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  • Portugal um Pais parado no Meio Caminho de Miguel Real

    Portugal um Pais parado no Meio Caminho (2000-2015)

    Miguel Real

    8,00 

    Portugal um Pais parado no Meio Caminho (2000-2015) de Miguel Real
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 214 págs. B.

    Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.

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  • Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa de Miguel Real

    Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa

    Miguel Real

    10,00 

    Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa de Miguel Real
    Planeta Editora. Lisboa, 2017, 244 págs. B.

    Uma obra fundamental para todos os que se interessam pela história, cultura e identidade nacionais, e que nenhum estudante ou investigador desta área poderá ignorar.

    A história de Portugal revisitada desde os seus mitos fundadores, antes da criação da nacionalidade.

    Da autoria de Miguel Real, que para além de romancista se tem afirmado como um dos mais destacados estudiosos de temas da Cultura Portuguesa da última década.

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  • O Ensaísmo Trágico de Eduardo Lourenço de José Gil

    Ensaísmo Trágico de Eduardo Lourenço, O

    José Gil

    6,00 

    O Ensaísmo Trágico de Eduardo Lourenço de José Gil
    Relógio d’Água Editores. Lisboa, 1996, 75 págs. B.

    É bom recuperar uma espécie de infância. Não há nada menos filosófico que querer a vida toda filosófica, dizia já Leopardi. E era um pessimista. O efémero, nesse sentido, não é tão negativo como se possa imaginar. A sua consideração corresponderia a uma certa humildade em relação a fases de exigência e de titanismo herdades do Romantismo e que fracassaram. Poderá corresponder também a uma espécie de sabedoria como a de Heráclito, que recebendo um seu amigo na cozinha dizia: os deuses também habitam aqui. Santa Teresa repetia a mesma coisa. Deus também está presente na cozinha. Isso não altera nada o facto de que, para o homem viver com o mínimo de sentido, comporta a impossibilidade de aceitar que o não-sentido seja vivido como tal. Parece-me, de resto, uma experiência absolutamente impossível. Na medida em que há sentido a celebração do efémero, do frágil, mesmo sem ser no sentido pascaliano como à primeira vista parecia, é um sintoma de que abdicámos de um certo tipo de exigência metafísica e ética. Estou convencido de que, na verdade, essa vontade de euforia contínua que banha a vida contemporânea, é o sintoma de uma grande desesperação.

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  • Ensaio do Homem de Ernst Cassirer

    Ensaio do Homem

    Ernst Cassirer

    7,00 

    Ensaio do Homem de Ernst Cassirer
    Guimarães Editores. Lisboa, 1960, 380 págs. B.

    I  PARTE – QUE É O HOMEM?

    1. A Crise do Auto conhecimento do Homem
    2. Uma chave para a Natureza do Homem:
      o Símbolo
    3. Das reações Animais às Respostas Humanas
    4. O Mundo Humano do Espaço e do Tempo
    5. Factos e Ideais

    II PARTE – O HOMEM E A CULTURA

    1. A Definição do homem em Termos de Cul-   tura Humana
    2. O Mito e a Religião
    3. A Linguagem
    4. A Arte
    5. A História
    6. A Ciência
    7. Resumo e Conclusão

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  • Selecção de Ensaios de Michel de Montaigne

    Selecção de Ensaios

    Michel de Montaigne

    6,00 

    Selecção de Ensaios de Michel de Montaigne
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 316 págs. E. Il.

    “Reflexões profundas sobre a vida, a moral e a condição humana, escritas com liberdade e sinceridade.”

    Em Selecção de Ensaios, Michel de Montaigne convida o leitor a explorar uma vasta gama de temas que atravessam a experiência humana. Escrito no final do século XVI, cada ensaio combina observação, experiência pessoal e análise filosófica, abordando questões de amizade, educação, moral, virtude, medo, morte, ambição e as contradições da natureza humana.

    A obra mostra a abordagem introspectiva e questionadora de Montaigne, que procura compreender o ser humano em todas as suas dimensões, oferecendo um estilo direto, próximo e sempre reflexivo.

    Contém os seguintes ensaios: Senhor de Montaigne; Da tristeza; Que a intenção julga as nossas acções; Da ociosidade; Dos mentirosos; Dos prognósticos; Da constância; Do castigo da cobardia; Do medo; Que filosofar é aprender a morrer; Da força da imaginação; Do pedantismo; Da educação dos filhos; Da amizade; Da moderação; Da solidão; Da desigualdade que existe entre nós; Da incerteza do nosso juízo; Da idade;

    Amanhã será outro dia; Da consciência; Das recompensas da honra; Do amor dos pais para com os filhos; Da crueldade; A privação é causa de apetite; Da liberdade de consciência; Dos maus meios encaminhados a bom fim; Da virtude

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  • Portugal Hoje Medo de Existir de José Gil

    Portugal Hoje Medo de Existir

    José Gil

    7,00 

    Portugal Hoje Medo de Existir de José Gil
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2005, 142 págs. B.

