Educação… Caminhos de Liberdade de José Veiga Simão
CIREP. Lisboa, 1973, 396 págs. B.
Discursos e declarações mais importantes do Ministro da Educação Nacional, Professor Doutor José Veiga Simão, de 15 de Janeiro de 1970 a 15 de Janeiro de 1973.
Leituras IV Classe de Manuel Subtil
Oivraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1963, 208 págs. E. Il.
O livro “Leituras – Ensino Primário Elementar IV Classe”, da autoria de Manuel Subtil, Cruz Filipe, Faria Artur e Gil Mendonça, foi uma obra pedagógica fundamental em Portugal, publicada pela Livraria Sá da Costa durante o Estado Novo. Aprovado oficialmente, continha textos formativos e ilustrações de Eduardo Romero, com edições relevantes entre as décadas de 1930 e 1960
O “Eduquês” em Discurso Directo: Uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista
Nuno Crato. Gradiva Publicações. Lisboa, 2006. 131 págs. B.
🗂️ Colecção: Fora da Colecção | 254
Ensaio de Nuno Crato sobre a linguagem e os conceitos dominantes na pedagogia romântica e construtivista em Portugal, a que o autor chama eduquês. Analisa criticamente expressões como «aprender a aprender» ou «ensino centrado no aluno», procurando expor o vazio conceptual e a ideologia subjacente a este discurso pedagógico. Apresentada como a primeira obra do género em Portugal, dirige-se a professores, pais e a todos os interessados na política educativa.
────────────────── Características do Exemplar ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse ──────────────────
As Línguas Vivas: Ensino e Pedagogia de Denis Girard
Livraria Almedina. Coimbra, 1976, 221 págs. B.
No decurso do último quarto de século, o ensino das línguas vivas conheceu um desenvolvimento considerável no mundo inteiro. As causas deste desenvolvimento são bem conhecidas. De início elas são de ordem política, económica e sociológica. O fim da Segunda Guerra Mundial viu nascer a Organização das Nações Unidas, com ambições muito mais vastas
Nos Trilhos da Pedagogia de Joaquim Carreira Tapadinhas.
Câmara Municipal do Montijo. Montijo, 2008, 284 págs. B.
“Este estudo faz o inventário das principais situações de ensinança que foram acontecendo, no concelho de Montijo, ao longo dos tempos: escolas régias e seus mestres de ler, escrever e contar, decisões de ensino público, aventuras de ensino privado, revelações de professores e alunos, cursos e variedades curriculares. Por isso, estamos na presença de pilar incontornável para a história do enriquecimento académico desta terra transtagana.”
Como se Aprende a História de Portugal de Jaime Lúcio. Livraria Cruz. Lisboa, 1973, 223 págs. B.
Jaime Lúcio – Poeta, sempre Poeta e Prosador, sempre Prosador, disse–me que tinha no prelo uma nova obra: «COMO SE APRENDE A HISTORIA DE PORTUGAL», na qual nos ensina (em poucas páginas) toda a História de Portugal.
📖 Exemplar por abrir ✍🏻 Edição rubricada pelo autor. 🔢 Edição Numerada: 77 de 500
Ensino Laico: Educação Racionalista e Acção Confessional de Tomás da Fonseca.
Empresa Internacional Editora. Lisboa, 1923, 187 pág. B.
Tomás da Fonseca (1877–1968), natural de Mortágua, foi poeta, ficcionista, jornalista, professor e deputado republicano. Conhecido pelo seu anticlericalismo, dedicou-se também à educação e à cultura, promovendo escolas móveis, reformas do ensino e a alfabetização popular. Fundou a Universidade Livre de Coimbra e dirigiu escolas normais. Preso por razões políticas, manteve sempre o ideal de liberdade, instrução e progresso do povo português.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Elementos de Moral e Princípios de Direito Natural para Usos das Escolhas de Bernardino J. da S. Carneiro. Augusto Orcel. Coimbra, 1855, 84 págs. E.
O ensino da philosophia moral, em nossos lyceus, nem correspondia aos progressos, que n-este seculo têm feito as sciencias, nem á nova direcção, que, seguindo esses progressos, vão felizmente tomando os nossos estudos maiores. Em vez de aplanar e abrir caminho para elles, antes, por assim dizer, os entorpecia, ou difficultava. Urgia a necessidade de o reformar.
Relatório sobre o Ensino e Administração Florestal apresentado a Sua Ex.ª o Ministro das Obras Públicas, Commercio e Industria de Venâncio Augusto Deslandes. Imprensa Nacional. Lisboa, 1858, 274 págs. B.
O Governo de Sua Magestade, reconhecendo a necessidade de que se começasse a estudar em Portugal tudo o que diz respeito ao ensino, á economia e á legislação das cousas florestaes, dignou-se de me confiar em 13 de Julho do anno passado a missão de visitar nos paizes estrangeiros os mais celebrados e exemplares institutos do ensino florestal, e de colligir todos os dados e documentos, que se podessem obter, e que patenteassem a influencia que a instrucção, as leis e os regulamentos florestaes exercem sobre os progressos d’este importante ramo da riqueza publica.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
❗Lombada Desgastada
Educação das Mães de Família de L. Aimé Martin. Casa de F. Gomes da Fonseca. Porto, 1865, 2 vols.
Títulos de alguns capítulos: Influencia de Descartes na educação dos povos; Missão de Rousseau; Influencia das mulheres. – A civilisação só existe no matrimonio; Educação da mulher pelo marido; Educação publica e sua liberdade illimitada. Educação mixta; Votos pela instrucção publica; Civilisação dos campos pelas mulheres; Applicação das leis naturaes às leis humanas; A guerra, segundo a lei natural; Apreciação das leis politicas de Creta, Sparta, Athenas e Roma, pelas leis da natureza; Apreciação da ‘Republica’ de Platão, segundo as leis da natureza; Christianismo dos primeiros seculos e christianismo de hoje; Santidade; Virgindade; Celibato ecclesiastico.
Educação Cívica Segundo António Sérgio: Sua Actualidade de José Augusto Gonçalves.c Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo. Lisboa, 2003, 278 págs. B.
Refira-se ainda que o nosso propósito neste trabalho não consiste em fornecer o receituário para a edificação da escola cidada (acerca da qual efectuamos apenas algumas referências sumárias no início desta Introdução), nem ter a pretensão de exaurir toda a riqueza do pensamento de António Sérgio com o objectivo de detectar a sua contribuição para o desenho institucional desta escola. Visamos sobretudo tornar patente que, no ámbito da (actual) problemática de uma escola promotora de cidadania democrática, não obstante algumas fragilidades, muito pode contribuir o pensamento de António Sérgio, sobretudo a sua concepção de educação civica.
Concebido e escrito por uma equipa de professores universitários, de consultores e especialistas, este guia dirige-se aos formadores, professores, animadores, directores de recursos humanos, consultores e quadros que têm de conceber, recomendar ou avaliar acções de formação. Num só volume têm ao seu dispor, um resumo de teorias, métodos e instrumentos utilizados em formação.
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