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  • Via Sinuosa, A

    Via Sinuosa, A

    Aquilino Ribeiro

    30,00 

    A Via Sinuosa de Aquilino Ribeiro.
    Livrarias Aillaud & Bertrand. Lisboa, s.d., 342 págs. E.

    Este é o primeiro romance de Aquilino Ribeiro, que nos introduz progressivamente na personagem de Libório Barradas, um alter ego do autor, aqui em plena adolescência, devidamente acompanhada pelas mudanças físicas, psicológicas e sociais próprias daqueles que se encontram nessa fase da sua vida.

    Um romance de crescimento marcado pela descoberta do amor e pelo despertar para a sexualidade de um Libório Barradas, que, pouco a pouco, vai soltando amarras para se aventurar na via sinuosa, que o mundo e a sua vontade própria, lhe propõem.

    📕 1ª Edição. [?]

  • Advinhas de Pedro e InêsAdvinhas de Pedro e Inês de Agustina Bessa Luís

    Advinhas de Pedro e Inês

    Agustina Bessa Luís

    17,50 

    Advinhas de Pedro e Inês de Agustina Bessa Luís.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1983, 239 págs. B.

    A história de Pedro e Inês recebe aqui um tratamento a situá-la na sua figura própria, que é o carácter da pessoa. A verdade é um estado de fé. Descobrir nos arquivos os sinais dos acontecimentos é menos importante do que descobrir a maturidade do tempo em que os acontecimentos se deram e, por conseguinte, a verdade.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • A Terceira Rosa de Manuel Alegre

    Terceira Rosa, A

    Manuel Alegre

    7,50 

    «Sabia que aquela fraternidade não iria durar sem- pre, a comunhão entre todos iria em breve dar lugar às naturais divisões ideológicas e políticas, à festa sucederiam as tensões, os confrontos, talvez a inevitável frustração»

  • Quatro Paredes Nuas de Augusto Abelaira

    Quatro Paredes Nuas

    Augusto Abelaira

    10,00 

    Quatro Paredes Nuas de Augusto Abelaira.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1972, 202 págs. B.

    Único livro de contos de Augusto Abelaira, Quatro Paredes Nuas, ilustra a reiterada afirmação de Abelaira segundo a qual um autor escreve sempre o mesmo romance.

     

    As sete narrativas aqui reunidas fazem eco dos seus livros anteriores, não só pela repetição do nome de personagens e de alguns motivos, como por terem com eles uma clara afinidade temática e de estilo de escrita.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    As sete narrativas aqui reunidas fazem eco dos seus livros anteriores, não só pela repetição do nome de personagens e de alguns motivos, como por terem com eles uma clara afinidade temática e de estilo de escrita.

  • Morrer Devagar de José Martins Garcia

    Morrer Devagar

    José Martins Garcia

    7,00 

    Morrer Devagar de José Martins Garcia.
    Editora Arcádia. Lisboa, 1979, 142 págs. B.

    «Morrer Devagar é um livro de bolinha vermelha para pessoas mais sensíveis ou rabugentas e que já tenham perdido a memória ou para quem não aprecie a ironia, o eufemismo e o sarcasmo. E pecado mortal para beatas de sacristia pequena. Há alguma crueldade na visão da realidade que enforma este livro, há, naturalmente, um fundo real que dá motivo a cada conto, algumas pessoas da ilha ainda poderão fazer leituras de aproximação à matéria narrada, mas a universalidade do viver isolado e ignorante, a valorização do sofrimento sem grande expectativa de se viver dignamente, a ganância e o estratagema, nem que seja com almas do outro mundo, e a penúria, o escárnio e o maldizer a que as pessoas são sujeitas e sujeitam as outras, as crendices e os fanatismos vários, a emigração de sempre, o amor, as infidelidades, a vida airada e os esquentamentos, as cenas de pancadaria com que acabavam todas as festas, o aproveitamento das fraquezas alheias, tirando a já extinta guerra colonial, tudo é picaroto, açoriano, português, universal, actual e as personagens as representantes escolhidas da humanidade que se manifestava na época a que a narrativa se reporta.

