A mostrar 65–80 de 336 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Doutrinas Existencialistas

    Doutrinas Existencialistas

    Regis Jolivet

    8,00 

    Doutrinas Existencialistas: de Kierkegaard a Sarte de Regis Jolivet.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1957, 438 págs. B.

    “As Doutrinas Existencialistas: de Kierkegaard a Sartre”, de Régis Jolivet, analisa o desenvolvimento do existencialismo, abordando as contribuições de Kierkegaard e Sartre, entre outros, e contextualizando-o no cenário filosófico. A obra, com prefácio de Delfim Santos, explora o aspecto doutrinal do existencialismo, focando nas suas origens e formas mais características, sem deixar de considerar as implicações filosóficas e sociais do tema

    𓂃🖊 Prefácio de Delfim Santos
    📝 Assinatura de posse.

  • Sanfoninas de José d' Encarnação

    Sanfoninas

    José d' Encarnação

    10,00 

    Gosto do «serrazinar», que é ir insistindo sempre no mesmo assunto. E lembro-me que tinha meu pai uma cantilena que começava assim «Sarrazina, faca velha, no debrum do alguidar…». Eu acho que era uma quadra, mas já não recordo os dois versos seguintes. Mas a ideia era que a gente insistia, insistia e… pouco adiantava. Tal como faca velha seria difícil afiar-se a preceito no debrum do alguidar…

  • Estudos para o Casamento Civil de Alexandre Herculano

    Estudos para o Casamento Civil

    Alexandre Herculano

    50,00 

    Estudos para o Casamento Civil de Alexandre Herculano.
    Typographia Universal. Lisboa, 1866, 175 págs. E.

    Importante contribuição de A. Herculano para o muito polémico debate sobre o casamento civil, debate que entroncou violentamente no problema da secularização do estado e das suas instituições.

    Este amplo estudo histórico, peça magna da polémica em geral travada com Seabra (acerca da admissibilidade do matrimónio civil, hipótese prevista pela comissão revisora do projecto do Código Civil – por sugestão de Herculano, dela precisamente uma das figuras de proa), integra as séries: «Das tradições antigas da igreja e da nação portuguesa ácerca dos consorcios extranhos ao sacramento do matrimonio», «O casamento civil perante o concilio de Trento e perante a theologia» e «O casamento civil nas leis e costumes de Portugal depois de Trento

    Encadernação de época com desgaste

  • Discurso Moral e Político sobre os Contrabandos de Ignacio de S. Carlos

    Discurso Moral e Político sobre os Contrabandos

    Ignacio de S. Carlos

    25,00 

    O que seja contrabando, suas divisões ou espécies.

  • Bibliotecas, o Público e a Cultura

    Bibliotecas, o Público e a Cultura

    Victor de Sá

    7,50 

    Bibliotecas, o Público e a Cultura: um Inquérito Necessário de Victor de Sá.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1983, 227 págs. B.

    O presente trabalho ultrapassou rapidamente o âmbito regional, inicialmente previsto, para alcançar repercussão nacional. Pode considerar-se hoje uma obra de sociologia cultural. As suas crónicas revestem-se de grande autenticidade. É um trabalho vivo, directo nas intervenções, pleno de calor humano e de fogo criador. Lê-se com a sofreguidão de um romance de acção. E pela variedade de situações que se surpreendem, resulta num manual sugestivo para os animadores culturais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Revolucionários e Querubins de José Martins Garcia

    Revolucionários e Querubins

    José Martins Garcia

    10,00 

    Revolucionários e Querubins de José Martins Garcia.
    Edições Afrodite. Lisboa, 1977, 219 págs. B.

    «Numa sociedade revolucionariamente ruidosa, é ao silêncio que os querubins estão destinados. Os verdadeiros querubins apodrecem na solidão. Depois de um entusiasmo genuíno com a possibilidade de virem a transformar o mundo, soçobram quando se apercebem da «real insignificância do seu respirar». Os ensinamentos que nos deixam advertem-nos para o risco de se acreditar na liberdade política. Esta não passará jamais de uma «ocasional faísca […] sucessivamente anulada pela cegueira dos átomos». O sábio sabe que não pode falar de liberdade sem colocar a sua vida em risco. Assim se comporta o escritor: rodeado de detritos, ciente da podridão nauseabunda que infesta a vida social, enfrenta diariamente a morte, mas usa o resto das suas forças para a desarmar, armando-se, de seguida, com «o amor possível» com que enche folhas e as vê dispersas numa caligrafia instável. Diferente do revolucionário e do querubim, ele persiste na afirmação da liberdade pela escrita.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pensamento e ComunicaçãoPensamento e Comunicação

    Pensamento e Comunicação

    Bertrand Russell

    7,00 

    Pensamento e Comunicação de Bertrand Russell.
    Brasília Editora. Porto, 1971, 264 págs. B.

