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  • NOSSO COLÉGIO DE ANTÓNIO B. PEREIRA DIAS DE MAGALHÃES (1)

    Nosso Colégio

    António B. Pereira Dias de Magalhães

    5,00 

    Nosso Colégio de António B. Pereira Dias de Magalhães.
    Instituto Nun’Álvares. Famalicão, 1947, 64 págs. B. Il.
    📰 Ano XI, Nº 31,  Junho de 1947

    Número de «Nosso Colégio», revista estudantil do Instituto Nun’Álvares, reunindo crónicas, contos e crítica humorística ao lado de secções fixas dedicadas ao desporto, à vida do colégio e a uma secção infantil («Portugal Pequenino»), com narrativas, passatempos e respectivas soluções. Testemunho vivo da vida escolar e do entretenimento estudantil em Portugal nos anos 40.
    Visado pela comissão de censura.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    🟡 Com picos de acidez
    Peso: 105 g
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  • Escola e o Aluno de Maria Corda Costa

    Escola e o Aluno, A

    Maria Corda Costa

    5,00 

    A obra discute temas atuais do ensino primário: aprendizagem individualizada e socializada (trabalho de grupo, perspetivas psicológicas e didáticas), interdisciplinaridade (base teórica e histórica), avaliação (competências intelectuais, rendimento e técnicas docimológicas), organização das turmas (questionamento do modelo tradicional e abertura à comunidade) e investigação docente (metodologias para o professor como experimentador). Apesar das diferenças culturais e históricas entre Portugal e Itália, as reflexões apresentadas são uma fonte relevante para o contexto educativo português.

  • Manual de Jogos Educativos

    Manual de Jogos Educativos

    Mocidade Portuguesa Feminina

    20,00 

    Manual de Jogos Educativos de Mocidade Portuguesa Feminina.
    Escolas Profissionais Salesianas. S.L. S.D., 146 págs. B.

    «[…] A maior parte das alunas foi […] enquadrada e formada nos centros da MPF [Mocidade Portuguesa Feminina] nas escolas primárias e técnicas e nos liceus […]. [Com] programas de actividades […], de frequência obrigatória para grande parte da população feminina escolarizada […]. A MPF também utilizou outros meios coreográficos, manifestações de caracter social, político e religioso e iniciativas de carácter assistencial, para mobilizar, enquadrar e premiar as jovens […].

    Todas estas actividades e iniciativas eram instrumentos de inculcação de uma moral e de uma ideologia política, que foram secundados por outro poderoso meio – constituído pelas publicações da MPF – através do qual a organização transmitia às jovens determinados valores e comportamentos, para as colocar ao serviço do Estado Novo […].» (Fonte: Irene Flunser Pimentel, História das Organizações Femininas do Estado Novo, Temas e Debates, Lisboa, 2001)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Como Ensinar Todos os Alunos na Sala de Aula Inclusiva de Sandra F. Reid

    Como Ensinar Todos os Alunos na Sala de Aula Inclusiva

    Sandra F. Reid

    6,00 

    Com a entrada do século XXI, há todo um conjunto de questões com que, necessariamente, a educação especial se está a debater.

    Desde qual será o melhor modelo de atendimento para o aluno com necessidades educativas especiais, incluindo aquele com problemáticas severas, até ao papel que o professor do ensino regular e da educação especial, os pais e demais agentes educativos devem desempenhar na sua educação, tudo são questões em aberto a que, com certeza, a investigação e a literatura especializada têm de dedicar especial atenção.

    Tendo por base estas premissas, a Porto Editora decidiu lançar uma nova colecção de livros

  • Saber Escrever Saber Falar

    Saber Escrever Saber Falar

    Edite Estrela

    7,50 

    Um livro que lhe permitirá esclarecer as dúvidas relativas à língua portuguesa: ortografia, acentuação, conjugação verbal, gíria e calão, dificuldades de pronúncia, entre outros.

  • Noções Elementares de Botânica (III e IV Classes)

    Noções Elementares de Botânica (III e IV Classes)

    Eusébio Tamagnini

    6,00 

    Este livro destina-se ao ensino da Botânica no Curso geral dos Liceus e foi elaborado de harmonia com as determinações do programa oficial.