    É a condição humana observada pela acutilante crítica de JMG levada ao extremo de um e em um lugar pequeno, uma freguesia rural semi-analfabeta de muitas visões e perspectivas, marcada por certa decadência e de um espírito retrógrado, tanto religioso como social, em que os valores se medem ao ritmo dos desatinos das personagens.»

    Manuel Tomás (José Martins Garcia, O Mito e a Realidade, primeiras palavras para a presente edição de Morrer Devagar).

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Lobo Guerrilheiro

    Lobo Guerrilheiro

    Bento da Cruz

    7,50 

    Lobo Guerrilheiro de Bento da Cruz.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1992, 338 págs. B.

    Entre amores desenfreados, intrigas familiares, contrabandistas e guerrilheiros, paisagens quase virgens e um minucioso enquadramento político-social, decorre a vida de André Lobo, nascido no Barroso e filho de lavradores.

    Se o acaso, de uma primeira paixão, o levou a ingressar na Guarda Fiscal, também o acaso, de uma segunda paixão, o deixou espantado com o inesperado fim. É ainda o acaso que o leva a apaixonar-se perdidamente por Consuelo, uma belíssima guerrilheira antifranquista, que alterou o rumo de sua vida.

    Ao mesmo tempo que somos confrontados com a realidade barrosã, com os problemas da Guerra Civil de Espanha e seus reflexos, somos levados a mergulhar numa intensa paixão, que dá ao amor a característica de um estado de leveza.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo de Mercês de Maria Judite de Carvalho

    Tempo de Mercês

    Maria Judite de Carvalho

    7,50 

    Primeira edição de um dos apreciados livros de contos da autora.

  • Solidão II de Irene Lisboa

    Solidão II

    Irene Lisboa

    10,00 

    “Estas notas não têm ordem . A ordem pôr-lha-ei, se um dia me pretender revelar, pela cronologia das sensações. Hoje publico-as ao acaso, sem compromisso, admitindo mesmo que elas entre si se anulem, isto é, que não mantenham ligação de antecedência nem de consequência, de sustentação recíproca.”

  • Sapho de António Manuel Esquível

    Sapho

    António Manuel Esquível

    10,00 

    «Porque fugia dos fantasmas não sabia, mas sabia que era deles que fugia. Levava nos olhos a frustação, levava nas entranhas, naquilo que ela chamava de alma, a imagem do filho já podre. Na corrida para o comboio, quase em andamento, levava o ódio do homem que a todo custo tentava deixar para trás. Levava…

  • Palavras Novas de Fernando Rosinha

    Palavras Novas

    Fernando Rosinha

    6,00 

    «Senhor, não posso com o amor de neve fria
    a pesar sobre os juncos do meu peito.
    Os peixes do meu sangue mordem desde o leito
    a brisa em concha que vertia
    seu nome grande como um dia.»

  • Lisboa num Cravo de Papel

    Lisboa num Cravo de Papel

    Azinhal Abelho

    10,00 

    Lisboa num Cravo de Papel de Azinhal Abelho.
    Câmara Municipal de Lisboa. Lisboa, 1968, 157 págs. B.

    “(…) Antes de haver Portugal já esta urbe se levantava para o Sol. (…) Mas na polifonia deste nome e dos seus aspectos há uma sedução mediúnica de que, a Lisboa mais Lisbela, é a registada na graça da sua condição popular, vista e revista na vagabundagem de quem gosta de andar na rua. Nesta feição a vimos, em roteiro lírico a escrevemos, como uma redondilha poética num cravo de papel.”

