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  • História da Vaca

    História da Vaca

    Laura Zigman

    7,50 

    História da Vaca: Teoria da Vaca Velha de Laura Zigman. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 310 págs. B.

    Eles amam-nas e abandonam-nas!

    Se um touro recusa uma vaca velha porque é que as mulheres se espantam quando são abandonadas?

    Uma comédia romântica, vibrante e espirituosa! – Delicie-se com este sucesso de vendas

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  • Mitos Gregos: Vozes do Nosso Inconsciente

    Mitos Gregos: Vozes do Nosso Inconsciente

    Zacarias Nascimento

    7,00 

    Mitos Gregos: Vozes do Nosso Inconsciente de Zacarias Nascimento.
    Plátano Editora. Lisboa, 2004, 218 págs. B.

    Os mitos são um palco simbólico em que actores imaginários representam as lutas internas e externas que o ser humano trava, desde sempre, na conquista da sua personalidade.

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  • Meridianos Críticos de Manuel Anselmo

    Meridianos Críticos (Terceira Série)

    Manuel Anselmo

    7,50 

    Meridianos Críticos (Terceira Série) de Manuel Anselmo.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1950, 310 págs. B.

    Do índice: I – Sobre as ideias económicas, sociais e políticas do marxismo; II – Genealogia espiritual do Gabirú, da Mouca, da Luísa, do Gêbo e das demais personagens de “Os Pobres” de Raul Brandão; III – Considerações não proféticas sobre o enigma alemão; IV – Psitacismo diplomático de Steinbroken; V – Balada emocional do meu regresso à terra; VI – Monarquia e mono-arquia; VII – Timida reflexão sobre as liberdades; VIII – A crise da cultura e o abandono dos homens; IX – Homenagem ao Dr. Manuel Ferreira Caldas, Médico de Monção; X – Os horizontes azuis e as searas; XI – Monarquia contemplativa, monarquia livresca e monarquia viva; XII – Educação, cultura popular e analfabetismo; XIII – A reconciliação das gerações; XIV – A longanimidade com o pecado; XV – Sobre a interpretação marxista da história e do Estado; XVI – Álvaro Marques, exemplo de nobreza mental e moral; XVII – Monarquia e liberdade; XVIII – Salazar e o futuro; XIX – Crítica a dois livros de política; XX – Alguns eventos políticos nacionais; XXI – Mensagem a Salazar.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Estudos de História da Arte de Vergílio Correia

    Estudos de História da Arte

    Vergílio Correia

    20,00 

    Estudos de História da Arte: Escultura e Pintura de Vergílio Correia.
    Universidade de Coimbra. Coimbra, 1953, 278 págs. B.

    Reuniram-se neste volume de dispersos do Dr. Vergilio Correia estudos de escultura figurativa e ornamental com outros de pintura, estudos que, em grande parte, eram já difíceis de encontrar e que marcaram na altura da sua publicação nítidos passos na história da Arte portuguesa.

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  • Sinais e os Sentidos: Literatura Portuguesa do Século XX

    Sinais e os Sentidos: Literatura Portuguesa do Século XX

    Óscar Lopes

    8,00 

    Estudos sobre: Jaime Cortesão; Fernando Pessoa; Carlos Selvagem; Ferreira de Castro; Vitorino Nemésio; Alves Redol; Manuel Tiago; Vergílio Ferreira; Fernando Namora; Sophia de Mello Breyner Andresen; Jorge de Sena; Maria Judite de Carvalho; Egito Gonçalves; Agustina Bessa Luís; José Saramago; Urbano Tavares Rodrigues; António Ramos Rosa; Bernardo Santareno; José Cardoso Pires; Augusto Abelaira e Almeida…

  • Desenhar o Vento

    Desenhar o Vento

    Ernesto Ferrero

    7,00 

    Desenhar o Vento: A última viagem do Capitão Salgari de Ernesto Ferrero.
    Teodolito. Porto, 2012, 206 págs. B.

    Um excelente romance que é, também, uma sentida homenagem a um autor com quem muitos de nós «aprendemos» a ler.

    Um romance que explora a margem entre realidade e imaginação, entre vida e literatura, entre aquilo que somos e aquilo que gostaríamos de ser.

