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  • Camilo Pessanha: Prosador e Tradutor de Daniel Pires

    Camilo Pessanha: Prosador e Tradutor

    Daniel Pires

    10,00 

    Camilo Pessanha: Prosador e Tradutor de Daniel Pires [Org.].
    Instituto Português do Oriente. Macau, 1992, 311 págs. B

    Trabalho de grande importância para o estudo deste poeta com organização, prefácio e notas de Daniel Pires. Ilustrado com reproduções de documentose fotografias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Aviso por Causa da Moral de Fernando Pessoa

    Aviso por Causa da Moral

    Fernando Pessoa

    7,50 

    Aviso por Causa da Moral de Fernando Pessoa.
    Hiena Editora. Lisboa, 1986, 44 págs. B.

    O caso mental português
    António Botto e o ideal estético em Portugal
    Aviso por causa da moral

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  • Gramáticos Portugueses do Século XVIGramáticos Portugueses do Século XVI

    Gramáticos Portugueses do Século XVI

    Maria Leonor Carvalhão Buescu

    5,00 

    Gramáticos Portugueses do Século XVI de Maria Leonor Carvalhão Buescu.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1978, 104 págs. B.

    Um longo caminho se percorreu desde a omnipresença tutelar da Gramática Latina durante os séculos medievais até à definitiva consagração da Gramática “vulgar”.

    Observadores atentos da realidade, críticos audaciosos da cultura oficial, os gramáticos portugueses do Renascimento lançaram as bases das ciências modernas da linguagem em Portugal, ao mesmo tempo que exaltavam as excelências do idioma pátrio.

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  • Vozes do Romance

    Vozes do Romance

    Oscar Tacca

    7,00 

    Vozes do Romance de Oscar Tacca.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1983, 191 págs. B.

    Toda a busca ou análise de estruturas será um desígnío muito modesto, e ainda menor se se perder de vista a sua verdadeira finalidade: mostrar a passagem de uma desordem para uma ordem, como diz, com acerto, Jean Rousset, a passagem do não-significante para a coerência das significações, do informe para a forma, do vazio para a plenitude, da ausência para a presença. Presença de uma linguagem organizada, presença de um espírito numa forma. – in Prologo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Criando Uma Nova CivilizaçãoCriando Uma Nova Civilização

    Criando Uma Nova Civilização

    Alvin Toffler

    6,00 

    Criando Uma Nova Civilização de Alvin Toffler.
    Livros do Brasil. Lisboa, 1995, 218 págs. B.

    A realidade é que a transformação avança todos os dias no sector privado, entre os cidadãos que inventam novas coisas e criam novas soluções porque a burocracia não os detém. No dia 5 de Janeiro de 1995, a Terceira Vaga chegou à democracia americana sob a forma de Thomas, o sistema informático da Biblioteca do Congresso, que permite a cada cidadão obter cópias da legislação, relatórios dos comités e de outros documentos do Congresso (…) Como o Thomas, este livro é um esforço no sentido de ajudar os cidadãos como o leitor a dar um salto em frente e começar a inventar uma civilização da Terceira Vaga

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  • Texto Livre de C. Freinet

    Texto Livre

    C. Freinet

    6,00 

    O texto livre é uma técnica pedagógica de livre expressão escrita, inventada por Célestin Freinet, fundador da Escola Francesa Moderna. Este livro estuda o texto livre e situa-o no seu enquadramento teórico e prático: uma pedagogia revolucionária que permite à criança assenhorear-se da escrita e, graças a ela, desenvolver-se plenamente. As produções infantis são verdadeiras…

  • Prazer do Texto de Roland Barthes

    Prazer do Texto

    Roland Barthes

    7,00 

    Prazer do Texto de Roland Barthes.
    Edições 70. Lisboa, 1976, 119 págs. B.

    Nesta obra se apresenta a história dos dezasseis primeiros séculos do cristianismo, até ao tempo das Reformas. Começa-se por uma indicação dos grandes factos da política e das condições da vida social, a título de sumário, sem dúvida, mas também para recordar que a Igreja, feita de homens, está incarnada numa história que a marca e que ela marca. Vêm, em seguida, os aspectos principais da vida eclesial, a sua expansão, a sua organização e os seus ritos, a história do papado e a do monaquismo, as correntes de pensamento e os escritores. Estas páginas, de grande utilidade, permitirão apreender como que num só olhar a evolução da Igreja.

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  • Temas de Literatura Viva: 35 Escritores Contemporâneos de Manuel PoppeTemas de Literatura Viva

    Temas de Literatura Viva: 35 Escritores Contemporâneos

    Manuel Poppe

    10,00 

    «… nasci, por acaso, em Lisboa, em 1938, Separel-me muito cedo (aos nove anos) do agregado familiar. E a vida levou-me de volta às origens: à Beira Alta, à Guarda. Ali, no meio da neve e das frieiras, conquistei a minha identidade: no Café Mondego e no Cristal e na Papelaria do senhor Felisberto que…

  • Caminho da Ditadura dos Media de Louis PorcherCaminho da Ditadura dos Media

    Caminho da Ditadura dos Media

    Louis Porcher

    5,00 

    Vivemos num mundo «invadido» e «ocupado» pelos media. Mas que são afinal os media? Como se caracterizam e distinguem entre si? Qual a influência exercida nomeadamente pelo cinema, pela rádio e pela televisão sobre cada um de nós, sobre as crianças e os jovens, sobre a família, a escola, a sociedade, numa palavra: sobre os…

  • Grandes Mitos do Século XX de Jorge Angel LivragaGrandes Mitos do Século XX

    Grandes Mitos do Século XX

    Jorge Angel Livraga

    7,00 

    Grandes Mitos do Século XX de Jorge Angel Livraga.
    Edições Nova Acrópole. Lisboa, 1992, 94 págs. B.