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📖 Exemplar por abrir

  • Teatro 2 de Luiz Beira. Gicav

    Teatro 2

    Luiz Beira

    7,50 

    Luiz Beira, também conhecido como Armando Luiz Clemente de Bayão Marçal Corrêa, nasceu em Macequece, Moçambique, em 25 de novembro de 1941. Após servir na Marinha como Oficial Fuzileiro Naval, trabalhou como comissário de bordo na TAP em Portugal e DETA em Moçambique. Fixou residência em Portugal a partir de 1976, onde se licenciou em…

  • Concerto das Buzinas, O

    Concerto das Buzinas, O

    Virgílio Martinho

    10,00 

    O Concerto das Buzinas de Virgílio Martinho.
    Seara Nova. Lisboa, 1976, 174 págs. B.

    «A sala de prisão tem trinta e seis passos por doze de extensão, uma retrete e dois anexos: um grande e outro pequeno. É neste que dormem Passão e Graça. Passão está meio surdo e de vez em quando urina sangue. Graça tem a voz entaramelada e nem sempre encontra as palavras ajustadas para exprimir o que pensa; mas está a recuperar, já consegue ler uma coluna de jornal sem que esta se transforme numa ilegível mancha negra.»

    📕 1ª Edição.
    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Nos Braços da Exígua Luz de Nuno Júdice

    Braços da Exígua Luz (Nos)

    Nuno Júdice

    10,00 

    Nos Braços da Exígua Luz de Nuno Júdice.
    Editora Arcádia. Lisboa, 1976, 70 págs. B.

    Integrado na «Colecção Licorne», este livro vem acompanhado de um interessante texto de Gastão Cruz intitulado «O Espírito da Prosa», onde acerca do autor diz: “Os poemas de Nuno Júdice são, frequentemente, histórias curtas cujo tema é o próprio dizer e cujas personagens são todos aqueles que usam as palavras, os teóricos e os professores, os oradores, os filósofos, os poetas, escritores, autores.”

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sou... de Dário Bastos

    Sou…

    Dário Bastos

    7,50 

    Não tenho medo nem sei o que isso seja… Até quando pela calada da noite figuras sinistras que aparecem… Entram-me no quarto, gesticulam, barafustam, remexendo tudo, levam coisas, e até os contos que tenho escrito! Mas não tenho mendo nem sei o que isso seja…

  • Novas Andanças do Demónio de Jorge de Sena

    Novas Andanças do Demónio

    Jorge de Sena

    20,00 

    Novas Andanças do Demónio de Jorge de Sena. Portugália Editora. 1966. 241 págs. B.

    Aviso de Jorge de Sena aos leitores:

    «Todo o mundo sabe que uma das melhores maneiras de soltar o diabo às canelas dos bem-pensantes de todas as cores e feitios é falar nele, com ares de ironia, como se não existisse.»

    Depois das oito perambulações demoníacas de Andanças do Demónio, Jorge de Sena arrebata os leitores com mais oito contos de fantástico realismo nestas Novas Andanças do Demónio, marcadas pela variedade temática e um experimentalismo original.

    O diabo anda a solta em todas estas histórias, desde a transmigração das almas segundo o pensamento bramânico até uma insuspeita noite de Natal que junta romanos e cristãos. Há até lugar para as memórias de um antigo oficial das SS, as tropas da organização paramilitar nazi. A fechar, o lirismo do coup de cœur de dois amantes.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Depois das oito perambulações demoníacas de Andanças do Demónio, Jorge de Sena arrebata os leitores com mais oito contos de fantástico realismo nestas Novas Andanças do Demónio, marcadas pela variedade temática e um experimentalismo original.

    O diabo anda a solta em todas estas histórias, desde a transmigração das almas segundo o pensamento bramânico até uma insuspeita noite de Natal que junta romanos e cristãos. Há até lugar para as memórias de um antigo oficial das SS, as tropas da organização paramilitar nazi. A fechar, o lirismo do coup de cœur de dois amantes.