    «Num livrinho de 150 páginas, quase de bolso, José Gil teve a humildade de libertar o seu discurso do jargão académico e filosófico e descer à terra. O resultado é fascinante porque há muito se não via, entre nós, um filósofo falar do real quotidiano de modo tão inteligente e, ao mesmo tempo, tão simples.»
    Rodrigues da Silva, JL, Janeiro de 2005

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  • Nau de Ícaro de Eduardo Lourenço

    Nau de Ícaro

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Nau de Ícaro seguido de Imagem e Miragem da Lusofonia de Eduardo Lourenço
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 214 págs. B.

    Vamos acabar este milénio, que é quase o da nossa vida de nação autónoma, e entrar no próximo, revisitando e reanimando esse passado a bordo da mesma nau da Índia e dos mares que tivemos de atravessar para lá chegarmos. A forma das nossas festas derradeiramente imperiais será a mais futurista e futurante que o país do século que somos, curioso de tudo e apostado em mostrar que está no presente e nos seus desafios mais exigentes, nos consentirá. Mas o conteúdo… será o da convocação de todos os nossos fantasmas e a sua sublimação. É sob esta forma, sobretudo, que o passado nos é caro.

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  • Memória de Nova Iorque e Outros Ensaios de João Lobo Antunes

    Memória de Nova Iorque e Outros Ensaios

    João Lobo Antunes

    6,00 

    Memória de Nova Iorque e Outros Ensaios de João Lobo Antunes
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2002, 267 págs. B.

    Neste volume de ensaios, que o autor entende como um modo de falar com os outros por escrito numa experiência na primeira pessoa, são tratadas matérias tão variadas como a relação entre a arte e o cérebro e o velho duelo entre ciência e fé. Temas de ética, educação e cultura (num texto de homenagem a Vitorino Nemésio), entrelaçam-se com outros ligados a um ofício que trata da porção mais séria do viver. Há ainda uma digressão breve pela «Loucura» e uma confissão autobiográfica sobre a sua «Razão de Ser»

    É, finalmente, uma recordação de Nova Iorque e de como esta marcou o autor como homem e como médico. Como se diz no prefácio, o livro é assim também um pretexto para um abraço apertado a uma cidade sempre inconcluída.

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  • Ensaios VI de António Sérgio (35)

    Ensaios VI

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios VI de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1976, 215 págs. B.

    Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.

    Do presente volume fazem parte os ensaios Antero de Quental contra Oliveira Martins; O problema psicológico-moral em Eça de Queirós; Sobre a revolução de 1383-85; A aspiração comum dos luso-descendentes e Sobre cristianismo e cristãos.

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  • Sobre a Revolução de Hannah Arendt

    Sobre a Revolução

    Hannah Arendt

    10,00 

    Sobre a Revolução de Hannah Arendt
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2001, 398 págs. B.
    Colecção: Antropos

    Sobre a Revolução permite uma compreensão histórica da diferente natureza dos sistemas políticos actuais nos EUA e na Europa. Neste livro, Hannah Arendt debruça-se sobre os princípios que subjazem a todas as revoluções, começando pelos grandes primeiros exemplos da América e de França e mostrando como a teoria e a prática da revolução evoluíram desde então.

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  • O Erotismo de Georges Bataille

    Erotismo, O

    Georges Bataille

    7,00 

    O Erotismo de Georges Bataille
    Moraes Editores. Lisboa, 1968, 248 págs. B.
    Colecção: Temas e Problemas

    «Compreende-se por que razão as páginas de O Erotismo são tão fortes e tão decisivas.
    Elas provêm de um homem cuja experiência íntima não fez concessões. Este livro sucede-se a La Part Maudite, tratado de economia geral, cujo tema principal era, não a produção das riquezas, mas a sua despesa (o seu “consumo”). O erotismo era por ele designado como “a parte problemática”, uma vez que constitui para toda a gente “o problema dos problemas”. O mérito de Bataille foi o de encarar a sexualidade humana no seu quadro sociológico, em relação à história do trabalho e à das religiões. Toda a
    sua interpretação assenta numa dialéctica do interdito e da  transgressão.» [Alexandrian, Os Libertadores do Amor]

    📝 Assinatura de posse.