    «O pai dos heróis», Emilio Salgari, é o escritor que influenciou sucessivas gerações de leitores, criando centenas de personagens e aventureiros arrastados pela força irresistível de uma eterna juventude. Mas o verdadeiro herói é ele, o jornalista de Verona apaixonado pelo ciclismo e pela esgrima, péssimo estudante e leitor omnívoro, que persegue tormentosos sonhos de vingança, escrevendo romances em folhetins.

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  • António Nobre em Paris, Só: Correspondência

    António Nobre em Paris, Só: Correspondência

    Fernando Carmino Marques

    8,00 

    António Nobre em Paris, Só: Correspondência de Fernando Carmino Marques [Org.].
    Caixotim Edições. Porto, 2005, 182 págs. B.

    Transcrição e estudo de quarenta e sete cartas que António Nobre escreveu e enviou durante a sua permanência em Paris, entre Novemnro de 1890 e Março de 1895, destinadas essencialmente a Alberto de Oliveira e Augusto Nobre, amigo e irmão respectivos do poeta.

    “A leitura desta cartas mostra-nos uma interessante relação com o Só, a intertextualidade existe entre os vários textos afigura-se-nos elucidativa de aspectos menos conhecidos da personalidade do seu autor”. da Introdução

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  • Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra

    Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra

    Victor. J. Mendes

    7,00 

    Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra de Victor. J. Mendes.
    Cosmos. Lisboa, 185 págs. B.

    Será magra consolação que o modelo das Viagens na Minha Terra, mais que o Tristram Shandy, fossem os escritos de Xavier de Maistre.

    O maior motivo de interesse do livro de Victor J. Mendes é sugerir uma descrição alternativa das Viagens na Minha Terra que, se for verdadeira, as torna precursoras de O Sentimento dum Ocidental, de Cesário Verde, mais do que epigonais em relação ao Voyage autour de ma chambre.

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  • Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX

    Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX

    E. M. de Melo e Castro

    6,00 

    Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX de E. M. de Melo e Castro.
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1980, 113 págs. B.

    A palavra Vanguarda tem hoje uma carga significativa que torna relevante o seu uso nas interpretações literárias.

     

    Não se faz neste ensaio uma história da poesia portuguesa no século XX mas sim uma nova leitura, sincrónica e perspectivada, sob o critério operacional da noção de Vanguarda.

     

    Procura-se inquirir os vários significados dessa mesma noção e a maior ou menor pertinência das suas práticas no contexto da poesia portuguesa do presente século.

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  • Renascença Portuguesa - Teixeira Rego

    Renascença Portuguesa – Teixeira Rego

    Pinharanda Gomes

    6,00 

    Renascença Portuguesa – Teixeira Rego de Pinharanda Gomes. Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1984, 136 págs. B.

    O movimento cultural da «Renascença Portuguesa» iniciado no Porto em 1910-11, assumiu expressões diversas na poesia, na filosofia, na ciência e na política, que se reflectiram na diversidade de rumos dos que nele participaram.

    O polígrafo Teixeira Rêgo foi uma das figuras relevantes desse movimento de renovação como escritor e investigador de largo saber erudito, inspirado num humanismo de propensão pessimista mas aberto às novas correntes da cultura na sua época.

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  • Princípio e Manifestação

    Princípio e Manifestação

    Paulo Borges

    25,00 

    Princípio e Manifestação: Metafísica e Teologia da Origem em Teixeira de Pascoaes de Paulo Borges. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2008, 2 vols. B.

    A presente obra procura interpretar e pensar, na obra de Teixeira de Pascoaes, a metafísica mitopoética da Origem, enquanto a-racional metamorfose do absoluto no processo teo-onto-cosmo-antropogónico, pela sempiterna potência de diferenciação que há em si, originalmente pensada como Verbo-Ilusão-Saudade.

    A Saudade, genesíaca dis-tenção do imanifestado entre a integridade absoluta e o devir outro, assume aqui um sentido inédito, não reconhecido pela hermenêutica existente.

    Numa dupla heterodoxia, Pascoaes demanda um outro sentido da manifestação criadora, que vê como autotransgressão do absoluto na coincidência do exceder-se e degradar-se, do afirmar-se e negar-se, do permanecer o mesmo e devir outro, sendo a ilusão do que não é o absoluto e sobretudo a i-lusão, o jogo ou ficção (auto)criadora e (auto)renovadora do próprio absoluto.