    “Este volume é único. Não pode considerar-se uma colecção de cartas familiares entre uma individualidade proeminente e os seus iguais, mas única, porque possui um apelo universal, dando-nos conhecimento profundo sobre a personalidade e inteligência de um dos maiores pensadores de todos os tempos, frente àqueles com quem durante tanto tempo se correspondeu.
    Considerando a sua vida, incrivel, activa e ocupada, a sua implicação em causas salientes, a sua produção prodigiosa de livros, ensaios e discursos, a sua correspondência com as principais figuras literárias, científicas e políticas do século, é espantoso como Russell ainda teve tempo de encontrar energia e possibilidade de se corresponder com milhares de indivíduos anónimos.
    Sempre aconselhando, reflectindo, filosofando, verifica-se o interesse de Bertrand Russell por toda a humanidade e por cada um, individualmente. Não permaneceu isolado, como α maior parte dos seus confrades. Foi acessível a toda a gente e
    aos problemas por eles levantados. Como resultado, fez ruir uma barreira com o seu extraordinário poder de comunicação.
    Neste livro encontramos o seu pensamento acerca de variados assuntos como Religião e Moral, Filosofia, Paz e Política, etc. Verificamos também que nem todas as cartas que Russell recebia eram de admiração e apoio. Muitas eram de hostilidade e outras de uma simplicidade extrema, perguntando algo sobre os hábitos e gostos pessoais de personalidade tão eminente como a de Russell.” por Zulmira Elaíla

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ensaio Sobre a Dávida de Marcel MaussEnsaio Sobre a Dívida

    Ensaio Sobre a Dávida

    Marcel Mauss

    7,50 

    Marcel Mauss apresenta-nos um estudo do fenómeno da dádiva entre os indígenas das Trobriand e os índios da América do Norte. Este ensaio, considerado justamente um clássico da antropologia, é precedido de um estudo introdutório à obra de Marcel Mauss elaborado por Claude Lévi-Strauss.

  • Pessoa e Solidariedade

    Pessoa e Solidariedade

    Bernardo Domingues

    10,00 

    Pessoa e Solidariedade de Bernardo Domingues.
    Ed. Autor. Porto, 2006, 500 págs. B.

    Neste ensaio profundo e atual, Bernardo Domingues reflete sobre o valor absoluto da pessoa humana e a urgência da solidariedade como princípio ético e social. Através de uma abordagem que articula filosofia, teologia e experiência humana, o autor propõe uma leitura personalista da existência: cada pessoa é um ser único, livre e responsável, chamado à comunhão com os outros.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Design e Comunicação Visual de Bruno Munari.

    Design e Comunicação Visual

    Bruno Munari

    7,50 

    Texto ilustrativo daquilo que é o design, de como funciona a lógica criativa dos designers e do uso que estes fazem das técnicas e dos materiais, esta é uma das principais obras de Munari.

  • Das Coisas Nascem Coisas de Bruno Munari

    Coisas Nascem Coisas, Das

    Bruno Munari

    10,00 

    Uma introdução à arte de “saber projectar”, sobretudo coisas que estão ao alcance de qualquer pessoa. À arte de resolver problemas que atormentam muita gente: como decorar a casa? Como aproveitar o espaço? Que materiais utilizar?

  • Libermann: Mensagem para o Nosso Tempo

    Libermann: Mensagem para o Nosso Tempo

    Amadeu Gonçalves Martins

    7,00 

    Libermann: Mensagem para o Nosso Tempo de Amadeu Gonçalves Martins.
    Editorial L.I.A.M. Lisboa, 1995, 258 págs. B.