  • Nova Teoria do Sebastianismo de Miguel Real

    Nova Teoria do Sebastianismo

    Miguel Real

    9,00 

    Nova Teoria do Sebastianismo de Miguel Real
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2014, 262 págs. E.

    Nova Teoria do Sebastianismo é um ensaio que reflecte sobre o mito sebastianista como alucinação racionalmente falsa mas sentimentalmente verdadeira e nos dá a conhecer os autores que trataram o tema, desde Bandarra e Padre António Vieira até aos filósofos contemporâneos, passando por Fernando Pessoa, António Quadros, António Sérgio e Eduardo Lourenço. O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados dois outros títulos de Miguel Real: Nova Teoria do Mal e Nova Teoria da Felicidade enquanto propostas para uma ética do século XXI. «Ser sebastianista hoje […] significa, não a esperança no indefinido regresso de D. Sebastião, nem acreditar neste como o Messias regenerador da sociedade portuguesa, […] mas ter plena consciência de que em Portugal só se atinge um patamar próspero de vida se algo (uma instituição) ou alguém dotado de elemento carismático nos prestar um auxílio que nos retire, por meios extraordinários, do embrutecimento e empobrecimento da vida quotidiana: a subserviência rastejante ao Partido, a cunha do «Senhor Doutor», a crença no resultado do totoloto ou do euromilhões, a promessa a Nossa Senhora de Fátima ou santo congénere… Esse algo ou alguém, quando negado em Portugal, impele à emigração, forçando o português a buscar no estrangeiro o que, devido às políticas de autofavorecimento das elites, lhe é negado na sua terra natal.»

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  • Problema da Consciência Histórica, O

    Problema da Consciência Histórica, O

    Hans-George Gadamer

    7,00 

    O Problema da Consciência Histórica de Hans-George Gadamer
    Estratégias Criativas. Vila Nova de Gaia, 1998, 89 págs. B.

    Entendemos por consciência histórica o privilégio do homem moderno: ter plena consciência da historicidade de todo o presente e da relatividade de todas as opiniões. A aparição de uma tomada de consciência é, possivelmente, a mais importante revolução porque passamos desde o surgimento da época moderna.

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  • Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão de Claude Lévi-Strauss

    Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão

    Claude Lévi-Strauss

    7,00 

    Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão de Claude Lévi-Strauss
    Temas e Debates. Lisboa, 2012, 239 págs. B.

    É um Lévi-Strauss apaixonado pelo Japão que se encontra neste volume que reúne pela primeira vez diversos escritos, inéditos ou impressos em publicações eruditas, por vezes unicamente no Japão, redigidos entre 1979 e 2001. Da variedade destes textos surge um olhar senão indulgente, pelo menos por vezes generoso, a respeito dos japoneses.

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  • Feira dos Mitos: Idéias e Factos, Na01

    Feira dos Mitos: Idéias e Factos, Na

    António Sardinha

    20,00 

    Na Feira dos Mitos: Idéias e Factos de António Sardinha.
    Edições Gama. Lisboa, 1942, 315 págs. B.

    “(…) Ora porque, depois de Deus, fôram decerto os meus Mortos que me alcançaram na alma a semente inextinguível da Esperança, eu não os quero olvidar, à face do presente volume, onde recôlho, melhor ou pior forjadas, segundo as necessidades do combate, as minhas primeiras páginas de voluntário da Reacção. Ao confessar-me coram populi voluntário da Reacção,proclamo, dentro daquele justo desvanecimento que até a Religião abençôa como estímulo humano necessário, o mais belo títuo da minha inteligência de estudioso e da minha sensibilidade de comunicativo (…)”. — retirado de Eu , Pecador, me Confesso…

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  • Malthus e os Dois Marx de Alfred Sauvy

    Malthus e os Dois Marx

    Alfred Sauvy

    5,00 

    Malthus e os Dois Marx: o problema da fome e da guerra no mundo de Alfred Sauvy.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1965, 319 págs. B.

    Em Malthus e os dois Marx, o economista e sociólogo francês Alfred Sauvy analisa as teorias populacionais de Thomas Malthus e as interpretações de Karl Marx e Friedrich Engels sobre o crescimento demográfico e suas implicações sociais e econômicas. Sauvy, reconhecido por cunhar a expressão “Terceiro Mundo”, propõe uma reflexão crítica sobre como diferentes abordagens teóricas influenciam a compreensão dos problemas globais, como a fome e a guerra, no contexto do século XX. A obra oferece uma análise comparativa que enriquece o debate sobre os desafios demográficos e suas consequências políticas e econômicas.

    📝 Assinatura de posse.