    Na primeira parte (III classe) limitamo-nos a indicar os caracteres gerais dos grandes grupos taxonómicos com o desenvolvimento suficiente para habilitar os estudantes a efectuarem os exercícios de classificação que lhes são exigidos.

    Na segunda parte do volume (V classe) resolvemos fazer simultâneamente o estudo da morfologia e da fisiologia. De facto, o funcionamento orgânico não se pode apreender convenientemente se não fôr acompanhado, pari passu, pelo estudo da forma e da estrutura.

  • A Idade Média de J. Aires de Magalhães

    Início da Expansão, O

    J. Aires de Magalhães

    2,50 

    Livros sobre o Início da Expansão – A expansão marítima portuguesa começou em 1415, com a conquista de Ceuta, no norte de África. Este acontecimento marcou o início de uma era de grandes navegações e descobertas.

  • Idade Média, A

    Idade Média, A

    J. Aires de Magalhães

    2,50 

    Livros sobre o Início da Expansão – A Idade Média foi um período histórico que durou cerca de mil anos, do século V ao século XV. Foi marcada pelo feudalismo, pela influência da Igreja Católica, e por eventos como as Cruzadas e a Peste Negra.

  • Descobrimentos

    Descobrimentos

    J. Aires de Magalhães

    2,50 

    Livros sobre os Descobrimentos – Os Descobrimentos foram as viagens marítimas realizadas por portugueses e outros europeus entre os séculos XV e XVII. Esses desbravamentos permitiram a exploração de novos territórios e o estabelecimento de relações comerciais

  • Tento na Língua

    Tento na Língua

    António Marques

    6,00 

    língua tropeça com um cada vez maior número de livros editados, de jornais impressos e de todo o tipo de mensagens emitidas pelos vários meios de comunicação de massa (aos quais a internet veio acrescentar um universo vastíssimo de produção de textos), a referência de rigor e a facilidade na comunicação desse rigor são instrumentos de valor incalculável para quem faz da palavra (impressa, digitada ou falada) trabalho e vida. “Tento na Língua!” dá-nos, sem pretensões ou imposições de cátedra, precisamente isso.

  • Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social

    Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social

    Edite Estrela

    7,00 

    Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social de Edite Estrela.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1994, 329 págs. B.

    Embora de âmbito generalista e útil a qualquer leitor, esta é uma obra que nasce de uma preocupação essencial: corresponder às necessidades e exigências de uma actividade – o jornalismo – que utiliza quotidianamente a língua portuguesa como seu principal untensílio. No prefácio, os autores caracterizam essa preocupação, sublinhando que “o ensinar ou o praticar bem o Português deverá ser preocupação de todos quantos, por um lado, transmitem qualquer tipo de saber ou conhecimento e, por outro – com ainda maior grau de exigência -, se dedicam a actividades directamente ligadas à comunicação e expressão.” O Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social resultou de uma iniciativa da Comissão Organizadora do II Congresso dos Jornalistas Portugueses, realizado em 1986. Já em 4ª edição, é seu objectivo acompanhar os jornalistas na preocupação de um maior cuidado no tratamento da língua portuguesa, afinal um instrumento de trabalho.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lúdico na História do Oriente Português

    Lúdico na História do Oriente Português

    Cândido do Carmo Azevedo

    15,00 

    Lúdico na História do Oriente Português: Um Diálogo Intercultural do Século XV ao século XX de Cândido do Carmo Azevedo.
    Instituto Politécnico de Macau. Macau, 2010, 431 págs. B.

    Este livro convida-nos a uma viagem. Uma viagem a efectuar pelos diversos itinerários geográficos, culturais e sociais em que se cumpriram a diáspora, a errância e a peregrinação portuguesas no Oriente. Navegando através do tempo, apresenta mosaicos reveladores dos escolhos, dos possíveis e impossíveis da miscigenação lúdica, como espelho das diferenças e assimilações no contexto mais abrangente. Até que surge o desporto, a facilitar o empreendimento nunca antes conseguido, pelo menos na sua maior parte.