    Nesta obra, em que o século XX é analisado para além das aparências e dos preconceitos impostos pela (des)informação mediática, temos a sensação de estarmos perante um ensaio escrito para o século XXI.

    Jorge Angel Livraga, filósofo da História, traça-nos, com a independência que sempre o caracterizou e uma rara lucidez, os grandes Mitos que construíram a ilusão do mundo em que vivemos e, consequentemente, a decadência moral do Ocidente.

    Contudo, a maior virtude desta obra não está apenas em quebrar os fios da ilusão, mas em oferecer respostas e pistas para que cada homem se possa reencontrar consigo mesmo, com os seus sonhos e com a Natureza.

    📝 Sublinhados a lápis

    Jorge Angel Livraga, filósofo da História, traça-nos, com a independência que sempre o caracterizou e uma rara lucidez, os grandes Mitos que construíram a ilusão do mundo em que vivemos e, consequentemente, a decadência moral do Ocidente.

    Contudo, a maior virtude desta obra não está apenas em quebrar os fios da ilusão, mas em oferecer respostas e pistas para que cada homem se possa reencontrar consigo mesmo, com os seus sonhos e com a Natureza.

  • Inteligência de Ian J. DearyInteligência

    Inteligência

    Ian J. Deary

    2,50 

    «Há muitos anos que esperávamos por um livro sucinto, actualizado e rigoroso sobre a ciência da inteligência. Este é o livro que faltava. O estilo informal e narrativo de Deary irá encantar os leitores, mas não compromete de forma alguma a seriedade científica do livro. […] Excelente.»

  • Itinerários Literários

    Itinerários Literários

    Elvira Manuel Pardinhas Azevedo

    7,00 

    Itinerários Literários: Viajando Pela Literatura Portuguesa de Elvira Manuel Pardinhas Azevedo.
    Edições ASA. Porto, 1998, 128 págs. E.

    Organizar e planificar visitas de estudo no âmbito da Literatura Portuguesa, sobretudo no Ensino Secundário, é uma tarefa que intimida alguns professores. Os Itinerários aqui apresentados poderão ser o ponto de partida para motivarmos os alunos para o estudo das obras de leitura integral. Estas propostas poderão ainda ser utilizadas no âmbito da Área-Escola.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Iniciação Estética

    Iniciação Estética

    João José Cochofel

    10,00 

    Iniciação Estética de João José Cochofel.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1958, 165 págs. B.

    É da sua autoria uma ‘Iniciação Estética’ (1958), que representa uma abordagem bem informada das questões estéticas; este livro e ‘Críticas e Crónicas’ (1982) trazem achegas importantes quanto à explanação de opções teóricas do neo-realismo a partir de um ponto de vista em que, ao contrário do que acontece noutros representantes dessa corrente, a realidade estética não é subalternizada.” [’In’ «Dicionário Cronológico de Autores Portugueses», Vol. IV]. Livro ilustrado em folhas à parte, integrado na «Colecção Saber». Primeira edição.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tema e Imagem na Poesia de Sá de Miranda de T. F. Earle

    Tema e Imagem na Poesia de Sá de Miranda

    T. F. Earle

    7,00 

    A Parte I do presente livro analisa Sá de Miranda nesta perspectiva. Ressalta que ele foi extremamente independente de espírito. Tal como vários outros escritores portugueses que foram fortemente infuenciados por culturas estrangeiras, não permitiu que as suas preocupações nacionais e pessoais fossem abaladas pelo que tinha lido. […] A parte II deste livro é…

  • O Erotismo de Francesco Alberoni

    Erotismo, O

    Francesco Alberoni

    6,00 

    Erotismo de Francesco Alberoni.
    Bertrand Editora. Venda Nova, 1991, 279 págs. B.

    Como refere Alberoni, logo na introdução: «este livro é apenas um instrumento de introdução, de conhecimento». E, mais adiante,: «quem escreve está, de resto, convencido que as diferenças entre homens e mulheres não são de natureza biológica, mas apenas cultural e histórica. Diferentes, porém, de sociedade para sociedade, de época para época». Partindo destas premissas que implicam, logo, a complexidade e a polémica das teses que desfilam, Alberoni estabelece ainda que O Erotismo não deve ser lido como um livro isolado, mas integrando uma antologia constituída por Enamoramento e Amor e A Amizade. Não é fácil definir a subtileza e a argúcia que o grande analista italiano imprime aos seus trabalhos, e que está patente neste O Erotismo de forma categórica e evidente.

    📕 5ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Futuros Possíveis, Os

    Futuros Possíveis, Os

    Lucien Gérardin

    6,00 

    Os Futuros Possíveis de Lucien Gérardin.
    Moraes Editores. Lisboa, 1973, 221 págs. B.

    O futuro não pode ser objecto de previsão: não há factos futuros tal como existem factos passados. Nada se encontra escrito de antemão no livro do destino, pois, na verdade, existe um conjunto quase infinito de possibilidades. Compete ao homem escolher aquilo que quer ver realizado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.