    A Introdução, com título feliz Libermann, um profeta do nosso tempo, parece-me muito oportuna. Esta pequena síntese da vida do Venerável Libermann, por um lado tão real, simples natural; por outro tão rica, profunda, existencial, constitui um testemunho inter- pelante a complementar a rica mensagem espiritual deste Santo dos nossos dias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Podemos e Devemos Construir o Futuro Significativo

    Podemos e Devemos Construir o Futuro Significativo

    Bernardo Domingues

    10,00 

    Podemos e Devemos Construir o Futuro Significativo de Bernardo Domingues.
    Edição Autor. Porto, 2008, 455 págs. B.

    Em suma: Constatamos que nos seres vivos, com diferenças segundo as espécies, por informação intrínseca e por um impulso vital organizado, há uma orientação para conseguirem a respectiva finalidade ou seja a autorrealização programada. Esta passagem da potência ao acto é regulada por organizados processos químicos em interacção com o ambiente propício. – in Introdução

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • Indignai-vos

    Indignai-vos

    Stéphane Hessel

    5,00 

    Indignai-vos de Stéphane Hessel.
    Editora Objectiva. Carnaxide, 2005, 49 págs. B.

    «A minha longa vida deu-me uma série de motivos para me indignar».

    Quem escreve é Stéphane Hessel, 93 anos, herói da Resistência francesa, sobrevivente dos campos de concentração nazis e um dos redactores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. É com a autoridade moral de um resistente inconformado e de um lutador visionário que Stéphane Hessel nos alerta, neste breve manifesto, para o facto de existirem hoje tantos e tão sérios motivos para a indignação como no tempo em que o nacionalsocialismo ameaçava o mundo livre. Se procurarmos, certamente encontraremos razões para a indignação: o fosso crescente entre muito pobres e muito ricos, o estado do planeta, o desrespeito pelos emigrantes e pelos direitos humanos, a ditadura intolerável dos mercados financeiros, a injustiça social, entre tantos outros. Aceitemos o desafio de Stéphane Hessel, procurando neste livro e no mundo que nos rodeia os motivos para a insurreição pacífica, pois “cabe-nos a todos em conjunto zelar para que a nossa sociedade se mantenha uma sociedade qual nos orgulhemos.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quinto Império de Augusto Ferreira Gomes

    Quinto Império

    Augusto Ferreira Gomes

    7,00 

    Quinto Império de Augusto Ferreira Gomes.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 2003, 105 págs. B.

    A esperança do Quinto Império, tal qual em Portugal a sonhamos e concebemos, não se ajusta, por natureza, ao que a tradição figura como interpretação dada por Daniel ao sonho de Nebucadnezar.

    …o Primeiro é o da Babilónia, o Segundo o Medo-Persa, o Terceiro o da Grécia e o Quarto o de Roma, ficando o Quinto, como sempre, duvidoso. Nesse esquema, porém, que é de impérios materiais, o último é plausivelmente entendido como sendo o Império de Inglaterra. Não é assim no esquema português. Este, sendo espiritual, em vez de partir, como naquela tradição, do império material da Babilónia, parte, antes, com a civilização em que vivemos, do império espiritual da Grécia, origem do que espiritualmente somos …o Segundo é o de Roma, o Terceiro o da Cristandade, e o Quarto o da Europa…

    Aqui o Quinto Império terá de ser outro que o inglês, porque terá de ser de outra ordem. Nós o atribuímos a Portugal, para quem o esperamos.

    In prefácio de Fernando Pessoa

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Duas Formas de Expressão Opostas na História da Arte

    Duas Formas de Expressão Opostas na História da Arte

    Myron Malkiel-Jirmounsky

    7,50 

    Duas Formas de Expressão Opostas na História da Arte de Myron Malkiel-Jirmounsky.
    Seara Nova. Lisboa, 1943, 27 págs. B.

    O grande público, os profanos, pensam geralmente, segundo uma fórmula de Aristóteles demasiado simplificada, que a arte não é outra coisa senão a imitação da natureza. Porém os artistas, assim como os críticos e os teóricos, protestaram sempre contra esta interpretação servil da actividade mais criadora do homem. A arte para estes é ou a expressão particular do mundo visível que nos rodeia, ou a do mundo interior, dos sentimentos, dos sonhos. Segundo as tendências das diversas épocas, ora reconhecem na natureza o modelo a seguir, ora, revoltando-se contra esta sujeição, preconizam a criação pura como o fim único de tôda a arte digna dêsse nome.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.