecimento do mundo. Este esquecimento faz-nos pensar, mas explica-se. Portugal não foi o único país a deixar-se esquecer desta maneira. No tempo das Grandes Descobertas a importância cósmica desta aventura escondia aos olhos da Europa o colonialismo nascente. Mais tarde, a mesma Europa teve também demasiado interesse em esconder, em conjunto, este colonialismo.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Do Brasil: Fascínio e Miragem

    Do Brasil: Fascínio e Miragem

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Do Brasil: Fascínio e Miragem de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2015, 269 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço
    Organização e Prefácio de Maria de Lourdes Santos

    O Brasil, na sua unicidade, é plural. Assim é este novo livro, em que habita o ensaio, a carta, o diário, o discurso, a entrevista. E onde o autor percorre temas como a filosofia, o ensino, a literatura, o cinema, bem como as relações entre Brasil e Portugal.

    Os textos, parte deles inéditos, situados entre 1945 e 2012, acolhem uma visão conhecedora de quem pensa há várias décadas aquele imenso país que o mar juntou à história de Portugal. «Pensar o Brasil, a imensidão do seu espaço, permite pensar o ser português […]», refere, no Prefácio, Maria de Lourdes Soares, organizadora deste volume. Quando fala dos outros, é também a nós que se refere.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro de Referências de Teresa Escoval

    Livro de Referências

    Teresa Escoval

    6,00 

    Livro de Referências de Teresa Escoval  [Trad.]
    Editorial Replicação. Lisboa, 1998, 311 págs. B.

    Uma completa fonte de informação de medidas, símbolos, códigos e abreviaturas;

    Uma série abrangente de assuntos desde comprimentos, áreas, volumes, pesos, temperatura, geometria, astronomia e geologia;

    130 tabelas de conversão e diagramas que fornecem informação de imediato;

    Um companheiro essencial para casa, escola e escritório.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempestade CerebralTempestade Cerebral

    Tempestade Cerebral

    Edson Athayde

    6,00 

    Tempestade Cerebral: A Publicidade (e o Marketing) Segundo o Meu Tio Olavo II – A Missão de Edson Athayde.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1997, 197 págs. B.

    Edson Athayde em Tempestade Cerebral prova que é possível falar de anúncios e estratégias de mercado com sensibilidade, humanismo e, principalmente, humor. É um livro divertido para quem tem curiosidade sobre o mundo da publicidade. E obrigatório para quem é publicitário ou “marqueteiro” e tem mais do que dois dedos de testa. Ou como diria o Tio Olavo: «O cérebro que não se alimenta, devora-se a si mesmo.

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  • Dominação Masculina, A

    Dominação Masculina, A

    Pierre Bourdieu

    7,50 

    A Dominação Masculina de Pierre Bourdieu.
    Celta Editores. Lisboa, 1999, 109 págs. B.

    A dominação masculina está de tal modo inserida no nosso inconsciente que deixámos de nos aperceber dela. A descrição etnográfica da sociedade cabila, expressão cristalizada do inconsciente mediterrâneo, fornece um instrumento poderoso para pôr em causa as evidências e analisar as estruturas simbólicas desse androcentrismo que persiste nos homens e mesmo nas mulheres dos nossos dias. Mas a descoberta da persistência dessas estruturas coloca o problema de saber quais são os mecanismos e as instituições, família, Igreja, Escola, Estado, que asseguram a sua reprodução, e suscita a interrogação: será possível neutralizá-las para libertar as forças de mudança?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.