    Pensador planetário e universal, Pascoaes recria as mais fundas interrogações humanas, promove o diálogo entre Ocidente e Oriente e pontifica como momento axial da vertente metafisica do pensamento português comtemporâneo, que procede de Domingos Tarroso, Cunha Seixas, Antero de Quental, Sampaio Bruno, Guerra Junqueiro e prossegue em Leonardo Coimbra, Fernando Pessoa, Raul Leal, José Marinho, Eudoro de Sousa e Agostinho da Silva.

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  • Poesia Portuguesa do Orpheu ao Neo-realismo

    Poesia Portuguesa do Orpheu ao Neo-realismo

    Eugénio Lisboa

    6,00 

    Poesia Portuguesa do Orpheu ao Neo-realismo de Eugénio Lisboa.
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1980, 129 págs. B.

    O modernismo em Portugal, a partir de “Orpheu”, não veio expressamente, ao contrário do que se tem pensado, liquidar com brutalidade uma literatura que se academizava.

    Não é esse o papel das revoluções em arte: elas não trazem em si uma função de morte mas sim uma função de vida.

    O Neo-Realismo, por sua vez, sendo menos criativo do que os movimentos anteriores, deixou atrás de si um largo rasto de generosidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Não é esse o papel das revoluções em arte: elas não trazem em si uma função de morte mas sim uma função de vida.

    O Neo-Realismo, por sua vez, sendo menos criativo do que os movimentos anteriores, deixou atrás de si um largo rasto de generosidade.

  • Modernismo de Wilson Martins

    Modernismo (1916-1945)

    Wilson Martins

    10,00 

    Modernismo (1916-1945) de Wilson Martins.
    Editora Cultrix. São Paulo, 1967, 311 págs. B.

    Este sexto volume de A Literatura Brasileira, que ora apresentamos ao público universitário em segunda edição, focaliza um período que talvez seja o mais importante de quantos compreende nossa história literária. Ao estudo dêsse importante período consagrou Wilson Martins o melhor de seu tirocínio de professor de literatura e crítico militante, realizando a proeza de, num volume de limitada extensão, apresentar-nos um roteiro verdadeiramente modelar no que respeita ao critério crítico e seletivo da informação.

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  • Cidade, A

    Cidade, A

    José Jorge Letria

    6,00 

    – O Que é Bom Deve Continuar de José Jorge Letria – La Ciudad y la Historia. La Conservación del Patrimonio de Aingeru Zabala Uriarte – Eça e a Mitologia da Ciadde de Álvaro Manuel Machado; – The Public Library and the city de Chris Batt; – Políticas de Transportes para um Ambiente Urbano Sustentável…

  • Coleccionador de Angústias

    Coleccionador de Angústias

    Fidelino de Figueiredo

    7,00 

    Coleccionador de Angústias de Fidelino de Figueiredo.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1953, 321 págs. B.
    Colecção: Filosofia e Ensaios

    Fidelino de Figueiredo, historiador literário e pensador português, professor da Universidade de São Paulo e antes em várias universidades euro peias e americanas dá-nos em Um Coleccionador de Angústias a reconstituição de uma vida humana, impregnada de emoção e de ansie dade filosófica. E não por meio de uma biografia, de um romance, de uma confisssão ou de uma exposição de memórias. O autor conta episódios e anedotas exemplares» e junta-lhes alguns ensaios breves, com que tece a história de um homem angustiado pelas contingências da vida e pela crise espiritual contemporânea. Tudo segundo um rigoroso fio cronológico, desde a infância e das primeiras letras, através de variadas e graves situações, até à morte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sexo na Bíblia, O

    Sexo na Bíblia, O

    Tom Horner

    7,00 

    A Bíblia é, sem dúvida, o livro que mais influenciou a civilização judaico-ocidental. Fonte de muitas incompreensões, geradora de muitos tabus, a Bíblia tem sido usada de muita maneira, por sujeita a diversas interpretações. Quase que de propósito, há um tema que nela é largamente abordado e que, durante anos, muito pouco tem sido aflorado,…