    Esta obra encerra também uma panóplia de abordagens: de antropologia, de etnologia, de sociologia, de politica e de história. E tudo misturado num caldo de profundo e compenetrado sabor humanista. Por isso mesmo a leitura alimenta a sofreguidão de todos os paladares e oferece-nos um conhecimento do contexto oriental e das suas gentes. Por tudo isto, o livro e o seu autor merecem o nosso aplauso, apreço e reconhecimento; merecem, sobremaneira, que os acompanhemos com atenção desperta e consciência inquieta na esplendorosa viagem que nos proporcionam.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Clássicos Romanos

    Clássicos Romanos

    Mary Ellen Snodgrass

    6,00 

    Clássicos Romanos de Mary Ellen Snodgrass.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1993, 363 págs. B.

    Vida e obras de autores;
    Sínteses e Comentários sobre as principais obras;
    Os primórdios da literatura romana;
    A República;
    A Época Áurea;
    O fim do Império;
    Bibliografia essencial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Criança e a Expressão DramáticaScanner

    Criança e a Expressão Dramática

    Pierre Leenhardt

    3,50 

    Uma obra que apresenta os resultados de quase vinte anos de actividade no âmbito da expressão dramática infantil e para a infância. Os métodos, as técnicas e os objectivos diversos que em França se vêm experimentando poderão servir de motivação para uns, de reflexão e enriquecimento técnico para outros. O projecto do autor é, porém,…

  • Arte de Estudar

    Arte de Estudar

    Mário Gonçalves Viana

    7,00 

    Arte de Estudar de Mário Gonçalves Viana.
    Editora Educação Nacional. Porto, 1943, 373 págs. B.

    Índice Sinóptico

    Primeira Parte
    I – O valor do estudo, e a sua função social;
    II – O adestramento da atenção;
    III – O adestramento da memória;
    IV – O adestramento da vontade;
    V – O adestramento do poder de observação;
    VI – Como se deve vencer a preguiça mental;
    VII – Como se deve vencer a timidez;
    VIII – Como se deve ler.

    Segunda Parte
    I – O mundo, os companheiros e os amigos;
    II – O aproveitamento do tempo;
    III – O sono e o repouso;
    IV – O sobernal;
    V – A higiene do estudo;
    VI – Diversões e Distracções;
    VII – As férias.

    Terceira Parte
    I – Ordem e Disciplina;
    II – O método ao serviço do estudo;
    III – Os apontamentos e a sua sistematização;
    IV – O estduo para as aulas;
    V – A preparação para os exames e concursos;
    VI – O estudo para a vida;
    VII – Aprender até morrer.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guia do Animador

    Guia do Animador

    Paulo Trindade Ferreira

    7,00 

    Guia do Animador: Animar uma Actividade de Formação de Paulo Trindade Ferreira.
    Multinova. Lisboa, 2003, 286 págs. B.

    Com base nas deficiências observadas e nas tendências recomendáveis, Paulo da Trindade Ferreira oferece-nos um verdadeiro tríptico orientador da actividade formativa: num dos quadros figura a formação como realidade inerente à vida, no seu todo, e ao trabalho em particular; no outro surge a pessoa humana e, naturalmente, o trabalhador – como o sujeito-agente por excelência da actividade formativa; e, no terceiro, afirma-se a igual dignidade fundamental de todo o acto formativo, quaisquer que sejam o “nível”, o contexto e as condições em que se realiza.

    Tema 1: Da formação – “amestramento” à formação desenvolvimento;

    Tema 2: Nunca é tarde demais para aprender;

    Tema 3: A falar é que a gente se entende e a entender-se é que a gente aprende;

    Tema 4 – Construção do plano de uma actividade formativa;

    Tema 5 – Prática da animação pedagógica;

    Tema 6 – Exploração pedagógica de “meios” ao serviço da animação.

    Tema 7 – Da avaliação dos formandos à auto-avaliação da aprendizagem.

    📝 Sublinhados a lápis